Centro de Reabilitação - Capítulo 6: Assédio

Um conto erótico de Zur
Categoria: Crossdresser
Contém 2968 palavras
Data: 15/04/2026 01:30:47

Na manhã seguinte, acordo bem cedo depois de mais uma noite mal dormida. Vou até o box do banheiro e recolho as duas calcinhas estendidas, agora secas. Dobro cada uma com cuidado excessivo, tudo para não haver motivos para Vanessa se desagradar, e poder finalmente conquistar meu orgasmo. Não perco tempo. Visto-me rapidamente e sigo direto para a sua sala.

Ao chegar à porta, noto que ela ainda não chegou. Mas há um bilhete colado, escrito em sua caligrafia:

“Bom dia, senhor Marcelo.

A porta está aberta. Entre, por favor.

O senhor encontrará mais instruções sobre a minha mesa.”

Estranho, mas sigo conforme o pedido. Giro a maçaneta com cautela e entro. A sala está exatamente como sempre: organizada, limpa e silenciosa. Caminho até a mesa e encontro uma caixa posicionada bem no centro. Sobre ela, outro bilhete.

Coloco as calcinhas dobradas ao lado e pego o papel.

“Hoje o senhor terá mais uma chance de conquistar o seu orgasmo.

Dentro desta caixa está o traje que espero que vista.

Coloque-o e aguarde com os braços para trás.”

O pedido final me soa estranho — não haveria como Vanessa verificar se eu realmente ficaria com os braços para trás. Isso me faz pensar se estou sendo filmado aqui também. Olho para os cantos do teto, mas não encontro nenhuma câmera visível. De qualquer forma, não arriscaria meu orgasmo por tão pouco.

Respiro fundo e puxo a caixa para mais perto. Minhas mãos hesitam antes de levantar a tampa.

Quando finalmente o faço, a primeira coisa que vejo é um tecido delicado, bem leve. Seguro as alças finas entre os dedos e ergo a peça até a altura dos olhos. É um vestidinho preto cheio de transparências. A saia é fluida, curta, feita para balançar ao menor movimento. Na parte de cima, um decote bem baixo domina o visual — profundo o suficiente para deixar claro que a intenção dessa roupa não é inocente.

Ali também há um conjunto de lingerie. A calcinha é bem diferente das duas anteriores que fui obrigado a usar — um fio dental vermelho feito todo de renda e tule. A parte da frente é quase toda transparente, com apenas alguns detalhes bordados; a parte de trás, então, deixa praticamente tudo exposto, seu fiozinho mínimo feito só para delinear a poupa e sumir na fenda de quem a vestir. As laterais são quase um adorno: dois fios ondulados de cada lado, finos demais para esconder qualquer coisa.

O sutiã que completa o conjunto tem mesmo padrão de desenho presente na calcinha. Sem nenhum acolchoado, as taças são formadas apenas pela combinação dos tecidos finos — transparentes o suficiente para deixar visível o contorno tímido dos mamilos. Poderia até ser uma peça confortável, não fosse pela composição de aros colocados na base — rígidos o suficiente para moldar pequenos peitinhos até em quem não os tem.

No fundo da caixa, encontro também um par de meias arrastão pretas de tramas finas, acompanhadas por uma sandália preta de salto baixo — feminina, mas claramente feita um pé masculino. Nada surpreendente, exatamente o tamanho do meu.

Abaixo de tudo, finalmente entendo o recado final de seu bilhete: um par de algemas com punhos de couro, para garantir que eu realmente espere com os braços para trás.

Vanessa parece querer me humilhar ainda mais por não ter me desculpado de verdade com Ana. Colocar essas roupas é constrangedor demais. Mas dessa vez eu estaria seguindo suas instruções à risca, se ela realmente mantiver a palavra, vou poder gozar. Minha necessidade é grande demais para qualquer impulso de rebeldia. Aceito, a contragosto, mais esse golpe duro na minha dignidade.

