A nerd tímida viciada em agradar macho - parte 8 - descobrindo o prazer anal

Um conto erótico de Franzinha
Categoria: Heterossexual
Contém 3119 palavras
Data: 16/04/2026 03:49:44

Oi, gente! Franzinha aqui. Bora pra mais um conto sobre minha transformação em vadia submissa. Atendendo a alguns comentários, eu prometo que vou tentar não demorar tanto pra publicar as continuações, tá bom? Fico feliz que vocês estejam gostando e empolgados! É muito importante pra mim, muito obrigada!

PARTE 8 - DESCOBRINDO O PRAZER ANAL

Minha mãe estava assustadoramente feliz, fazia as coisas com empolgação e notadamente animada, chegava até a cantarolar baixinho. Eu percebi que isso tudo se devia a presença de Robson e a forma como ele nos tratava. No fundo, eu ficava muito feliz por ela estar dessa forma. Ela e meu namorado estavam se dando muito bem, que filha não ia gostar disso? Ela aceitava nosso lance, incentivava nossa relação a ser melhor, me permitia ser quem eu nasci pra ser, ainda autorizou que eu pudesse continuar sendo usada até mesmo na nossa casa. Ela era uma mãe maravilhosa, afinal! E eu não queria parecer ingrata, já que estava sendo muito prestigiada. Achei importante verbalizar minha gratidão.

- Mãe - eu disse enquanto ajudava ela na pia lavandos alguns pratos - eu quero te agradecer

- Pelo que, minha filha? - ela virou a cabeça pra mim, sorrindo de forma doce

- Por tudo isso... Por me permitir ser eu mesma e me tratar tão bem, e também aceitar meu namoro e tratar bem meu namorado como se ele fosse parte da família.

- Não precisa agradecer, Francieli. - ela disse se virando e enxugando as mãos - Eu faço isso porque quero te ver feliz e realizada, é o sonho de toda mãe. E o Robson é parte da família sim, eu faço questão de que ele se sinta parte da gente e venha na minha casa quando quiser.

- É mesmo? Você não se incomoda nem um pouco pelo que fazemos? - olhei pra ela com as sobrancelhas arqueadas, surpresa

- Claro que não, sua boba! É coisa de namorado, normal. Podem fazer a vontade, não se incomodem comigo. Não me importo que façam até mesmo na minha frente. - ela sorriu e se aproximou de mim, me olhando nos olhos - A mamãe nunca mais vai reprimir a pessoa que você quer ser ou o que você quiser fazer, prometo!

- Obrigada, mãe - fiquei feliz com tanto carinho da parte dela - Fico feliz que você esteja se esforçando pra se dar bem com o Robson também.

- Que isso, meu amor - ela novamente veio até meu rosto e deu mais algumas cheiradas - Não é esforço nenhum, ele é incrível! O que a mamãe puder fazer pra que esse homem fique com a gente, a mamãe vai fazer!

Depois dessa demonstração de afeto e cumplicidade, vi Robson voltando pra cozinha após o banho. Ele não tinha se secado direito, estava com algumas gotas de água pelo tronco e apenas tinha enrolado a toalha em torna da cintura. Era muito perceptível o pau dele marcando na toalha. Enorme, grosso, comprido. Eu olhei aquilo e fiquei sorrindo sozinha. Minha mãe também encarava ele, sorrindo gentilmente e observando aquele macho negro musculoso só de toalha na cozinha dela. Robson bebia água enquanto olhava pra gente, com uma expressão de safado, e chamou nós duas pra sentar no sofá. Ele sentou de pernas bem abertas, bastante a vontade. Ele estava se sentindo o dono do pedaço, como se a casa fosse dele, o macho alfa. Claramente estava querendo impor sua forma de se portar, dando as cartas de como eu e minha mãe deveríamos agir. E eu achava o máximo isso, porque ele de fato era o homem da casa agora. Cabia apenas a minha mãe e eu prestarmos obediência ao que ele decidisse, sem contradizer nada. Era tão bom ter um macho pra coordenar nós duas, era muito perceptível a felicidade da minha mãe por isso. Eu sentei ao lado de Robson e minha mãe sentou-se no braço do sofá. Robson estava mais próximo dela e indagou:

