Eu estava de boas, tranquilo e feliz. Mas você sabe como são as coisas: quando a gente está solteiro, elas desaparecem; mas, quando você tem alguém, elas te enxergam a quilômetros de distância.
Eu estava apenas pegando um voo para um congresso; a princípio, não havia nada de mais nisso. O voo saía às oito da manhã, mas, por excesso de prudência, cheguei ao aeroporto às 6h30. Levava uma mochila cargueira e um tubo de plástico onde guardava o banner. Apesar de ter chegado cedo até demais, fui um dos últimos a embarcar, já meio irritado com o pouco espaço do corredor que dificultava a entrada com a mochila nas costas e aquele tubo chato batendo em tudo. Não esperava nada de extraordinário, nada além de uma viagem como tantas outras, mas, quando sentei em meu lugar, meus olhos deram de frente com os dela.
Uma loirinha de olhos azuis ocupava a janela. Eu me sentei no corredor, e o assento do meio permanecia vazio. E assim continuou até a hora da decolagem. Não lembro exatamente dos detalhes, mas lembro que foi ela quem puxou assunto. Raramente acontece de a moça tomar a iniciativa; normalmente nada acontece, ou eu tento puxar conversa apenas para receber poucas palavras lacônicas em resposta e o silêncio subsequente.
Ela perguntou se eu era arquiteto. Vendo a surpresa em meus olhos, pediu desculpas pela intromissão, por ter perguntado assim, sem mais nem menos. Respondi que não era nenhum incômodo e disse que não: eu era um estudante indo para um congresso. Ela explicou que achou que eu fosse arquiteto por causa do tubo, que a fez lembrar dos tempos de faculdade. Ela, sim, era arquiteta. Falamos sobre várias coisas depois disso: sobre a arquitetura atual sem vida, a mecânica do avião que emitia barulhos estranhos enquanto voava e que, às vezes, parecia perder a sustentação no ar por alguns segundos. Falamos até sobre uma árvore que tenho em casa; disse a ela que esperava nunca ter de cortá-la, e ela me garantiu que a prefeitura não me deixaria fazer isso, mesmo se eu precisasse.
Ela contou que estava indo ao casamento de um primo e a conversa fluiu. Conversamos o voo inteiro. Acabei me mudando para o banco do meio para conversarmos melhor, encurtando a distância entre nossos ombros. Quando chegamos, trocamos contatos. Foi assim que soube que seu nome era Mariana e que ela trabalhava na prefeitura.
O congresso foi legal, mas isso pouco importa agora. Naquela época, eu estava com a Daiana. Não era bem um namoro, já que ela não abandonava o corno gordinho dela por nada. Eu era o sujeito que fazia o trabalho duro que o cara tinha preguiça de fazer. Ou, como ela mesma dizia brincando: eu era o "pau amigo". É mole?
Funcionava basicamente assim: nós nos encontrávamos toda semana, religiosamente. Mas, nos fins de semana, ela sumia do mapa; não respondia mensagens, não atendia ligações, não dava sinal de vida. Era o momento "dele". Ou seja, nos fins de semana eu ficava literalmente chupando o dedo, mas a vontade não ia embora junto com ela. Foi numa dessas noites de tédio e tesão acumulados que eu lembrei do contato da Mariana.
Não foi difícil convencer a arquiteta a sair. Combinamos, naquela sexta-feira mesmo, de nos encontrar na Cidade Baixa. A arquiteta da prefeitura, porém, não quis saber dos bares baratos que eu, um estudante quase falido, costumava frequentar; então, acabamos indo a um restaurante mais sofisticado.
A gente se encontrou na porta do restaurante. Ela usava um vestido curto que não escondia nenhuma das curvas de seu corpo; as pernas estavam praticamente nuas. O corte era tão curto que parecia um milagre a calcinha não aparecer por baixo. O decote também era generoso, deixando claro que aqueles seios eram reais, sem nada dos enchimentos que a Daiana costumava usar — não que eu me importasse com isso, já que a Daiana tinha o seu próprio charme. E não, ela não era gordinha; ela estava no limite para ser. Na real, ela é uma gostosa com o corpo mais cheinho, mas ainda em forma. Era lindo. Tinha o charme da gordinha e a postura da magrela top model.
Ela estava extremamente cheirosa, com a pele macia. Nos demos um breve abraço e um beijo no rosto. A conversa fluiu com a mesma facilidade do voo; o papo era inteligente, mas nunca sem aquele toque de humor, principalmente depois que o vinho a fez se soltar de vez. A verdade é que, tirando o ambiente e o preço da conta, a dinâmica não foi muito diferente de um encontro no Cavanhas.