Começo pelo sutiã. Tenho um pouco de dificuldade para alcançar os fechos pelas costas, e ainda mais tentando conectar seus encaixes. Meus dedos escorregam, a posição é estranha, mas depois de algumas tentativas consigo acertar.

Imediatamente sinto a pressão sob meu peito, o tecido apertando e moldando a pele de uma forma estranha e íntima. Passo as mãos sobre ele, mesmo sem bojo percebo que duas leves protuberâncias se formaram ali, meus dedos vão parar nos mamilos, o tecido fino e delicado roçando contra eles deixa uma sensação até que gostosa...

Balanço a cabeça com força — estou delirando se acho que estou minimamente gostando disso.

Pego a pequena calcinha em seguida. Ao passá-la pelas minhas pernas, o tecido escorrega suave pela pele. Ao ajustá-la no topo, ela não abraça minhas nádegas como o ocorrido com as duas anteriores; pelo contrário, as utiliza como apoio para o fiozinho estreito se atirar fundo no meu ânus, cravando-se ali com uma intimidade invasiva. Passo a mão por trás, confuso, imaginando ter feito alguma coisa errada, talvez ter colocado ao contrário, mas não — pelo jeito, a pressão constante é característica para quem utiliza algo assim. Há um incômodo esquisito, mas… não dá pra negar que tem algo ali, uma eletricidade estranha que faz meu pênis engaiolado latejar contra suas barras. Balanço a cabeça outra vez, tentando afastar o pensamento.

No espelho grande da parede me vejo ridículo: peitinhos empinados, gaiola apertada no tecido minúsculo da calcinha, minhas bolas quase escapando pelas laterais. Meu rosto queima, mas continuo.

Subo a meia-calça até a cintura, e depois coloco o vestidinho. As alças finas caem nos ombros, o decote baixo deixa o sutiã parcialmente à mostra. Em seguida, visto também as sandálias, estranho o salto no inicio, mas logo me adapto — é baixo o suficiente para eu conseguir me equilibrar sem maiores dificuldades.

As algemas são a última peça. Consigo prende-las sozinho colocando as tiras em meus pulsos e encaixando o gancho com os braços para trás. Tento desencaixar logo em seguida para entender se fiz tudo certo, mas a partir dai percebo que é necessária outra pessoa para remove-la.

Fico ali, de pé, algemado no meio da sala, esperando Vanessa nessa posição constrangedora. Tento dar uma ajeitada na calcinha — o fiozinho ainda enterrado fundo, me irritando cada vez mais conforme o tempo passa — mas agora com as algemas tudo parece mais difícil de se ajeitar. O sutiã incomoda, o elástico apertando o peito, mas esse eu não chego nem perto de alcançar.

O tempo passa devagar demais. Pelo menos meia hora já se passou desde que terminei de me trocar. Minhas pernas começam a reclamar, o incomodo em meus pés intensificado pela posição em que eles ficam nos saltinhos.

Penso em me sentar por um segundo, mas desisto. Vanessa não proibiu, mas o medo de desagradá-la fala mais alto — estou perto demais do meu orgasmo para arriscar.

Mais minutos se arrastam. Talvez outra meia hora.

Então, finalmente, ouço o clique da maçaneta.

Meu corpo inteiro congela.

A porta se abre.

Mas não é Vanessa quem surge do outro lado.

É Ana.

Por um segundo, ela apenas me encara. Em seguida, um sorriso largo se espalha pelo rosto dela — e logo se transforma em uma gargalhada alta, aberta, impossível de conter. O som ecoa pela sala enquanto fico ali, imóvel, sem saber onde enfiar a cara por me apresentar para ela desse jeito, vestido como uma puta, algemado e vulnerável. Não consigo dizer absolutamente nada. O constrangimento me paralisa por completo.