- Lúcia, eu quero foder a Franzinha aqui na sala. Cê tá de acordo? - Robson falou pausadamente, olhando sério pra minha mãe

- C-claro, fique a vontade! A casa agora é sua também e você pode fazer o que quiser! - mamãe falou sorrindo, exalando gentileza

- Ótimo! Cê vai ficar assistindo? - perguntou Robson enquanto puxava eu pra sentar em cima do colo dele

- E-eu posso? Você me permite? - minha mãe falou surpresa, levantando do braço do sofá

- E isso te impediria? Eu sei que cê espiou eu comendo a Fran ontem no quarto, não espiou? - Robson me encaixou como se eu fosse uma boneca de pernas abertas em torno da cintura dele e baixou meu top, colocando meus peitos na boca e começou a mamar neles de forma delicada

- E-eu... Eu não sei do que v-você tá falando - minha mãe ficou claramente desconcertada e vermelha

- Sabe sim, caralho, não se faz de doida! Admite pra sua filha o que cê foi fazer ontem quando fomos pro quarto - Robson falou ríspido e com cara de bravo, e logo depois voltou a mamar minhas tetas e apertar minha bunda

- Filha, eu... - minha mãe travou e respirou fundo - eu precisava muito ver o Robson te comendo. Eu não pude me conter e fiquei atrás da porta assistindo ele socar na sua bucetinha virgem... Me perdoa

- Aaah mãe - eu sentia a língua do meu macho passando de um lado pro outro nos meus mamilos bicudos e rosados e aquelas mãos ásperas segurando e apertando minha bunda, eu rebolava no pau dele enquanto minha buceta já estava toda melecada - N-não precisa se desculpar... E-eu entendo seu desejo, tá tudo bem.

- Senta na poltrona ali na frente, Lucinha. Hoje cê vai ver de camarote e sem precisar se esconder - Robson falou rindo, sempre sacana

Minha mãe sentou na poltrona que ficava de frente pro sofá que estávamos, sorrindo animada. Era como se fosse assistir a um filme que ela aguardou muito pra ver. Eu não entendia essa euforia toda, mas ficava muito feliz por minha mãe querer me ver com meu namorado e passar um tempo em família com a gente. Quer dizer, que tipo de filha não vai ficar realizada com a mãe querendo participar mais da sua vida e se dedicar tanto ao tempo de qualidade juntas? Eu era muito sortuda! Robson tirou a toalha e seu pau já estava duríssimo como sempre, aquela rola parece que nunca ficava mole de verdade. Começou a me fazer rebolar no colo dele, subir e descer devagar, roçando o pau na minha buceta por cima da calcinha que já estava completamente molhada. Eu arfava e gemia baixinho, porque estava louca pra sentir aquele pau todinho dentro de mim de novo. Ele me olhou nos olhos e foi tirando a calcinha pro lado com a mão, e logo em seguida encaixou a piroca lentamente dentro da minha xota molhada. Meu corpo foi descendo devagar e minha buceta foi acomodando todo aquele tronco preto dentro dela. Eu dei um gemido alto e ri, porque estava novamente fazendo aquilo que me faz feliz de verdade: ser puta pro meu homem. Robson começou a bombar forte, segurando meu quadril e dando tapas fortes na minha bunda. Ficávamos em contato visual constante, ele ria com aquela cara de safado e eu sorria de volta como uma vadia satisfeita e determinada a agradar seu macho. Atrás de mim, minha mãe observava tudo com total atenção. Ela se alisava toda, apertava o bico dos peitos, passava as mãos nas coxas e na boca, ela estava muito excitada vendo a filhinha sendo fodida daquela forma. Conseguia ouvir sua respiração ofegante de tão intensa que ela estava se excitando. Olhei pra trás enquanto comecei a quicar e troquei olhares com ela. Foi um misto de orgulho, carinho e cumplicidade entre nós. Ela definitivamente estava muito contente de ver a filha se dedicando a sua vocação genuína.

