Virei corno, vi a esposa ser brutalizada, e ela quis engravidar de outro

Um conto erótico de CornoText
Categoria: Heterossexual
Contém 11592 palavras
Data: 02/04/2026 15:37:26

Gente, antes de mais nada, preciso fazer um grande alerta de conteúdo sensível!

Preciso alertar que no conto terá cenas de violência física consentida inseridas em um dos relatos de experiência sexual descritos no texto antes de entrar no rumo do tema sobre a gravidez, ok.

Dito isso, deixe-me começar: Meu nome é Hugo e minha esposa se chama Jéssica. Nós somos um casal na faixa dos 30 anos, casados há quase 6, e hoje venho relatar esse conto motivado por algo que aconteceu e me deixou emocionado e com mais certeza de que foi a coisa certa, por mais louco que possa parecer pro senso comum.

A Jéssica está na metade do puerpério e tivemos um momento tão intenso de afeto e conexão onde ela agradeceu por tudo que houve, por eu estar aqui por ela e de estar feliz pela nossa paternidade. Me emocionou, pois um dos meus maiores medos, foi de nesse período, diante de tantas mudanças, etc, ela ter repulsa por tudo, e se sentir infeliz.

Ela é uma mulher bem linda, branca de olhos castanhos, cabelos negros ondulados até os ombros, tendo por volta de 1,60m e, normalmente antes da gravidez, 60kg, seios e quadris médios, uma cintura fina, e pernas bem torneadas, que chamam a atenção bastante. Os seios dela possuem um gostoso formato natural, levemente arredondado, com grandes auréolas bem rosadas de círculos bem definidos que capturam qualquer olhar na hora, e belos mamilos médios num tom de rosa mais escuro. Entre as pernas ela carrega um verdadeiro capô de fusca, bem rosado, abaixo de pêlos aparados, porém presentes e bonitos. E ela é bem comunicativa, ao contrário de mim, um cara mais reservado e tímido. Tenho na casa de 1,78m, 83kg, cabelos escuros desalinhados e olhos pretos.

A gente se conheceu da seguinte forma: aos 17 anos, minha mãe e eu nos mudamos de bairro e viemos a morar num condomínio onde ela fez amizade com uma mulher que a Jéssica a auxiliava com encomendas de doces depois do colégio. Acabou que essa amiga da minha mãe nos apresentou, passamos a ter uma amizade que evoluiu pra um namoro. Antes dela eu só tinha ficado com uma menina por uma semana, nada sério, o que faz da Jéssica a minha primeira e única namorada na vida.

Depois de um tempo de namoro e noivado, a gente casou e tudo tava bem, dentro do normal pra um casal jovem tentando melhorar de vida. Só que a parte sexual começou a ter turbulência depois que em uma ocasião em que nós combinamos de nos encontrar pra jantar, ela acabou, por imprevisto, chegando uma hora mais cedo e quando cheguei, a vi desconcertada na mesa, dizendo que tinham enviado um bilhete oferecendo um drink.

No momento, a gente procurou rir da situação. Ela havia recusado a investida e a noite seguiu tranquila. Mas aquilo abalou, a princípio de forma despercebida, a nossa vida rotineira.

Eu comecei a me pegar pensando "e se ela tivesse aceitado?", ou "ela sempre desperta olhares, né?"... Até que fui tendo pensamentos dela flertando de brincadeira quando sai sozinha ou com as amigas... Pensando nela voltando desses encontros mais tarde do que o normal e com desculpas mais esfarrapadas do que outras... Pensando nela dando mole para os caras no trabalho... E fui notando que não tava irritado com ciúmes... Estava começando a ter um certo tesão na ideia.

Depois, descobri que não fui o único a ter esses pensamentos, pois ela também descobriu que se sentia bem em ser desejada, e sutilmente foi lembrando de que o homem que a quis naquele dia era bonito... E ele acabou povoando o pensamento dela mais vezes...

Eu digo que houve abalo em parte da nossa vida sexual, pois comecei a sentir que o convencional já não estava mais sendo suficiente pra mim, e depois descobri que nem pra ela.

Também ocorreu da gente acabar levando as marcas dessa mudança pra cama, mesmo que nenhum falasse abertamente. As preliminares com os brinquedos estavam tendo um quê de simulação velada dela estando com outro... Ou comigo a chupando logo após gozar dentro dela, fingindo na minha cabeça que a estava chupando após ela chegar em casa da noitada com as amigas "que ela perdeu a noção da hora".

Mudanças que estavam se traduzindo em eu comprando roupas mais chamativas pra ela, lingeries, maquiagens... E ela arrumando de fato mais desculpas pra sair mais com elas. Ela se insinuando nessas saídas pra receber cantadas e sentir aquela coisa boa que ela sente ao ser cortejada.

Eu fui descobrindo na internet filmes e relatos do gênero. "O que tá havendo comigo?", era o questionamento mais frequente que passava pela minha cabeça, seguido de "será que não vai estragar meu casamento?". Era algo novo pra mim. Mas esses questionamentos vieram acompanhados de um crescente prazer na ideia, conforme ia conhecendo melhor esse mundo. Planos como "na hora do sexo vou vendar ela e deixar armado pra um cara me substituir enquanto a como, sem ela ver, e tirar a venda pra que ela saiba o quanto é bom me chifrar" passaram pela minha cabeça desesperada por chifres nessa época, embora eu não tenha dado vazão pra nenhuma delas.

Até que de fato, numa das nossas preliminares, quando ela se colocou um dildo e eu a chupei o grelo, perguntei ao ouvido se ela gostou, e ao que ela confirmou, instiguei finalmente perguntando se ela me imaginou chupando sua xota enquanto sentia outro homem dentro dela metendo. Ao que, num primeiro momento a fez arregalar os olhos, mas em seguida, morder os lábios, sorrir e trocar esse diálogo comigo:

— Amooor! Como assim? Que história é essa? Tá falando sério?

— Ah, amor... Você que é uma delícia de mulher e merece ter prazer!

— Ai, vida, mas eu já tenho com você.

— Eu sei, amor, e eu com você! Mas me fala se isso que a gente fez agora não te deu um arrepio? Não te fez pensar em mais possibilidades? Olha aqui como essa buceta tá bem molhada, amor!

— ...humm!

— E olha como meu pau tá, pega aqui!

— Que isso, amor? Chega tá babando!

— Faz tempo que tenho ficado assim só de pensar no mulherão que você é e em quanto você merece dar vazão aos seus desejos, e eu sinto que você também vem pensando algo assim...

— É?

— É sim! Me fala o que sentiu quando te chupei desse jeito...

— Ai, amor...

— Pode falar, linda!

— Amei!

— Pensou que o dildo era outro homem enquanto te chupava?

— É claro que pensei! Puta que pariu!

Não consegui evitar de beijar ela de língua nessa hora. Depois, continuei a instigar, dizendo pra ela que tinha amado ver ela mais solta e que a partir daqui, ela podia me contar tudo que tava sentindo.

— E sabe aquele cara do drink, amor? — Confessou enfim enquanto a gente tava metendo naquela transa — Tô há um tempo me tocando pensando em ter dado pra ele naquele dia.

— Te amo muito, sabia!

— Também te amo!

— Preciso confessar que também venho me tocando muito pensando em você dando pra outros.

A conexão desse momento foi a melhor que tivemos até então na cama.

— Tem uma coisa que não tô aguentando mais de vontade de te pedir, amor!

— Pede! — disse ela pra mim em tom de provocação enquanto eu socava ela com força, o que me fez gozar dentro dela. Então tirei o pau de dentro, a chupei, beijei ela na boca, e falei ao ouvido dela:

— Amor! Quero muito que a próxima vez que eu te chupar com a buceta recheada de leite seja no exato minuto que você passar pela porta e me ver te esperando chegar em casa depois de sair com suas amigas amanhã, me contando como ficou cheia assim, enquanto te limpo.

Estava tão absorto na entrega por aquele momento que, sinceramente, foi até um alívio finalmente verbalizar pra ela esse desejo que tava crescendo na minha cabeça naquela época, por mais que fosse algo irresponsável.

De lá pra cá, claro que com um período pra gente ajustar melhor as ideias e os nossos sentimentos, a gente passou a viver um casamento liberal comigo sendo o corninho manso dela. Erramos e acertamos um bocado no início, mas isso foi unindo a gente ao invés de frustrar. Tornava as perspectivas mais realistas — e mais qualitativas.

Qualidade em aprofundamento desses nossos desejos, inclusive. Já que a gente queria fazer essas coisas, nos propomos a sermos honestos um com o outro e dar vazão às vontades, ao tesão que ia surgindo na gente, ajustar e alinhar o que estávamos buscando enquanto casal. Ela foi ficando mais solta também, já que conforme fomos ficando experientes, ela foi ficando mais tarada. Foi como ver uma flor desabrochar lindamente. Assustador de certa forma, mas foi belo de ver isso acontecendo.