Ana leva a mão ao rosto, ainda rindo, os olhos marejados. Quando finalmente consegue se controlar, está visivelmente vermelha, respirando fundo para recuperar o fôlego.

"Uau… aquela mulher estava mesmo falando a verdade..." provoca ela, entre risinhos residuais. "Achei que ela estava tirando uma com a minha cara com aquela história maluca."

Ana fecha a porta atrás de si e começa a se aproximar, um sorriso ainda estampado em seu rosto, os olhos percorrendo meu corpo de cima a baixo cheia de diversão.

Finalmente consigo forçar a voz a sair, mesmo que gaguejando. “O-O-Oi, Ana…”

Ela ignora completamente minhas palavras.

“Um criminoso condenado por assédio... Bem a sua cara.” Um breve silêncio se arrasta até que ela para bem à minha frente. “Mas olha só… agora quem está usando a roupa curtinha é você.”

A mão dela para repentinamente sobre a saia do meu vestido, exatamente na altura do meu pênis. Instintivamente afasto a cintura, mas as algemas impedem que eu seja mais defensivo. Ana apenas ri e mantém a mão ali, tateando com intenção.

“Shh… shh… shh… shh… quietinha”, murmura, quase com doçura. “Ela me contou sobre a sua sentença alternativa. Uma gaiola de castidade… Nunca tinha ouvido falar nisso.”

O sorriso dela se torna cruel. “Só sendo muito patético pra aceitar algo assim. Você não foi homem nem pra cumprir sua sentença com dignidade.”

"Ana… Para…", digo, tentando novamente me afastar.

"Qual é o problema? Quem usa saia curtinha assim é porque é safada. Não era isso que você tinha me dito?"

"E-Eu... não disse isso..."

Ela me ignora, me puxa pela cintura, e sua mão vai para minha traseira com firmeza, por baixo da saia curta.

Seus dedos contornam o elástico da minha calcinha. Não estou vendo suas feições, mas sei que um sorriso se formou em seu rosto. Com os lábios colados no meu ouvido, ela sussurra:

"Uau... se quem usa roupa curta é safada, imagina quem usa calcinha assim..."

Seu indicador desliza pelo elástico até chegar a altura da minha entrada, e afasta o fiozinho apenas alguns milímetros para o lado, tocando minhas pregas e fazendo-as se retraírem.

"Enfiadinha no cuzinho... Me diz, você que é especialista. Quem usa calcinha assim é pra que? É porque quer dar o bumbum? É isso? Você tá querendo dar a sua bundinha para mim?"

"Não… Claro que não.", afirmo convicto, mas sem me mover.

Ana sorri, Me dá um tapa na bunda e vira meu corpo de frente, agora agarrando meu pênis por baixo da saia.

"Eu não tenho nenhum interesse em deflorar esse cuzinho virgem, não estou com paciência pra ficar ouvindo choro de biriba."

O tom dela muda, ficando meloso demais para ser sincero. “Pelo contrário… aquela mulher me contou que você tá toda carentezinha. Tá querendo gozar, é?”

Meus olhos se arregalam. Será que Vanessa entregou a chave pra ela? A humilhação fica em segundo plano. Balanço a cabeça afirmativamente, aumentando a feição de satisfação no rosto de Ana.

“Claro que está…”, Ana comenta, com ar triunfante. “Ela falou que agora só depende de mim.” Ela inclina a cabeça, me avaliando. “Você acha que eu devo? Depois da maneira escrota que você me tratou... Devo te deixar gozar?"

Envergonhado, balanço a cabeça positivamente, levemente, o desespero falando por si só.

Ela me encara pensativa. "Bem, para sua sorte eu não sou o tipo de pessoa que guarda ressentimentos, estou disposta a deixar. Mas você vai ter que ficar bem boazinha. Você vai ser uma menina boazinha para mim?"