- Tá gostando de ver sua filha quicando na vara do negão, Lucinha? - Robson perguntava ofegante, socando forte a rola dentro da minha buceta

- Eu tô adorando... É muito melhor do que eu esperava. - minha mãe disse num tom de voz manhoso, quase como se fosse ela quem estivesse sendo comida

- Mãããe... - exclamei entre os gemidos - Isso aqui é bom demais! Eu amo quicar nessa rola, eu amo sentir ela todinha dentro da minha buceta!

- Isso, minha filha! - minha mãe falou com a respiração pesada, se encolhendo toda de excitação na poltrona - Senta nele, faz com que ele use seu corpinho como um brinquedo sexual. Seja a puta que ele precisa que você seja!

- Eu sou, mãe! Eu sou! - eu falava alto, sentindo aquela piroca atingir meu útero a cada estocada - Eu sou só um brinquedinho sexual, o que importa é o prazer do macho! Obrigada por me ensinar isso, obrigada!

- hahaha suas putas! - Robson me segurava pelo pescoço e dava tapas na minha cara - Vem, sogrinha, vem ver mais de perto. Ajoelha aí na frente!

Minha mãe rapidamente saiu da poltrona e se posicionou de joelhos atrás de mim, entre as pernas de Robson. Ela agora tinha uma visão muito ampla do pau dele esfolando toda a minha buceta, podia ver minha bunda subir e descer, até mesmo meu cu estava a mostra pra ela. Por um breve momento consegui ver sua expressão e ela estava encantada, era como se fosse a visão dos sonhos que ela sempre quis ter. Robson deu mais algumas estocadas fundas e parou, me segurando pelo quadril. Me afastou um pouco pro lado e ficou olhando pra minha mãe, ainda comigo engatada no pau dele.

- Cê quer continuar assistindo, Lucinha? - ele perguntou calmamente

- Óbvio! Por que você parou? - minha mãe exclamou, sem entender nada

- Porque eu quero fazer algo diferente e você vai me ajudar nisso

- E-eu? No que eu poderia ajudar vocês? - minha mãe ficou confusa

- É simples... - Robson tirou o pau de dentro da minha buceta, que claramente ficou arrombada e momentaneamente larga - Eu quero que cê me ajude a arrombar o cu dessa putinha

- O-o que? - perguntei assustada, olhando pra ele - M-mas Robson, eu nunca... Nunca dei o cu, deve doer, seu pau é muito grande!

- E até ontem cê nunca tinha dado a buceta também, vagabunda, não fode. - ele me deu um tapa na cara - Vai me dar o cu sim, e sua mãe vai me ajudar nisso

- Filha... - minha mãe colocou a mão gentilmente na minha bunda, e eu olhei pra trás com cara de assustada - Você vai gostar, confia na mamãe. Deixa ele fazer isso, vai

- E-eu... - fiquei olhando pra minha mãe, que com um sorriso largo e um brilho incomum nos olhos me passou a confiança necessária - Tudo bem, vamos tentar...

- Ótimo, putinha! Assim que seu macho gosta! - Robson deu um tapa na minha bunda animado - Dona Lúcia, por favor, preciso que você passe lubrificante no cu dela

- M-mas não temos lubrificante aqui

- Então usa a saliva mesmo, dá seu jeito que eu quero comer o cu dela! - Robson falou autoritário