E enquanto eu fui descobrindo minha tara por ser corno manso, ela foi descobrindo a dela em ser submissa aos machos. E tinha desejos que me petrificavam às vezes, mas o tesão foi falando mais alto e a gente foi se permitindo experimentar as coisas. Até às extremas. Sem julgamentos.

E que qualidade foi a primeira vez que vi Jéssica se deliciando com dois caras de uma vez, por exemplo!

Dois caras cuidadosamente escolhidos por serem brutos, diga-se de passagem.

Quero compartilhar esse momento, antes de prosseguir pro lance da gravidez, pois foram excelentes aulas de ser corno manso que me deram a base sólida pro que iria vir adiante.

Foi um momento intenso, violento e brutal de verdade. Diretrizes como "ele não vai participar, rapazes, só vai pra assistir" e "hoje quero ser o brinquedo dos dois, podem abusar, podem me brutalizar na frente dele", "podem perder a linha e ir além dos limites", foi o combinado naquela noite. A tara dela foi de ser possuída e destruída ao extremo enquanto eu ficaria sem poder reagir. Ela queria me fazer sentir impotente diante disso como uma espécie de faceta da minha mansidão enquanto corno. E queria se sentir, sem pudor, como um objeto para os machos. Uma faceta de sua submissão.

Eram caras que a gente passou um tempo conhecendo legal e a gente teve a comprovação médica que estavam limpos. Eram caras que se adequavam exatamente na vibe do desejo que Jéssica queria experimentar e descobrimos isso conforme os fomos conhecendo. E isso é fundamental pro casal que quer viver o relacionamento aberto: ter afinidade, inclusive sexual, com as pessoas que pretendem ter nas suas vivências. Ter qualidade ao invés de algo casual conseguido na pressa é afrodisíaco e evita que as coisas desandem.

Lembro até hoje da gente marcando com eles e indo com esses dois homens direto pro motel, comigo dirigindo e vendo eles três sentados nos bancos de trás, ela no meio dos dois, sendo devorada aos amassos.

Foi um sonho ver ela se entregando aos dois na preliminar quando entramos no quarto. Ela beijando os dois, eles beijando o pescoço, o corpo dela, tirando a roupa dela, mamando os seios... Tocando a buceta... O cu... Ela me olhando enquanto isso tudo rolava e ela se entregava aos dois. Em seguida, ver ela sendo colocada de joelhos entre eles, que já colocaram os paus para fora pra ela abocanhar.

Não só era naturalmente nítida a fome de pica que ela sentia, como ela fez questão de lançar um olhar proposital que misturava súplica e inocência aos dois.

— Meninos, por favor! — Implorou ela.

— Abre bem essa boca! — Um deles ordenou e ela obedeceu, feliz.

Então o que tinha ordenado, a pegou de forma impetuosa a puxando pela nuca pro lado dele e já enfiando aquele caralho na boca de Jéssica, sem dó, e socando com uma brutalidade que fez meu pau latejar e pulsar de tesão ao ver.

Mal terminou as estocadas, o outro já a puxava desse primeiro pra ele, e mal a piroca desse primeiro deixou a boca de Jéssica, o outro caralho foi enfiado ali dentro até o talo, e mais estocadas violentas começaram.

Ficaram revesando nessa brincadeira violenta, quase não dando pausas pra ela tomar ar. Sendo que os breves momentos em que as pausas ocorriam, eram preenchidas com tapas bem fortes no rosto da minha esposa. Tapas que ecoaram alto no apartamento. Tapas que eu tinha sido instruído por ela pra assistir calado e deixar rolar.

E sempre que o instinto dela se alinhava com a possibilidade física daquela dança brutal, reparei, a mão dela começava a masturbar sua buceta.

Conforme metiam, um barulho de "gag-gag-gag" e gemidos sufocados se intensificaram na boca da minha esposa. E se ouviu por vezes em demasia um sobressaltado "huum!" de espanto, resultado da reação de Jéssica quando ocorria o alinhamento entre uma estocada ser especialmente violenta e ir mais ao fundo, culminando na ultrapassagem do limite dela. O que a fazia involuntariamente tentar afastar a cabeça de quem estava metendo, o que era rechaçado, porque a seguravam e a puxavam de volta.

Ela sufocava e engasgava lutando pra acomodar as estocadas daqueles paus violentos. A baba ficou tão densa que esses membros exibiam grossos filetes da saliva da Jéssica, que pendiam deles, molhando a região da clavícula dela e escorriam, aos poucos, pela divisória dos seios e chegavam ao seu umbigo. Ou caiam displicentes no chão do quarto. Era tanta saliva, que em um momento, com um dos caralhos dentro socando sem dó, se formou uma bolha enorme naquela boca.

Ver ela abocanhando aquelas toras, salivando bastante nelas, ajoelhada, tocando sua sirica de forma instintiva me deixou feliz, em êxtase, que foi recompensado com ela fazendo sinal com o dedo pra eu me aproximar e em seguida me dar um beijo de língua após tirar um dos paus da boca

— e que beijo!

Um beijo com o gosto do chifre que tava tomando. Um beijo babado, molhado e com o gosto dos paus daqueles machos já impregnados na boca da minha esposa. Um beijo intenso, que fora interrompido abruptamente com o outro cara pegando a cabeça de minha mulher pra perto dele, pra recomeçar a socar com força a boca da minha amada, fazendo-a salivar mais. A baba escorrendo do queixo dela tava hipnótica de tão linda.

E tomando a pirocada na boca, ela pegou o filete da baba que pendia do pau e o esfregou com os dedos na minha boca, na minha língua e na minha cara.

Então, ainda estando com sua boca ocupada, o outro virou a cabeça dela, a fazendo ficar de frente pra mim, e aí forçou o pau dele pra dentro da já ocupada boca da Jéssica. Vi os dois caralhos dentro da boca gulosa da minha esposa. A junção de ambos naquela pose, lembrava o formato da torre Eiffel.

Por um momento, com o indicador e o polegar, ele prendeu o nariz dela, usando a força da pegada como uma espécie de aderência pra ajudar a forçar o seu pau pra dentro daquela boca faminta. Essa segurada/puxão no nariz conferiu aos dois membros, na disputa de espaço dentro dela, se ajustarem e irem o mais fundo que conseguiram ir.

E foram longe, só ficando visível as bolas e uns quase dois dedos das bases dos membros deles.

Me marcou muito esse momento. A Jéssica parecia estar em outra dimensão de tanto tesão. Ela não parecia totalmente presente — não no sentido de ausência, mas como alguém absorvida por uma sensação que exigia mais do corpo do que da mente, e a mente aprofundada no torpor que tava passando por todo o corpo dela, tanto pelo que estava sendo exigida fisicamente, quanto pelo sabor do tesão que ela estava sentindo dos homens que a exigiam, e do fato do marido dela estar presente, vendo, manso e totalmente extasiado de tesão, um tesão que se conectava com o dela — que se conectava com ela.

O olhar dela, ainda aberto, carregava um peso silencioso. As pálpebras levemente baixas davam a impressão de esforço contínuo, como se cada segundo exigisse concentração para receber aqueles paus ao mesmo tempo dentro da boca, sustentando o momento. Não havia pressa no foco dos olhos, mas também não havia descanso — apenas tesão e arrebatamento.

Eu amei tanto aquele momento, que fiz questão de gravar na memória esses e mais detalhes, e fico feliz de compartilhar aqui.

Lembro das sobrancelhas. Ficaram discretamente tensionadas e quebraram qualquer ideia de tranquilidade. Era um sinal sutil, quase fácil de ignorar, mas revelava que algo ali não era passivo. Havia participação, reação, adaptação. Minha esposa estava amando tanto o momento, que estava se ajustando para aqueles homens ficarem mais confortáveis ao usá-la.

A pele dela contava outra parte da história. Eu vi bem que o brilho espalhado pelo rosto parecia recente, vivo. Pequenas áreas avermelhadas surgiam nas bochechas esticadas e deformadas por dentro pelos dois caralhos e no entorno do nariz dela, como marcas de um estado físico elevado, de circulação acelerada, de calor que vinha de dentro.

A boca não estava relaxada. Havia controle ali, mas não rígido, apenas presente. A musculatura ao redor indicava que ela estava reagindo constantemente, ajustando-se, como alguém tentando equilibrar sensação e resistência ao mesmo tempo.