Eu não lembro exatamente de tudo o que conversamos, foi basicamente blá-blá-blá. Mas lembro do beijo que dei na boca dela na frente do restaurante quando saímos. Lembro também de sentir que sua calcinha estava bem molhadinha em meus dedos. Definitivamente, eu não estava acostumado a tomar vinho. Sei que fomos para um motel; lembro do quarto com espelhos e de algumas sensações, mas...
Uma semana depois, a gente decidiu se ver mais uma vez. Eu estava nervoso, pois não tinha certeza se a noite anterior tinha sido boa para ela também, mas ela já veio com o gelo quebrado. Ela lembrava de muito mais coisas do que eu; lembrava dos causos que eu havia contado e de uma série de coisas que eu nem sei como deixei saírem da minha boca. E o pior é que ela não só lembrava, ela ria. Nem parecia mais aquela mina séria do avião.
A gente decidiu ir ver um filme, dar umas voltas no shopping e acabamos no caos do meu apartamento. Quando abri a porta, pensei que ia perder a moça na hora. Estava tudo uma bagunça: louça suja na pia e na mesa da sala, roupas jogadas no encosto do sofá e aquele pó nos móveis e no piso que surge de um dia para o outro, como mágica. Mas ela me disse, rindo, que aquilo parecia o apartamento que ela dividia com as amigas nos tempos de estudante.
Tentei dar uma ajeitada rápida, mas não adiantava muito; não dava para "desver" o que já havia sido visto, não é mesmo? Ela se sentou no sofá e já começou a analisar como a sala ficaria melhor se o sofá fosse para lá, a mesa para não sei onde e… Antes de ela terminar de falar, apareci com uma cerveja, sentei ao lado dela e aproximei meu rosto do seu. Praticamente calei a boca dela com um beijo, e a coisa esquentou rápido, com aquele tesão de quem esperou a semana toda por isso. Abri os botões de sua camisa, que logo acabou no encosto do sofá; soltei o sutiã, liberei seus seios e comecei a chupá-los. Os bicos estavam durinhos, bem destacados. Ela gemia baixinho, fazendo cafuné nos meus cabelos e me puxando contra si.
Eu levantei e fiz com que ela se levantasse também. Virei-a contra a parede, apertando-me contra ela e fazendo-a sentir minha rola dura por sob o calção, enquanto eu beijava seu pescoço e orelhas. Levantei sua saia e baixei sua calcinha. Ela se empinou para mim e começou a gemer baixinho. Um gemido que parecia um choramingo de quem antecipa a caralhada.
Segurei-a pela cintura e a empurrei, fazendo-a apoiar as mãos na parede. Baixei meu calção, deixando minha pica para fora. A pica encontrou fácil a entrada da bucetinha; resvalou por entre as coxas e achou a carne meladinha e quente. Senti os lábios da xoxota, um de cada lado da cabeça do meu pau. Com uma empurradinha, comecei a entrar devagar, enquanto ela gemia num misto de dor e prazer. Estava muito molhada, e meu pau foi deslizando gostoso para dentro, sendo apertado com força. Comecei o movimento de entrar e sair; à medida que eu acelerava, ela era forçada contra a parede até que começou a estremecer de prazer.
Apesar de gostar dessa posição, que lembra uma revista policial, daquele jeito meu pau não conseguia entrar totalmente. Então, tirei-a da parede e a deitei sobre a mesa, de costas para mim. Agora a bucetinha estava totalmente exposta e já molhava as pernas com riscos de fluidos vaginais escorrendo. Voltei a meter, impassível, com mais ritmo. Do espelho da sala, via que seus peitinhos soltos balançavam gostosos para frente e para trás, ao ritmo das minhas investidas. Continuei bombando, fazendo-a gemer cada vez mais alto, sem me importar com os vizinhos, pois o tesão era maior que qualquer vergonha. Continuei enfiando e tirando o pau; não demorou para fazê-la estremecer novamente na minha frente. Aquilo era demais para mim e, por mais que eu quisesse durar um pouco mais, não tive como conter o gozo.
Daí em diante começamos a nos ver com frequência. Era "perfeito". Mariana trabalhava a semana toda e aparecia apenas nos finais de semana, quando a Daiana não podia; já a Daiana ficava comigo durante a semana, entre uma aula e outra da faculdade, justamente quando o "outro" estava trabalhando. Uma não sabia da existência da outra.
Isso me deixava tenso. Sempre que eu parava para pensar, sentia aquele gosto de tragédia na boca. Era como caminhar em uma corda bamba sobre um desfiladeiro, sabendo que, mais cedo ou mais tarde, uma lufada de vento ou uma mensagem enviada na hora errada faria tudo desmoronar.
A Daiana não demorou a perceber que o estudante desleixado estava, de repente, criando senso estético. Uma estante nova apareceu na sala; era usada, mas estava estranhamente bem arrumada. A disposição da sala também tinha mudado; agora até parecia um lar. Para quem vivia no meio do caos, aquela organização de livros e objetos era um sinal de que algo estava errado. A Daiana olhava para as prateleiras com desconfiança.
