eu tinha outros contos pra postar mais vou passar esta serie na frente ela é insana kkk.
Eu me chamo Cristiane, tenho 35 anos e, até seis meses atrás, minha vida era em São Paulo, no barulho, no trânsito, na correria. Hoje eu estou aqui, parada na varanda de uma casa enorme, no meio do mato grosso de Araguatuba, sentindo o vento quente do cerrado bater no meu rosto e bagunçar meus cabelos longos, meio loiros, quase até a cintura. Meu corpo ainda está firme — anos de academia não foram à toa. Seios médios, firmes, cintura marcada, bunda grande e empinada, coxas torneadas e grossas de quem nunca parou de agachar. Eu me olho no reflexo da janela de vidro e penso: “Ainda sou gostosa pra caralho”. Mas ninguém aqui parece notar isso. Pelo menos não ainda.
Tudo começou quando o João, meu marido de 39 anos negro alto , recebeu aquela oferta. Ele era capataz de fazenda quando nos conhecemos, moreno, forte, mão calejada, aquele tipo de homem que cheira a suor e terra. Depois quis virar empresário, abriu uma transportadora, quebrou feio. Ficamos sem quase nada. Quando a proposta de voltar pra fazenda chegou — casa grande fornecida, salário bom, moradia pro nosso filho também —, o João veio falar comigo e com o Lucas, nosso menino de 18 anos que tinha acabado de sair da escola e não queria nem ouvir falar de faculdade.
— É nossa chance de recomeçar — disse ele, com aquela voz grossa que ainda me fazia arrepiar às vezes.
O Lucas não pensou duas vezes. Sempre foi louco por coisa de campo, cavalo, trator, rio. Falou logo:
— Topo, pai. Quero trabalhar na fazenda.
Eu relutei. Relutei pra caralho. Deixei de ser a mulher que malhava todo dia, que saía pra shopping, que tinha manicure toda semana. Mas a gente estava devendo, o aluguel atrasado, o cartão estourado( pelo menos era o que eu pensava). No fim, eu aceitei. Com o coração apertado, mas aceitei.
A viagem de SP pra Mato Grosso foi longa. Quando a picape parou em frente à casa, eu fiquei sem ar.
Era um sobrado chique, elegante, todo branco com detalhes em madeira escura. Dois andares, cinco quartos enormes, sala de estar do tamanho da nossa antiga sala de jantar e cozinha juntas. E o nosso quarto… meu Deus. Uma suíte gigante com banheira de hidromassagem embutida, jacuzzi que cabia duas pessoas fácil, vista pro cerrado infinito. A casa ficava isolada, no meio do nada. O curral principal e a sede da fazenda ficavam a uns dois quilômetros. A única coisa perto eram os caseiros, a uns quinhentos metros, numa casa menor, mas bem arrumada.
Eu estava desfazendo as malas no quarto quando ouvi o João chamar lá de baixo:
— Cristiane, vem cá! Os caseiros vieram dar as boas-vindas.
Desci a escada de madeira, ainda de short jeans curto e blusa de alcinha fina — o calor aqui é outro nível. Quando cheguei na varanda, vi eles.
Primeiro o homem. Rubens. Quarenta anos, negro, alto, ombros largos, peito largo de quem trabalha duro desde criança. Braços grossos, veias marcadas, pele brilhando de suor. Ele usava uma camisa xadrez aberta até o terceiro botão, deixando ver o peitoral definido e uma corrente de ouro no pescoço. Sorriu pra mim com dentes brancos e fortes.
— Boa tarde, dona Cristiane. Seja bem-vinda. Qualquer coisa que precisar, é só chamar.
Ao lado dele, a esposa. Aline. Trinta e cinco anos, mesma idade que eu. Branca, pele clara, cabelos castanhos lisos até os ombros, corpo bem feito — seios um pouco maiores que os meus, cintura fina, bunda redonda. Estava de vestido leve de algodão que marcava o corpo. Bonita. Bonita demais. Senti um ciúme imediato subir pela garganta. Ela sorriu educada, mas tinha algo no olhar — uma confiança, uma tranquilidade de quem sabe que o marido dela é um macho de verdade.
E atrás deles… Adriano. Dezoito anos, igual o Lucas. Negro mas não como o pai, alto, corpo de quem já trabalha pesado. Camiseta regata colada no peito largo, braços definidos, calça jeans justa nas coxas grossas. Ele me olhou de cima a baixo, rápido, mas eu percebi. Percebi o jeito que os olhos dele demoraram um segundo a mais na minha bunda quando eu me virei pra cumprimentar o pai dele.
O Lucas apareceu logo depois, suado de carregar caixa, e os dois garotos se cumprimentaram com aquele aperto de mão de quem já se entende. Adriano falou:
— Se quiser, amanhã eu te mostro a fazenda, cara. Tem um rio bom pra pescar aqui perto.
O João riu, bateu no ombro do Rubens:
— Vamos nos dar bem aqui, hein, compadre.
Eu sorri por fora, mas por dentro meu estômago estava revirando. A casa era linda, o ar era puro, mas o isolamento… quinhentos metros até a casa mais próxima. Só nós quatro aqui no sobrado. E aquela família ali, tão perto, tão… presente.