Amei ver o quão denso aquilo estava ficando. Ver que o meu amor estava em um estado em que o corpo fala mais alto que qualquer racionalização imediata, e o rosto se torna apenas o reflexo inevitável desse processo, não tinha preço. A saliva excessiva escorrendo por sua boca e por aqueles caralhos duros dentro dela, pingando naquelas bolas, e as lágrimas caindo de seus marejados olhos, borrando a maquiagem, tornavam o espetáculo um show a parte e realçaram a beleza daquele momento e o nível de gula que ela sentia daquelas picas.

Era um nível de tesão que ela jamais iria conseguir alcançar num casamento fechado, ainda mais comigo, pois por mais que eu a ame e adore caprichar pra estimular minha esposa, não sou capaz de proporcionar eu mesmo esse nível denso de prazer no corpo dela. E me sentia honrado dela compartilhar aquele momento comigo. Era o sentimento que brotava nas batidas aceleradas do meu coração ao ver aquela cena. E então, esse compartilhamento dela ficou ainda mais sólido:

— Eu te amo, corninho! — ela tentou dizer, me olhando nos olhos, com a boca cheia por dois paus que a macetavam juntos.

As palavras não saíram nitidamente, emboladas por entre aqueles impiedosos cacetes. Mas tocaram minha alma em cheio.

Então tiraram os paus de dentro, deram, cada um, um tapa fortíssimo na cara dela, e recomeçaram ao revezamento de metida forte em sua boca. Só que ao primeiro sobressaltado "huum!" emitido nessa nova sessão de estocadas, eles, em resposta à involuntária reação dela de afastar a cabeça que seguia expressão, fizeram o seguinte: o que estava com o pau fora de sua boca, a pegou pelos braços, levando-os à força esticados pra trás e, ao mesmo tempo, colocou um dos pés na nuca de Jéssica, empurrando sem pena a cabeça dela pra frente, a fazendo tornar a colocar de forma coercitiva o pau que estava em sua boca até o talo dentro dela.

Deu pra ver o nariz da minha esposa tocar na região pubiana do cara.

Então ele tapou com força o nariz dela, ficou um tempo com o pau enterrado na garganta dela, até ela tossir, e reiniciou a metida forte. O rosto dela estava bem vermelho. Ele tirou de dentro o pau hiper babado, destapou o nariz, e enquanto ela tentava puxar o ar, ele deu tapas cada vez mais fortes no rosto dela, dizendo pra ela nunca mais tentar tirar a boca do pau. E falou evidenciando cada palavra com um tapa.

Então o outro soltou os braços dela, que foram prontamente pegos pelo cara que a acabara de esbofetear. Ele os puxou à força pro seu lado, ou seja, ela continuava tendo os braços estendidos pra trás, só seu corpo que mudava de lado, pra que sua boca ficasse disponível pro outro cara. Ele cuspiu no rosto dela e enfiou o pau dentro de sua boca em uma estocada feroz, que foi de uma vez até o fundo. O outro pisou na nuca de seu brinquedo, forçando, igual o amigo fizera, a cabeça dela pra que ela não podesse escapar.

Ficaram revesando as metidas desse jeito, pisando na cabeça e segurando os braços dela pra trás durante um tempo considerável.

Numa das vezes, enquanto esse outro cara que não a tinha advertido quanto a ela se afastar, estava metendo, ele estocou tão fundo, deixando a rola lá dentro até o talo e tapando o nariz dela, que mesmo tendo a cabeça empurrada pelo pé do outro, ela involuntariamente reagiu com certa força pra escapar.

Ele a olhou nos olhos com um olhar fulminante, tirando o pau de dentro e destampando o nariz. Ela retribuiu com um olhar que mesclava medo com "me desculpe", e súplica.

— Corno, essa vadia é surda?

— N-não — gaguejei.

Não esperava ter a palavra dirigida a mim naquele momento. Ela nada disse, só olhava dele pra mim e de mim pra ele.

— Então porque essa vagabunda não obedeceu e tentou escapar da rola? Se essa puta não é surda, o que ela tem de errado? Essa piranha é retardada?

Antes que alguém o pudesse responder — ele, com o dorso da mão — deu um tabefe tão forte no rosto dela que se o seu amigo não a tivesse segurando pelos braços, ela teria tombado ao chão do quarto. Um tabefe que chegou a deixar uma marca bem mais pronunciada no rosto dela do que as marcas deixadas pelos outros tapas até então naquela noite. Um tabefe que abriu um machucado no canto do lábio.

Fiquei aparvalhado!

Um rubor passou pelo meu corpo. Era um misto de raiva pelo que ele fez, vontade de reagir, frustração por não fazer, pois iria contra ao que ela queria, e uma sensação dominante de prazer ao ver ela sendo tão puta com outros homens, que me tranquilizou quase de imediato e me fez tornar a curtir o momento. Isso me surpreendeu.

Ao receber o tapa, ela agradeceu pelo corretivo, pediu perdão pelo erro, tornou a abrir bem a boca sem ninguém mandar e ele retornou a macetar o caralho nela, violentamente.

Após um tempo revesando, terminaram. Soltaram os braços dela.

Aí, pra minha surpresa, ela os olhou com um olhar de súplica que carregava um quê de culpa. Então ela disse pra eles que ainda estava se sentindo mal por ter desobedecido e suplicou aos dois por novos corretivos violentos como fora aquele último tabefe. Eles riram.

— Podem perder a linha, suplico! Sei que não mereço, só que meu corpo todo tá gritando a necessidade de ser castigada como se deve pelo meu erro. Meu corpo tá implorando pra eu ser colocada no meu devido lugar. Me vandalisem!

Um dos caras fez sinal com o dedo pra ela ir em direção à ele, e apontou pro pau erguido. Ela foi de joelhos em direção. Ele a segurou com força pela cabeça e colocou o pau fundo na goela dela novamente, mas tão fundo, que não só o nariz tocou o púbis dele, como ele envolveu a cabeça da Jéssica com os braços e o rosto dela ficou todo escondido no ventre do rapaz, não a deixando ver nada, só sentir o pau dele todo dentro. Enquanto isso, o outro cara recolheu algo do chão em suas vestes e veio pra perto deles.

Meus olhos se arregalaram pra cena que estava por vir, mas prevendo, fui dominado pelo torpor de deixar rolar, acontecesse o que acontecesse. Era o combinado.

Ela foi solta daquela chave de braço que a mantinha presa na pica. Seu carcereiro saiu do caminho, dando espaço ao outro macho que se pôs em pé diante da Jéssica. Eles se olharam. A respiração ofegante dela preencheu o quarto. Um leve aceno de cabeça dela veio e todo mundo entendeu no gesto, um pedido mudo de "por favor, faça!"

Em um espaço infinitesimal de tempo, o silêncio se tornou tão denso que me tirou o ar de tão atônito que me deixou, esperando aquilo que não tinha jeito de impedir. Iria acontecer!

Então veio. Uma cintada forte, sem comedimento de força, desferida no rosto da minha esposa, dada por aquele homem. Ela tombou urrando de dor. O rosto ficou marcado com a nítida marca da fivela do cinto e cortes. O outro cara a pegou do chão segurando forte pelo pescoço e a recolocou de joelhos.

Outra cintada. Tão forte ou mais que a primeira, na outra face, que a machucou mais que a primeira. Ela tombou. Foi puxada pelos cabelos pelo outro cara e recolocada de joelhos, não antes dele chutar e pisar na cara dela.

Eu fiquei em choque. E aturdido, não me movi, conforme o combinado.

Ele deu o cinto para o outro cara, que pegou o cinto e mandou Jéssica segurar os próprios tornozelos e arquear o corpo pra trás. Ela obedeceu. Ele deu uma cintada violenta no corpo dela que pegou em ambos os seios. Ela urrou de dor. A marca apareceu instantaneamente neles. Me vi ficando apaixonado pelo longo vergão reto arroxeado que surgiu sobre aquelas tão rosadas e grandes auréolas. Eram lindos mesmo. E sentir isso daqueles vergões ao mesmo tempo me confundiu e me esclareceu a mente.

Mas antes que ela podesse se recuperar do golpe e eu desse estado, seu novo açoite pegou a costela esquerda dela, lhe dando um rascante incômodo somatório de dor, e lhe conferindo um ardido corte no local atingido.

Ele então devolveu o cinto ao amigo, que por trás dela, desferiu uma sucessão rápida de fortes cintadas nas costas da minha mulher, que urrou alto de dor. Foram tantas cintadas que não deu pra contar. Mas deu pra ver a consequência: múltiplos vergões e cortes nas costas expostas que ela mostrava com seu corpo deitado no chão, de bruços, se debatendo em dor e esfregando as coxas uma na outra, enquanto ela ecoava um choro rouco e dizia, entre os ruídos dele, a quase inaudível, porém sincera, repetida e obstinada exclamação "obrigada!".

