O Acampamento na Fazenda

Um conto erótico de hero
Categoria: Heterossexual
Contém 816 palavras
Data: 15/04/2026 21:50:26

​O Acampamento na Fazenda.

Meu relato.

​A minha mulher a Paula quem armou tudo. quando lchegou em casa estava muito animada falando que ela e sua turma de amigos organizaram um acampamento, com pescaria na fazenda do tio do Roberto.

Seriam três dias, de sexta a domingo, para esquecer do mundo. A gente combinou tudo: sairíamos cedo na sexta para aproveitar cada minuto.

Eu tenho 28 anos e seis de casado, não imaginava o que me esperava.

​Saímos às 6 horas da manhã. Paula estava radiante, com aquele shortinho jeans minúsculo que deixava a bundinha perfeita dela bem à mostra, e uma regatinha branca sem sutiã. Ela é baixinha, branca, linda demais... uma gostosinha que sabe o poder que tem. Chegamos lá pelas 9 horas. O lugar era bruto, bem isolado. Montamos as cinco barracas perto do lago, com uma distância de uns quatro metros entre cada uma, mas o terreno era cheio de moitas e pedras, o que dava um certo esconderijo.

​Foi aí que vi o Raul pela primeira vez. Ele é pai de um dos meus amigos, um alemão de 40 anos, alto pra cacete e fortão. O cara é simpático, atraente, mas tem um olhar de quem sabe o que quer. Enquanto eu montava a nossa barraca, via o Raul de canto de olho, sacando o seu movimento se abaixando.

Ele olhando pra ela dava aquele olhar safado e sorrisinho de canto, e ela, a minha Paula, parecia que gostava da atenção daquele homão.

​O dia passou na base da cerveja e da conversa, todo mundo muito bêbado. Quando a noite caiu, a bebida acabou. Como não tinha bar perto, o jeito foi a gente se organizar para buscar mais. Eu fui junto com a rapaziada, ela falou que ia ficar, que o sol tinha acabado com sua pele e que ia aproveitar para dormir.

O Caipirão também não foi; disse que ia ficar pescando no lago, aproveitando o silêncio.

​Quando a gente voltou, horas depois, a fazenda estava um silêncio só. Meus amigos, todos travados de bêbados, foram direto para as barracas deles e desmaiaram.

Eu estava com o sangue fervendo. Me aproximei da nossa barraca e não vi ela .

Foi quando, por entre as moitas, vi o seu vulto entrando na barraca do caipira .

​Me esgueirei como um bicho e parei do lado da lona dele, onde tinha uma frestinha.

ele não estava pescando porra nenhuma.

O velho alemão estava sentado e a Paula já estava de joelhos, com a cara enterrada naquele pauzão monstruoso dele.

​— "Isso, sua putinha... chupa esse cacetão que você passou o dia olhando," — o cara rosnava, segurando a cabeça dela com as mãos grossas.

​Eu via minha mulher, aquela baixinha linda, se acabando. Ela tentava engolir aquela cabeçona rosada e engasgava, mas não parava.

o seu Raul não tinha dó, forçava o pau garganta abaixo e fazia ela gemer abafado. Depois, ele a jogou de quatro. Aquela bundinha branca que eu tanto conheço estava ali, empinada para o coroa.

​Ele foi empurrando o pauzão no cuzinho dela, que eu sabia que era virgem.

A minha mulher soltou um gemido de dor que misturava com prazer: — "Não... ai, Raul... é muito grande, vai me rasgar!"

​— "Relaxa, sua safada, você queria o coroa, agora aguenta o ferro," — ele respondeu, socando com vontade.

​Eu assisti tudo.

Ele metia com uma força bruta, fazendo a barraca balançar. O seu pau entrava todinho, desaparecendo naquele corpo pequeno, ela estava enlouquecida, pedindo porra, chamando ele de senhor, sendo usada como uma vadia de estrada. O alemão não cansava; ele fodeu ela a noite toda, revezando entre os buracos, fazendo ela gozar umas dez vezes enquanto ele socava sem piedade.

​No final, ele gozou na boca dela. Fez ela engolir cada gota daquele leite quente, sem deixar sobrar nada. limpou a boca com a mão, exausta, e voltou de mansinho para a nossa barraca antes do sol nascer. Eu entrei logo depois, fingindo que tinha chegado naquele momento.

​Na manhã seguinte, o Coroa saiu da barraca como se nada tivesse acontecido. o safadão me olhou, viu que eu estava com a cara amassada e soltou com aquele sotaque de alemão: — "Que noite, hein amigão!?"

​A Paula apareceu logo depois, com um sorriso safado, dizendo que tinha descansado muito. Ela nem desconfiava que eu sabia de cada detalhe, de cada palavra chula que ela gritou no escuro daquela barraca.

​Reflexão do Fernando:

Cara, olho pra ela agora e só consigo ver aquela cena. O seu Raul desconfiou que eu sabia, o jeito que ele me cumprimentou entregou tudo. Mas ela? Ela acha que enganou o marido. Mal sabe ela que ver aquele alemão arrombando o cuzinho dela foi a coisa que mais me deu tesão na vida. Aquele acampamento na fazenda mudou tudo.

Agora, toda vez que olho para aquele coroa, só consigo imaginar o seu pau entrando e saindo do seu cuzinho.

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Foto de perfil de  Gipsy sexy Gipsy sexyContos: 109Seguidores: 235Seguindo: 23Mensagem Casado, 45 anos, branco, hetero, tenho boa criatividade, tenho um filho gay, não tenho problema de escrever nem um tipo de conto..

Comentários

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Mais um conto de corno manso.

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Obrigado pelo comentário, não vou nem me dar o trabalho de ler!!! 🤣

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