O sol invade o quarto antigo do meu apartamento, no 9º andar daquele prédio de tijolos manchados pelo tempo, espalhando luz morna sobre minha pele morena clara, marcada pelos dias de sol e as noites de desejos escondidos. Meu corpo está diante do espelho grande, nu, como um altar exposto ao meu próprio olhar: curvas generosas, coxas grossas, e essa bunda monumental que desafia as leis da gravidade, empinada e cheia, com seus 114 centímetros que balançam com um ritmo só meu, um ritmo feito para ser notado, para incitar olhares que nunca se atrevem a dizer o que pensam.
O fio dental — meu melhor amigo e meu maior segredo; está cravado ali no meio do meu rabo, o fio fininho se afundando entre as dobras da minha pele, cutucando, provocando um arrepio que percorre minha espinha até o fundo do meu desejo. Eu amo essa sensação, esse constante lembrete de que estou vestida para o prazer invisível, uma provocação silenciosa que só os olhos atentos podem decifrar.
Essa bunda, minha bunda gorda, com sua celulite que brilha como mapa das minhas experiências, é o centro da minha vida; do meu corpo e da minha mente. Sei que ela fala por mim, mesmo quando minha boca fica muda. E é por ela, por esse cu voraz, que vivo e respiro.
Mas dentro desse quadro de curvas e desejos há uma lembrança que queima como brasa viva, um momento que mudou tudo, uma experiência de dor, medo e êxtase: a primeira vez que perdi minha virgindade anal, e a quem devo esse presente cruel, aquele homem que chamo, ainda com um nó na garganta, de Carlos.
Foi há seis meses, numa noite abafada na casa de um amigo dele, num bairro esquecido da cidade, onde o cheiro de álcool barato se misturava ao suor dos corpos jovens embalados por uma música que mais parecia uma pulsação do próprio coração. Eu tinha bebido demais, mais que ele, e isso me deixou vulnerável, solta, entregue a uma sede que nem eu sabia que existia.
Carlos não era bonito, longe disso. Moreno, corpo largo, mãos ásperas, olhar direto e sem rodeios. Mas tinha um pau... um pau que parecia não ter fim. Comprido, com 18 centímetros de comprimento, grosso na medida certa — sua circunferência não passava dos 15 centímetros, mas era firme, com veias saltadas que se destacavam sob a pele escura e brilhante. Eu sempre brinco que, para comparar, ele tinha a grossura aproximada de uma garrafa de desodorante, aquele tipo de embalagem que a gente vê no mercado, sabe? E eu me sentia como se aquela garrafa estivesse sendo empurrada para dentro do meu cu, lento, firme, rasgando minha resistência.
A noite começou com risadas, algumas doses de cachaça, e o calor daquela casa pequena que parecia comprimir tudo ao redor, deixando só a urgência do momento. Quando ele me puxou para um canto mais escuro, perto da cozinha, eu já sabia que aquilo ia acontecer — e eu queria, mesmo com o medo apertando o peito.
Ele foi paciente no começo, a mão firme segurando minha cintura, me guiando. Quando encostou seu membro na minha entrada, senti um choque que me fez prender a respiração. Meu ânus — ou meu cu, como eu chamo, aquele lugar sagrado e profano ao mesmo tempo estava apertado, tenso, e o medo do desconhecido se misturava com uma fome que me consumia.
Ele entrou devagar, cada centímetro penetrando as paredes do meu reto, aquela passagem estreita que precisou ceder, dilatar, se abrir para receber aquele corpo estranho dentro de mim. A dor era real, uma pontada aguda que me fez cerrar os olhos e morder os lábios para não soltar um gemido.
Mas ao mesmo tempo, algo dentro de mim despertava. Um misto de poder e submissão que me enchia de fogo. Eu me sentia arrombada, usada, dilatada — e amava cada segundo disso. Ele subia e descia, firme, sem pressa, explorando cada centímetro do meu ânus, esticando as paredes retais, desafiando a resistência do meu cu.
