Paredes Finas PT12

Da série Paredes Finas
Categoria: Heterossexual
Contém 4456 palavras
Data: 14/04/2026 19:37:29

— aí bateu um soninho kkkkkk acho que pra mim já deu, eu vou deitar!

Falei com a maior naturalidade possível, mas por dentro meu coração estava disparado pra caralho. Eu tinha acabado de segurar o cabelo da minha própria irmã e guiar a cabeça dela enquanto ela mamava meu marido até ele gozar na boca dela. Era insano. Aquele friozinho na barriga de quem está fazendo uma coisa muito errada pela primeira vez, igual quando a gente era adolescente kkkkkk.

Felipe: bem... eu vou tomar um banho kkkkk

Ana: tá amor, eu já vou deitar... e você, mana?

Paula: eu... só vou lavar a boca rapidinho e venho me deitar

Ana: ok

Me deitei, virei pro canto da cama e fingi que ia dormir. O Felipe entrou no banheiro e a Paula foi logo atrás. Esperei uns segundos, levantei de mansinho e fui atrás deles. Meu coração batia tão forte que parecia que ia sair pela garganta.

Abri a porta bem devagar, só uma frestinha, quase sem respirar.

A Paula estava em pé na frente da pia, e o Felipe abraçando ela por trás, colado nela, beijando o pescoço devagar. Conversavam baixinho, a voz rouca dele misturada com a risadinha dela.

Felipe: você me surpreendeu hoje...

Paula: por quê? Acha que é só a safada da sua esposa que sabe brincar? kkkkk

Felipe: ah não, mas não sabia que você brincava com tanta intensidade kkkkk

Paula: eu não ia até o fim kkkkk... mas a Ana me fez ir né. Até agora não estou acreditando que ela fez isso kkkkk

Felipe: e você não gostou?

O Felipe começou a passar a mão na bunda dela por cima da saia, apertando com vontade, descendo os dedos e subindo de novo. Depois foi descendo beijando ela até a nuca, lambendo o pescoço dela enquanto apertava a bundona.

Paula: gostei kkkkk... sendo bem sincera, gostei pra caralho. Foi tão estranho quando eu percebi que não era você que estava segurando minha cabeça...

O Felipe começou a puxar a saia dela pra baixo. A Paula não falou nada, ficou ali parada enquanto a saia deslizava pelas coxas e caía nos pés dela, deixando ela só de calcinha.

Não dava pra ver tudo porque o Felipe estava na frente, mas pela sombra no espelho eu via a mão dele descendo entre as pernas dela, dedos passando por cima da calcinha, esfregando na buceta dela. Minha calcinha já estava encharcada, grudada na boceta de tão molhada que eu fiquei.

Paula: é?! Gostou de ter sua cunhada te mamando, safado? kkkkk

Felipe: foi um tesão do caralho sabia?!

Começaram a se beijar com mais intensidade. O Felipe puxou o rosto dela pra trás e a Paula foi se virando devagar até ficar de frente pra ele. A voz dela saiu baixa, já carregada.

Paula: tira essa cueca logo, não quero ser a única exposta aqui kkkkk

O Felipe tirou rapidinho. A rola já estava dura de novo, apontando pra cima. A Paula virou de costas pra ele, empinou a bunda bem gostoso e olhou por cima do ombro:

Paula: eu não aguento mais esperar, Fe... come a minha buceta, come amor!!

Ia acontecer. Meu marido ia comer minha irmã ali mesmo no banheiro. O meu coração batia ainda mais forte, mas eu não conseguia ver quase nada direito dali da fresta. Não queria assim, escondida e sem conseguir ver. Me afastei devagar, fechei a porta bem quietinha e dei duas batidas firmes.

Ana: ei, vocês dois! Eu quero ir no banheiro!

Silêncio de uns segundos do outro lado.

Paula: já vou sair mana, calma...

Ela saiu rapidinho, toda avermelhada, rosto brilhando, cabelo um pouco bagunçado e respiração ainda acelerada.

