Caso você não tenha lido o conto anterior, sugiro a leitura para melhor interpretação.
Este é um conto de ficção, nada relatado ou dito é real. Ou pode ser, você leitor(a) que vai decidir.
Será narrado em primeira pessoa para trazer uma experiencia mais fiel.
Esse é um conto que contem conteúdo de fetiche, se você não gosta, esse texto não é para você!
O PLANO DE BETIE
CAP 1
Agora que meu plano de transar com meu padastro tinha dado certo, começava um novo plano ou melhor, fazer meu papaizinho me foder na frente da minha mãe.
Mas esse plano já estava em andamento a um tempo, vou contar pra vocês.
Vou contar na ordem para ficar mais fácil de entender meu plano.
Certo dia estava na faculdade e um professor faltou então não tivemos a ultima aula, eu chegava sempre por volta das 12:00 em casa, mas acabei chegando mais cedo.
Estranhei quando vi o carro da mamãe em casa, por que não era comum aquela hora ela estar em casa. Entrei sem fazer muito barulho, mas tomei um susto escutei os barulhos que vinham do quarto dos meus pais.
- Isso jhon, me fode forte vai.
Placplacplac.
Barulhos de tapas e batidas de corpo, aquilo só poderia ser sexo, e bem forte!
Fui me aproximando devagar, sem fazer barulho. Cheguei próximo e vi a porta aberta, o risco era grande, mas minha curiosidade era maior.
Dei uma espiadinha e vi meu papaizinho socando forte na mamãe, que estava deitada com as pernas pra cima, totalmente entregue e com uma cara de safada.
Foi um misto de sensação, medo, curiosidade tesão que eu não consigo explicar. Na hora senti uma coisa no meio dar perninhas, minha calcinha começando a molhar.
Não aguentei e dei mais uma espiadinha, mas tomei outro susto, minha mamãe olhando pra mim! SIMMM, ela tinha me visto, mas pareceu não ligar muito, continuou a dando gostoso pro papai.
Sai correndo pro meu quarto, ainda com medo mas escutando os barulhos que vinham do quarto deles resolvi me tocar.
Tirei minha calça leggin e minha calcinha, e já fui me tocando.
Comecei a passar devagar o meu dedinho sobre meu grelinho, fazendo movimentos circulares, um vai e vem delicado, mas o suficiente pra me deixar ainda mais molhada.
Passei o dedinho na porta da bucetinha que já estava inundada de melzinho, dei uma molhadinha e voltei pro grelinho, e no fundo o barulho que me guiava.
- Vai jhon, mete forte caralho, seu safado! FOdeeee
PLO PLOC PLOC
Não aguentei e enfiei 2 dedinhos na bucetinha, e fui aumentando o ritmo, o barulho deles junto com o melzinho da minha bucetinha foi o que me deixava mais taradinha!
Com o movimento que só a gente conhece ne meninas? Os dedos pra cima roçando no pontinho gozei, ou melhor! Esguichei como nunca, molhei foi tudo, meu corpinho, a cama, lençol!
Rapidinho, levantei pra tentar me limpar e tentar limpar minha cama, e logo percebi que não escutava mais nada, era sinal de que eles tinham acabado.
Tava no banheiro quando escutei a porta do meu quarto abrir, meu coração disparou e eu já sabia quem era, sem nem ver. Era mamãe, ela veio devagarzinho e como sempre carinhosa comigo.
- Oi meu amor, tudo bem?
- O...Oi ma..mamãe, to sim e você?
- Eu to ótima, e você?
- Simm, sim é... To limpando a agua que eu derrubei na cama.
- Hummm, sei agua né? rsrs
- É mamãe, agua.
- Filha, senta aqui vem conversar comigo.
Meu coração disparou de novo, mas agora era só medo.
- Filha, eu sei que você viu e ouviu também, mas que quero dizer que ta tudo bem, não precisa ficar com vergonha nem medo.
- Ai mamãe, desculpa eu não aguentei de curiosidade.
- Tudo bem amor, é normal na sua idade ter curiosidade, querer experimentar coisas novas, ver coisas novas. Principalmente fazer coisas novas rsrs.
- Eu sei mamãe, mas eu to com muita vergonha, ver vocês assim é estranho né.
Eu reparei que ela olhou pra cama, e viu minhas roupas no chão, principalmente minha calcinha toda lambuzada.
- É filha, pelo jeito não é só vergonha né? Mas eu vou te falar uma coisa, você puxou muito a mim, até na hora de gozar.
E assim ela saiu, rindo como se fosse a coisa mais normal na vida, ver a filha observando ela sendo fodida, e saber que a filha esguichou ouvindo o sexo que eles faziam.
CONTINUA...