Meu coração acelera cheio de expectativa, e aceno positivamente novamente. — Vanessa soube como me constranger por ter mentido, mas nesse momento meu orgasmo é mais necessário do que minha dignidade.

"Então senta bonitinha para mim, senta?"

Me deixo conduzir por Ana até a poltrona de Vanessa. Ela me senta com cuidado e, em seguida, ergue a saia do vestido. Logo depois, abaixa o cós da meia-calça, expondo por completo minha calcinha.

“Ué…”, comenta, inclinando a cabeça com falsa surpresa. “Seu pintinho cabe inteiro nessa tanguinha? Você tem um grelo ou o quê?”

Fico sem reação. O rosto arde de vergonha enquanto Ana abaixa também a parte da frente da calcinha, apoiando o tecido logo atrás das minhas bolas.

"Ah... tá explicado”, diz, em tom quase didático, carregado de sarcasmo. “É pintinho de menina. Por isso cabe em gaiolinha… e até em calcinha.”

As mãos dela percorrem meu corpo com uma gentileza, acariciando minhas coxas, traçando caminhos lentos pelo pênis e pelas bolas sensíveis.

"Bem, se é pintinho de menina, tem que gozar igual menina..."

Ana abre a primeira gaveta da mesa de Vanessa como se soubesse exatamente o que iria encontrar e tira de lá um vibrador. Aperta o botão, e o zumbido baixo da vibração preenche o ambiente. Ela leva o brinquedo até a ponta da minha gaiola, e meu pênis pressiona o metal no mesmo instante, tentando se expandir, mas sendo insistentemente retraído pelas barras.

“V-você…”, pergunto, a voz rouca de necessidade. “Não vai me destrancar?”

Ana faz cara de desentendida, inclinando a cabeça. "Te destrancar? Mas eu nem tenho a sua chave..."

Bufo desesperado — Vanessa não deu a chave para ela??? O pânico se mistura ao tesão acumulado, deixando-me à beira do colapso.

“Bem… se estiver ruim assim, eu posso parar.”

O brinquedo escapa da minha glande sensível e segue para as minhas bolas. O contato é gostoso, mas menos intenso, suficiente apenas para aumentar minha frustração.

"Não... por favor...", suplico, apesar de dolorido — essa vibração suave é tudo o que tenho para não surtar.

Ana sorri diante do meu desespero e leva o brinquedo de volta à gaiola.

"É... olha como essas bolinhas estão cheinhas, você deve estar querendo muito gozar, não é?"

Balanço a cabeça afirmativamente, soltando um suspiro profundo, o corpo inteiro tremendo.

Ela então afasta o vibrador outra vez, dessa vez por completo.

“Não… não… não…”, imploro, sentindo o vazio agonizante.

"Pede pra mim então... Pede pra gozar..."

Engulo o orgulho, desesperado para que ela retorne.

"Por favor, me faz gozar..."

Ana sorri enquanto seu toque volta, mais sai alguns segundos depois.

"Humm... Nananinanão. Você é menina, tem que pedir igual menina. Vamos lá, mais uma vez..."

Meu corpo treme. Respiro fundo, afino a voz e repito, humilhado:

"Por favor, me faz gozar..."

Ela ri, o vibrador retorna para o topo da gaiola, mas com leveza. Indo e voltando para as barras com toques suaves, controlando a intensidade do meu prazer.

"Nah... nem parece que está precisando precisando tanto assim. Se você quisesse mesmo gozar, estaria me pedindo igual puta..."

Suspiro desesperado por mais contato, e tento novamente. Me humilhando ao máximo para satisfazer o seu sadismo, suplicando gemendo igual uma puta carente — o que não difere muito de como eu me sinto agora:

"Por favor... por favor... por favor... me faz gozar... por favor..."

“Que patético…”, ela sussurra, rindo.

A pressão aumenta, focando na parte da glande que tenta escapar pela abertura da gaiola. O contato mais intenso me faz delirar, ondas de prazer atravessam todo o meu corpo.