Sem acreditar no que estava prestes a acontecer, fiquei olhando minha mãe por cima do ombro e ela enrolou seus cabelos, os jogou pra trás, colocou as duas mãos na minha bunda e se aproximou. Eu fechei os olhos e senti sua língua delicada e molhada passando devagar no meu cu. Eu me arrepiei toda! Era incrível a sensação, meu cu começou a piscar muito com cada toque da língua da minha mãe. Ela lambia devagar, de forma gentil e suave. Sentia meu cu ficando molhado de saliva, minha buceta completamente encharcada. Foi então que minha mãe enlouqueceu, abriu bem minha bunda e começou a foder meu cu com a língua com força. Ela enfiava a língua lá dentro, girava, chupava as bordinhas, cuspia e abocanhava novamente. Eu estava entrando em euforia, jamais imaginei que era tão bom o prazer anal. Mamãe ia além. Esfregava a cara no meu rego, gemia com a língua dentro do meu cu, babava tudo na volta como se a vida dela dependesse disso. Robson me via rebolar na boca da minha própria mãe e ria sacana, tarado, devasso. Ele não tinha limites, não se importava de botar mãe e filha naquela situação. E nós tampouco, porque o que mais importava pra gente era satisfazer o macho. Se ele queria comer meu cu, era meu dever dar o cu pra ele, e se minha mãe não tinha lubrificante, nada mais justo que ela lamber todo o meu cu pra ele ficar prontinho pro meu macho arrombar. Depois de uma sessão intensa e extremamente prazerosa de linguada no cu, minha mãe se afastou, completamente babada, sorrindo de forma perversa.

- Boa, sogrinha! Assim que eu gosto. Agora cospe no meu caralho e posiciona ele no cu dela - Robson ordenou

Minha mãe pegou firme naquele pau grosso pela primeira vez, cuspiu bastante sobre a cabeçorra daquela rola e a posicionou na entradinha do meu cu. Olhou pra Robson com uma carinha como quem diz "vai!" e ele começou a movimentar o quadril devagar. Eu comecei a sentir a cabeça pulsante entrando devagar, me abrindo devagarinho e intensamente. Cada pedacinho que aquela rola avançava doía e eu sentia meu canal retal se abrir. Eu me abracei em Robson, coloquei a boca no seu ombro e gemia abafado, tensa e imóvel. Minha mãe parecia hipnotizada vendo bem de pertinho aquele pau ir explorando meu cu aos pouquinhos. Conforme ia entrando, Robson começou a chacoalhar o quadril pra acomodar melhor o cacete dentro do meu rabo e aos poucos ele se acostumar com a grossura daquela tora, que agora tinha entrado inteirinha no meu cuzinho. Por mais incrível que pareça, a dor quase que instantaneamente foi convertida em prazer. Foi como se tivesse um botão no fundo do meu cu que transformou tudo e eu me soltei por completo. Comecei a rebolar no pau do meu negão e ele sorriu, entendendo isso como um sinal verde pra socar fundo. Robson começou a acelerar as metidas e eu sentia meu cu dilatar, ficar arregaçado, abrir e engolir aquele pau com vontade. Eu gemia alto, revirava os olhos. Estava perplexa com o quanto dar o cu era maravilhoso, era um prazer muito intenso e apaixonante. Conseguia ouvir o som do saco de Robson batendo na minha bunda, o que significava que toda aquela piroca estava sendo sugada pra dentro do meu rabo. E ele metia sem pena, não estava nem ligando se era minha primeira vez. Fodia como se estivesse fodendo minha buceta.

- Aaaaah, caralho! Que cu guloso cê tem, sua putinha! - ele falava entre os dentes, rouco e ofegante - Dá vontade de arregaçar esse rabo sem parar

- Aaaah, meu maaachooo - eu gemia alto, sem conseguir me conter - fode, fode o meu cu sem pena! Soca o quanto você quiser!

- Fala pra sua mãe o que cê tá sentindo, cadela burra! - ele movia o quadril com velocidade e força, meu cu estava sendo dilacerado e ele batia na minha bunda

- Mã-mãe... - eu falava em pausas devido as metidas - dar o cu... é muito bom, eu tô amandooo... Caralho, isso é bom demaisss

- É mesmo, minha filha? - dona Lúcia estava com o rosto a poucos centímetros do saco balançante de Robson, vendo cada pedacinho daquela rola sendo enfiada com força no meu rabo, lambia os lábios - Eu disse que você ia gostar

- hahaha suas cadelas! Vai, Lucinha, pede pra eu foder o rabo da sua filhinha, pede

- F-fode o rabo da minha filha, Robson - minha mãe falava gemendo, completamente excitada

- Pede direito, sua puta! Pede como se precisasse disso, como se fosse algo de vida ou morte! - Robson grunhiu com raiva

- Por favor, macho! - minha mãe suplicou com a fala carregada de desejo - Fode o cu da minha filhinha! Arregaça ela, faz ela ficar sem pregas, deixa o cu dela todo arrombado, enfia todo esse pau no rabo dela! Deixa ela sem conseguir sentar e entope o cu dela com porra, eu te imploro! Usa o cu da minha Francieli como um depósito de porra!

