Jonas: Helena hospedada em nossa casa

Um conto erótico de Jonas
Categoria: Grupal
Contém 3255 palavras
Data: 15/04/2026 23:15:54

Olá, meus amigos, quanto tempo, hein? Eu nem imaginava que voltaria a escrever aqui, pois a vida em Ubirici deixou — vamos dizer assim — muito a desejar no quesito de interesse para vocês: uma vida bastante pacata. Mas, de uns tempos para cá, as coisas começaram a mudar de rumo e, confesso, que apesar de ter lutado para sair daquela vida mais liberal... confesso que sinto saudades de certos momentos. Das trocas de casais, da adrenalina de tudo aquilo. Mas quando lembro da escuridão que estava se aproximando do meu casamento com a Luana, volto à realidade e agradeço que Ubirici nos salvou. Amo demais aquela mulher.

Mas, enfim, a vida por aqui está tomando um rumo parecido com o que vivemos lá. Só espero que eu e a Luana consigamos manter a vida saudável que construímos — e, por essa razão, nosso passado deve continuar guardado a sete chaves, sem que ninguém de Ubirici fique sabendo. E o que acontece por aqui deve ser tratado como algo que simplesmente aconteceu, sem maiores explicações.

Então deixa eu contar como foram os meus dias — já que a Luana já contou os dela. rsrs

Eu sou um homem que aprendeu na dor o que significa perder o controle. Quem acompanha a história da gente sabe que eu e a Luana já passamos por fogo. Fogo de verdade, do tipo que deixa marca. E quando a gente decidiu vir pra Urubici, eu fiz um pacto comigo mesmo: eu ia ser o homem que ela merecia.

Quando o Lázaro me ligou pedindo um favor, eu não esperava aquilo. Disse que precisava viajar a trabalho por alguns dias, que tinha um imprevisto, e perguntou se a Helena podia ficar hospedada com a gente enquanto isso. Eu olhei pro teto um segundo antes de responder. Pensei na Luana. Pensei no riacho, nos olhares, na tensão que a gente nunca falou abertamente mas que estava lá, real como pedra. E mesmo assim, disse que ia confirmar com ela. A Luana topou, com aquela naturalidade dela de quem quer fingir que não está sentindo nada.

O primeiro dia foi tranquilo. Helena era uma hóspede impecável, arrumada, simpática, conversava bem. Mas tinha um negócio no ar que eu não conseguia ignorar. Um perfume dela que ficava nos ambientes depois que ela saía. Um jeito de encostar no batente da porta quando falava comigo, relaxada, como se o espaço entre a gente fosse naturalmente menor do que deveria ser.

No segundo dia a Luana foi pra academia.

Eu cheguei em casa do trabalho mais cedo do que o normal. A casa estava quieta. Fui andando pelo corredor e a porta do quarto da Helena estava entreaberta. Eu ia passar direto, juro que ia. Mas o olho é traiçoeiro, gente. Num fração de segundo eu vi, e não tive tempo de me preparar.

Ela estava de costas pra porta, em pé na beira da cama, completamente nua da cintura pra cima. O corpo dela era exatamente o que eu tinha imaginado naquele dia no riacho, e é feio admitir, mas eu tinha imaginado. As costas longas, a cintura que afunilava, o quadril que alargava com aquela curva generosa. Eu parei. Não foi uma decisão, foi o corpo que travou.

Fiquei ali uns segundos que pareceram muito mais. Depois o bom senso bateu e eu me mexi pra sair.

"Jonas."

A voz dela foi baixa, calma. Ela sabia desde o início que eu estava ali.

Eu parei com a mão na parede do corredor.

"Pode entrar. Preciso de um favor."

Entrei com cuidado, olhando pro lado, tentando não olhar. Ela estava com o sutiã nas mãos, sorrindo com aquela calma de quem não sente vergonha de nada.

"Fecha pra mim?"

Eu disse que não era certo. Que a Luana podia chegar.

"A Luana está na academia," ela disse, com uma tranquilidade que me desarmou. "Vai demorar."