Antes, porém, de ela perguntar algo, eu a abracei por trás e perguntei ao pé do ouvido:
— O que achou da estante?
Ela usava um vestidinho leve e curto. Calçava sandálias sem salto. Tinha as pernas longas e as coxas grossas, culminando num bumbum que parecia torneado. A cintura era fina e os seios eram pequenos. Minhas mãos não demoraram a invadir seu vestido e sua calcinha. Enfiei dois dedos na boceta dela sem pensar, ela rapidamente ficou molhada. Ela suspirou e, por um momento, esqueceu da estante.
— Safado!
Meu pau estava meia-bomba, mas já se fazia sentir por baixo da minha roupa. Eu alisei os seios dela enquanto dizia palavras sujas em sua orelha. Ela se virou em minha direção; eu puxei as alças do vestido para os lados, fazendo-o cair no chão. Os bicos saltados dos seios não mentiam. Beijei seus lábios e depois me ajoelhei — acho que um pouco por culpa, outro tanto por tesão. Beijei com carinho aquela bucetinha sob a calcinha branca toda molhada. Depois puxei a calcinha de lado e comecei a chupar. Com uma das mãos, segurava a bunda dela; com a outra, mantinha a calcinha afastada. Aquela não era a posição mais confortável para chupar uma buceta, e ela ajudou, colocando um dos pés sobre as minhas costas e segurando ela mesma o tecido de lado. A expressão dela era de puro tesão, com os olhos perdidos em mim, boca entreaberta e respiração entrecortada.
O pau agora estava latejando.
— Me come, seu safado! Enfia em mim tudo. Aqui mesmo!
Como eu podia recusar um convite desses? Mais uma vez usei a mesa de jantar. Deitei-a de pernas para o ar, tirei a calcinha jogando-a longe e posicionei a cabeça do meu pau na entrada da bucetinha. Meu pau deslizou para dentro daquela boceta quente. Comecei a entrar e sair; ela tentava gemer baixinho, mas tinha uma voz potente de cantora pop que era difícil de controlar. Senti que não ia demorar para eu gozar. Depois de algumas bombadas, coloquei as pernas dela sobre os meus ombros e esqueci de tudo e meti com força, socando até o talo, mesa parecia que não ia aguentar. Ela abafou os gemidos como pode até gozar junto comigo.
Depois, fomos para a cama para uma segunda rodada. Na verdade, não havia muito por que esconder a Mariana da Diana. Afinal, nós já tínhamos um "relacionamento aberto", mas eu sabia muito bem que, às vezes, o que as palavras dizem não acompanha o que o peito sente.
Eu já tinha visto esse filme antes. Lembra de quando a Jéssica se intrometeu entre nós? Pois é. Naquele conto em que eu tive as Duas Gostosas na minha Cama, no início a Diana pareceu aceitar a ideia, mas o ciúme não tardou a aparecer. Ela não gostou nada de dividir o "pau amigo" com outra mulher sob o mesmo teto. No fim, virou um beco sem saída: a Jéssica tinha medo do que os amigos diriam se eu largasse a Diana para ficar com ela, e a Diana não suportava a concorrência.
Se você não está entendendo nada dessa confusão, saiba que eu, no meio de tudo aquilo, também não entendi foi nada. Mas, mesmo sem entender, eu pressentia que a Diana não ia aceitar muito bem aquela "traição". A vida é complicada: eu gostava das duas, mas sabia que aquilo não ia acabar bem. Eu tinha que me decidir por uma ou assumir o risco de tentar, mais uma vez, formar um trisal. O problema é que eu não sou conhecido por ser uma pessoa decidida, muito pelo contrário. Então, fui levando aquela situação com a barriga, mesmo percebendo que, quanto mais o tempo passava, mais embaraçoso tudo aquilo ficava.
Mas, por mais que a situação fosse essa, a verdade é que a Diana não tinha moral para me cobrar fidelidade; afinal, eu era o "step" dela. Em vez disso, ela veio com um papo de que eu devia encontrar uma mulher para ser só minha. Era um discurso que misturava culpa e ciúme, eu sei lá. Dizia que não queria me atrapalhar e que eu devia investir em outras, mas deixava claro que "queria saber" de tudo.
Lembro bem: ela estava nua na cama comigo, tínhamos acabado de transar e ela mantinha-se abraçada a mim, pele com pele. Eu queria contar, então aproveitei a oportunidade:
— Então... eu conheci uma tal de Mariana.
