Esse é meu primeiro conto.
Leitor assíduo, porém, criterioso, eu não gosto de 2 coisas em um conto:
1) Pobreza de escrita: contos curtos, mal escritos ou sem contexto!
2) Ficção: nada contra quem cria histórias, mas eu gosto de realidade.
Se você gosta de detalhes, de se deliciar com um relato verídico, esse conto é para você! Caso queira algo mais delirante, de qualidade duvidosa, não perca seu tempo: pule para outro conto!
Dito isso, as únicas coisas não verídicas aqui são nossos nomes. Do resto, o conto é verídico!
Eu, felizmente, fui agraciado com uma certa sorte quando se trata de vida sexual. Tive experiências convencionais, como qualquer pessoa, porém, com episódios surreais. Confesso que não tenho uma clareza quanto aos motivos que me levam a ter essas experiências. Talvez um pouco de ousadia, que sempre tive, ou um pouco do meu porte, ou até minha postura discreta, de não ser o típico homem que "come pra poder contar para os amigos". Enfim, isso não importa. O que importa é o meu relato. Vamos a ele?
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Durante meu período universitário, dos 19 aos 24 anos, eu tive o privilégio de alcançar algo sonhado por muitos homens: um caso com uma professora!
Sim, eu realizei um dos grandes fetiches de 9 a cada 10 homens. Mas não apenas um fetiche por si só, ou seja, sexo puro. Claro, o sexo era o nosso ponto forte. Mas foi além disso: tivemos um relacionamento. Sim, fomos namorados! Silvia, a professora; eu, o aluno!
Não posso negar que, apesar do relacionamento, esse não era o intuito inicial. Muito pelo contrário, eu investi naquela mulher única e exclusivamente com o intuito de levá-la para a cama. Um relacionamento era impensável, principalmente se considerarmos nossa diferença de idade: eu, 20; ela, 43. Mas, desde o primeiro beijo, já sabíamos que era para valer. Sim, antes mesmo da primeira transa.
Por fim, namoramos por 1 ano, no maior sigilo dentro da universidade. Até hoje, nenhum dos meus ex-colegas de sala sabe de nossa história. Ninguém sonha que, antes de muitas de nossas aulas, a gente metia gostoso, que eu sequer conseguia prestar atenção no conteúdo, pois estava apenas imaginando o que tínhamos acabado de fazer.
Ninguém desconfia que aquela professora rigorosa foi totalmente minha entre quatro paredes, que fiz aquela mulher meter como nunca. Pode parecer presunçoso essa afirmação, mas isso já me foi dito explicitamente por ela nos tempos de namoro. Ela foi casada durante 20 anos e, apesar de um divórcio amigável (são amigos até hoje), era um casamento monótono e conservador.
Silvia nunca teve filhos, por opção própria. Sempre teve isso muito claro em sua cabeça. Desde os tempos de universidade, ela dizia. Além disso, segundo ela, isso a ajudou a manter o corpinho mignon. Silvia tinha por volta de 1,70m, magrinha, peitos pequenos, bunda média e uma cinturinha fina...que era um tesão. Cabelos lisos, pretos e um pouco abaixo dos ombros. Ahh, ela era muito bonita também. Mas por que "muito bonita" e não "linda"? Pois, linda, muitas vezes, se resume apenas ao rosto. E, para mim, Silvia era linda por completa.
Obs: tinha uma carinha de safada...especialmente quando sorria.
Tudo isso mantido com muita aula de spinning e alguns dias de academia!
Pois bem...nosso namoro foi no início da minha faculdade (fiz um curso de 5 anos). Ela voltou a ser minha professora no quinto semestre, mas mantivemos o devido respeito e admiração acima de qualquer coisa, com ela sempre sendo rigorosa comigo durante as avaliações. Aliás, nunca me deu colher de chá!
No meu último ano do curso, eu estava muito a fim de ir a um barzinho que frequentava com ela, porém, não era muito a vibe dos meus amigos, que só queriam saber de balada, música eletrônica e raves. Foi quando, inesperadamente, me veio à cabeça: "por que então não chamar a Silvia?" Confesso que fiquei receoso: primeiro, que ela poderia recusar; segundo, que eu poderia querer algo a mais com ela. A segunda opção sempre me passou pela cabeça, até porque, quando transávamos...era demais! Mas, venci esses pensamentos e a convidei. Eu realmente estava com muita vontade de ir naquele lugar. Se rolasse algo com ela, ótimo. Se não, tudo bem. Valia a companhia e o não eu já tinha.