Ele usava camisinha, porque eu tinha insistido, aquele medo de doenças sexuais que me persegue desde sempre não me deixava cega para os riscos. Mas em meio ao calor do momento, ao êxtase crescente, a camisinha rasgou. Eu senti o líquido quente escorrer, penetrando fundo dentro do meu reto aberto.
Naquele instante, uma mistura avassaladora de sensações tomou conta de mim: o medo, porque e se fosse alguma doença? A excitação, porque a sensação do seu esperma nadando dentro de mim era quase mágica e eu tinha lido em algum lugar que o sêmen podia ficar grudado nas paredes do cólon, absorvido pelo corpo, provocando cólicas, gases, uma transformação que eu secretamente desejava.
Nos dias seguintes, eu escorri muito, fiquei dolorida e dilatada, sentindo a inflamação do meu reto como uma cicatriz viva. Mas eu sorria para mim mesma porque meu cu havia sido arrombado como eu sempre quis, marcado, usado, entregue. Meu namorado da época, que ainda estava no Brasil, não percebeu nada, eu escondia meus olhares de desejo, as roupas que usava para disfarçar, a delicadeza com que fingia estar tudo normal. Minha buceta, essa boca úmida e aberta que ele conhecia, continuava suculenta, marcada como a pata de um camelo, pronta para ele, para ninguém mais. Mas meu cu? Esse era só meu, meu santuário e minha obsessão.
Desde aquela noite, minha vida mudou. Meus desejos ficaram mais intensos, minha fome por sexo anal aumentou a cada vídeo que eu assistia, a cada conto que eu lia. Descobri a curva do cólon sigmoide, aquele ponto profundo e misterioso no intestino onde o sêmen pode se alojar sem causar cólicas, como um segredo dentro de mim. Sonho em um dia ter alguém que me leve até lá, que me faça sentir o peso daquele líquido especial escorrendo no fundo, sem que eu precise peidar ou sentir dor.
Meu corpo está mudando, meu cu está mais aberto, mais dilatado, mais meu do que nunca. E eu sei que nada vai me satisfazer até que eu seja completamente preenchida, completamente usada, impregnada.
Isa acordou sentindo o peso do desejo ainda pulsando no ventre, uma chama viva no fundo do corpo que se espalhava até o rabo, aberto e ansioso. A luz tênue da manhã atravessava as cortinas, desenhando sombras que pareciam acariciar sua pele morena. O fio dental já marcado nas nádegas despertava nela uma excitação silenciosa, um segredo só seu. Passou a mão pelo cu, sentindo o toque da calcinha que encaixava ali, aquele V superior bem marcado, que ela sabia que os homens adoravam. Era seu talismã, seu provocante convite ao proibido.
Ela se levantou devagar, vestiu a legging cavada, que delineava perfeitamente a curva gorda do bumbum de 111 cm, a celulite aparecia como uma assinatura da sua feminilidade abundante, uma textura viva que ela amava. A legging abraçava suas coxas, cavava entre as nádegas, mostrando o fio dental que cutucava seu rabo como um sussurro insistente. Isa sabia que aquilo era um chamariz e deixava o cio tomar conta de cada gesto seu.
Pelo celular, trocava mensagens com o namorado, o corno distante, que mal desconfiava da fome que ardia dentro dela, da urgência que crescia no seu cu aberto e dilatado. Ela fingia normalidade nas palavras, mas a verdade latejava em cada toque na tela, cada pensamento roubado para ele enquanto seus dedos deslizam pelo corpo, sentindo a roupa que marcava sua bunda redonda, o rabo que precisava ser preenchido.
Saiu para comprar cerveja e alguma coisa para o jantar. No mercado, o menino novinho não tirava os olhos dela, e Isa sentiu um prazer doce ao perceber como seu rebolado fazia a roupa dele parecer pesada demais para segurar o desejo. Ela não resistiu e, com um sorriso safado, jogou o corpo de um lado para o outro, sentindo as nádegas dançando, a pele arrepiada sob o toque do fio dental invisível sob a legging. Um jogo de sedução mudo, um convite a um pecado que só ela conhecia.
