Meus 3 Enteados Capítulo 5- Outro Enteado

Da série Madrastra
Um conto erótico de Fernanda Escritora
Categoria: Heterossexual
Contém 1795 palavras
Data: 15/04/2026 12:33:47

As semanas continuavam passando e nossa rotina secreta se tornava cada vez mais intensa, mas eu ainda mantinha certos limites. Carlos respeitava quando eu dizia que algo estava muito avançado para mim — pelo menos por enquanto. Ele não insistiu no plug anal depois que eu pedi para ir mais devagar. Em vez disso, ele canalizava toda aquela energia dominadora para outras formas de me fazer sentir completamente dele.

As manhãs continuavam sendo o ritual mais sagrado.

Todo dia, quando Ricardo saía cedo para o trabalho ou viajava, eu subia as escadas ainda de camisola fina, o coração acelerado de expectativa. Entrava no quarto de Carlos sem fazer barulho e me ajoelhava ao lado da cama. Ele quase sempre dormia nu ou só de cueca. Eu puxava o lençol devagar e começava a acordá-lo com a boca, exatamente como ele havia determinado.

Naquela manhã de quinta-feira, por exemplo, Ricardo tinha saído às seis para uma reunião em Campinas. A casa estava silenciosa. Eu me ajoelhei, segurei o pau semi-duro de Carlos com a mão e dei lambidas lentas da base até a cabeça, sentindo ele endurecer rapidamente na minha língua. Quando estava bem duro, eu abri a boca e desci devagar, engolindo o máximo que conseguia.

Carlos acordou com um suspiro profundo, a mão grande indo direto para o meu cabelo.

— Bom dia, minha putinha… — murmurou, voz rouca de sono. — Isso… engole mais fundo hoje.

Eu relaxei a garganta e forcei um pouco mais, sentindo a cabeça grossa deslizar para dentro. Lágrimas vieram aos olhos, mas eu não parei. Subia e descia com movimentos ritmados, a saliva escorrendo pelo queixo, fazendo barulhinhos molhados que enchiam o quarto. Ele segurava minha cabeça com firmeza, guiando o ritmo, fodendo minha boca com estocadas curtas e profundas.

— Olha pra mim enquanto chupa — ordenou.

Eu levantei os olhos cheios d’água. O olhar dele era escuro, possessivo. Depois de uns minutos ele grunhiu, segurou minha cabeça com as duas mãos e gozou direto na minha garganta. Eu engoli tudo, lambendo depois para limpar cada gota.

Ele me puxou para cima da cama, tirou minha camisola e me deitou de costas. Abriu minhas pernas e enterrou o rosto entre elas, me chupando com fome enquanto eu ainda recuperava o fôlego. Sua língua girava no clitóris, dois dedos grossos entrando e saindo da minha boceta molhada. Eu gozei rápido, tremendo contra a boca dele, gemendo o nome dele baixinho.

Depois ele subiu, me beijou com gosto de mim e sussurrou:

— Hoje à tarde, quando eu voltar da academia, você vai estar esperando no meu quarto. De joelhos. Sem calcinha. Entendido?

— Sim… — respondi, a voz ainda fraca.

— Sim, o quê?

— Sim, Carlos.

Ele sorriu satisfeito e me deu um tapa leve na bunda antes de eu descer para preparar o café.

À tarde, obedeci exatamente. Quando Carlos chegou da academia, suado, o corpo brilhando, eu já estava no quarto dele: ajoelhada no chão, camisola levantada até a cintura, sem nada por baixo. Ele fechou a porta, tirou a camisa e se aproximou.

— Boa garota. Tão obediente.

Ele abriu a bermuda, tirou o pau ainda meio mole e colocou na minha boca.

— Chupa enquanto eu tiro a roupa. Devagar.

Eu chupei com calma, sentindo ele endurecer novamente na minha língua. Quando ele ficou completamente nu, me levantou, me virou de costas e me inclinou sobre a cama. Segurou meus quadris com força e entrou em mim de uma vez, fundo e grosso. Começou a meter com ritmo constante, forte, uma mão segurando meu cabelo como rédea.