- Aaaaaaah CA RA LHO - Robson urrou e se esticou todo, segurando meu quadril e enfiando a pica até o fundo, me fazendo sair da órbita

Eu senti e contei 7 jatos de porra quente dentro do meu cu. A sensação era muito melhor do que porra na buceta. Tanto que eu gozei junto e esse orgasmo anal foi tão intenso que eu senti meus sentidos apagarem por um breve momento. Minha boca ficou seca, minha visão ficou turva, eu só conseguia ouvir um zunido e meu corpo ficou molenga. Gozar pelo cu era algo muito maior do que o orgasmo convencional. Quando recobrei meus sentidos, Robson estava me tirando de cima dele, alegando que precisava ir ao banheiro e fazer uma ligação. Eu fiquei atirada de bruços no sofá, ainda tentando me recuperar da intensidade da gozada. Sentia um buraco no meio da minha bunda, um oco, meu cu estava completamente arrombado. E eu estava feliz DEMAIS com isso! Eu nunca pensei que praticaria anal e na minha primeira vez eu tomei a decisão de que nunca mais ia querer ficar sem dar meu cu. Não importa, eu só consideraria sexo mesmo se durante a transa meu cu fosse fodido também. Quando me dei por mim, vi minha mãe se ajoelhando atrás de mim com a cara entre minhas pernas, olhando pro meu cu todo largo e sorrindo

- Minha filha... Que loucura o que ele fez com você - ela dizia manhosa, hipnotizada com o buracão na minha bunda - Tá doendo?

- U-um pouco, mas é uma dorzinha gostosa - falei sorrindo relaxada

- Eu preciso... Me deixa... Só um pouquinho - minha mãe foi se aproximando e começou a lamber a bordinha do meu cu bem devagar, o que me fez arrepiar toda dos pés a cabeça e eu relaxei, soltando a porra de dentro do meu cu devagar

- Mã-mãe! O que você tá fazendo?

- Eu só quero provar um pouquinho. Deixa a mamãe aproveitar, deixa. - ela lambia, sugava a porra pra fora, se fartava nas minhas carnes anais com a língua - Meu Deus, Fran, isso é muito gostoso!

- Aaah, mãe! - eu comecei a ficar excitada de novo, meu corpo todo começou a ficar elétrico - Não faz assim...

- Gosto de porra misturado com cu... Que coisa bem boa, caralho! - minha mãe exclamava enquanto comia aquele leite todo do meu rabo, abrindo minhas nádegas pra sugar tudo - Isso é divino, minha filha! Promete que vamos fazer isso mais vezes?

- V-você gosta? - gemi manhosa sentindo minha própria mãe chupar a porra do meu macho do meu cu recém deflorado

- É muito bom, nossa! - minha mãe aparentemente tinha sugado tudo e engolido, veio gatinhando até meu lado no sofá e pude ver sua boca toda suja de gozo, com um sorriso largo nos lábios, um brilho insano no olhar e aquele bafo de porra inconfundível - Eu tô amando esse final de semana, filha! Isso que é tempo de qualidade em família!

CONTINUA

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Comentários

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Tá completa agora a cadelinha rs tava demorando mesmo pra ter esse cu arrombado, e foi melhor do q imaginei 🤤 agora com essa ligação acho q ele vai chamar os amigos em hehe e quando será q ele vai botar a Lucinha pra limpa pica tbm?😈

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Franzinha...

Ótimo relato do descabaçamento do cu!

Mamãezinha vadia participando foi a cereja do bolo!

Ansioso pela continuação.

Beijão no grelo😎😈♥️

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