De volta ao prédio, o ar mudou. Isa sentiu o cheiro forte do zelador, graxa, suor, virilidade pesada, misturada com uma fome palpável pelo seu rabo. Ele era alto, gordinho, a pele negra brilhando sob a luz do hall, e os olhos dele fixos no contorno daquela bunda que não se escondia, que chamava para o toque. Isa percebeu, no flerte, o desejo dele por aquela curva tão bem moldada, pelo fio dental marcado que revelava o segredo do seu cio.
Começou ali um jogo silencioso, uma conversa de olhares e palavras veladas. O zelador admitiu, com uma voz rouca e hesitante, que amava aquele rabo; a forma como ele se encaixava no fio dental, o jeito que parecia pedir para ser usado. Isa riu baixinho, sentiu o calor da provocação crescer dentro dela. “Esse rabo precisa de um trato,” sussurrou, deixando o convite no ar, incendiando o ambiente.
Mais tarde, no apartamento, Isa se entregou àquela ansiedade que só um cu aberto e desejoso pode provocar. Bebeu as seis cervejas que comprara, cada gole misturado à vontade crescente, à lembrança da sensação quente que o pau de Carlos deixara em seu interior meses atrás, a camisinha rasgada, o medo, o gozo quente invadindo seu reto, a sensação de ser usada, aberta, preenchida de um jeito que ninguém mais sabia.
Enquanto conversava com o namorado por mensagens, sua mente vagava para o que estava por vir. Pediu remédios para dor, absorventes para o inevitável vazamento, ansiosa, excitada, quase desesperada pelo encontro que prometia incendiar seu corpo.
Quando desceu para buscar os remédios, já sabia que encontraria o zelador. Ele a chamou para ver algo curioso na casa de máquinas, um objeto em inglês que ele não conseguia ler. Isa sabia, no fundo, que aquilo era só uma desculpa para vê-la, para admirar aquela bunda que balançava livre sob a legging apertada.
Ali, no silêncio pesado da casa de máquinas, segurando a sacolinha com os remédios, Isa se mostrou sem medo, deixando o fio dental à mostra, o rabo pulsando em desejo. O cheiro do graxa misturou-se ao suor dela, o calor subiu, e o jogo virou realidade.
Isa segurava a sacolinha plástica na mão, os remédios balanceando levemente, enquanto o ar abafado e carregado da casa de máquinas parecia conspirar para acelerar seu coração. A luz amarelada e escassa fazia a penumbra dançar nas paredes de metal e tubos enferrujados, criando sombras que pareciam sussurrar segredos só para ela.
Davi estava ali, encostado na parede, o rosto parcialmente iluminado. Com um sorriso torto, ele apontou para o painel confuso, pedindo ajuda para traduzir uma palavra em inglês que ele não entendia. Isa sabia que aquela era a deixa que esperava — não era o painel que ele queria mostrar, e sim aquela curva generosa, aquela promessa escondida entre as sombras.
Com a sacolinha ainda firme na mão, Isa sentiu o calor subir rápido, o cio tomando conta de cada fibra. Ela inclinou o corpo para frente, um gesto natural, quase despretensioso, mas que expôs o V do fio dental grudado, enfiado, abraçando aquele rabo cheio, marcando as dobras da pele macia e sedutora. O fio dental escorregava, cutucava, e Isa sabia que aquele convite era impossível de recusar.
Davi não aguentou. De repente, suas mãos grandes e quentes se fecharam nas curvas gordinhas da cintura dela, roçando a pele nua sob a roupa. O contato enviou um choque elétrico pelo corpo dela, e Isa se virou rápido, encontrando o olhar dele. Sem palavras, seus lábios se encontraram num beijo firme, urgente, carregado de desejo.
Os beijos foram se tornando mais intensos, a língua explorando, roubando, devorando. Isa sentiu a língua áspera de Davi enquanto ele puxava seu cabelo para trás, segurando-a firme, como se não quisesse deixá-la escapar. A saliva misturava-se ao suor, à graxa impregnada no corpo dele, criando uma mistura crua e irresistível.
Isa se ajoelhou lentamente no chão frio e sujo da casa de máquinas, seus olhos nunca deixando os dele. A mão firme dele guiou o pau pesado e grosso para perto, o membro já pulsando e quente contra a pele. Era um corpo diferente; mais largo, mais denso, com veias marcadas e uma cabeça larga, arredondada, que prometia dominá-la.