Entrei no banheiro. O Felipe estava no box, a água caindo nele. Não falei nada, fingi que ia lavar a mão rapidinho na pia, dei uma olhada de canto de olho e saí logo em seguida kkkkk. Voltei pra cama e a Paula já estava deitada no meio. Me deitei do lado direito e ela veio logo me abraçando, ficando de conchinha comigo, o corpo quente colado nas minhas costas.

Paula: o que está passando na cabeça da minha irmã safada?

Ana: safada é você kkkkk eu não mamei ninguém hoje kkkkkkk

Paula: vadia você, viu kkkk

Me deu um beijo no rosto e deitou a cabeça no travesseiro, ainda toda colada em mim, do jeitinho que a gente sempre dormia juntas. O Felipe saiu do banheiro uns minutos depois. Fingi que já estava dormindo, mas senti ele se aproximando. Uma mão passou no meu cabelo, acariciando devagar, depois no rosto.

Felipe: te amo sua safadinha...

Um beijo bem leve na testa e ele foi pro outro lado da cama. Éramos os três ali: eu na direita, a Paula no meio de costas pro Felipe, ele do outro lado.

Passaram alguns minutos. Uns bons minutos. O arrependimento começou a bater forte. Eu tinha impedido eles de transarem no banheiro e agora nada estava acontecendo. Será que tinham desistido? Depois de mais um tempo a Paula se mexeu levemente.

Paula: para seu safado, a Ana tá aqui kkkkk...

Bem baixinho. Meu coração disparou na hora. Não conseguia ouvir o que o Felipe sussurrava no ouvido dela, só uns barulhinhos roucos da voz dele.

Mas a Paula ainda estava abraçada comigo, corpo colado, a respiração quente no meu pescoço.

Paula: aaah fe, entrou tudo seu safado...

Gemeu bem baixinho, quase no meu ouvido. Puta que pariu — ele tinha entrado nela. Eu tinha certeza. E o pior, ou melhor, é que ela continuou abraçada comigo enquanto meu marido a penetrava. Aquela vadia... não conseguia ver quase nada, menos ainda do que no banheiro, mas o tesão estava ainda maior por causa disso.

Comecei a sentir os movimentos. A cama balançando bem de leve, ritmadinha. O corpo dela empurrando contra o meu a cada estocada.

Paula: aí que delícia... que pau gostoso, Fe... fode minha bucetaa amor... fode caralhooo...

Sussurrava praticamente colada no meu ouvido. Será que queria que eu escutasse mesmo? Eu sentia o corpo da minha irmã se mexendo todo, e eu praticamente me mexendo junto com ela. O coração a mil. O braço dela por baixo do meu peito — com certeza ela sentia meus batimentos e sabia que eu estava acordada, ouvindo tudo.

Paula: aí amoooooor... eu vou gozar... eu vou gozar no seu pau porraaaaaa...

Os movimentos ficaram mais acelerados. Os peitos dela batendo nas minhas costas a cada estocada mais forte. Até que parou de repente. Ela ficou respirando acelerado atrás de mim, a boca dela estava pegando no meu pescoço, o corpo ainda tremendo de leve.

O meio das minhas pernas estava tudo grudento, a calcinha encharcada. Meu marido tinha acabado de comer minha irmã bem ali, do meu lado e mesmo sem ver isso tinha me enchido de tesão.

Paula: ele gozou lá dentro mana, sabia? Sabia que seu marido acabou de encher a sua irmã?

A voz ainda rouca de gozo, bem no meu ouvido. Não respondi nada, continuei fingindo que dormia.

Paula: kkkkk tô toda melecada kkkkk... mas amanhã eu tomo banho. Minha irmazinha está dormindo né, não quero acordar ela, vou ter que dormir cheia da gala do macho dela...

Continuei quieta, mas meu coração me entregava.

Paula: eu te amo mana... agora temos o mesmo macho. Agora eu sou dele também...

Puxei o braço dela, trazendo ela mais pra perto. Ela me abraçou forte e deu um beijo demorado na minha nuca ela entrelaçou nossas pernas, praticamente não tinha uma parte dos nossos corpos que não estivessem colados.

Ana: descansa vadia kkkkk... você está precisando.