Me aproximei, peguei as alças do sutiã com os dedos, tentando ser rápido, cirúrgico. Mas ela não prendeu o fecho. Ficou parada, e devagar, se virou de frente pra mim.

"Obrigada," ela disse, mas não recuou.

Os olhos dela estavam em cima dos meus, mas as mãos... as mãos foram pro meu abdômen. Levinho, como se fosse inocente, como se estivesse apenas ajeitando a dobra da minha camisa. Foram descendo devagar, espalmadas, sentindo cada músculo. Eu deveria ter saído naquele momento. Eu sei disso. Mas o corpo tem uma vontade que a cabeça às vezes não consegue governar a tempo.

Ela chegou perto o suficiente pra eu sentir o calor dela, e os dedos pararam exatamente onde eu estava duro como pedra.

"Não," eu disse, e soou mais fraco do que eu queria.

Ela inclinou a cabeça levemente, com aquele sorrisinho de canto de boca que eu já tinha visto no riacho.

"Jonas. Deixa eu só matar essa vontade."

Eu recuei um passo. Ela avançou meio. Segurou meu braço com uma firmeza suave, daquelas que não prendem o corpo mas prendem outra coisa.

E antes que eu encontrasse as palavras certas, a mão dela tinha ido por dentro da calça. Os dedos dela eram quentes, seguros, como se soubessem exatamente o que estavam fazendo. Ela foi descendo devagar, os joelhos dobrando com uma elegância que parecia ensaiada, e eu fiquei parado como um idiota enquanto ela abria meu cinto com uma calma absurda.

Quando a boca dela me envolveu, fechei os olhos e a cabeça foi pro lugar mais errado e mais gostoso possível.

Como se quisesse me enlouquecer, ela voltou passou a ponta da língua por toda a extensão da cabeça da minha rola, subindo devagar pelo freio até envolver a cabeça toda na boca quente.

O boquete da Helena era profissional. Ela enfiava a minha rola toda na garganta, fazendo aquele barulho úmido de sucção que me fazia revirar os olhos. Eu sentia o vácuo que a boca dela criava, apertando meu pau enquanto a língua dela trabalhava na base. "Puta que pariu, Helena...", eu rosnava, enterrando as mãos naquele cabelo e empurrando o quadril para frente, querendo que ela me engolisse inteiro. Ela parou por um segundo, olhou para cima com os olhos vidrados de prazer e voltou a chupar com ainda mais força, fazendo meu saco encolher de tanto tesão.

Helena não era apressada. Esse era o negócio. Ela fazia tudo com aquela calma de quem tem tempo, de quem está aproveitando cada segundo. A boca dela trabalhava devagar, com uma atenção que a Luana, com todo amor que eu tenho por ela, raramente tinha. Era como se Helena estivesse saboreando, estudando, aprendendo cada reação minha com prazer genuíno.

Eu olhei pra baixo uma vez. Erro meu. Ver aquela mulher de joelhos, com aquela beleza toda, os olhos levantados encontrando os meus com uma expressão que misturava devoção com malícia... quase acabou ali.

Desviei o olhar pro teto.

Pensei na Luana. Não como culpa, mas como âncora. Pensei no rosto dela quando ela dorme, na risada dela quando está à vontade, em tudo que a gente destruiu e reconstruiu com tanto custo. E ao mesmo tempo sentia o calor da boca da Helena, e o contraste era quase cruel.

Ela percebeu que eu estava longe. Parou por um segundo, passou a língua devagar, e disse com a voz rouca:

"Fica aqui comigo."

Três palavras. Simples assim.

Eu olhei pra ela. Ela estava linda de um jeito que doía. E eu estava no fio da navalha, daquele tipo que quando você cai, não sabe ainda pra qual lado vai.

Coloquei a mão no queixo dela com cuidado, levantei o rosto dela na direção do meu. Ela abriu um sorriso esperançoso. E eu disse, com a voz mais firme que consegui juntar naquele momento:

"Helena. Para."

Ela piscou. Não esperava isso.

Me ajeitei, fechei a calça, dei um passo atrás. As mãos tremiam levemente, mas o olhar eu mantive firme. Ela ficou de joelhos por um instante, ainda, estudando minha expressão.