Ela lambeu os lábios, mordendo o canto da boca antes de envolver aquela rola já suada com a boca. A língua dançava ao redor da cabeça, espalhando a saliva, lambendo a glande com delicadeza e ousadia. Isa sentiu o sabor salgado e quente do dia de trabalho dele, misturado à sua própria excitação, um beijo molhado que se tornou quase uma prece ao prazer iminente.
Com cuidado, mas também com uma urgência quase selvagem, ela colocou a camisinha — a própria fez isso, deslizando o látex com dedos ágeis, mas sua boca havia produzido tanta baba que a camisinha escorregou, quase se soltando antes mesmo de ele entrar. Isa percebeu a falha mas não conseguiu se importar, tão envolvida estava naquele momento, no calor daquele cio que queimava dentro dela.
“Se cuida com esse rabo, ele é guloso e vai comer essa sua rola inteira,” murmurou Isa, um sorriso provocador nos lábios enquanto segurava firme na cintura gorda dele.
Eles se ergueram. Isa puxou o shortinho para baixo até o tornozelo, a calcinha fio dental escorregada para o lado, expondo aquele rabo cheio, aberto, pulsando de desejo e necessidade. Ela se dobrou, apoiando as mãos na parede fria, deixando a pele arrepiar com o contraste do frio do metal contra o calor intenso do seu corpo.
Davi entrou nela com força, a penetração soando um som úmido, quase musical; o cu se abrindo, acolhendo cada estocada com uma mistura de dor aguda e prazer bruto. A carne colidia contra a carne, o impacto ecoando pela sala silenciosa. As mãos dele agarravam firme as banhas da cintura dela, puxando-a contra si, mantendo-a imóvel para não perder o ritmo selvagem da foda.
O ar estava denso, quente, carregado da mistura do suor que escorria por suas peles. Isa arqueava o corpo, segurando-se firme na parede fria da casa de máquinas, o short jogado no tornozelo, a calcinha puxada para o lado, sentindo a textura do fio dental rasgar seu cu aberto, vulnerável, querendo mais. Davi a metia com força, com voracidade; cada estocada uma declaração bruta, uma invasão intensa, que fazia seu corpo se curvar, sua alma se desnudar.
— Mais fundo, Davi... — gemia ela, voz baixa, rouca, quase sufocada. — Quero que você chegue até o fundo, me arrombe por dentro, seu gostoso.
Ele não hesitava, socava seu interior como se quisesse deixar ali sua marca, seu domínio. O som abafado da carne se chocando, o ranger leve do short escorregando, as mãos dele segurando firmes a cintura larga dela, apertando as banhas como se quisesse fundir aquela bunda farta com seu corpo. Isa sentia o calor do pau de Davi deslizando entre os seus músculos anais, pressionando, abrindo, invadindo.
— Seu cu é tão guloso... — rosnou ele, a voz carregada de desejo e possessividade. — Você aguenta tudo que eu tenho pra te dar.
Ela sentia cada estocada subir pelo reto, a sensação do cólon sigmoide sendo quase alcançado, uma espécie de êxtase que misturava dor e prazer em um só turbilhão. A camisinha, colocada por ela mesma, ainda ressecada de baba e pressa, começava a deslizar para dentro, um corpo estranho que ela não notava, cega pela entrega.
— Vai gozar pra mim, Isa. Quero sentir você tremendo com meu pau dentro desse cu aberto. Quero ver seu corpo estourar de prazer.
E foi assim, naquele ritmo selvagem e brutal, que ambos se entregaram ao êxtase. Isa estremeceu primeiro, sentindo o cu dilatar, o fogo quente explodir dentro dela, as paredes anais apertando e relaxando em ondas incessantes. O orgasmo dela era um mar revolto, um êxtase agudo que fazia sua cabeça girar e seu corpo se curvar ainda mais. Davi gemeu fundo, a voz rouca de tesão enquanto despejava seu jato quente, achando que a camisinha estava intacta, mas, em silêncio, a borracha deslizou e ficou presa dentro dela.