E eu tive uma sensação, que ela me confirmou estar correta no dia seguinte, que ela estava tendo um orgasmo naquele momento.

E enquanto os agradecia em meio ao choro, sentiu seus cabelos serem puxados violentamente, seu corpo ser posto de joelhos e sua cabeça ficar novamente de frente pra um deles, que disse:

— Vamos ver se a piranha aprendeu a lição.

Ela estava machucada, mas era nítida a satisfação no semblante dela, por entre as feições de dor. O olhar agradecido não dava nenhuma dúvida que ela sentia prazer ao se entregar nesse nível pra outros machos na minha frente.

Ele estava de pé defronte ela e o outro às suas costas. O que estava na frente, apertou com força seu pescoço e manteve firme o apertão até sua pele assumir um tom arroxeado.

Então, tornaram a puxar os braços dela pra trás, pisando em sua nuca enquanto o que apertou seu pescoço agora estocava o pau até o talo dentro daquela obediente garganta. Aí o nariz dela foi tapado novamente. E a língua dela tentando lamber as bolas num espécie de agradecimento especial pelo tratamento dado pra ela foi um detalhe tão saboroso de perceber vendo a cena.

Ficaram parados assim, e quando ela deu sinais de perda de ar, se esforçou ao máximo pra não recuar a cabeça. Conseguiu, em meio a tossidas abafadas e engasgos, permanecer firme. Ele esperou mais, forçando os limites de falta de ar dela.

Esperou mais um pouco.

Mais um pouco.

O corpo dela perdeu um pouco do ímpeto, vacilando pra baixo, e aí ele soltou o nariz dela, sem tirar o pau de dentro. Ela retomou o ar com dificuldade, com o nariz escorrendo, a boca babando, o corpo doído e machucado. Ele deixou ela assim por um tempo, com a respiração livre. Então, sem aviso, tornou a tapar o nariz e fez algo dentro da Jéssica, com a cabeça do pau passando de sua úvula, segundo ela me disse depois, que sacramentava seu pedido por vandalismo: mijou.

Um mijo direto, sem pausas, forte. Ela tava tão entregue que fez o melhor dela pra engolir tudo. E sentiu um tesão fora de série ao sentir que ele estava fazendo o melhor dele pra engasga-la com aquela jeba e com a jatada de mijo.

Aí, ao terminar de mijar, ele soltou seu nariz e elogiou o desempenho dela.

O outro rapaz disse que também precisava se aliviar, puxou a cabeça dela pra trás, já que ele estava às costas dela, fazendo o corpo de Jéssica arquear pra trás, enfiou o pau dentro da boca tão fundo quanto o outro cara fez há pouco, e, também sem aviso, tapou o nariz dela, mas com suas bolas, puxando pra cima a nuca de Jéssica e sentando em sua cabeça com o peso todo que pôde forçar na sentada.

Sentindo as bolas dele tapando suas narinas, minha esposa se concentrou só em sentir a mijada e a engolir tudo. Ela sentiu que ia ter um acesso de engasgo forte, e quando ele veio, ele não a soltou e nem parou de mijar, e parte do mijo veio pra boca dela com ímpeto, como um vulcão em erupção, molhando aquelas bolas e caindo nos cabelos dela. Mas a maior parte foi engolida com sucesso.

Ele a soltou, e eles a deixaram vir me dar outro beijo de língua como prêmio pelo desempenho. A gente se beijou tão intensamente, e sentimos tanto que éramos um só nesse beijo que era difícil dizer onde ela terminava e eu começava — e vice-versa. O gosto de mijo, de pau, de baba de pau, de saliva, de tesão, de entrega, tudo misturado, foi um dos beijos mais extraordinários que eu tive até hoje na minha vida. Então a abracei, a acolhi, e ela me falou ao ouvido bem baixinho:

— Obrigada, amor! Quero mais, tá. Relaxa e deixa acontecer, meu corninho.

Eles a levaram ao banheiro, jogaram ela no chão, e molharam ela com o chuveirinho do vaso. Depois a colocaram de quatro na frente dele, forçando sua cabeça a entrar na porcelana com um pisão, e deram descarga.

Depois lhe mandaram tomar um banho e ir pro quarto.

Então a puseram deitada na cama. Estava de pernas abertas, joelhos dobrados apontados pro teto, e pés apoiados no colchão com a cabeça apoiada quase no final da cama, parte oposta à cabeceira, e um deles me olhou e disse:

— Ei, corno, olha a piranha que você tem como esposa! Pra gente, essa vadia aqui não passa de um brinquedo que vamos quebrar ainda mais.

— Pra gente, — disse o outro, que estava mais próximo dela na cama — ela tem três bucetas: a convencional, a de trás, e essa que ela tem no meio da cara. — falou enquanto se arrumava na cama pra ficar deitado sobre a Jéssica, e ao terminar de dizer, retornou a enfiar o pau na boca da minha esposa.

Estava deitado em cima dela com seu rosto ficando uns 25 centímetros acima do ventre dela, e ele ia metendo na boca de Jéssica, como de fato, se fosse a buceta dela. Eu fui, sem perceber, me aproximando da cama pra ver melhor, e o outro cara, enquanto isso, subia na cama, ficando de joelhos na cabeceira dela, de modo a ficar com o pau bem próximo de encaixar nos outros buracos da minha esposa.

Enquanto fazíamos isso, o que estava macetando a boca da minha mulher tornou a falar comigo.

— O que estou fazendo com sua esposa não pode ser chamado de foder a boca. Na verdade, nessa pose aqui, isso é só um gostoso "papai e mamãe"!

Então, me olhando, o outro segurou e levantou as ancas da minha mulher com uma mão, deixando elas bem no jeito pra ele meter, conduzindo o caralho com a mão livre pra entrada do cu da minha amada, entrada onde pincelou a cabeça do pau, me olhando, e me disse, enquanto metia e ela gemia de dor em resposta:

— E isso aqui — debochou enquanto empurrava deixando a vista bem nítida e que meus olhos captaram bem cada centímetro daquela pica sendo engolido pelo cuzinho da minha esposa, comigo me aproximando mais deles — não é anal, e sim vaginal! — concluiu empurrando até o talo naquele buraquinho dela aquele mastro lubrificado pela própria baba da Jéssica.

Meu pau latejou forte outra vez.

Ver ela rebolando naquele pau enquanto tomava varada de outra pica na boca foi especial. Ver o cuzinho dela engolindo cada parte daquela pica me deixou nas nuvens. Ver eles retribuindo isso socando ela violentamente no cu e na boca, foi ainda melhor.

Então, após um tempo, trocaram. Logo o pau que estava no cu, foi servido pra minha esposa abocanhar e sentir o gosto do seu reto naquela rola, e o outro rapaz se incubiu de varar o anelzinho dela.

Ambos se colocaram em pé na cama, erguendo o corpo dela, com um a segurando pelas cinturas e o outro pelas costas e cabeça, a fazendo tomar no cu e na boca, suspensa, com os braços envoltos na cintura de quem varava a "buceta que ficava na cara".

Eles a comeram em várias posições.

Outro momento naquela noite que foi especial, foi a primeira dupla penetração real (de muitas outras, pois ficou viciada nisso) da minha mulher.

Ela sentou no pau de um que deitou na cama, e enquanto cavalgava na pica, o outro veio por trás e meteu no cuzinho dela. Foi um deleite ver os mastros daqueles machos esticando a buceta e o cuzinho da minha mulher ao som dos altos gemidos e dos fortes tapas que davam na bunda e na cara dela enquanto a comiam. Fiquei ajoelhado no chão e com os olhos vidrados, bem perto de onde os buracos da minha esposa estavam sendo castigados com força. A visão que estava diante dos meus olhos era uma das coisas mais lindas que eu tinha visto.

Quando o cara enfiou no cu e ela sentiu a dupla penetração pela primeira vez, houve um grito e uma exclamação de prazer dela enorme pelo quarto. Depois ela me confidenciou que foi um tesão avassalador sentir os paus deles se empurrando por dentro, pela divisória entre xota e cu.

Após um tempo metendo assim, o cara que comia o cu dela, apertou, com uma das mãos, o pescoço da Jéssica enquanto tirava o pau do cu e forçou entrada na já ocupada buceta da minha mulher.

Foi mais do que nítido, foi palpável: o corpo todo dela tremeu forte de tão arrepiada que ela ficou. Uma onda de arrepio causada pela dupla penetração vaginal e sentida enquanto ela tinha o pescoço enforcado com força pelo cara que forçou a dupla penetração, e o rosto esbofeteado ao mesmo tempo, pelo outro macho, também com força, passou pelo corpo dela e a fez gozar na hora. Os olhos dela viraram totalmente enquanto gozava. Gozou de ejacular e molhar tudo.