Paula: sim, te amo tá! kkkkkkk

Todos dormimos depois daquela noite totalmente fora do comum. Essa foi a maior aventura da minha vida, eu nunca tinha sentido tanto tesão junto com tanta confusão na cabeça...

No outro dia, eu fui a primeira a acordar. Fiquei deitada um tempo, só pensando no quão doido tinha sido tudo. O limite já tinha sido cruzado com força. Será que ainda existia mais algum? Parecia tão certo compartilhar meu Fe com a Paula... Estávamos cada vez mais próximos, mas o que me assustava não era ele com ela, e sim ela comigo. Eu tinha sentido cada pedacinho do corpo dela se mexendo enquanto meu marido metia fundo naquela safada kkkkk. Sei lá... foi bom pra caralho essa "irmandade" nova.

Paula: tá acordada?

Ana: estou.

Ela se aproximou e me deu um beijo demorado no pescoço. Tudo arrepiou na hora, um calorzinho subindo rápido pela espinha.

Paula: está tudo bem?

Ana: sim ué, por que não estaria?

Paula: não sei kkkkk... a gente fez tudo aquilo mas nunca conversa direito depois que acaba. Não sei como você está se sentindo com tudo.

Ana: tô excitada kkkkk.

Paula: eu também kkkkkkk.

Ana: mas você fodeu, eu não.

Paula: mas o macho é seu ué kkkkk... arrasta ele pro banheiro e dá, ou troca de lugar comigo. Ele está me cutucando aqui atrás com essa rola dura kkkkkkk.

Ana: kkkkk o macho é nosso!! Mas eu estou com um tesão estranho...

Paula: como assim?

Ana: eu quero ver kkkkk... tipo, assistir.

Paula: kkkkk doida. Então por que você não se virou ontem? Você ia ver tudo.

Ana: já era de madrugada sua burra, então foi hoje.

Paula: foda-seeee kkkkkkk.

Ana: porque me deu tesão pra caralho ele te fodendo com você abraçada comigo...

Falei admitindo sem nem saber direito por que tinha soltado aquilo.

Paula: credo Ana kkkkkkk esquisita kkkk.

Ana: não vem com essa, você fez de propósito.

Paula: kkkk não... tipo, não fiz pensando assim, mas também não me importei quando senti que você estava acordada ouvindo tudo.

Ana: é loucura o que a gente está fazendo né!?

Paula: sim kkkkkkk muito... mas que se foda, já estamos nisso mesmo. Depois de ontem não tem como voltar kkkk.

Ana: verdade kkkkk... ele gozou dentro de você?

Paula: sim kkkkk e muito. Estou toda meladinha ainda.

Ana: credo porquinha, dormiu gozada kkkkk.

Paula: paraaa kkkkkk... minha coxa está grudenta pra caralho.

Ana: a minha também, mas por outra coisa kkkkk.

Paula: aaaaah cala a boca Ana, olha os papo que a gente está tendo porra kkkkkkk.

Ana: sério kkkkk... minha calcinha afundou, está colada na boceta. Deve estar dura a coitada de tanto tesão.

Paula: kkkkkk que porra... kkkk ei, vamo tomar banho?!

Era um convite normal, a gente já tinha tomado banho juntas várias vezes. Mas dessa vez meu coração acelerou forte e eu não sabia explicar por quê.

Ana: vamos!

Nós duas nos levantamos e fomos pro banheiro. A Paula voltou rapidinho pro quarto e pegou umas roupas pra ela e uma pra mim emprestada. Eu tirei minha roupa primeiro. Ela veio logo atrás, tirando a dela também. Dava pra ver resquícios de porra seca grudada no meio das coxas dela, descendo um pouco pela perna. Ela percebeu que eu estava olhando.

Paula: culpa do seu marido kkkkk.

Ana: kkkkkkk culpa sua que não pegou tudo, fraca.

Paula: como? kkkkk eu estava grudada em você loca, não dava pra me mexer direito. Aí quando a pica saiu de mim não deu pra segurar aquele "ploc" que dá, sabe? kkkkk.