Aline me olhou de novo, com aquele sorriso doce que não chegava aos olhos:
— Se quiser, Cristiane, amanhã eu venho te ajudar a arrumar as coisas. Mulher nova na fazenda sempre precisa de uma amiga.
Eu agradeci, mas já sabia. Eu não queria ser amiga dela. Queria entender por que, de repente, eu estava sentindo um calor estranho só de ver o Rubens parado ali, com aquela camisa aberta, olhando pra mim como se já soubesse que eu era o tipo de mulher que gosta de homem de verdade.
O sol estava baixando quando eles foram embora. O João e o Lucas ainda estavam descarregando o resto das coisas. Eu subi pro quarto, enchi a banheira enorme, tirei a roupa e entrei na água quente. Fechei os olhos e deixei a mão deslizar pelo meu corpo — pelos seios, pela barriga, descendo até entre as coxas. Estava molhada. Não era só da água.
Pensei no Rubens. No jeito que ele me olhou. No Adriano, tão jovem, tão forte.
E pensei no João… que há meses mal encostava em mim.
A noite caiu lá fora. O cerrado estava silencioso, só o som de cigarra e o vento nas árvores. Eu ainda estava nua, enrolada numa toalha, quando ouvi uma batida leve na porta do quarto.
— Cristiane? — era a voz do João, mas eu sabia que não era só ele.
Abri a porta.
Rubens estava parado no corredor, com uma garrafa de cachaça artesanal na mão e um sorriso lento.
— Desculpa invadir, dona Cristiane. O João pediu pra eu trazer isso pra vocês. É da fazenda. Pra dar as boas-vindas de verdade.
Ele me olhou de cima a baixo, demorando-se na toalha que mal cobria minhas coxas grossas e a curva da minha bunda. Seus olhos subiram devagar até meus seios, que ainda estavam úmidos do banho.
— Se precisar de qualquer coisa… qualquer coisa mesmo… é só chamar. A gente tá aqui do lado.
Ele não se mexeu. Ficou ali, olhando pra mim, como se estivesse esperando eu dizer alguma coisa.
E eu senti, pela primeira vez em muito tempo, um desejo quente e perigoso subir pela minha espinha.
Porque eu sabia, ali, parada na porta daquele quarto enorme, que aquela casa no meio do nada não ia ser só um recomeço. Os dias foram se passando devagar naquele fim de mundo em Araguatuba. O calor do Mato Grosso era implacável, mas eu estava me acostumando. Acordava cedo, preparava o café da manhã pra todo mundo e via os homens saírem de casa antes do sol nascer direito.
Lucas e Adriano tinham virado unha e carne. Saíam juntos todo dia cedinho, rindo, conversando alto, os dois corpos jovens e fortes brilhando de suor enquanto cuidavam dos cavalos, consertavam cercas ou levavam o gado pra pastagem mais distante. Meu filho parecia mais feliz do que nunca. O Adriano, com aquele jeito calmo e forte de negro do campo, tinha virado uma espécie de irmão mais velho pra ele.
Já o João… ah, o João. Saía todo dia de madrugada pra sede da fazenda. Às vezes só voltava à noite, sujo, cansado, cheirando a terra e a suor. Quando a distância era grande demais, ele nem vinha almoçar. Preferia comer qualquer coisa na cidade, que ficava quase uma hora de estrada de terra. Eu ficava sozinha naquela casa enorme a maior parte do dia. Só o silêncio do cerrado e o barulho distante dos animais.
Eu tentava me ocupar. Limpava, arrumava, tomava banho demorado naquela banheira enorme, passava óleo no corpo pra manter a pele macia. Mas à noite, quando deitava ao lado do João, ele só me dava um beijo rápido na testa e virava pro outro lado. Fazia mais de seis meses que ele não me tocava. Seis meses sem sentir um pau dentro de mim. Eu, que casei virgem com 19 anos, nunca tinha conhecido outro homem. E o pau do João… bem, ele não era pequeno. Batia uns 18 cm quando estava bem duro. Mas depois de tantos anos, eu já sabia que ele não ia me enlouquecer de prazer.
Eu estava começando a ficar louca de tesão acumulado.
Foi num final de tarde quente que tudo mudou.
Eu estava na cozinha, lavando umas louças, quando ouvi um barulho estranho vindo da área dos fundos da casa. Um tipo de gemido abafado, seguido de risada baixa. Franzi a testa. Parecia vir do compartimento abandonado que ficava atrás da despensa — um quartinho velho que ninguém usava mais, cheio de tralha antiga da fazenda.
Fui devagar, descalça, só de short jeans curto e uma blusinha fina de alcinha que marcava meus seios médios. O calor fazia o tecido grudar na pele. Meu coração batia mais rápido enquanto eu me aproximava da porta entreaberta.
Espiei pela fresta.
