Dei Moradia a um Amigo e Minha Vida Mudou – Parte 3

Um conto erótico de Sussurro Proibido
Categoria: Heterossexual
Contém 778 palavras
Data: 15/04/2026 14:06:56

Depois daquela mensagem do Carlão, o clima em casa mudou de tom. Não foi nada gritante, foi sutil, quase imperceptível para quem não conhece a gente. Mas eu conheço a Helena. Conheço cada piscadela, cada mordidinha de canto de boca, cada vez que ela tá com a cabeça fervendo de safadeza.

Naquela mesma noite, depois que os meninos dormiram, a gente foi pra cama cedo. Deitei de conchinha com ela, mão já passeando por baixo da camisola, apertando aquele peito quente, mamilo duro roçando na palma da minha mão. Ela rebolou de leve contra meu pau, que já tava latejando.

— Amor… — voz dela baixa, quase um sussurro no escuro — Tu tá pensando a mesma coisa que eu?

Enfiei dois dedos na boceta dela de uma vez. Molhada. Quente.

— Tô pensando que meu amigo ouviu minha esposa gemendo “me arromba” hoje e deve ter ficado com o pau duro até agora ou está batendo uma punheta.

Ela gemeu alto com meus dedos entrando e saindo, quadril acompanhando o ritmo.

— E tu… ficou com ciúme ou ficou com tesão?

Respirei fundo, meti o terceiro dedo, sentindo ela se abrir toda.

— Os dois. Ciúme… e tesão do caralho.

Ela virou de frente, montou em mim, pau deslizando direto pra dentro daquela boceta quente. Começou a cavalgar devagar, olhando fundo nos meus olhos.

— Então imagina… imagina se ele tivesse ficado ali na porta… só olhando… eu gemendo alto pra ele vendo cada estocada tua entrando em mim…

Meu pau pulsou tão forte dentro dela que quase gozei na hora. Segurei firme na cintura, dei um tapa forte na bunda.

— Puta que pariu, Helena…

Ela se inclinou, boca no meu ouvido, voz rouca, quase umedecendo minha orelha:

— Imagina se ele chega perto e aperta minha bunda, tá tapinhas…

Aquilo foi demais. Virei ela de bruços, meti com força, socando até o talo, cama rangendo, ela abafando os gemidos. Gozei tão forte que vi estrelas, jatos grossos enchendo ela enquanto ela tremia toda gozando junto.

Depois ficamos ali, suados, ofegantes, coração disparado. Ela virou o rosto, me deu um beijo molhado.

— Só de imaginar já gozei duas vezes, amor… Por favor, não deixa isso acabar nunca?

Respirei fundo, levei a mão até o rosto dela.

— Nunca deixaremos isso acabar… Mas estou com ciúme, mas excitado também.

Ela riu baixinho, safada.

— Ciúme é o tempero, querido.

Nos dias seguintes o jogo começou de verdade.

Carlão ficava nos quartos dos fundos, mas aparecia bastante na área da piscina, na churrasqueira. Sempre de short tactel, as vezes sem camisa, aquele volume marcando mais do que o necessário. Helena começou a aparecer com roupas mais soltinhas, folgadas, curtas ou apertadas modelando ainda mais sua boceta e bunda. No final de semana, na piscina ela passou a usar biquíni fio dental, aqueles de amarrar do lado, tecido fino, que quando molha fica quase transparente.

Eu via. Via ele olhando. Via ela se espreguiçando na espreguiçadeira, pernas abertas “sem querer”, mamilo duro marcando no tecido. Via ele engolindo seco e disfarçando.

Uma tarde, de sábado, estávamos os três na piscina. Meninos foram SESC com uns amigos, casa vazia. Eu na churrasqueira cuidando das carnes, eles dois dentro d’água. Helena nadava de um lado pro outro, biquíni que, quando saía pra tomar sol ficava aquele tecido colado, grelo marcado, boceta desenhada. Carlão não tirava o olho.

Ela saiu da água, pingando, veio até mim, me deu um beijo molhado na frente dele.

— Amor, passa óleo nas minhas costas?

Deitei ela de bruços na espreguiçadeira bem do lado dele. Comecei a passar o óleo, mão escorregando pela bunda, dedos roçando de leve entre as pernas. Ela soltou um gemido, quase inaudível. Mas eu sei que ele percebeu. Vi ele ajeitando o pau dentro do short.

Naquela noite, transando na cama, ela de quatro, eu metendo por trás, ela falou de novo no meu ouvido:

— Hoje ele ficou olhando enquanto tu passava a mão na minha bunda… eu abri mais as pernas de propósito… imagina se tu mandasse ele vir passar o óleo também…

Gozei tão forte que quase desmaiei, porra jorrando sem parar, ela gozando junto, boceta apertando meu pau como se quisesse sugar tudo.

Depois, deitados, eu respirando pesado, ela acariciando meu peito.

— Tá gostoso esse ciúme, né amor?

— Tá me matando… e me deixando louco ao mesmo tempo.

Ela beijou meu pescoço, voz doce e perigosa:

— Então deixa mais quente um pouquinho… só mais um pouquinho…

E eu sabia: a gente tinha aberto a porteira.

E não tinha mais volta.

Continua…

Sussurro Proibido

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Foto de perfil de Sussurro ProibidoSussurro ProibidoContos: 11Seguidores: 46Seguindo: 1Mensagem Estou aqui para publicar contos!

Comentários

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Agora vendo você fazer esse relato da tua vida tô aqui com o pau parecendo pedra de tanta tesão que conto gostoso de ler que imaginação que passa pela minha cabeça meu Deus meu Deus

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Quando eu casei com a minha esposa ela só usava short na praia certo dia fui com ela na praia antes de chegar na praia passei numa loja falei para ela hoje eu vou comprar o biquíni que eu quero que você use fui lá ela escolheu um biquíni grande eu falei não quero biquíni fio dental você é gostosa quer que os outro veja o que eu tô comendo daí para cá ela só usa esse tipo de biquíni na praia eu fico o dia quase todo de p******* imaginando os cara batendo p****** vendo aquele r**** deitado na areia tomando sol dá um tesão do c******

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