Foi lindo. As duas picas esticando ao máximo aquela buceta e disputando o espaço dentro dela. Ela sentindo a pressão do apertão no pescoço, os tapas na cara... Tudo de forma obediente, servil, prazerosa. E esse espírito no qual ela estava absorta se completou em mim: manso, orgulhoso, me sentindo mais apaixonado pela minha esposa a cada estodaca daquelas pirocas dentro dela. Eu não sei explicar como isso estava acontecendo, mas meu amor por ela literalmente crescia conforme via aqueles dois caralhos entrando juntos na buceta da minha esposa. Era de fato um fenômeno real, que eu não conseguia — e nunca consegui — equacionar dentro de mim.

Como pode a visão do cu e da buceta de uma mulher que é casada com a gente, que a gente ama, engolindo caralhos de outros homens, pode nos fazer sentir crescer por ela o amor que sentimos? Não é só tara ou tesão. É amor mesmo. Um fenômeno que me deixa embasbacado e sem respostas toda vez que penso nisso.

E haja coração de corno pra caber tanto amor, pois continuei vendo aquela foda espetacular e eles a comeram de tudo que foi jeito naquela noite. Gozaram dentro da buceta, do cu, na boca, na cara... E eu ia limpando a bagunça. Ela também teve orgasmos enquanto dava pra eles.

Por falar em amor, amei quando ela estava cavalgando em uma das picas e me pediu pra chupar o grelo dela. Sentir a pressão na buceta dela enquanto eu a chupava foi infinitas vezes melhor do que minha cabeça imaginava quando eu simulei com ela esse ato antes de virar corno.

E amei muito também quando ela pediu pra eu deitar na cama e veio sentar com o cu na minha boca deixando, em seguida, um deles vir por cima dela e meter na xota. Pude saborear ter ela literalmente "dando em cima de mim". E esse momento foi uma das vezes nessa noite em que limpei aquela buceta esporrada. Esporraram fundo nela enquanto eu a chupava, e ao final, tiraram a pica de dentro e a fizeram mudar a sentada na minha boca, trocando o cu pela buceta recém recheada, pra expelir nela a leitada — que engoli satisfeito.

Por fim, já de manhã após um descanso, recolocaram ela de quatro com a cabeça de volta dentro do vaso, sendo pisada com força pra afundar ela lá dentro, e foram comendo o cu dela enquanto davam descargas e mais descargas. Até que um gozou dentro do cuzinho dela. Após o encher de leite, ele colocou minha esposa de cócoras no chão daquele banheiro, a fez expelir ali a leitada e em seguida lamber aquela porra do chão e me beijar com aquela língua que carregava sua porra, então suja. Nós enquanto casal, não a desperdiçamos.

O outro cara então a colocou de joelhos, mandando ela arquear o corpo pra trás, virando a cabeça, e vindo pelas costas dela, meteu em sua boca. Então a fodeu. Traçou a boca da minha mulher como se não houvesse amanhã, sem se importar com nada. Macetou com tanta violência, puxando Jéssica pela nuca, que em questão de segundos ela não estava mais ajoelhada e sim sentada no chão do banheiro, desconjuntada, sem conseguir se equilibrar direito sendo arrastada pra trás com tamanho ímpeto ele estava em meter. A socada era tão forte e rápida que até os engasgos de Jéssica pareciam estar em delay por parecer que seu corpo estava tão atordoado por aquelas metidas que estava lento pra entender que as pirocadas também a estavam engasgando e, como em resposta, formular a reação que o reflexo exigia.

E envolvida em um forte acesso de engasgo, ela o sentiu puxar sua cabeça com força e ter aquela pica encravada o mais fundo possível em sua garganta — aí então ele gozou na sua goela a forçando engolir aqueles jatos de porra em meio aos engasgos.

— Ei, puta! — gritou o outro, chamando a atenção dela em meio a seu atordoamento, tossindo e engasgada — de joelhos, agora!

Ela obedeceu instantaneamente.

— Não devia te ajudar, mas como tô apertado, não vai ter outro jeito, inclina a cabeça pra trás e abre a boca! — ordenou enquanto apontava o pau pra cara dela.

De boca aberta, ela esperou. Então ele mijou um pouco dentro dela e parou.

— Gargareja!

Ela foi obedecendo. O som daquele gargarejo e as bolhas de mijo dentro daquela boca recém feita de depósito de porra, e que disse "sim" pra mim no altar, me pareceram como uma obra de arte. Uma sinfonia.

— Engole!

O movimento exagerado de engolir que ela fez, seguido da expressão de quem estava provando um mijo bem concentrado, acompanhado de tossidinhas, também foi algo lindo de ver.

Deu-lhe um tapão na cara.

— Abre a boca, vadia! — disse, liberando uma jatada de mijo na cara dela.

Ela abriu bem a boca.

Ele continuou o mijo dentro dela, e conforme mijava, enfiava o pau — nesse momento meia bomba — dentro da boca da minha mulher. Uma vez dentro, iniciou um vai-e-vem que a fez soar um engasgado e molhado "gag-gag-gag", e fez parte do mijo escapulir daquela boca e cair no corpo dela. Por fim, parou com o movimentos, se concentrando em terminar o mijo com o pau dentro da boca.

— Isso, caralho! Engole tudo, piranha! Até a última gota do meu mijo.

Ele terminou e ao tirar o pau de dentro dela, um sorriso foi se formando no rosto da Jéssica, que lançou pra ele e depois ao outro cara um olhar safado cheio de agradecimento. Um sorriso que parecia o de uma menina travessa sendo descoberta fazendo bagunça.

Então ela pediu aos dois mais sessões de esbofeteamento violento em sua inchada e machucada cara.

— Vocês foram tão bons pra mim me dando aquele corretivo! É que já passaram algumas horas e já teve uma acalmada natural das marcas na minha cara... e eu não acho certo eu sair do motel sem pedir pra vocês realçarem no meu rosto o castigo que eu precisei receber. Não quero que as pessoas me vejam e pensem que não tive o tratamento apropriado depois de ter desobedecido como fiz ontem. Quero que todos que me olharem vejam as marcas mais frescas e tenham a noção correta da vagabunda que eu fui e como vocês foram corretos comigo me adestrando como se deve.

O outro rapaz que ainda não a tinha mijado naquela manhã fez sinal pra ela se calar e ela o fez. Se aproximou então dela, apontando o pau pra carinha da minha esposa. Ela fez menção de cair de boca nele, mas com um sinal com a mão, ele a mandou ficar parada, e após um tempo de silêncio no banheiro, ele abriu o olho direito dela com os dedos, forçando a pálpebra permanecer aberta, e encostou no olho a cabeça do pau e mijou.

Um mijo ardido, fedido e concentrado foi sendo mijado dentro do olho da Jéssica e escorrendo naquela face, caindo pelo pescoço, seios, barriguinha, buceta, coxas...

Ao findar o mijo, ele a pegou pelos cabelos fazendo com que ela deitasse no chão e esfregou o corpo dela naquele mijo todo. Depois a ergeu e pôs sua mijada cara no vaso para receber uma nova descarga e então a colocou de joelhos, onde estava ofegante e com o olho lacrimejando.

O outro cara, que enquanto isso deu uma saída do banheiro, retornou com o cinto nas mãos e o passou em volta do pescoço dela e o fechou com um aperto tão impetuoso que a fez sobressaltar e não permitia a passagem de ar pela laringe dela.

Então, com o cinto lhe apertando o pescoço, as sessões deram início.

Eles se revezaram da seguinte forma: um manteve o cinto apertado enquanto o outro esbofeteou pra machucar o rosto da Jéssica, aí deixaram ela respirar um pouco enquanto o cinto era trocado de mãos para que essas novas mãos mantivessem o aperto no pescoço, e quem cedeu o cinto viesse a se encarregar de dar nela os tapas.

Ficaram um tempo bom nesse ciclo.

Quando terminaram de bater, Jéssica estava com a cara tão cheia de hematomas, vermelha e inchada que definitivamente, quem a visse na rua, iria deduzir que tinha apanhado — e muito. Mas quem prestasse atenção, iria deduzir pelo semblante dela, que ela tinha gostado — muito mais.

A jogaram de volta ao chão mijado e foram, cada um por sua vez, se arrumar e tomar banho, me deixando tomar conta dela e lavar o banheiro.

— Meninos, — disse Jéssica mais tarde, já de roupão de banho, deitada abraçada comigo na cama do motel, os vendo terminar de se vestir e se ajeitar pra irem embora — obrigada de coração por tudo! Foi uma experiência maravilhosa!