Eles ouviram passos no corredor — o chamado da realidade, o som que fez Davi se afastar apressado, ajeitando a calça, a camisa amarrotada. Isa virou-se rapidamente, puxou o short para cima, ajeitou a calcinha que ficou torcida entre as nádegas, a pele sensível e ainda tremendo.
— Você me arrombou, seu gostoso — disse, com um sorriso malicioso e os olhos brilhando — Socou meu interior como ninguém antes.
Ele riu baixo, rouco.
— Só o que você merece, Isa. Mas não faz barulho, tá? Não quero encrenca.
Ela assentiu, sentindo as pernas bambas, a cabeça girando, o cu latejando como se tivesse vida própria. Pegou a sacolinha de remédios e começou a se vestir com pressa, sentindo cada toque do tecido contra a pele ainda hipersensível. A legging subia macia pela cintura, marcando o rabo farto, o fio dental apertado, cutucando seu cu aberto, pulsante.
Enquanto fechava o zíper, sentia a calcinha deslizar ainda mais entre as nádegas, como se quisesse se esconder dentro dela, e o pulso acelerado trazia uma mistura louca de culpa e êxtase. Pegou a blusa com as mãos trêmulas, ajeitou os cabelos que colavam no pescoço suado, e juntou tudo para sair.
Eles saíram sorrateiros, Davi primeiro, com passos pesados e jeito de quem tem pressa para se livrar daquela situação, Isa logo atrás, sentindo o corpo inteiro em estado de alerta; pernas meio tortas, rebolando diferente, o cu latejando a cada passo, como se carregasse um segredo desconhecido.
Quando subia as escadas, desviando para o apartamento, olhou para ele por cima do ombro.
— Você me arrombou, seu gostoso. Violou meu interior — repetiu com aquele sorriso provocante.
Davi soltou uma risada abafada, sacudiu a cabeça e virou para outro corredor.
Isa entrou no apartamento com as pernas bambas, o coração acelerado, o cu ainda aberto demais, cheio de sensações conflitantes: desejo, medo, prazer e uma estranha sensação de estar invadida e protegida ao mesmo tempo.
No corredor, ela encontrou a vizinha, Dona Celeste, uma senhora curiosa e fofoqueira que vinha sempre falar com Isa quando podia.
— Menina, que cheiro é esse? Você esteve em alguma oficina mecânica? — perguntou, franzindo o nariz. — Tem um cheiro forte de graxa, um outro de suor... E... um cheiro diferente, sabe, meio... estranho.
Isa corou, tentando disfarçar.
— Ah, Dona Celeste, deve ser o zelador do prédio. Trabalha com essas coisas, graxa, óleo... E eu andei suada, sabe como é, né?
A vizinha arregalou os olhos.
Mas Isa ficou pensativa, o medo roendo no fundo da mente, mesmo misturado com a excitação do que tinha acabado de viver. Seu corpo vibrava ainda, sentia o rebolado diferente ao andar, o cu latejando e pulsando sob a legging, o fio dental apertado cutucando a pele. O cheiro de Davi parecia impregnar seu corpo, a mistura quente do suor e do desejo. E ali, escondida, a camisinha; ele nem sabia, ela ainda não; tinha ficado dentro dela, uma surpresa silenciosa para os próximos capítulos.
Isa voltou para o apartamento, abriu uma cerveja, deixou o líquido gelado escorrer pela garganta, e se entregou ao turbilhão que era seu corpo, pleno, aberto, usado, dilatado e cheio daquele segredo quente que só ela sentia pulsar dentro do cólon.
Seu cu doía como se tivesse sido partido, mas doía bem, daquela dor boa, intensa, que ela já começava a amar. Em meio a pensamentos bestiais veio em sua cabeça o medo de doenças, ela não havia pensado nisso mas agora estava martelando em sua cabeça e misturava-se com o prazer da entrega, e no fundo da mente, Isa já sabia: aquela noite tinha mudado tudo.
E ali, com as pernas tremendo, o coração acelerado, e o corpo tão aberto, ela se permitia flutuar no êxtase; pronta para o que viesse, pronta para ser toda aquela mulher que seu rabo gritava ser...