Parte 33: O Dia do Casamento e Revelações Emocionais

Um conto erótico de Le Conteur
Categoria: Heterossexual
Contém 1045 palavras
Data: 02/04/2026 15:31:42

O dia do casamento chega, ensolarado e cheio de expectativa. Rufus, Gislaine e João passam a manhã arrumando o salão – mesas com flores brancas, cadeiras alinhadas e um altar simples decorado com fitas. A cerimônia seria às 15h, e a juíza de paz chega cedo, revisando os papéis com um sorriso profissional. Tudo corre bem no início, mas algo está diferente: Gislaine anda inquieta, o vestido de madrinha justo realçando suas curvas, olhos fixos em Rufus de um jeito que o desestabiliza. Era o grande dia dele com Sara, e as investidas dela o deixam desconfortável, uma mistura de tesão indesejado e irritação.

Primeiro, enquanto penduram as decorações, Gislaine se aproxima por trás, roçando os seios no braço dele: "Ei, Rufus… precisa de ajuda com essa fita? Tá tão tenso hoje…" A voz dela é sussurrada, mão deslizando pela coxa dele sutilmente. Rufus se afasta: "Para, Gislaine… não hoje. É o dia da sua mãe." Ela pisca: "Só um toque… pra relaxar."

Minutos depois, no banheiro do salão, ela o segue: "Vim pegar papel… ops, que coincidência." Fecha a porta, pressionando o corpo contra o dele, mão no peito: "Lembra como a gente era bom juntos? Um beijinho rápido…" Rufus a empurra gentilmente: "Não… sai daqui. Isso é loucura."

Enquanto ele ajusta a gravata no espelho, Gislaine surge: "Deixa eu ajudar… assim." Dedos roçando o pescoço, descendo para o colarinho, respiração quente na orelha: "Você tá lindo de noivo… me dá um gostinho?" Rufus vira: "Não, Gi. Respeita o dia."

Durante uma pausa no jardim, ela o puxa para trás de uma árvore: "Só um segundo, deixa eu ver um…" Beija-o faminta, língua invadindo, mãos na braguilha: "Sinto sua falta…" Rufus a afasta, ofegante: "Para! Não vou trair Sara no dia do nosso casamento."

Mais tarde, no vestiário, enquanto ele arruma a camisa que amassara, os convidados já chegando, Gislaine entra: "Esqueci meu brinco… ah, que visão." Ela Ajoelha-se, desabotoando a calça rapidamente, lambendo o pau semi-duro: "Deixa eu chupar rapidinho… mmm, delícia." Rufus geme involuntário, mas a interrompe: "Não! Levanta… isso não vai rolar hoje." Eles não notaram que um dos sanitários estava ocupado naquele momento.

Por fim, antes da cerimônia, no corredor: "Rufus… último chance." Mão no pau dele por cima da calça, olhos suplicantes: "Só uma rapidinha…" Ele a segura pelos ombros: "Basta, Gislaine. Hoje é sobre Sara. Respeita isso."

Sara chega radiante no vestido branco ajustado, o véu caindo graciosamente. O casamento corre bem – Eliseu e Jorge na primeira fila, os pais de Rufus sorrindo orgulhosos, amigos e parentes distantes totalizando cerca de 60 pessoas. A juíza conduz com calma, votos trocados cheios de emoção. Mas quando Sara está prestes a dizer "sim", Gislaine, que chorava silenciosa, irrompe em um choro alto, soluços ecoando no salão. Isso não para a cerimônia – eles se casam, se beijam apaixonados sob aplausos –, mas João fica chateado, o rosto tenso: "Ela tá assim por quê? Eu sei bem o motivo…"

Após a cerimônia, durante o brunch de comemoração – sanduíches, bolos e champanhe –, Sara e Rufus trocam de roupa para algo mais casual e cumprimentam todos. Os pais de Rufus dão dois grandes presentes: uma auto-escola já paga para ele e uma TV 60" novinha. "Pra você começar a vida de casado direito, filho", diz o pai. De maneira reservada, ele questiona: "Aquele choro da Gislaine… vi ela te chupando mais cedo no banheiro, ou tentando ao menos." Rufus desconversa: "Pai, deve ter sido a calça… ela ajudou com um zíper solto, acidente. Nada rolou." O pai adverte: "Sara é fantástica, mas Gislaine… uma vadia. Não volte pra sua ex doida." Isso irrita Rufus: "Ei, respeita! Ela é família. E mesmo se ela tivesse me chupado, seria algo entre mim e Sara!"

Depois, Sara questiona Rufus em um canto: "O que rolou com o seu pai?" Ele explica tudo, sincero: "Ele viu algo… mas juro, parei ela. Hoje é nosso dia." Sara sorri: "Eu sei, amor. Gislaine me contou tudo – as investidas, o amor que ainda sente por você, tanto quanto pelo João. Posso conviver com isso, desde que sem mentiras ou traições reais. Tô feliz pela honestidade de vocês."

Ao fim, durante uma pausa das fotos, Sara chama Rufus aos fundos do salão. Chegando lá, Gislaine está sentada, chorosa, maquiagem borrada. Sara pergunta, maliciosa: "Será que o João ficaria chateado se Gislaine fosse com a gente na lua de mel?" Ambos arregalam os olhos, mas ela ri: "Zoeira! Filha, seu homem é o João. E Rufus é meu." Acarinha Gislaine: "Lembra disso… cuida do que ama." Então, Sara ajoelha diante de Rufus, desabotoando a calça: "Deixa eu te chupar… na frente dela." Ela chupa com fome, língua lambendo da base à cabeça, engolindo fundo: "Mmm, delícia… goza pra mim." Diz a Gislaine: "Só olha, filha… pra lembrar que você o perdeu. Não é bem uma punição, mas um aprendizado – cuida do João." Gislaine observa, excitada, pernas cruzadas apertadas, mas respeita. Rufus goza jatos quentes no rosto e boca de Sara, manchando um pouco da maquiagem: "Ahh, amor… delícia!" Sara se levanta, caminha até Gislaine e, inesperadamente, a beija – um beijo quente de língua, carregado da porra de Rufus, sabores misturando: "Mmm… um gostinho pra você." Rufus fica surpreso: "Sara… vocês nunca…" Ela diz calmamente, com carinho: "Ainda tá liberada pra ser amante dele, filha… mas lembra: a esposa sou eu. Ponto final, como Rufus sempre diz. Por te amar, te dei esse mimo… mas só isso hoje." Ela então volta-se para Rufus, beijando-o com resquício de porra: "Te amo." Ele a segura forte, sem recuar: "Te amo mais… você é minha mulher."

Eles se retiram, deixando Gislaine para trás – excitada, com um gosto de "quero mais" misturado à uma reflexão: "Tudo poderia ser diferente se eu tivesse escolhido outro caminho… mas sei disso agora." João chega, abraçando-a: "Te amo, Gislaine, mas aquilo foi além do combinado… foi... perigoso. Não gostei nadinha" Gislaine concorda, pedindo perdão: "Desculpa… não queria magoar. Nem magoar minha mãe. Foi impulso." Ele admite: "Eu vi e ouvi tudo que rolou agora há pouco com sua mãe… Espero que tenha entendido." Ela confirma com a cabeça, devagar. E então pergunta: "Vamos pra minha casa? Estaremos sozinhos…" João aceita: "Sim… vamos relaxar e nos curtir." Sem lembrar que Eliseu e Jorge estariam lá…

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