— De nada, linda.

— O prazer foi nosso, gente! Querendo marcar de novo, só falar.

— Com certeza vamos, rapazes! — Jéssica falou, sorrindo e os saudando com uma tulipa cheia de cerveja que segurava na mão.

— Cuida bem dela, hein! — um deles me disse.

— Pode deixar! — respondi com um sorriso de corno manso que estava satisfeito com tudo aquilo.

— Ele sempre cuida, eu amo muito esse corninho aqui!

Eles saíram, se despedindo da gente e ficamos o restante do tempo a sós, nos curtindo, namorando, desfrutando o sentimento que aquele encontro causou na gente enquanto casal. Lembrando e conversando com carinho de cada momento daquele acontecimento. Digerindo tudo.

— Amooor, obrigada! Adorei essa noite! Tava precisando demais realizar isso! Obrigada de coração por estar aqui comigo e cuidar de mim! Te amo muito! E amei demais tudo isso, gozei muito, você não tem noção! — Iniciou, quando eles foram embora.

— Nossa, Jéssica! Amor! Eu vi! E que catarse toda foi essa que a gente viveu? Chega tô arrepiado até agora!

— Eu tô vendo, amor! E eu também tô, e estou esgotada, de um modo maravilhoso! Do jeito que eu precisava!

— E tá toda machucada, vida! Eu fiquei bem assustado em muitos momentos!

— Ô, amooor, eu seeeei! — disse ela, toda dengosa, me dando um beijinho carinhoso. — Você é tão lindinho preocupado comigo! Obrigada! Mas fica tranquilo, amor. Era o que eu queria mesmo.

— Eu sei, amor, e isso me tranquilizou na hora... Mas...

— O que?

— Não só isso, eu comecei a ter um tesão louco em ver eles fazendo aquilo, e muitas vezes... Comecei até achar lindo os machucados em você, e... Te ver assim, tão entregue pra eles num nível tão intenso me fez ficar apaixonado pelo que eu tava vendo e mais ainda por você. — disse totalmente constrangido e sem jeito, o que ela notou.

Jéssica me deu um beijo demorado na testa, me fez um carinho no rosto, me deu um selinho, olhou com doçura pros meus olhos e falou comigo:

— Amor, não precisa se sentir culpado por isso. É natural. A gente tá descobrindo novas possibilidades de prazer e isso é a manifestação das nossas naturezas. Lembra no início que me pediu pra chegar da balada cheia de porra pra você limpar?

— Sim.

— Então, era a sua natureza de corno aflorando em você e te mostrando esse prazer. Da mesma forma eu senti crescer em mim esse desejo de me entregar nesse nível pra ser quebrada. E aí, esse sentimento que você me falou que sentiu ao ver eles me arrebentando, faz parte, é natural e muito bem-vindo, gato. Faz parte do corninho lindo que você é.

— Obrigado, amor. Mesmo assim eu não sei explicar pra mim mesmo isso que senti. E me assusta ter achado seus machucados lindos.

— Amor, não sinta culpa, não reprima. Eu também acho lindo quando te vejo humilhado como corno. Não se sinta culpado, sério! Até porque eu vou querer muito mais na minha vida esse corninho que sente esse tesão comigo... E essa noite foi tão linda! Mostrou que esse sentimento em você tá certo. Pra fechar com chave de ouro esse encontro, só falta uma coisa.

— O que, amor?

— Você vir fazer amor comigo. Um amorzinho leve, gostosinho. Tô precisando ser namorada pelo meu corninho lindo!

Foi mágico! Foi uma verdadeira aula de cornitude esse dia! E eu aprendi bem a lição. Esse é um dos motivos porque quis compartilhar em detalhes essa foda, pois explica bastante como a minha natureza de corno manso foi aflorada pra ter esses aceites ao desejo de servir às vontades dela, por mais extremas que fossem. E aflorar também o meu lado cuidador, pois eu cuidei muito bem dela, que ficou destruída ao passar pelas mãos daqueles machos impiedosos. Até hoje lembro de ter escondido ela no carro pra sair tranquilo do motel, e de ter parado na farmácia, na volta do motel pra casa, pra comprar comprimido pra dor, antiinflamatório, e pomada para passar nos vergões que marcavam o corpo da Jéssica — o que fiz com muito afeto. E lembro de contar com a sorte de na época ela estar trabalhando de home office, o que nos ajudou a manter ela fora das vistas enquanto se recuperou.

A gente estava vivendo um sonho no relacionamento aberto.

E estava tudo melhor do que nunca. Um tempo depois, até um comedor fixo que mais parecia uma espécie de namorado dela a gente conseguiu arrumar: um cara da nossa faixa etária, moreno, uns 1,85m e 95kg mais ou menos, cabelo raspado em máquina baixa, cavanhaque e um perfil mais atlético. E eu fui ficando cada vez mais com tesão em ser corno, e ela com tesão em me por chifres. A dificuldade tava só da gente não perder a linha e manter a discrição pra família.

O que veio a dar uma nova mudança nas nossas vidas, porém, é uma vontade inerente em muitos casais, que é a vontade de ter filho. Estávamos sentindo esse vazio na relação e a sensação de que tava na hora bateu na nossa porta.

Era comum conversas entre a Jéssica e eu sobre o assunto. Então, algo aconteceu numa noite em que eu, ela e nosso amigo fixo, o Marlon, estávamos em um lual nosso em uma praia, sentados sobre cangas na areia, num trecho relativamente afastado das outras pessoas, tomando vinho e comendo petiscos.

O cenário era de descontração. Ela tava aconchegada sentada com ele sentado atrás dela, segurando-a pela cintura, comigo sentado defronte deles, manso, usando o par de alianças concernente ao par que ela usava, os vendo por vezes trocarem beijos de língua ela e receber dele beijos no pescoço, com o bônus de mãos bobas que, em certa altura chegou a ser ele tocando uma discreta siririca nela com a mão dentro do bikini, como se eu, o marido, é que estivesse segurando velas — e eu tava amando esse clima.

Foi nesse contexto, que Jéssica fala em um tom completamente despretensioso:

— Meninos, olha que os remédios não são 100%, hein! Ele foi inventar de me tocar agora, e tô sentindo escorrer porra aqui dentro da que ele me comeu de manhã. Já tomei banho, já passou horas... Benza deus!

— Pelo menos se acontecer não vai ter dúvida que não vai ser dele, né, melzinho? Ele tá há quanto tempo na gaiola? — Perguntou ele entrando no tom de brincadeira dela.

— Dois meses e pouco, né, vida? — Me perguntou já virando pra dar um beijo nele.

— Isso, amor! Mas acho que não vai acontecer nada. — Tentei levar na esportiva.

— Não que eu esteja reclamando, é só pra dizer que muitas vezes eu fico boba com o quanto de leitada ele dá. Esses dias eu tava na aula e senti escorrendo, tive de correr pro banheiro.

Quando a gente começou a abrir o casamento, a hipótese dela engravidar de outro (de forma não proposital, no caso) já tinha passado pela nossa conversa, e nunca teve um desfecho concreto, pois a gente foi empurrando o tema pra depois.

Naquele momento, porém, me caiu uma ficha de possibilidade real de acontecer e eu não soube dizer pra mim mesmo se eu estava mal com isso ou com tesão pela ideia. Mas tentei guardar o que tava sentindo, fosse o que fosse, por ora.

Era comum ter nas semanas, um ou dois dias em que ela passava a noite na casa dele. Acho que demorei umas semanas até ter coragem pra tocar no assunto. Mas antes disso, soube depois, ela chegou a conversar com ele após o lance na praia, nesses encontros na casa dele.

Em conversa com ele, pelo que sei, teve mais ou menos esse papo, num pós sexo com a buceta dela cheia da porra dele:

— Já tô eu toda cheia de porra de novo, né?

— Agora ficou pessoal! Fui desafiado a vencer as defesas dos remédios.

— Cachorro! Gostou disso, né?

— Gostei, não vou mentir! Mas o que foi aquilo mesmo?

— Humm, gostou? Quem sabe eu não pare de tomar e você não vai precisar mais vencer os remédios... Posso ficar sem proteção nenhuma pra você!

— Interessante! Tá falando sério, melzinha. Me conta isso melhor.

— Então, Marlon, falando sério mesmo, já faz um tempo que ele e eu estamos sentindo vontade de filho, só que até então a ideia ainda não está totalmente sólida pra gente enquanto casal. Mas eu venho refletido muito, sabe...

— Ah, sei, mas no caso do filho ser meu. Queria entender melhor isso. Ele é estéril?