— Você é minha amante agora, Fernanda. Minha putinha particular. Toda vez que eu quiser, você abre as pernas ou a boca pra mim. Entendeu?

— Entendi… ah… sim, Carlos… — gemia eu, empinando mais a bunda para receber as estocadas.

Ele acelerou, dando tapas firmes nas minhas nádegas, apertando minha cintura. O som dos nossos corpos se chocando ecoava no quarto. Eu gozei primeiro, apertando ele por dentro, as pernas tremendo. Ele continuou metendo até gozar fundo dentro de mim, grunhindo baixo, enchendo minha boceta de porra quente.

Depois, em vez de me deixar levantar imediatamente, ele me virou, me deitou na cama e se deitou ao meu lado, acariciando meu corpo suado com possessividade.

— Eu gosto quando você se entrega assim — disse ele, beijando meu ombro. — Sem pressa, sem culpa no momento. Só obedecendo. Isso me deixa louco.

Eu me aninhei contra o peito dele, sentindo o coração dele bater forte.

— Eu gosto de ser sua… — confessei baixinho. — Gosto de te acordar com a boca. Gosto quando você manda.

Ele sorriu e apertou minha bunda.

— Então vai continuar assim. Todas as manhãs. E sempre que eu mandar, você vem. Sem perguntas.

As semanas seguiam nesse ritmo delicioso e perigoso. Eu acordava ele quase todos os dias com boquete profundo. Às vezes ele me fodia logo em seguida na cama dele. Outras vezes me deixava molhada o dia inteiro e só me pegava à tarde ou à noite, quando conseguíamos um momento sozinhos.

Eu me sentia cada vez mais amante dele. Mais submissa. Mais viciada na forma como ele me dominava com a voz, com as mãos, com o pau.

E, por enquanto, ninguém na casa desconfiava de nada.

As semanas seguiam no mesmo ritmo deliciosamente proibido.

Todas as manhãs eu subia para o quarto de Carlos e o acordava com a boca, obedecendo à regra que ele havia imposto. Ele me fodia depois, às vezes na cama, às vezes me curvando sobre a mesa ou me fazendo cavalgar nele. Eu me entregava cada vez mais, sentindo um prazer culpado que só aumentava.

Naquela manhã de sexta-feira, Ricardo tinha viajado para o interior e só voltaria no domingo. Rodrigo e Eduardo tinham saído cedo — ou pelo menos era o que eu pensava.

Eu subi as escadas como de costume, vestindo apenas uma camisola curta de seda preta que mal cobria minha bunda. Entrei no quarto de Carlos sem fazer barulho. Ele ainda dormia de bruços, o lençol embolado na cintura.

Ajoelhei-me na cama, puxei o lençol e comecei a acordá-lo com lambidas lentas no pau. Quando ele endureceu, eu o engoli fundo, chupando com vontade. Carlos acordou gemendo, segurou meu cabelo e murmurou:

— Isso… boa putinha… engole tudo.

Depois de alguns minutos ele me virou de quatro sobre a cama, posicionando-se atrás de mim. Levantou minha camisola até a cintura, segurou meus quadris com força e enfiou o pau grosso na minha boceta molhada com uma estocada só.

— Ahhh… — gemi, empinando a bunda para ele.

Carlos começou a meter com ritmo firme, uma mão no meu cabelo, a outra dando tapas leves na minha bunda.

— Rebola pra mim… assim… você é tão gostosa de quatro.

Eu estava perdida no prazer, gemendo baixinho, quando ouvi o som da porta do quarto se abrindo devagar.

Meu corpo congelou.

Rodrigo estava parado na porta, olhos verdes fixos na cena: eu de quatro na cama do irmão, camisola levantada, Carlos metendo em mim por trás.

Por um segundo ninguém se mexeu.

Carlos parou as estocadas, mas não saiu de dentro de mim. Em vez disso, sorriu e apertou minha cintura.

— Entra e fecha a porta, Rodrigo.

Rodrigo obedeceu, fechando a porta atrás de si com um clique. Seus olhos percorreram meu corpo exposto, o pau de Carlos ainda enterrado em mim.