"Você é diferente," ela disse baixinho. Não parecia uma crítica. Parecia quase uma admiração.

"Eu sei o que quase perdi," eu respondi. "Não vou arriscar de novo."

Me virei e saí do quarto. Fui direto pro banheiro, abri o chuveiro na água fria e fiquei debaixo até o coração voltar ao ritmo normal. Fiquei ali parado, a água batendo nas costas, pensando em quantas vezes eu tinha falhado com a Luana e em como desta vez eu tinha escolhido diferente.

Mas também sabia que aquilo não estava resolvido. Helena continuava na minha casa. O Lázaro voltava só dali a dois dias. E o desejo que eu tinha sentido era real demais pra fingir que não existia.

Quando a Luana chegou da academia, vermelha do esforço, sorrindo, me deu um beijo rápido e foi pro banheiro. Eu fiquei na cozinha, preparando o jantar, ouvindo as duas conversarem pelo corredor como se nada tivesse acontecido.

E nada tinha acontecido. Eu tinha escolhido isso.

Mas a noite ainda era longa. E a Helena jantou com a gente usando um vestido que parecia feito especialmente pra me testar.

O jantar foi uma tortura silenciosa.

Helena tinha escolhido um vestido simples, daqueles que parecem inocentes à primeira vista. Verde escuro, decote modesto, tecido leve que acompanhava o corpo sem gritar. Mas eu sabia o que estava embaixo daquele vestido. E esse conhecimento transformava cada movimento dela numa provocação que só eu entendia.

A Luana estava animada, descontraída, sem saber de nada. Abriu um vinho, colocou música baixinha, e as duas ficaram conversando sobre a academia, sobre Urubici, sobre receitas. Eu participava quando precisava, mas estava mais ocupado administrando o meu interior do que contribuindo com a conversa.

Helena me olhava às vezes. Rápido, discreto, com aquele canto de sorriso que era só meu. Não havia mágoa no olhar dela, nenhum ressentimento pelo que aconteceu no quarto. Havia paciência. E isso me assustava mais do que qualquer agressividade.

Depois do jantar, a Luana abriu mais vinho. Passamos pro sofá, as duas de um lado, eu do outro. A conversa foi ficando mais solta, mais pessoal. Helena tinha um jeito de conduzir o papo que eu só fui perceber quando já era tarde demais. Ela foi chegando em assuntos que esquentavam o ambiente sem parecer intencional. Falou de relacionamentos, de cumplicidade entre casais, de como achava lindo quando dois parceiros tinham confiança total um no outro.

A Luana estava no segundo copo de vinho, relaxada, os pés dobrados no sofá.

"Vocês dois têm isso," Helena disse, olhando pra nós dois com uma expressão quase maternal. "Dá pra sentir. Uma coisa rara."

A Luana sorriu, encostou a cabeça no meu ombro. Eu passei o braço por ela naturalmente.

"A gente passou por muita coisa," a Luana disse, com aquela honestidade que eu amo nela.

"Exatamente por isso," Helena respondeu, mais baixo. "Quem sobrevive junto... vira cumplice de um jeito que ninguém de fora entende."

Ficou um silêncio gostoso no ar. A música continuava baixinha. O vinho fazia seu trabalho.

Foi aí que Helena se levantou, foi até a caixa de som e mudou a música pra algo mais lento, mais pesado, daquele tipo que muda a temperatura da sala sem pedir licença. Ela ficou de costas pra gente por um segundo, balançando levemente os ombros no ritmo, e então se virou com um sorriso.

"Dança comigo, Luana."

A Luana riu, surpresa, mas se levantou sem resistência. O vinho ajudava. Helena tomou as mãos dela e as duas começaram a dançar ali no meio da sala, perto da mesinha de centro, num espaço pequeno que obrigava proximidade.

Eu fiquei no sofá, o copo na mão, assistindo.

E foi ali que entendi o plano dela.