Contei quase tudo, só não falei que já estávamos namorando pelas costas dela. Falei como se fosse apenas uma amiga por quem eu estava a fim. Não é que eu tenha mentido; eu só não contei a história inteira. Ela me ouviu como uma amiga faria: comentou, riu de algumas coisas e disse que eu devia investir, sim. Mas reconheceu o óbvio: nós teríamos de terminar assim que algo acontecesse. Afinal, né…
A tragédia estava pronta para acontecer. Deus já estava fazendo a contagem regressiva. Uma semana depois, eu e a Diana estávamos na cozinha, arrumando algo para jantar, quando o interfone tocou.
Podia ser a visita de um amigo? Podia. Mas o destino raramente é tão generoso. Atendi com o coração na boca.
— Oi! — eu disse, tentando manter a voz firme.
— Oi, querido! Abre aqui, estou precisando daquele negócio que eu te emprestei para amanhã.
Era a Mariana. O "querido" ecoou pelo fone do interfone alto demais, vibrando no silêncio da sala. Eu gelei, sentindo o olhar da Diana fixo nas minhas costas, como se pudesse atravessar minha espinha.
— É... tá... você não quer que eu leve aí embaixo para você? — arrisquei, numa tentativa patética de conter o estrago.
— Por quê? É uma má hora? — a voz dela veio carregada de uma curiosidade perigosa, captando a hesitação no meu tom.
— Não, é que você deve estar cansada, não...
Houve um momento de silêncio do outro lado. Um silêncio que pesou toneladas, onde cada segundo parecia uma confissão de culpa.
— Tá, ok. Só vem logo — ela respondeu, curta.
— Tá, estou indo.
Virei-me e encontrei a Diana. Ela me olhava com uma expressão que misturava dúvida, raiva, apreensão e sabe-se lá o que mais. O "relacionamento aberto" e o papo de "amiga" da semana anterior estavam sendo testados em tempo real, e o resultado não era bom.
— Eu... eu já volto — consegui balbuciar.
Fui até a sala, peguei o rolo com o projeto que a Mariana tinha me mostrado e acabado esquecendo ali, e bati a porta do apartamento atrás de mim. O som da fechando ecoou pelo corredor vazio, mas o verdadeiro barulho era o que martelava dentro da minha cabeça.
A Mariana estava sorridente, não pareceu achar nada tão estranho. Usava uma roupa própria para o trabalho, nada de decotes ou saias curtas demais; apenas uma calça preta e uma camisa vermelha.
— O que é que você está escondendo de mim? — perguntou ela, em tom brincalhão, com aquele brilho no olhar de quem sabe que tem poder sobre mim.
— Ah... eu estou com uns colegas da faculdade aí, a gente está estudando para uma prova... — menti, sentindo o suor frio brotar na nuca.
— Hmmm, mas você não tem nem um tempinho para um beijo, não?
Antes que eu pudesse inventar outra desculpa, ela me jogou contra a parede e me beijou sem pudor. Senti que não havia mais barreiras entre nós àquela altura; ela era a dona do pedaço, e o beijo selava isso.
— Você parece meio tenso. Pelo visto, essa prova vai ser difícil — disse ela, pegando o tubo do projeto.
Enquanto ela falava, o som que eu mais temia ecoou pelo hall: ouvi passos rápidos vindo pelo corredor. Passos decididos. Passos que eu conhecia muito bem.
A Diana andava decidida em nossa direção. Ela simplesmente passou por nós, soltou um "boa noite" frio que gelou o corredor, cruzou a porta e sumiu na escuridão da noite. Eu não conseguia esconder minha emoção; o impacto foi visível no meu rosto.
A Mariana não tinha como não ter percebido nada, mas ela decidiu ir embora sem confrontar. Apenas me olhou, com aquele brilho de quem entendeu o jogo todo, e disse:
— Boa prova amanhã, querido.
O apartamento estava impregnado com aquele cheiro característico de comida queimada. Um pouco de fumaça ainda escapava da cozinha, tingindo o ar com o rastro do jantar que nunca aconteceu.
Eu não sabia se a Mariana voltaria a falar comigo algum dia, mas tinha a certeza absoluta de que havia perdido a Diana. Antes mesmo de tentar mandar mensagens ou fazer qualquer ligação, eu já sentia o vazio. Tentei, mas o silêncio do outro lado foi definitivo: ela me bloqueou por completo. Não atendia, não visualizava, não existia mais para mim.
Fiquei ali, sozinho no meio daquela sala "estranhamente bem arrumada", cercado pelos vestígios de duas mulheres que, em questão de minutos, haviam se tornado fantasmas na minha vida.
Lembro de uma vez que ouvi uma palestra na universidade de um professor de filosofia. Ele dizia uma coisa mais ou menos assim: uma coisa é o que a gente acha que vê ou sabe; outra coisa é o que está lá de verdade. Era basicamente isso, com aquelas palavras estranhas que só eles usam. Eu tinha certeza de que a Mariana nunca mais ia ser a mesma depois daquela noite. Mas, no sábado de manhã, já tinha um:
— Oi, sumido! — no meu celular.