— Não, ele não é estéril, não é isso. E não iria querer fazer isso com os dois se ele fosse, pois nem vocês e nem eu seríamos felizes com isso. Pelo contrário, o fato dele não ser estéril é mais um motivo que me deixa segura quanto a estar no caminho correto. Não quero que vocês tenham dúvidas que eu tô escolhendo você pra me engravidar por ser você, e não pra suprir algum problema médico ou algo assim.

— Melzinha, assim você me deixa louco, sabia! Mas me fala melhor, me explica melhor o que tá sentindo.

— É que tem coisas que fazem mais sentido dependendo de com quem você tá vivendo aquilo, né? Veja, eu amo ele, não me vejo vivendo sem ele. Só que ao mesmo tempo, tem toda essa nossa conexão aqui, tem toda essa coisa que me arrepia quando a gente tá metendo e que me faz ficar arrebatada quando sinto você gozando dentro de mim. Parece que tudo faz sentido.

— Eu também fico atordoado quando a gente mete e eu gozo dentro, gata. Não dá pra explicar.

— É diferente de quando faço com ele. E aquele dia na aula, eu precisei sair às pressas, não pra me limpar, mas porque precisava me tocar sentindo a porra do meu macho. Gozar pensando e desejando que ela estivesse no meu útero. Consegue entender?

— Sim, eu sei que tem as diferenças e eu gosto das coisas como são.

— É isso, às vezes eu acho que a gente tenta planejar demais… quando talvez algumas coisas façam mais sentido acontecendo do jeito que têm de acontecer. E ainda por cima, teve uma coisa que também tá pesando na decisão.

— O que?

— A forma que eu vejo você ensinando a garotada na escolinha, o jeito que você leva com criança, fora que você vez por outra diz que pensa em ser pai um dia.

— Poxa, melzinha, assim você me quebra. Eu também te vejo sendo uma baita mãe, só que pela nossa situação, não tinha me ocorrido isso que você tá dizendo, entende?

— Mas isso quer dizer que você aceitaria se eu quiser engravidar de você?

— Eu preciso pensar com carinho, porque é algo importante demais, só que assim, é uma possibilidade que me deixaria feliz. Uma coisa que tá me preocupando agora é ele, você já falou dessa decisão com ele?

— Me deixaria feliz também. Pensa com carinho. Eu ainda não conversei com ele, mas deixa comigo. Deixa que com ele eu resolvo.

Diálogo esse que explicou bastante coisa de como ela estava se sentindo quando eu finalmente puxei o assunto com ela, certa noite, após a gente ter um momento de "namoridos" vendo uma série juntinhos e jantando comida japonesa e cerveja.

— Amor! — Falei juntando coragem.

— Oi, vida?

— Queria perguntar uma coisa. — Falei dando um beijinho na testa dela e afagando os cabelos dela. Pelo jeito ela captou o assunto, pois virou o rosto pra me olhar nos olhos.

— Pode falar, amor. Tá tudo bem?

— Não, tá, é que... É que tem uma coisa que andei lembrando esses dias.

— O que?

— Duma parada que a gente falou no lual sobre os remédios, e tal.

— Ah, sei.

— Então, é... Meio que eu sei que foi brincadeira, mas ando pensando a respeito. — Disse, e ela se postou mais ereta e com o corpo inclinado na minha direção pra gente se falar melhor.

— Pode falar, gatinho.

— Sobre você engravidar... Dele.

— Sim, amor.

— Você quer? Digo, teve algo sério naquilo que você disse? — Ela me fitou nos olhos num misto de seriedade e acolhimento.

— Você disse que anda pensando nisso, como tem se sentido, vida? Quero entender melhor seu sentimento também. Eu falei aquilo mesmo mais espantada com o escorrimento do que qualquer outra coisa, mas confesso que também foi um pouco pra trazer o pensamento.

— Então, eu não sei, me sinto dividido quanto a isso, Jéssica. Quer dizer, a gente já vem falando sobre filhos, mas não sobre ele te engravidar, e quando você falou aquilo na praia, me deixou sem saber o que pensar e de lá pra cá a minha cabeça tá confusa.

— Eu entendo, mas pra ser sincera, eu já venho pensando nisso há um tempo, sabe.

— Mesmo?

— Sim, e não quero que você sofra com isso. Até porque no meu coração você faz parte disso.

— Mas você então queria ter esse filho dele?

— Amor, não vou poder dizer que queria. Desejo ser totalmente sincera com você. Não é que eu queria, a verdade é que eu quero! E muito. — Me disse segurando nas minhas mãos. Ouvir isso foi um choque. Me senti diminuído, com certa raiva. Ao mesmo tempo tive um certo prazer, e me senti meio confuso por sentí-lo.

— Mas de onde veio isso Jéssica? Eu queria ser o pai. Você não me -

— Eu te amo demais, Hugo! — Me interrompeu. — Não quero que duvide do amor que eu sinto por você. Só que não se trata exatamente disso. São coisas diferentes e eu sinto que você sente isso de um modo ou de outro.

— Mas, amor! Como assim?

— Escuta. Ultimamente a gente tem se aprofundado e descoberto melhor quem nós somos, e se eu te perguntar agora, sei que você vai me dizer que parte de você sentiu tesão quando disse que quero ficar grávida dele, seja sincero.

Ela continuava segurando com carinho as minhas mãos. Não consegui responder, muito menos negar.

— Eu preciso que você lembre de como a gente chegou até aqui, Hugo, querido.

— Eu lembro. A gente foi construindo junto.

— É exatamente isso! A gente começou do zero, juntos, um ajudando o outro, edificando o outro. Você é tudo pra mim. E quando a gente abriu o relacionamento, foi a mesma coisa, você e eu começamos juntos e fomos nos estimulando juntos. Chegamos até aqui juntos, descobrimos a nossa natureza de casal juntos.

— Eu sei, isso é verdade e eu sou apaixonado por essa nossa história, meu amor. De todo coração.

— Eu também! E é exatamente essa razão que mais faz ter sentido na minha cabeça a minha vontade de que o filho seja dele e não seu. Sinto que tudo vai ser da forma que tem de ser pra gente. E vai ser a coisa mais linda do mundo pra nós.

— Eu tenho medo, Jéssica.

— É assustador mesmo, como a gravidez é pra todo mundo, pois é um passo importante que requer muitos cuidados e muita responsabilidade. Pra todo mundo, não só pra esse caso nosso. E eu tô te pedindo com todo amor que eu sinto por você que não leve isso pra outro lugar no seu coração, amor. Você faz parte disso e ter você ao meu lado vai significar tudo.

Não resisti, com uma lágrima rolando no rosto, eu a abracei. Queria transmitir o quanto a amava. Ela retribuiu. Depois passou a mão carinhosa no meu rosto, secando a lágrima.

— Não leva isso pra outro lugar, querido, vamos levar juntos para o lugar onde naturalmente isso começou a seguir desde quando a gente abriu a relação. Desde quando você encontrou prazer e felicidade em ser meu marido, meu amor, meu corninho. Quando eu penso nessa gravidez, eu penso em tudo isso se alinhando perfeitamente, com você ao meu lado sendo meu companheiro e vivendo a forma mais concreta e sublime de corno.

Eu sorri com a última frase e me senti acalentado com a ternura que ela tava falando comigo.

— Amor, eu te prometo que vou pensar com todo amor nisso, colocar meu coração no lugar certo e quero que saiba que tudo que quero é que você seja feliz, e te ver feliz me faz feliz também. Eu vi nos seus olhos agora que sua vontade de ser mãe de uma criança dele, e não minha, é algo real e que eu preciso ser feliz por ela. — Disse com sinceridade, mas sem conseguir conter novas lágrimas. Ela beijou meus olhos chorosos, secou minhas lágrimas e disse:

— Amor, da mesma forma que eu sei que você sente um fundo de tesão na ideia, eu também sei que você se sente frustrado. Eu tenho orgulho de dizer que conheço bem o meu marido, o meu amor. E não quero que você esconda seus sentimentos de mim, sério. Fico feliz que queira pensar nisso com carinho e queira colocar seu coração no rumo certo.

— E quero mesmo, Jéssica.

— Eu sei que é verdade. Só quero que saiba que sou sua companheira também e que estou atenta a essa frustração, mas amor, olha aqui pra mim. — disse ela, pousando uma das mãos no meu coração e a outra segurando o meu cinto de castidade por cima da bermuda — há quantos anos você é o meu corninho? Há quanto tempo você tá ao meu lado experimentando coisas que dão um desconforto inicial e se provaram ser coisas maravilhosas? — perguntou me encorajando com o olhar, e mexendo a mão que segurava a gaiola, completou — Olha aqui o exemplo de que pra você, nem toda frustração é ruim, porque você está do meu lado e faz parte natural do nosso amor. Entende o que quero dizer?

