Mãe, Esposa e Lockdown, o flagra que mudou tudo. Parte 2

Um conto erótico de Alucard
Categoria: Heterossexual
Contém 780 palavras
Data: 15/04/2026 15:11:41

Parte 2

A luz alaranjada do crepúsculo filtrava-se pelas persianas entreabertas, desenhando listras de fogo sobre o piso de taco. O calor era uma manta pesada, e o som rítmico do ventilador de teto parecia marcar a pulsação acelerada da casa. Na sala, o silêncio não era de tédio, mas de uma expectativa elétrica que fazia os pelos do braço se arrepiarem a cada respiração.

Minha mãe ocupava sua poltrona habitual. O livro repousava esquecido em seu colo enquanto ela se recostava, permitindo que a camisola de cetim pérola escorregasse pelos ombros, revelando a pele madura e acetinada. No sofá, a poucos metros, minha esposa iniciou o movimento que selaria nosso pacto silencioso.

Sem desviar o olhar da minha mãe, minha esposa deslizou a mão para o meu colo. Seus olhos sustentavam um desafio mudo, uma promessa de exibição que não precisava de palavras para ser compreendida. Com uma lentidão torturante, ela desabotoou meu short, libertando meu pau que saltou para fora, latejante e com a glande já brilhando sob a luz mortiça da tarde.

Minha mãe não desviou o rosto. Pelo contrário, ela fechou o livro e inclinou o corpo para a frente, apoiando os cotovelos nos joelhos. O movimento fez com que o cetim da camisola se esticasse sobre suas coxas fartas, e a sombra de sua intimidade, sem calcinha, tornou-se o ponto focal da sala. Ela levou uma das mãos ao pescoço, descendo os dedos lentamente pelo decote até que sua mão desaparecesse sob a barra do tecido, entre suas pernas. O ritmo dos seus ombros denunciava o movimento urgente que começava ali embaixo.

Minha esposa começou a me masturbar, usando a palma da mão para apertar a base e o polegar para circular a cabeça do meu membro. O som úmido da pele roçando na carne preencheu o ambiente, um vlap-vlap rítmico que agia como um metrônomo para a respiração cada vez mais curta da minha mãe.

A tensão atingiu o ponto de ruptura quando minha esposa deslizou do sofá para o chão, ajoelhando-se entre as minhas pernas. Ela lançou um último olhar cúmplice para minha mãe, um sorriso felino de quem sabe que tem o controle da cena, e envolveu meu pau com os lábios.

O contraste térmico foi imediato. O calor úmido da boca dela, a sucção profunda que buscava a base, e o som da saliva sendo trabalhada criaram uma sinfonia de depravação. Minha mãe arqueou as costas na poltrona, os olhos vidrados em cada movimento da cabeça da nora sobre o meu sexo. A mão dela, sob o cetim, movia-se agora com uma violência frenética. O som de seus dedos mergulhando em sua própria boceta ensopada era audível, um chapinhar rítmico que se fundia ao som da felação.

Eu estava no limite, preso entre a sensação orgástica da boca da minha esposa e a visão hipnótica da minha mãe se masturbando para nós.

Senti a onda subir, uma pressão insuportável na base do ventre. Agarrei os cabelos da minha esposa, guiando suas últimas sucções enquanto meu corpo espasmava. O jato veio forte, inundando a boca dela.

Seguindo o roteiro de pura exibição, ela se afastou lentamente, mantendo a boca entreaberta para que minha mãe visse tudo. O sêmen branco, espesso e viscoso cobria sua língua e escorria pelos cantos dos lábios vermelhos. Ela sustentou o olhar da sogra por longos segundos, exibindo o fluido como um troféu.

Então, com um movimento deliberado, minha esposa inclinou o rosto sobre o meu pau. Ela deixou que a porra acumulada em sua boca transbordasse, deixando-a escorrer como um creme denso sobre a glande avermelhada, descendo pelo tronco do membro e sujando minhas bolas e as próprias mãos dela. Era uma cascata de luxúria, brilhando sob a luz do pôr do sol.

Ao ver aquela imagem — o filho banhado pelo próprio sêmen e a nora exibindo a prova daquela entrega — minha mãe atingiu seu limite. O corpo dela esticou-se violentamente na poltrona, os pés enterrando-se no tapete. Seus dedos, enterrados profundamente em si mesma, trabalharam em um último e violento esforço.

Ela soltou um suspiro longo, quase um rugido abafado, enquanto seu corpo tremia em um orgasmo que parecia drenar todas as suas forças. O rosto dela estava transfigurado, a máscara da maternidade completamente substituída pela face de uma mulher em êxtase.

Ela relaxou na poltrona, ofegante, o suor fazendo a camisola aderir ao peito, revelando os mamilos intumescidos que pareciam querer rasgar o cetim. O cheiro de sêmen, suor e o aroma terroso da excitação feminina tomou conta da sala.

Minha esposa limpou o queixo com o polegar, lambendo o resto do fluido com uma satisfação silenciosa, e trocou um olhar profundo com a sogra.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive @alucard a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários