A nerd tímida viciada em agradar macho - parte 7 - café da manhã em família

Um conto erótico de Franzinha
Categoria: Heterossexual
Contém 2856 palavras
Data: 15/04/2026 05:25:24

Oi, gente! Franzinha aqui mais uma vez, dando continuidade a minha história. Tenho lido os comentários de vocês e adorado cada um! Continuem me dando o feedback, é muito importante pra mim!

PARTE 7 - CAFÉ DA MANHÃ EM FAMÍLIA

Depois da nossa transa, tanto eu quanto Robson deitamos na cama exaustos e logo dormimos. Ele me abraçou e ficou roçando aquela piroca na minha bunda, enquanto agarrava minha teta. Me senti muito acolhida, era a primeira vez que um homem dormia comigo. E era maravilhosa a sensação de ter o homem que acabou de me comer igual uma vagabunda me abraçando e me protegendo. Eu definitivamente estava apaixonada. No dia seguinte, era sábado, o que significa que não teria escola e ficaria em casa estudando como sempre. Porém, estava com Robson, não sabia se ele iria embora logo e eu poderia me dedicar aos estudos. Quando os primeiros raios de sol invadiram o quarto, olhei pro meu macho preto que dormia exaurido da noite anterior e achei melhor não acordá-lo. Fui ao banheiro tomar banho e já senti o cheirinho de café recém passado que vinha da cozinha. Enquanto me lavava, toquei os lábios da minha buceta e sentia eles bem mais sensíveis ao toque, chegava a me arrepiar apenas com os dedos. Jamais imaginei que seria tão perfeita a minha primeira vez, igual uma cadela currada por um macho preto enorme na minha própria casa. Mal sabia eu que era meu sonho de princesa que tivesse sido dessa forma. Fiquei pensativa se de fato havia sido minha mãe me espionando ontem a noite enquanto Robson me fodia, ou se era apenas uma ilusão que eu tinha criado de tanto tesão que fiquei. E mais: como eu iria encará-la, já que ainda que não fosse ela espiando, ela com certeza ouviu tudo? Saí do banho intrigada e fui me vestir no quarto. Robson ainda dormia esparramado na cama, ele era uma delícia até dormindo. Quando fui colocar uma roupa mais recatada, lembrei da minha mãe na noite anterior, sendo totalmente permissiva e acatando tudo que Robson falou, e pensei "fodase, se ela permitiu que eu fosse puta, eu não vou ficar me restringindo". Botei uma calcinha fio dental de tule na cor rosa que ficava muito atolada na minha bunda, um top preto e fino quase transparente que mal cobria meus peitos, uma sandalinha transparente e fui pra cozinha.

- Bom dia, mãe! - eu disse ao me sentar a mesa, enquanto ela estava terminando de lavar alguns utensílios domésticos

- Bom dia, minha filha! - ela disse me olhando dos pés a cabeça e vendo o quanto a filha dela tinha se assumido vadia, mas estranhamente ela sorria ao invés de olhar com reprovação - Vejo que acordou radiante. A noite foi boa?

- F-foi sim, mãe... - eu corei, não estava esperando aquele tipo de comentário

- Seu namorado pelo visto ainda está dormindo. Deve estar cansado, né? - ela se virou pra mim e sorriu - Rapaz muito simpático ele

- Q-que bom, mãe. Ele é um homem muito especial. - eu disse timidamente, ainda me acostumando com a ideia de que minha mãe sabia que eu tinha sido fodida sem pena na noite passada

- Eu imagino que sim! - ela secava as mãos com um pano, sorrindo bastante pra mim, o que me deixava confusa - Quer café, minha filha?

- Sim, eu quero - estendi a xícara que estava em cima da mesa, enquanto ela pegava o bule e me servia - M-mãe, sobre ontem a noite...

- Tá tudo bem, Fran - ela me interrompeu gentilmente, ainda com um sorriso - Eu sabia que esse dia ia chegar, e fico feliz que tenha sido com um homem como o Robson. Ele é especial, não é?

- S-sim... Ele é e muito - sorri acanhada - M-mas você por um acaso ficou observan...

- Falando no homem especial... - minha mãe me interrompeu, desviou o olhar pra algo atrás de mim e sorriu ainda mais

Foi então que Robson surgiu na cozinha, com um olhar malicioso. Quando virei pra vê-lo, tomei um susto. Ele estava apenas de cueca, com o volume daquele pau enorme marcando muito numa boxer preta. A cueca parecia que ia explodir com aquela rola, é como se ele usasse um número menor. Fiquei extremamente envergonhada, já que a minha mãe estava ali e ele estava vestido daquela forma. Ou melhor, praticamente não vestido. Ele se aproximou de mim por trás, colocou a mão sobre meus ombros e foi massageando devagar, e se inclinou pra me dar um beijinho na testa murmurando um "bom dia" sonolento. Achei aquilo muito fofo. Porém, devido a sua altura de jogador de basquete, o pau dele ficava na altura da minha cabeça, e ele se posicionou um pouco pro lado, o que fez com que seu caralho preto enorme ficasse a poucos centímetros do meu rostinho. Eu senti aquele cheiro forte de macho vindo da cueca e fiquei praticamente hipnotizada instantaneamente, estava tentando me controlar pra não ficar olhando com desejo e não deixar minha mãe constrangida, mas era muito difícil. Quando olhei pra minha mãe, notei que ela estava com um olhar de luxúria pra Robson, um olhar que eu nunca tinha visto antes. Ela o observava de cima a baixo, principalmente na região da piroca dele, mordiscava o lábio de forma leve e contida. Foi aí que reparei que minha mãe também tinha se vestido de forma diferente do habitual. Ela normalmente usava blusas largas e saias abaixo do joelho, que não marcassem seu corpo de maneira nenhuma, e o cabelo preso num coque tradicional. Hoje, estava com um vestido cinza meia manga com o colo a mostra, mais justo, acima do joelho e que marcava levemente sua silhueta, acompanhada de um penteado com uma presilha mais leve e despojado, o que realçava seu sorriso e seu colo. A dona Lúcia tinha seus 40 anos, mas era uma mulher muito bonita. Tinha os lábios carnudos, um olhar penetrante sempre potencializado por um delineado, a pele muito bem cuidava e jovem, os cabelos muito bem tratados e brilhosos. Seu corpo era muito lindo. Quadril largo, cintura bem marcada, peitos arredondados e firmes, uma barriguinha quase que chapada, tudo no lugar. E o seu ponto forte, assim como o meu: um belíssimo par de coxas bem desenhadas e uma bunda carnuda, farta, pesada. Era até surpreendente como aquela mulher com aquela idade conseguia manter um corpo tão bonito sem frequentar uma academia. Essa produção toda também não passou despercebida por Robson, que logo tratou de elogiar

- Bom dia, Lúcia. Cê tá diferente hoje, tá com mais pinta de mulherão, hein - ele disse enquanto massageava meus ombros e mexia levemente o quadril, me fazendo olhar de canto sua rola perto do meu rostinho - Tá gostosa pra caralho!

- B-bom dia, Robson. E-eu fico grata pelo elogio, de verdade - minha mãe visivelmente ficou acanhada, mas também adorou que ele notou a mudança

- Vamos aproveitar que é final de semana e ficarmos juntos em família fazendo coisas de família, o que vocês acham? - Robson perguntou pra gente, dando de mão em uma maçã que estava sobre a mesa e mordendo

- E-eu acho bom, vamos aproveitar juntos - eu disse surpresa, afinal não esperava que ele quisesse ficar mais tempo em minha casa e ainda mais incluindo minha mãe em qualquer plano

- Claro, eu acho ótimo! Fique a vontade, viu? - minha mãe disse sorrindo e ajeitando o vestido pra baixo - A casa agora é sua também, querido!

- Hmm, já que cê insiste... - Robson falou de boca cheia e começou a tirar a cueca, o que me fez arregalar os olhos na mesma hora - Vem cá, Franzinha puta, esfrega esse rostinho de puta no meu pau do jeitinho que cê gosta

- E-e-eu... - fiquei completamente sem reação e as palavras fugiam da minha boca, enquanto olhava pra minha mãe que mal piscava olhando a piroca do Robson meia bomba balançando perto do meu rostinho

- Vai, porra! Não se faz de santinha só porque tá na frente da sua mãe! - Robson balançava a rola na minha direção, o que fez com que ela batesse no meu rosto e aquele cheiro subisse, me deixando em transe

- Filha... - minha mãe falou de forma suave e pausada, me encarando - Faz o que ele tá falando, a mamãe te ensinou a sempre agradar o seu homem, não é?

- S-sim, mãe...