A surpresa veio quando, de bate-pronto, Silvia aceitou. Eu não acreditei! Não sabia o que pensar: "será que vou comê-la novamente? Será que vai ser uma noite apenas agradável para duas pessoas que se respeitam muito e têm um carinho muito grande um pelo outro?" Deixei rolar...então, como nos velhos tempos, o combinado seria o seguinte: eu iria até o apartamento dela, e de lá iríamos no seu carro. Assim foi...
Quando cheguei, pedi para interfonarem no apartamento dela e avisarem que lá estava. O porteiro, o mesmo de anos atrás, que tantas vezes me viu ali chegar, então, me informou que eu poderia subir que "dona Silvia estava te esperando".
Não pude conter um riso discreto, afinal, foram muitas as vezes em que, para visitá-la, eu tinha que passar por ele, que autorizava minha entrada com muita educação; porém, com um carisma que beirava o "la vai o moleque comer a coroa novamente!" Natural, afinal de contas, ele não sabia que éramos namorados, mas me via todos os finais de semana chegando por ali. Além disso, filho eu não seria, pois filho não precisa pedir autorização para entrar rsrsrs. Namorados ou não, no fundo ele sabia o que rolava naquele apartamento rsrs
Silvia me recebeu linda, como sempre.
"Oi, Luan! Tudo bem? Quanto tempo! Entre, fique à vontade. Me desculpe, estou um pouco atrasada, mas falta pouco pra eu estar pronta!"
Silvia ainda estava se arrumando: o clima na cidade estava ameno, ela usava um jeans que ia por dentro de uma bota para temperaturas mais baixas, muito charmosa. Vestia uma blusa básica, preta. Os cabelos muito bem arrumados. Grandes brincos de argola, finos. Faltava a maquiagem, que, para mim, era o menos importante. Aquela mulher era um charme: tinha classe, era linda, gostosa, com carinha de sem-vergonha...me pau pulsa só de lembrar!
Então, sabendo do atraso, ela me oferece uma cerveja, que prontamente aceito. Como não podia ser diferente, ela também me acompanhou. Bebia enquanto terminava os retoques finais. E assim fomos conversando amenidades. Lembro-me de que chego a pensar: "vai ser uma noite agradável, de boa companhia e música boa, mas...algo a mais aqui será difícil ou incrível, pois essa mulher está demais!"
Quando namorávamos, Silvia vivia em um apartamento recém-adquirido pós-divórcio. Localizado num excelente bairro de uma grande capital brasileira, ele era simples: uma cozinha americana, uma sala de um tamanho razoável, que era dividida "artificialmente" entre sala e "escritório", um quarto pequeno com cama de solteiro e um banheiro. Na época, ainda estava sendo imobiliado. Como trabalhava muito, Silvia sequer tinha um sofá e a sua teve ficava em um banquinho. Naquela época todo lugar naquele pequeno apê era usado para as nossas perversidades: metíamos no quarto, no banheiro, na cozinha, na sala/escritório, no chão ou no colchão de casal que ela adquiriu para colocar no chão da sala nos fins de semana em que estivéssemos juntos.
Porém, quase 4 anos depois, as coisas tinham mudado: seu apartamento estava mais rico em detalhes, com mais mobília, melhor distribuído. Silvia agora tinha um sofá rsrsrs. Pequeno? Sim, mas um sofá! E foi ali que sentei, tomando a cerveja oferecida, enquanto papeávamos. Entre idas e vindas, de lá para cá, Silvia apareceu deslumbrante: além do que já descrevi acima, ela agora estava com uma jaqueta vermelha de couro linda, batom vermelho, deixando-a com um ar mais...ousado, de personalidade.
Com seu sorriso marcante e a cerveja vazia, ela se senta do meu lado e, com uma mão em minha coxa, me diz:
"Ufa! Estou pronta! Desculpe a demora, Luan!"
Eu estava maravilhado com aquela mulher, anos depois...
"Uau, você está linda! Como sempre!" — soltei de forma genuína, sem pensar!
Silvia sorriu e me perguntou:
"Mesmo? Você acha?"
Talvez a forma como eu falei lhe tenha causado surpresa, dado seu olhar encantado. E também por uma certa insegurança que a idade lhe trouxera, que ela me relatou, afinal, agora estava com aproximadamente 47 anos:
"Muito, o tempo parou pra você! Continua a mesma!"
Ela não me agradeceu com palavras, mas através de um sorriso largo, lindo, seguido de um fraco sussurro:
"ahhhh!"