Não havia pressa. Não havia urgência. Helena dançava com a Luana com uma leveza que parecia amizade, mas as mãos dela iam pousando em lugares estratégicos com uma naturalidade absurda. No quadril. Na cintura. Num momento, girou a Luana de costas pra ela e ficaram assim, o corpo de Helena encostado nas costas da Luana, as mãos espalmadas na barriga dela, os dois corpos balançando juntos.

A Luana fechou os olhos por um segundo.

Eu não respirei.

Helena olhou pra mim por cima do ombro da Luana. Direto nos meus olhos. E inclinou levemente a cabeça, como se dissesse: *vem*.

Me levantei sem decidir. Foi o corpo que decidiu.

Cheguei por trás de Helena, e ela recuou levemente, encaixando as costas dela no meu peito, de forma que a Luana ficou na frente, Helena no meio, e eu fechando o sanduíche. Por um momento ficamos os três balançando juntos, e eu senti a Luana perceber o que estava acontecendo quando ela abriu os olhos e me encontrou ali.

Ela me olhou. Eu a olhei.

Não havia pergunta no olhar dela. Havia apenas aquela faísca que eu conheço tão bem, aquela que aparece quando a Luana está com medo e com tesão ao mesmo tempo, quando o corpo dela está na frente do que a cabeça ainda não processou.

Coloquei a mão no rosto dela com cuidado, como faço quando quero que ela saiba que estou ali, que é seguro. Ela fechou os olhos e se aproximou, e nos beijamos por cima do ombro de Helena, um beijo longo, familiar, cheio de história.

Quando abrimos os olhos, Helena estava nos observando de perto, o rosto virado pra cima, os lábios entreabertos.

A Luana a olhou por um segundo longo. E então fez algo que eu não esperava. Desceu o rosto e beijou Helena.

Devagar, com cuidado, quase com ternura. Helena correspondeu com uma suavidade que não combinava com a mulher que tinha estado de joelhos no meu quarto horas antes. As mãos dela foram pro rosto da Luana, segurando com delicadeza.

Eu fiquei parado, assistindo as duas se beijarem na minha frente, e algo dentro de mim incendiou de um jeito que não tinha palavras.

Fui pra Luana pelo lado, o pescoço dela exposto enquanto ela beijava Helena, e enterrei o rosto ali, sentindo o perfume dela, mordendo de leve. Ela deu um gemido baixo que se misturou com a música.

Os três fomos recuando naturalmente em direção ao corredor, sem combinar, sem falar. Foi Helena que abriu a porta do nosso quarto, e foi a Luana que entrou primeiro, puxando Helena pela mão.

No quarto, a penumbra era o cenário perfeito para a putaria que estava prestes a explodir. As roupas voaram num frenesi de mãos e dentes. Ver as duas nuas, se acariciando na minha frente, era o ápice de qualquer fantasia.

A Luana deitou de costas, abrindo as pernas com um convite mudo, e a Helena não perdeu tempo. Ela mergulhou o rosto entre as coxas da minha mulher, a língua ávida lambendo a buceta da Luana de cima a baixo. A Luana arqueou o corpo, os dedos cravados no lençol, soltando gemidos altos: "Ai, Jonas... olha como ela faz... que delícia!". Eu me aproximei por trás da Helena, que estava de quatro, com o cuzinho rosado e arreganhado para mim.

Não aguentei. Encostei a cabeça do meu pau na entrada da buceta da Helena, que estava ensopada. Empurrei de uma vez. O som da carne batendo foi como um estalo. Eu a fodia com força, sentindo o aperto das paredes dela me esmagando, enquanto ela continuava lambendo o clitóris da Luana. Era uma sinfonia de fluidos e gemidos. Helena dava guinchos de prazer a cada estocada minha, vibrando toda vez que meu pau batia no fundo do útero dela.

"Eu quero você agora, Jonas!", a Luana gritou, nos puxando.

A Helena sentou na minha cara, esfregando a buceta encharcada na minha boca, me forçando a lambê-la enquanto eu via minha mulher se ocupar com o meu pau. A Luana pegou minha rola com as duas mãos, deu duas lambidas rápidas na cabeça e montou com tudo. Ela desceu de uma vez, soltando um grito de prazer que ecoou pela casa toda, o rosto transfigurado pelo orgasmo.