Eu fiquei chocadíssima! Ela estava realmente me incentivando a esfregar a pica do meu macho na minha cara na frente dela. Ela não repreendia, não julgava, não fazia absolutamente nada contra. Pelo contrário, ela dava apoio e ficou olhando com olhos incandescentes de desejo. Ela parecia estar no mesmo transe da noite passada, parecia estar ansiosa pra me ver tendo o rostinho marcado com o cheiro forte daquela pica. Embora fosse chocante isso tudo, ela tinha razão, ela me doutrinou a vida inteira pra obedecer o meu homem. Seria muito grave da minha parte não agradar meu macho e mais ainda desapontá-la, seria como mostrar desprezo por tudo que ela se dedicou tanto a me ensinar. Inclinei meu rostinho pro lado e comecei a esfregá-lo naquela pica, que ia endurecendo a cada toque na minha pele. Estendi minha mãozinha e segurei aquele pau duro, e passava ele pela minha bochecha, pela minha testa, pelo meu narizinho. Era um cheiro forte, ácrido, eu não conseguia resistir. Aquele perfume me deixava eufórica, eu sentia minha buceta agora não mais virgem se encharcar pelo prazer de poder estar em contato com o pau do meu macho preto e também por estar fazendo isso na frente da minha mãe. Fechei meus olhos e me entreguei por completo, passava aquela pica por todo o meu rostinho, fazia questão de esfregar com vontade, arrastava a cabeça grande daquela rola pelos meus lábios como se fosse um batom. Eu me contorcia na cadeira de tanto tesão e chegava a gemer baixinho. Abri os olhos e vi minha mãe observando tudo, com uma expressão de incredulidade mas ao mesmo tempo visivelmente tomada pela lascívia, enquanto acariciava seu próprio pescoço. Robson ria e se aproveitava da situação

- Cê gosta de botar essa pica nesse rostinho de piranha, né? - ele dizia safado, mordia a maçã e deixava o suquinho pingar em cima de mim

- E-eu adoro, você sabe... - eu respirava ofegante, dominada pelo tesão, sem parar de esfregar o pau dele no rosto - Eu adoro muito

- Conta pra sua mãe o que cê faz comigo na escola, conta - ele disse enquanto roçava o pau entre meus lábios e meu narizinho - Não fica de vergonha, hein!

- M-mãe, eu... - eu olhei pra ela enquanto aquela pica pulsava na minha cara, deixando meu rostinho fedendo a macho, e sem pudor nenhum comecei a falar - eu punheto o Robson na sala de aula até ele gozar na minha mão, vou no banheiro abandonado do segundo andar e chupo ele até ficar completamente acabada, toda babada e ele gozar em mim...

- É-é sério isso, Francieli? - minha mãe falou meio que gaguejando, mas com tesão na voz e não reprovação, alisava seu colo e seu pescoço cada vez mais intensamente - Quantas vezes você fez isso?

- Uhuum - botei a língua pra fora e comecei a lamber toda a extensão daquele pau preto delicioso - Eu faço todo dia, mãe, já faz umas semanas. Eu amo fazer isso. Me faz muito feliz

- hahaha que puta idiota cê é, Franzinha! - Robson ria, pegava o pau e batia com ele na minha língua - Mas conta direito, fala pra ela que eu não tô sozinho nessa aí

- Mãe... - eu fiz bico e Robson começou a roçar o pau entre meus lábios, e eu comecei a chupar a cabeça - (slurp) Eu punheto e chupo dois amigos do Robson também. (slurp) Quando estão os 3, normalmente alguém me encoxa também e goza na minha bunda por cima da calcinha (slurp) Eles me deixam sempre fedendo a pau, minha blusa molhada e minha bunda pegajosa de porra. Eu adoro, mãe (slurp) eu adoro que eles me usem assim!

- Filha... - minha mãe disse com uma carga forte de desejo na fala, lambendo de leve os seus lábios - E-eu não sabia que você era assim, que gostava... Fedendo a pau... Porra... 3 homens... M-mas Robson, agora que vocês estão namorando, se-seus amigos vão continuar fazendo isso com ela?

- Ah, sacomé Lucinha, tô pensando ainda... - Robson sorria malicioso, encarando minha mãe enquanto enfiava e tirava o pau da minha boquinha, me deixando pingando saliva - Acho que cê que é mãe dela e deveria decidir. Cê autoriza que meus manos possam continuar fazendo isso? Que cê acha?

- E-eu... - minha mãe fez uma pausa, nossos olhares pararam um no outro e ficaram fixados por um instante que pareceu uma eternidade, ela sorriu gentilmente e continuou - Eu autorizo sim...

- Assim não, dona. Fala direito comigo, eu gosto das parada bem explicadinha - Robson começou a socar o pau um pouco mais rápido na minha boca enquanto minha mãe assistia de boca aberta - O que que cê autoriza?

- C-claro... - minha mãe alisava seus peitos, quase puxando eles pra fora do vestido, e observava atentamente aquele macho preto botar a filhinha dela pra mamar - Eu autorizo você, seus amigos e quem mais você decidir a usarem minha filha. Podem fazer ela punhetar vocês durante a aula, mamar todos, gozarem na boca dela, melarem ela de porra onde quiserem... Continuem fazendo isso todo dia na escola, deixem ela sempre fedendo a pau, por favor!