Foi inevitável, não precisou de mais nada. Apenas retribui o sorriso, nos aproximamos ainda mais naquele sofá pequeno e o beijo rolou...mas, diferente de outrora, onde aquilo pegava fogo, onde quer que estivéssemos, dessa vez foi calmo. Parecia que estávamos em um jogo de dúvidas; se queríamos nos curtir naquele momento, se aproveitaríamos à noite primeiro ou se arriscaríamos em algo a mais.
Ficamos uns bons minutos nos curtindo, sentindo aquele cheiro dela que nunca saiu da minha cabeça.
Após o longo beijo, paramos, nos olhamos e sorrimos.
Até então, eu ainda não estava certo de onde aquilo iria nos levar.
Mas eu confesso que, mesmo diante da situação, eu, de fato, ainda imaginava que fôssemos sair, curtir a noite, e quem sabe, na volta, nos acabarmos como sempre. Até que uma situação e um diálogo surpreendente aconteceram:
Silvia: "Uau, mas que beijo delicioso! Você também não mudou nada! Continua o mesmo, lindo e com um beijo inesquecível!"
Aquele beijo me deixou maluco e, ainda anestesiado, soltei uma frase que seria impensável:
"Obrigado, mas sim. Eu mudei!"
Silvia então questiona:
"Mudou o que? Mudou nada! Continua o mesmo galanteador de sempre!
Como tínhamos liberdade um com o outro e muito senso de humor, eu respondo de bate-pronto:
"Sim, mudei! Hoje eu depilo minhas partes íntimas!"
Silvia odiava quando eu fazia isso, pois, segundo ela, a incomodava quando a gente transava, pois a pinicava. Como metíamos muito, alguns finais de semana ela ficava toda vermelha, de tanto pau, mas também pelo contato dos pelos aparados em crescimento.
Ela também não se depilava por inteiro. Deixa uma tirinha até o grelo. E mesmo com essa "proteção", ainda a incomodava se eu raspasse minhas partes íntimas. Nem quando eu depilava a agradava. Então, durante nosso namoro, eu tive que me adaptar e apenas aparar.
Eu confesso que minha fala foi tão espontânea e rápida, que nem me deu tempo de pensar no que eu havia dito. Silvia, aos risos, me indagou:
"Não brinca! É mesmo?"
Ainda entorpecido pelo tesão, pelo calor do momento, eu dobrei a aposta, mais uma vez, sem raciocinar direito:
"Sim, quer ver?"
Antes que eu pensasse no que havia acabado de dizer, Silvia foi ainda mais surpreendente:
"QUERO!"
A firmeza na resposta, o sorriso no rosto, derrubaram o último tijolo de pudor que existia em mim. Me levantei, desabotoei minha calça, a abaixei até os joelhos (tudo isso olhando em seus olhos, ao mesmo tempo que sorria de volta para mim), puxei minha cueca e botei meu pau, liso, duro que nem aço, sem um pelo sequer, para fora. Eu esperava algum comentário jocoso, alguma brincadeira, algo do tipo. Mas nada disso aconteceu! Silvia então desviou o olhar para o que acabava de ver, sempre sorrindo, mas agora com os olhos bem arregalados.
Soltou apenas um "UAU!".
Sem dizer uma única palavra a mais, ela pegou no meu pau e começou acaricia-lo, como quem avalia algo novo nas mãos. Parecia uma criança admirando um brinquedo novo, ou um adulto diante de uma obra de arte rsrsrs
Aos poucos, as carícias viraram uma punheta leve. Silvia parecia apreciar a novidade, com calma, com a classe que ela ainda mantinha, quando eu disse:
"Então, gostou?"
"Sim!", Silvia responde com a voz fraca!
Seguro de si, eu disse:
"Pode chupar!"
Silvia sorriu, então, ainda com um último pingo de responsabilidade que lhe restara e era característico, perguntou:
"Olha lá, você andou se cuidando esse tempo todo? Posso mesmo?"
Com calma a conduzi:
"Pode ficar tranquila! Cuidei muito bem dele! Pode cair de boca sem problema!"
Ela apenas soltou um último sorriso de canto de boca e o engoliu lentamente, de uma vez! Sim, eu sei, a maioria das mulheres começa lambendo, de baixo para cima. Mas parecia que Silvia estava com fome de pica, ou sede de pica, tamanha foi a gulosa que ela iniciou. E sim, sei que a cena é digna apenas de filme pornô. Talvez, nem eu acreditaria se algum amigo me contasse. Mas sim, aconteceu, e vocês estão sabendo em primeira mão, anonimamente, claro.