— Então era verdade… — disse ele, a voz baixa e calma, quase sem surpresa. — Meu irmão me conta tudo, Fernanda. Achou mesmo que eu não sabia que você virou a vadia particular dele?

Meu rosto queimou de vergonha. Tentei me mexer, mas Carlos segurou meus quadris com mais força, mantendo-me no lugar.

— Fica quietinha — ordenou Carlos. — De quatro mesmo.

Rodrigo se aproximou da cama, tirando a camiseta e abrindo o zíper da bermuda. O pau dele saltou para fora — um pouco mais longo que o de Carlos, mas igualmente grosso. Ele segurou meu queixo com uma mão e olhou nos meus olhos.

— Chupa meu pau também, vadia.

Eu hesitei, o coração disparado. Carlos deu uma estocada forte dentro de mim, fazendo-me gemer.

— Obedece — disse Carlos. — Você já é minha. Agora vai ser nossa.

Rodrigo aproximou o pau da minha boca. Eu abri os lábios, ainda de quatro, e comecei a chupá-lo enquanto Carlos voltava a meter na minha boceta. O ritmo era estranho no começo — dois paus ao mesmo tempo, um na boca e outro na boceta. Eu babava, engasgando levemente no pau de Rodrigo enquanto Carlos me fodia por trás.

— Porra… que boca quente — murmurou Rodrigo, segurando meu cabelo com as duas mãos e fodendo minha boca com estocadas curtas.

Eles me usaram assim por alguns minutos, sincronizando os movimentos. Eu me sentia completamente preenchida, usada, submissa entre os dois irmãos.

Então Carlos saiu de dentro de mim. Eu gemi de frustração, a boceta latejando.

— Hoje vai ser especial — disse Carlos, a voz rouca. — Primeira vez que você vai levar no cu, madrasta.

Meu corpo tensionou. Eu nunca tinha feito anal antes. Carlos percebeu meu medo e acariciou minhas costas.

— Relaxa. Vamos devagar. Você vai gostar.

Rodrigo se deitou na cama, puxando-me para cima dele. Eu me posicionei de frente para ele, sentando devagar no pau dele até ele estar todo dentro da minha boceta. Rodrigo segurou meus quadris e começou a meter para cima.

Carlos se posicionou atrás de mim, o pau brilhando com meus fluidos. Ele cuspiu na mão, espalhou na cabeça do pau e na minha entrada traseira, e começou a pressionar devagar.

— Respira fundo… relaxa o cuzinho.

A pressão era intensa. Centímetro por centímetro, ele foi entrando no meu cu virgem. Eu gemia alto, uma mistura de dor e prazer estranho, enquanto Rodrigo metia na minha boceta ao mesmo tempo. Quando Carlos estava todo dentro, os dois pararam por um momento, deixando meu corpo se acostumar com a dupla penetração.

— Caralho… tão apertada — grunhiu Carlos.

Eles começaram a se mover. Primeiro devagar, depois com mais ritmo. Um entrava enquanto o outro saía. Eu estava completamente preenchida — boceta e cu ao mesmo tempo. O prazer era avassalador. Lágrimas escorriam pelo meu rosto, mas eu gemia como nunca.

— Isso… toma os dois paus, vadia — disse Rodrigo, apertando meus seios.

Carlos segurava minha cintura, metendo no meu cu com estocadas cada vez mais firmes. A sensação de estar sendo fodida pelos dois irmãos ao mesmo tempo me fez gozar forte, apertando os dois paus dentro de mim, o corpo tremendo incontrolavelmente.

Eles não pararam. Continuaram metendo até que, quase ao mesmo tempo, gozaram. Carlos encheu meu cu de porra quente enquanto Rodrigo gozava fundo na minha boceta.

Eu desabei sobre o peito de Rodrigo, ofegante, o corpo dolorido e completamente satisfeito.

Carlos se inclinou e beijou minhas costas suadas.

— Bem-vinda ao clube, Fernanda. Agora você realmente é nossa.

Rodrigo sorriu, ainda dentro de mim, e murmurou:

— E isso foi só o começo.

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