Até que acontece.

Urro no exato instante em que a vibração cessa — mas o meu orgasmo não. Meus fluidos começam a escapar em pequenos jatos fracos.

"Volta... Por favor... Volta..." Suplico baixinho enquanto Ana me encara sem piedade. A vibração do brinquedo agora apenas em minhas bolas.

A sensação é bem menos intensa do que qualquer orgasmo que já tive, mas estranhamente muito mais duradoura. Como se o prazer se estendesse em ondas suaves e persistentes. Sinto o orgasmo ainda presente enquanto Ana afaga o meu pênis engaiolado como se fosse um animalzinho comportado.

"Muito bem… gozou igual mocinha. Agora já podemos guardar esse grelinho danadinho."

Ana pega novamente o cós da minha calcinha e o leva até a cintura com um carinho quase maternal. Um último jatinho fraco escapa do meu pênis assim que ela o cobre, atravessando o tecido fino.

Ela também ajusta minha meia-calça, e sem falar mais nada, vai embora, as feições vitoriosas e o sorriso sádico ainda estampados no rosto.

Me mantenho na poltrona, respirando aliviado, o peito subindo e descendo em ritmo irregular. Não estou exatamente satisfeito, mas pelo menos agora o ápice do desespero já passou, deixando apenas um torpor exausto no lugar do tesão avassalador. Esse tesão era o que segurava a minha vergonha, e com esse vazio vem um peso enorme. De uma coisa eu tenho certeza, nunca mais terei coragem de encarar Ana pelo resto da minha vida.

Alguns minutos depois, a porta se abre novamente, agora sim com Vanessa aparecendo do outro lado. Ela me cumprimenta com simpatia calculada, “Bom dia, Sr. Marcelo”, então se aproxima com um sorriso satisfeito desenhado no rosto.

Fico sem respondê-la. Desvio o olhar, ainda tomado pela raiva e pelo gosto amargo da humilhação recente.

Vanessa para bem à minha frente, olhando de cima, a silhueta imponente me fazendo sentir ainda menor. "Ah, não. Você não vai bancar o machinho agora, vai?, diz com desdém. “Não depois de gozar como uma menininha danada.”

Ergo os olhos, mal-humorado, sentindo mais um golpe direto na minha dignidade.

"Achei que ia me destrancar!"

Vanessa faz cara de surpresa, e responde serena:

"Te destrancar? O seu comportamento ainda está longe de ser merecedor de algo assim. Na verdade, esse seu orgasmo certamente foi muito mais do que o senhor mereceu — benevolência que só concedi por se tratar de um novato. Não serei mais tão leniente."

Arregalo os olhos, indignado. "Leniente??? Você tem ideia de como aquela garota me tratou???"

“Imagino que exatamente do jeito que o senhor mereceu”, responde, tranquila. “Quando o senhor merecer mais, ficarei feliz em te dar mais…”

Seguro o palavrão que sobe à garganta, fecho os olhos e solto uma bufada pesada. Essa mulher é uma verdadeira filha da puta. Depois de tudo, eu nem sequer tive um orgasmo de verdade. Quero insultá-la, despejar toda a raiva acumulada. Mas, do seu modo, ela cumpriu a promessa que fez, e me trouxe algum alívio. Será que se eu fizer as baboseiras que ela tanto quer eu realmente terei mais? É um tormento pensar em entrar naquele estado de desespero que estava outra vez. Eu só preciso aguentar um ano dessa mulher, e depois estarei livre novamente. Posso fingir cooperar pra não enlouquecer nesse período.

Abro os olhos e respiro fundo novamente, então respondo com a voz mais suave:

"Sim, senhora…"

Vanessa abre um sorriso vitorioso, vai para trás de mim, destranca minhas algemas e oferece sua mão para que eu me levante.

"Muito bem, querido. Continuaremos as suas sessões de reabilitação amanhã."

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