Silvia, por ser uma mulher madura, por ter sido casada por duas décadas ou apenas por uma questão de personalidade, ou por uma soma de fatores, não era uma boqueteira de filme pornô. Nem mesmo transava como tal. Isto é, ela não era uma atriz contracenando em algo performático e fake. O que eu quero dizer: ela era do mundo real, como deve ser. Tinha personalidade. Ou seja, ela não chupava desesperadamente. Pelo contrário: tinha uma certa classe até no boquete! Mamava com calma, colocando tudo na boca, sempre me encarando. Chupava minhas bolas, a cabeça e voltava a engoli-lo por inteiro. Sempre com calma, lentamente, deixando meu pau bem babado! Por ser mais novo, mais descolado, eu fazia o contraponto: tirava meu pau de sua boca, batia com ele em sua cara, metia e tirava de sua boca. A pegava pelos cabelos, dava beijos molhados e a botava pra mamar novamente. Parece que nossos estilos antagônicos não nos afastava, mas sim nos complementava. Não tínhamos preconceitos: nem ela comigo, por ser muito mais novo; nem eu com ela! Nossas diferentes davam um charme a mais até na cama!
Ficamos nessa brincadeira por uns bons minutos.
O contraste era lindo: Silvia, quarentona, divorciada, madura, muito bem vestida pra sair, sentada no sofa de sua casa chupando a rola de seu ex. Não um ex convencional, mas sim um garotão: por volta de 23/24 anos de idade, alto, 1.86m, 79kg, corpo em dia da academia, sem exageros, cabelos pretos, lisos, olhos castanhos, barba por fazer...um garotão bem vestido, mas com tênis nos pés, camiseta de manga longa preta básica, as calças e cueca arriadas, o pau explodindo, com veias saltando de tanto tesão, uma mão em seus cabelos, a outra na cintura, curtindo aquela mamada gostosa.
O garotão folgado que conseguiu conquistar a professorinha no passado, e tinha conquistado novamente naquele momento, dessa vez de forma sacana, safada, ousada ali, em pé, botando a eterna professorinha pra mamar.
Entre beijos e boquete, trocávamos frases pervertidas:
"Mama, safada! Mama na pica do teu garotão!"
E Silvia mamava, botava até o talo na sua boquinha pequena e gemia baixinho:
"Hummmmmmm!!!"
"Estava com saudade dessa pica, sua cachorra?"
Sem tirar o boca do meu pau, me olhando com os olhos bem abertos, ela respondia gemendo baixo:
"Uhuuuum!!"
Entre tantos hábitos, Silvia costumava responder de boca cheia apenas gemendo. E eu adorava isso. Parecia que ela perderia o pau se o largasse. Parecia viciada em pica!
Então, eu quis chupa-la, mas soltei:
"Vem! Vamos pra tua cama!"
Depois de muito fode-la naquela antiga cama de solteiro, eu queria "estrear" a cama nova, de casal. "Estrear" pois, com certeza eu não fui o primeiro a come-la ali. Mas por incrível que pareça, isso me dava ainda mais tesão, me desafiava a ser melhor.
Mas antes eu queria chupa-la. Porém, veio a surpresa: Silvia foi para o quarto tirando a roupa, chegando lá peladinha. Deitou-se, abrindo as pernas e foi direta:
"Mete!"
Uau, ela foi direta ao ponto! E bastou eu passar a cabeça do meu pau para entender: ela estava ensopada! Então, subo na cama, pego suas pernas e coloco nos meus ombros, passo a cabeça e vou empurrando lentamente, cm por cm. Mais um dos hábitos de Silvia: ela não era de dar escândalo na cama! Muito pelo contrário, ela metia fazendo três coisas: sorrindo, falando sacanagem e gemendo abafado, baixo, urrando, ao gozar.
Ela tinha classe até na cama, em uma mistura concreta de puta com dama!
E naquele momento não foi diferente: Silvia começou levando minha pica sorrindo. Fui aumentando as estocadas, com calma, até o momento que comecei a meter forte nela, do jeito que a gente costumava meter nos velhos tempos.
"Cachorra gostosa, tava com saudade de comer essa buceta gostosa!"
Ela gostava disso:
"É, né? Eu sei disso, então mete nessa cachorra! Mete, Luan!" — ela respondia rindo
Então, eu bombava com força! Ora mexendo apenas os quadris, metendo ritmado, rebolando, ora empurrando todo meu corpo naquela gostosa, enfiando meu pau direto naquela bucetinha. com força!