- hahaha que isso hein, dona Lúcia - Robson falava entre os dentes, segurava minha cabeça pelos cabelos e fodia minha boquinha agora - Só na escola, é?

- Não! Não só na escola! - minha mãe exclamou enfática, hipnotizada pela forma como o negão usava sua filha - P-podem vir fazer isso aqui na minha casa, eu quero isso debaixo do meu teto também. Tenho certeza que a Francieli vai adorar, e... E-eu tamb... Faço questão!

Robson gargalhou, rosnou, segurou minha cabeça com sua rola inteira dentro da minha boca e gozou fundo na minha garganta. Eu sentia aqueles jatos densos de leite descerem direto pro meu estômago e me arrepiava inteira. Olhei pra minha mãe enquanto sentia aquele brutamontes preencher meu estômago com porra e ela sorria com fascínio nos olhos. A forma como minha mãe assistiu tudo sem piscar, cheia de desejo em me ver tendo a boquinha fodida, e me colocou a disposição dele, bem como nossa casa pra que ele e os amigos me usassem... Eu gozei junto com ele com tanta excitação. Era inacreditável o poder de persuasão e domínio que Robson exercia sobre nós. Minha mãe em algumas horas tinha se transformado em outra pessoa, na forma de se vestir, falar, a liberdade que se expressava e não reprimia mais os desejos... Eu estava amando aquilo tudo! Finalmente não precisaria ter uma vida dupla e poderia ser a cadela que eu sempre quis, com autorização da minha mãe e tudo! Meu macho foi tirando o pau da minha boca e eu o encarei enquanto sugava as últimas gotas de porra daquela pica gostosa. Ele me olhava sorrindo todo marrento e olhava minha mãe também, que estava com um brilho nos olhos e um sorriso largo no rosto olhando meu macho.

- Ah, que delícia de café em família! - Robson disse enquanto se espreguiçava - Agora vou tomar um banho. Cês duas se comportem hein suas lindas

Robson foi até a geladeira, pegou uma garrafa de água e, ao passar pela minha mãe, deu um tapão e uma afofada com força na bunda dela, que fez um barulho de estralo alto e ela chegou a dar um pulinho. Porém, ao invés de repreender, ela sorriu e apenas ajeitou o vestido. Eu fiquei olhando aquilo incrédula e boquiaberta. Quando Robson saiu, minha mãe veio pra perto de mim, se inclinou se aproximando de mim e segurou meu rosto

- Filha... - disse enquanto me deu um beijo molhado na bochecha e algumas fungadas fortes no meu rostinho, cheirando com gosto a minha cara - Esse seu namorado é um rapaz muito bom! Eu gostei muito dele!

- E-ele é, né? - eu respondi acanhada, ainda extremamente surpresa com o que estava acontecendo - Q-que bom que a senhora gostou dele

- Eu adorei muito! - minha mãe falou sussurrando enquanto cheirava meu rostinho, esfregando o nariz por toda minha cara, sugava o ar com força - Rapaz que sabe te valorizar, que respeita a sua mãe.

- V-você achou? - eu sentia ela me cheirando e pressionando o nariz contra meu rosto, claramente ela estava sentindo o cheiro de pica que tinha ficado em mim

- Uhum, meu amor - mamãe falou e começou a lamber meu rostinho de baixo pra cima, juro que cheguei a ouvir ela gemer - Olha a forma como ele te trata. Você não viu como ele me elogiou e foi super educado comigo? Tomara que ele fique aqui o final de semana todo!

- Eu também espero - sorri tímida enquanto ela parou de me lamber e me olhou nos olhos, sorrindo pra mim de uma forma muito carinhosa

- Nem tomou o seu café, Francieli! - ela deu mais algumas cheiradas e limpou um pouco de saliva que estava pingando do meu queixo com o polegar e chupou o próprio dedo - Já esfriou, vou aquecer outro pra você!

Ela pegou a xícara e saiu em direção a pia, toda rebolativa com aquele bundão carnudo

CONTINUA

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Comentários

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Crlho esse foi sensacional, já tô louco pra ver oq vai acontecer no fim de semana, será q a mamãe vai entra na chapa tbm? Será q ele chamar os amigos pra curti as duas cadelas aí dentro da casa delas?

Ps: Não demora tanto pra posta o próximo pfv🥺pensei q tinha parado de escrever

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Franzinha putinha submissa, gostei!

Não demora muito tua mãe entra na roda!!!

Com certeza teu cu e o da tua mãe já entraram na vara, ou melhor, varas.

Mamãe e filhinha sendo curradas juntas!

Mereceu as ⭐⭐⭐

Beijo no rego😈♥️

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