Meu Deus…
Lucas e Adriano estavam lá dentro. Os dois sentados num velho sofá rasgado, calças abaixadas até os joelhos. Na mão direita, cada um segurava o próprio pau, batendo punheta com força. Na frente deles, espalhadas no chão, várias revistas pornô antigas, daquelas de papel brilhante, bem velhas, dos anos 90 ou 2000. Mulheres loiras, morenas, de quatro, chupando, levando rola… as páginas estavam amareladas, mas as imagens ainda eram bem explícitas.
Eu congelei.
O pau do Lucas era grande. Bem grande. Grosso, venoso, a cabeça rosada brilhando de pré-gozo enquanto ele subia e descia a mão com vontade. Mas o que realmente me deixou de boca aberta foi o pau do Adriano.
Era enorme.
Devia ter uns 22 centímetros, fácil. Grosso como meu pulso, preto, com veias saltadas que pareciam cordas. A cabeça era larga, brilhante, e ele batia com a mão cheia, o saco pesado balançando a cada movimento. Os dois estavam frenéticos, gemendo baixo, os corpos suados brilhando na luz fraca que entrava pela janelinha pequena.
Eu tremi toda. Minhas coxas grossas e torneadas se apertaram uma contra a outra. Senti minha buceta latejar, molhando a calcinha num segundo. Fazia tanto tempo… tanto tempo que eu não via um pau de verdade, muito menos dois tão grandes, tão jovens, tão duros.
Sem querer, deixei escapar um suspiro baixo.
Os dois pararam imediatamente. Olharam pra porta.
Eu me escondi rápido atrás da parede, o coração disparado. Ouvi eles mexendo nas revistas, enfiando tudo correndo dentro de uma caixa de papelão velha. Depois o barulho de zíper subindo e os dois saindo do quartinho, rindo nervoso e falando baixo:
— Porra, será que foi algum animal? — perguntou o Lucas.
— Deve ter sido. Vamos embora antes que a dona Cristiane apareça — respondeu o Adriano, com aquela voz grossa.
Esperei eles sumirem na direção do curral. Só então entrei no quartinho, o corpo ainda tremendo.
A caixa estava ali, mal fechada. Eu não resisti. Abri.
As primeiras fotos me deixaram chocada. Eram antigas, impressas em papel comum. Aline. A esposa do Rubens. Totalmente nua. Corpo branco, seios grandes, buceta depilada, posando de quatro, de lado, de frente. Em várias delas, um homem moreno forte estava metendo nela. O pau entrando fundo na buceta dela.
Era o João.
Meu marido.
Fotos antigas, mas nítidas. João comendo a Aline por trás, segurando o cabelo dela, gozando na cara dela, na boca… Em outras, o Adriano aparecia. Ainda mais novo, mas já com aquele pau enorme, fodendo a própria mãe enquanto ela gemia com a boca aberta.
Meu estômago deu um nó. Ciúme, raiva, excitação… tudo misturado.
Mas o que me destruiu de verdade foi o saquinho plástico separado, no fundo da caixa. Eu abri com as mãos trêmulas.
A foto mais antiga.
Aline de quatro, bunda empinada, recebendo a vara grossa do João até o talo. A data escrita atrás com caneta:Antes de eu casar com ele.
Antes de eu existir na vida dele.
Eu levei um choque tão forte que precisei me apoiar na parede. Meu marido tinha comido a Aline. Tinha comido a esposa do caseiro. E pelo jeito, não foi só uma vez. E agora o filho dela… aquele pauzão preto de 22 cm… também tinha comido a própria mãe.
Fechei os olhos, respirando fundo. Minha buceta pulsava, molhada como nunca. Os mamilos duros roçando no tecido fino da blusa. Eu estava com ciúme, com raiva… mas acima de tudo, estava excitada pra caralho.
Guardei tudo de volta na caixa exatamente como encontrei. Saí do quartinho com as pernas bambas, o short jeans marcando a umidade entre minhas coxas torneadas.
Voltei pra casa, subi pro nosso quarto e me tranquei no banheiro. Tirei o short e a calcinha, sentei na beirada da banheira enorme e abri as pernas. Meus dedos deslizaram fácil pela buceta inchada e molhada. Comecei a me masturbar pensando no pau enorme do Adriano, no pau do Lucas, nas fotos do João comendo a Aline…
Eu gozei rápido, mordendo o lábio pra não gemer alto, o corpo tremendo inteiro.
Quando desci de novo, já era quase noite. O João ainda não tinha voltado. Ouvi barulho na cozinha.
Era o Adriano.
Ele estava parado na porta dos fundos, suado da lida do dia, camisa colada no peito largo, olhando pra mim com um meio sorriso.
— Boa noite, dona Cristiane. O Lucas foi tomar banho. Vim trazer umas frutas frescas que colhemos hoje.
Ele colocou a cesta na mesa, mas não saiu. Seus olhos desceram devagar pelo meu corpo — parando nos meus seios médios, na curva da minha bunda grande, nas coxas grossas de academia.
— A senhora tá bem? Tá meio vermelha…
Eu engoli em seco, sentindo o cheiro dele — suor, terra, homem jovem e forte.
E naquele momento eu soube.
Aquela casa isolada no meio do cerrado guardava segredos bem mais perigosos do que eu imaginava.
E eu, Cristiane, estava prestes a me afundar neles.