Nosso bate-estaca ecoava pelo quarto, pela casa. A cama batia na parede, como sempre bateu quando metíamos na época de cama de solteiro rsrsrs.
Com certeza os vizinhos ouviram nossas fodas anos atrás.
Com certeza os vizinhos estava ouvindo dessa vez!
Eu metia, metia e metia. Quando estava prestes a gozar eu parava, tirava, esperava poucos segundos e metia novamente. Por vezes, eu parava e caia de boca em sua buceta. Sua buceta com uma tira de pelos! Eu me acabava: eu lambia seu grelo, chupava, por vezes revezando com os lábios dela. Também me lambuzada caindo de boca na racha. Que buceta gostosa, e inesquecível. Com a boca pingando seu mel, eu voltava a meter. Ficamos nessa brincadeira por uns 15 minutos.
Até que pedi:
"Agora vem! Vem sentar no meu pau, vem!" — eu sabia que Silvia gozava fácil por cima.
Ela não se fez de rogada: veio logo sentando de frente!
Começou a sentar na minha pica com calma. Nessa posição a gente variava bastante: ela sentava devagar, depois quicava; eu pegava em sua bunda enquanto ela metia, dava uns bons tapas; mamava seus peitinhos, enquanto acariciava sua bunda; etc...Mas uma das coisas que mais gostávamos era quando eu a segurava cinturinha fina dela, com as mãos, suspensa, pra cima, enquanto eu metia por baixo nela. Que delicia...suspensa no ar com minhas mãos, eu tinha liberdade pra meter com ela ainda por cima.
Quem já ouviu o famoso ditado "o que vem de baixo não me atinge?" Pois bem, nesse caso sim, a atingia rsrsrsrss. Silvia levava pauladas de baixo pra cima! Eu a golpeava com minha pica, com ela estática, suspensa com minhas mãos. Nossos corpos se chocavam num ritmo bacana de estocadas!
Por fim da posição com ela por cima, fizemos como ela sempre gozou: Silvia atolava meu pau inteiro dentro dela, deixando só as bolas de fora. Então, ficava ali, curtindo o preenchimento de sua buceta, rebolando lentamente, enquanto eu esfregava o grelo dela com uma mão, e a outra em sua bunda ou nos peitos. Era a formula magica para faze-la gozar, mesmo em dias em que ela tinha dificuldade pra gozar em outras posições:
"Ai, eu vou gozar, safado! Eu vou gozar!" — Silvia gemia baixinho!
"Goza, sua vadia! Goza no meu pau, vai!
"Uhhhhhh, ahhhhh! Eu estou gozando! Eu estou gozando! Gozei, caralho!"
Incrível como ela conseguia ser safada sem dar escândalo.
Era como se fosse uma vadia, mas sem perder a classe rsrsrsrs uma mistura dificil de se ver na hora H.
Sempre que gozava, ela precisava de alguns minutos para se recompor. E normalmente ela fazia isso lentamente, rebolando com meu pau atolado por completo em sua buceta.
Quando estava voltando à "normalidade", eu disse:
"Agora eu quero te pegar de 4, como nos velhos tempos!"
Ela foi logo saindo do meu colo e se posicionando na cama, mas eu emendei:
"Não, vamos para o sofá!"
A cama nova de Silvia era muito alta e, apesar da minha altura, ficaria ruim para meter em pé, como sempre gostei. Meter na mulher de 4, comigo de joelhos, é legal. Mas eu prefiro em pé: demoro mais para gozar, tenho mais liberdade de movimentos na metida e na postura, podendo variar bastante.
Silvia voltou para a sala, no pequeno sofá. Quando cheguei, ela já estava de 4, me olhando por cima dos ombros. Já gozada, e com uma primeira rodada de metidas realizada, dessa vez eu não precisei iniciar lentamente.
Vendo aquela bunda exposta, aquela bucetinha recém comida e molhada, eu me posicionei em pé, atrás dela, e atolei meu pau de uma vez, deslizando facilmente.
Então, eu comecei a golpea-la com vontade. Metia firme naquela buceta gostosa por trás. Eu adorava meter olhando sua bunda balançando com as estocadas. Também adorava olhar pra sua cinturinha, suas costas, sua pele de mulher vivida, experiente. Isso me dava um puta tesão:
"Toma pica, sua piranha! Toma!"
"Me da, canalha! Me da rola, então! Não era isso que você queria? Não queria me comer novamente? Agora come!"