— Acho que sim, amor, você está certa!

— Eu sei que parte da ideia te deixa frustrado, mas eu também sinto que mesmo assim, isso vai acabar dando lugar pra felicidade que a gente vai sentir quando nossa família crescer da forma como tem de ser. Quando você sentir melhor que ele ser o pai do nosso filho faz mais sentido do que ser você, a sua frustração vai dar lugar a alegria que você já sente na ideia e você vai ter a plenitude da felicidade que vamos ter por eu engravidar dele.

— É frustrante porque eu quero ser o pai da criança, mas ao mesmo tempo o que você fala é verdade, também sinto isso.

— E você vai ser o pai, ele vai me engravidar e você vai assumir e fazer parte disso, amor. Eu quero você.

— E eu te quero muito, Jéssica! Te amo demais! Por isso que quero que sinta o quão sincero tô sendo quando digo que vou colocar meu coração no caminho certo. É que mesmo me sentindo frustrado, quando eu penso no quanto isso vai te fazer feliz, meu amor por você grita pra eu ficar feliz com isso, entende? Eu te amo!

— Eu também te amo muito!

A gente se levantou e se abraçou de novo, um abraço com uma conexão de alma.

— E você vai ser feliz com a minha decisão porque? — Disse ela com um olhar bem malicioso pra mim e eu captei a intenção, como era comum na nossa já refinada dinâmica.

— Porque sou o seu corno!

— Não ouvi.

— SOU O SEU CORNO! EU AMO SER SEU CORNO, E NO FUNDO SEMPRE SOUBE QUE MERECIA QUE ESCOLHESSE ELE PRA ENGRAVIDAR!

Ela saboreou essa última frase de uma forma especial que a maneira como ela tem de prazer ao me chifrar não iria permitir que ela deixasse passar, então ela baixou ao meu ouvido e disse:

— Ah, viu como eu nem precisava me dar ao trabalho de tentar explicar meus motivos? Você sabe que a verdade é que você jamais teve a chance de eu escolher você pra me engravidar, muito menos quando eu tenho o Marlon, que é um homem de verdade! Um homem que você não vai nunca chegar nem aos pés de ser igual. E tem de dar graças a Deus todos os dias da sua vida agora, por ter a honra de se tornar uma babá de um filho meu e dele, porque na prática você não vai passar disso: uma babá. Que vai assumir por ser um corno otário, mas não vai passar de babá. E outra coisa: de hoje até depois da gravidez, não vou tirar você do cinto de castidade, porque não quero ter o risco de que esse seu piruzinho e seus espermas de fracassados cheguem perto de mim enquanto estiver gestando. Felizmente eu tenho o Marlon que me satisfaz de maneiras que você jamais nem vai conseguir sonhar em fazer. Porque você é só um mero:

— CORNO!

— Isso aí, e agora vai ter a maior prova de cornitude, algo muito mais profundo do que todos os chifres que te dei. Algo que é pra sempre: sua esposa vai engravidar de outro, não por acidente, mas porque quer, e quer MUITO! E o que o meu corninho manso vai fazer agora que falamos às claras o que você sempre soube?

A nossa dinâmica é muito alinhada, ela não precisou me explicar pra entender. Me ajoelhei na frente dela.

— Obrigado, amor! Obrigado por querer engravidar de outro! Obrigado por engravidar de outro!

— Huum, muito bem, corninho! Tô gostando de ver! Agora falta fazer uma última coisinha. — Disse. Seu olhar mais malicioso que nunca.

Ela pegou o celular, mandou uma mensagem pro Marlon perguntando se ele tava podendo receber chamada de vídeo. Ao confirmar, Jéssica fez, com a câmera voltada pra ela. Som em viva voz.

— Oi, Marlon, gostoso! Tô fazendo essa chamada, porque o Hugo tá aqui querendo te pedir uma coisinha.

— É?

— É sim, olha aqui. — Disse ela apontando a câmera pra mim, ajoelhado na frente dela. Eu juntei as mãos em tom de pedido.

— Marlon, não é questão de pedir, eu tô implorando mesmo, por favor, engravida a minha mulher! Engravida minha esposa, tô suplicando! Faz a Jéssica ficar grávida, por tudo que há de mais sagrado!

Ela nem esperou ele responder, me deixou lá ajoelhado enquanto falava com ele ao telefone. A ouvi dizendo que ela também queria mostrar algo pra ele. Momentos depois ela aparece com o celular numa mão e caixas do remédio na outra, entrando no banheiro. Então me chamou e fui. Pediu pra eu segurar o celular apontando pra ela, e falou pro Marlon, mostrando as caixas dos anticoncepcionais, que eram tudo que ela tinha no estoque, e que iria jogar fora naquele momento. E de fato jogou tudos os comprimidos no vaso e deu descarga.

Ao fazer isso, me contou que eles já tinham conversado e que a única coisa que estava faltando era me "comunicar da decisão". Depois apontou aos pés dela, eu me ajoelhei na frente dela, me curvei e os beijei, agradecendo por ela escolher engravidar de outro homem.

Passado esse momento. Por óbvio que nós três nos encontramos pessoalmente e alinhamos as coisas de uma maneira melhor.

Mesmo que por melhor, fosse, como ocorreu certa vez, uma conversa na cozinha comigo sentado na cadeira vendo ele traçar a Jéssica por trás, bem diante de mim, em meio a gemidos altos que acompanhavam o som dele macetando a buceta dela. E também deles me mostrando a visão linda dela rebolando na pica dele intercalando com as metidas.

— Amor, só esse pirocão pra me engravidar mesmo! Escuta isso! Ele vai muito fundo em mim, amor! Olha como ele soca meu útero!

Foram uns 4 meses com ele praticamente morando com a gente e eu os vendo trepando direto iguais coelhos até que finalmente o resultado do exame veio: GRÁVIDA!

Minha esposa engravidou comigo estando há meses com meu pau sem ter contato algum com ela. E mesmo assim a gente ficou numa euforia de tanta felicidade com a notícia! Eu iria assumir a criança. O Marlon o padrinho. Um padrinho que iria continuar visitando nossa casa e comendo a mãe da criança.

Tivemos todos os cuidados, seguimos o pré-natal direito até que nosso menino chegou, a cara dos dois. Saudável! Estávamos completos — estamos completos!

— Parabéns, papai, é um menino! — me disse a enfermeira, segurando a criança recém nascida nos braços, inclinando-os pra me mostrar o bebê. Há um bom tempo não me sentia mais frustrado com o que aconteceu, e quando eu vi aquele carinha pela primeira vez, não conseguia nem lembrar de como é que eu me senti frustrado. Na verdade, quando pensei nisso, me senti um idiota por ter me sentido assim.

Estava tão agradecido e feliz por ver a Jéssica bem, a criança saudável, que me senti fagocitado por aquele sentimento de paz e amor que emanava naquele lugar e na nossa família. E não tinha dúvidas, não precisava de DNA, o menino parecia demais com eles dois. Não tinha mais volta, mas também não tinha lugar algum pra onde eu quisesse voltar. Queria era seguir adiante e desfrutar de ser pai de um filho de outro homem, o macho que a minha esposa escolheu ao invés de mim para fecundação.

E hoje nos encontramos aqui, realmente felizes com isso. Ainda não me deixaram tirar a gaiola, mas quem se importa. Estar pleno ao lado deles e ver minha esposa feliz é tudo pra mim.

Eu tive muitos temores sobre isso dar errado. Um dos meus maiores medos foi acontecer algo ruim com ela e a criança, outro temor foi em algum momento após a gravidez ou ao nascimento, a Jéssica se desencantar de alguma maneira com a ideia disso tudo, ou ainda não me querer mais fazendo parte do que construímos, dessa nossa família.

Mas felizmente deu tudo certo e cá estamos. Enquanto escrevia o relato, fui relembrando as nossas histórias, entrando em contato com os sentimentos que essas histórias me trouxeram, e posso afirmar que além de tudo fazer sentido da forma como foi na escolha de gravidez que a Jéssica fez, eu não caibo dentro de mim de felicidade genuína por ela ter me convencido em engravidar de outro e assumir a criança, como deve fazer um bom corno manso.

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Comentários

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Sou comedor de casadas, aceito casais onde o marido quer ser cuckold e a esposinha safada vai ser a minha hotwife submissa...escreva já!!!

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Delícia de conto, quero um dia que meu marido seja liberal, nosso casamento está esfriando, se puder me dar dicas, ou ouvir pra sua esposa adoraria conversar e trocar umas ideias para ver se ele toparia meu e-mail amanda1990bf@proton.me

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