Nós viramos um emaranhado de suor, cheiro de sexo e tesão bruto. Eu as fodia alternadamente, sentindo o calor das duas, os beijos triplos, as mãos da Helena guiando meu pau para dentro da Luana e depois para a boca dela. Quando o ápice chegou, foi violento. Eu gozei dentro da Luana sentindo os espasmos da buceta dela contraindo, enquanto a Helena se masturbava freneticamente em cima do meu rosto, despejando o mel dela sobre mim.

Ficamos ali, os três, largados no suor, com o cheiro acre da porra e do prazer impregnado nos lençóis. Eu tinha escolhido entrar naquela escuridão, e o gosto era doce demais para me arrepender.

O silêncio que se seguiu não era de desconforto, era aquele silêncio pesado, carregado pelo cheiro de sexo que tomava conta de cada centímetro do quarto. O suor colava nossos corpos nos lençóis bagunçados, e o ar ainda parecia vibrar com os gritos e gemidos que tinham acabado de cessar.

Helena foi a primeira a se mexer. Ela se afastou devagar do meu rosto, sentando-se nos calcanhares. A luz da lua que batia na janela revelava a bagunça deliciosa que ela estava: o batom borrado, o cabelo desfeito e as coxas ainda brilhando com a mistura dos nossos fluidos. Ela olhou para a Luana, que ainda tentava recuperar o fôlego com os olhos fechados, e deu um sorriso de quem tinha acabado de conquistar o mundo.

— Vocês são deliciosos — ela sussurrou, a voz tão rouca que parecia um arranhão na alma.

Ela se inclinou sobre a Luana e deu um beijo casto na testa dela, depois desceu e deu uma lambida lenta no canto da minha boca, sentindo o gosto da própria buceta que ainda estava em mim. Sem dizer mais nada, ela se levantou. A nudez dela, caminhando calmamente pelo quarto para catar as peças de roupa espalhadas, era uma visão que eu sabia que nunca mais esqueceria. Ela vestiu o vestido verde, aquele que tinha sido minha tortura no jantar, sem pressa nenhuma, deixando o zíper aberto nas costas.

— Vou deixar vocês descansarem — disse ela, parando na porta. — Jonas, a gente se vê no café.

Quando a porta se fechou com um clique suave, o peso da realidade caiu sobre a cama. Olhei para a Luana. Ela tinha aberto os olhos e encarava o teto, o peito subindo e descendo devagar. Eu não sabia o que esperar.

Mas ela apenas se virou para o lado, colando o corpo suado no meu. Ela passou a mão pelo meu peito, descendo até a minha rola, que agora descansava mole e cansada entre as pernas. Ela deu um leve aperto, rindo baixinho.

— Jonas... — ela começou, a voz num fio. — Que putaria foi essa?

— Você está bem? — perguntei, preocupado, acariciando o ombro dela.

A Luana se levantou um pouco, apoiando o queixo no meu peito. Os olhos dela brilhavam de um jeito diferente, uma mistura de cansaço e uma satisfação animal que eu raramente via.

— Eu nunca me senti tão viva. Ver você enterrando o pau nela enquanto eu olhava... e depois sentir ela me lambendo enquanto você me fodia... Jonas, meu corpo está formigando até agora. A minha buceta parece que ainda está pulsando.

Ela me beijou, um beijo fundo, com gosto de Helena e de nós dois.

— Não vamos falar sobre isso agora — ela decidiu, deitando a cabeça no meu braço. — Amanhã a gente lida com o que isso significa para o nosso pacto de Urubici. Mas hoje... hoje eu só quero dormir sentindo o seu cheiro e o dela em mim.

Dormimos assim, abraçados, mas eu demorei a fechar os olhos. Eu sentia que tínhamos aberto uma porta que não tinha mais chave para trancar.

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Comentários

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Agora vai começar a ladainha de sempre, Luana perdendo a compostura como sempre e Jonas as choradeiras de arrependimento. Sim pq agora ela vai se sentir no direito de experimentar uma nova pica pois já estava de olho no pedreiro

Sinto informar, mas vai começar td de novo

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