A peguei pelos cabelos e meti firme, forte, cadenciado! Aquele sofazinho virou uma putaria só: a professora e o ex (namorado e aluno), numa foda deliciosa:
"Sempre quis foder com você novamente! A gente sempre meteu gostoso! Que saudade eu tava de te comer assim!"
"Eu também! E pelo visto nem vamos sair mais, não é, cachorro? Usou a desculpa do bar só para me comer, não é? Cafajeste!" — ela questionava enquanto seu corpo balançava todo levando pau.
Eu ria: "Eu sabia que ia te foder mais uma vez um dia! O barzinho foi apenas um truque pra te foder, e você caiu direitinho!"
Ela gostava daquilo, e rindo me respondeu:
"Ah, é? Foi pra isso que você veio, então? Então fode! Me fode, filho da puta! Fode essa vagabunda!"
Eu metia forte, a pegando pelos cabelos, dando tapas em sua bunda. Até que me posicionei em cima do sofá, me inclinei, literalmente montando naquela cachorra, a segurando pela cinturinha e meti. Aliás, eu adoro meter nessa posição, como no mundo animal. Desperta um instinto selvagem. Então, eu terminei de comê-la de 4 assim: montando nela! Nessa posição eu rosnava em seu pescoço:
"Gostosa! Vadia do caralho! Depois de anos você ainda da para teu ex!"
Eu nunca fui nerd, longe disso. Sempre fui da turma da bagunça!
Silvia, como professora, era o contrário: certinha, dedicada, não dava ousadia para aluno, sempre muito respeitada! Era uma relação de dama e vagabundo:
"Cafajeste! Me comendo de novo, né? E como come, hein. Me fode, vai! Fode tua ex, Luan! Monta em mim, vai! Acaba comigo, seu puto!"
Que delicia aquilo era! Quase gozei varias vezes! Tive que me controlar muito!
Eu queria dar mais uma prolongada, então pedi mais uma posição que fazíamos muito:
"Vamos pra cama novamente, pois quero te foder de bruços até eu gozar!"
Silvia ja apresentava um certo cansaço, mesmo com um sorriso no rosto. E eu gostava disso, e ela também, pois assim eu tinha mais domínio sobre ela, que por sua vez gostava que eu fizesse a maior parte do serviço, o que eu nunca reclamei. Pelo contrário, adoro meter, ser mais ativo que a mulher rsrsrsrs.
Então, de volta ao quarto, com ela ja de bruços, eu engatei mais uma vez e descarreguei meu pau nela! Silvia, fraca, entregue, só curtia! Com uma mão ela tocava sua bucetinha pra gozar mais uma vez...o que aconteceu em pouco tempo.
Silvia, mais uma vez melou meu pau e precisava de um tempinho! Então, me deitei sobre ela, beijando seu pescoço, com meu pau ainda dentro dela, em um clima mais ameno, "namorando":
"Gostosa! Você é muito gostosa!"
Silvia estava ofegante, recuperando seu fôlego:
"Você não vai gozar?", ela questionou!
"Claro que sim, ainda mais depois de você deixar meu pau lambuzado mais uma vez!"
"Então goza, vai!"
"Posso meter?"
"Sim, mete em mim! Mete!"
Passei meus braços por baixo de suas axilas, de modo que meu peito ficou colado em suas costas, minha boca em seu ouvido:
"Então toma!"
Já sabendo que gozaria em breve, acelerei as metidas e as provocações:
"Sua piranha gostosa, sua buceta ta uma delicia! Toma rola, toma, caralho!"
"Me da! Me da rola, seu desgraçado! Senta rola nessa vadia, seu puto!"
"Toma, vagabunda! Toma que eu vou gozar!"
Silvia pediu:
"Goza, me da tua porra! Goza na minha buceta, amor! Goza, seu gostoso! Goza, vagabundo!"
"Ahhhhh, estou gozando, sua cachorra! Tomaaaa! Ahhhhh"
Enchi a buceta de Silvia de porra! Nunca usamos camisinha, e dessa vez não foi diferente! Gozei dentro, como muito fiz no passado!
Meu pau latejava de tesão! Caralho, que foda gostosa!
Cai exausto ao seu lado, trocamos olhares, sorrisos e muitos beijos.
Nem conseguimos levantar para um banho juntos. E ali mesmo adormecemos...
Espero que tenham gostado!
Essa foi minha penúltima vez com Silvia.
Se quiserem saber a última, deixem aqui nos comentários!
Obrigado!
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