Ana: paraaaaaaa kkkkkkk chata, você está fazendo de propósitoooo kkkkk.

Ela veio rindo e me abraçou por trás. Entramos no chuveiro juntas. Dava pra sentir os peitões dela pressionando minhas costas, os bicos duros roçando em mim. Nós duas estávamos com os mamilos parecendo pedra de tão excitadas kkkk.

Paula: mas falando sério agora... que pica maravilhosa kkkkk.

Ana: você sabe que vai melhorar né?

Paula: vai?

Ana: claro né besta... ele estava comendo a cunhada dele pela primeira vez com a esposa do lado na cama kkkkk. Ele gozou rápido, devia estar explodindo de tesão.

Paula: verdade kkkk... e naquela posição estava muito gostoso. Minha perna meio fechada, eu sentia cada veia daquela piroca pulsando dentro de mim kkkkkkk.

Ana: então kkkkkk... quando ele pegar costume com isso você vai ver o que é foda gostosa de verdade.

Paula: mas eu acho que mesmo que a transa melhore, ela nunca vai ser tão excitante como essa foi kkkkkkk. Eu nunca me senti assim... é muito louco Ana.

Ana: olha... nunca diga nunca kkkkk. Vai saber até onde nós iremos mana.

Paula: credo, não quero nem pensar kkkkkkk.

Ela me abraçou de novo, agora de frente. Nossos peitos se encostaram direto, os bicos duros roçando e trocando "beijinhos" molhados enquanto a água caía em cima da gente kkkkk.

Paula: tipo, tu tem um corpinho lindo sabia?!

Ana: sim, alguns homens já me falaram, agora mulher é novidade kkkkk.

Paula: para besta kkkk, você puxou quem? A mamãe tem o mesmo corpo que eu.

Ana: eu sou exclusiva querida, não sou cópia não tá!? kkkkkk.

Paula: hum, entendi kkkk.

A mão dela desceu pro meu pescoço, fazendo um cafuné lento, os dedos dela e a água do chuveiro passando na minha cabeça era bem legal.

Ana: você está sentindo um clima? Ou eu estou ficando maluca?

Paula: tô kkkkkkk, que merda, eu literalmente estou kkkkkkk.

Ana: acho melhor a gente parar então né?

Joguei a isca. Queria ouvir da boca dela.

Paula: acho que sim! Seria algo muito sério kkkk. A gente já estafazendo uma loucura atrás da outra né, mas isso seria outra coisa.

Ana: mas beijar seria incesto?

Paula: ai kkk, não sei...

Ana: tipo, só beijo, sabe?! Será que é tão errado? Estamos tão próximas e, sei lá, seria só consequência do momento. Se beijar não tem nada a ver com sexo, várias irmãs se beijam, a gente já dá selinho desde criança.

Paula: sim, mas selinho é uma coisa. Beijar nuas num banheiro com a excitação que a gente está já é outra. Esse selinho é carinho de irmã, esse beijar que você fala seria o mesmo sentimento?

Ana: não kkkkkkk, seria sujo.

Paula: então.... Vamos parar com essa porra kkkkkkk.

Ana: é, você tem razão! Kkkkk

A Paula se soltou do abraço e começou a se ensaboar. Eu fiquei olhando aquele corpo molhado, a espuma escorrendo pelos peitos e descendo pra barriga dela era muito sexy.

Ana: deixa eu te dar banho...

Ela olhou pra mim, deu um sorriso de canto e me entregou o sabonete. Eu comecei a passar a mão devagar pelo corpo dela. Minha mão desceu pela barriga, escorregou pro meio das pernas dela bem perto da xota.

Ana: aqui precisa de uma atenção especial...

Paula: Ana!!!! kkkkkkk

Ana: não, não kkkkk, eu falei isso porque está suja de porra kkkkkk.

Paula: ah tá kkkkkk.

A porta do banheiro abriu de vez e nós duas travamos, olhando. O Felipe entrou e parou no meio do caminho, encarando a gente peladas, cheias de espuma no box kkkkk.

Felipe: que brincadeiras gostosas são essas aí, hein? kkkkk.

Nós três caímos na risada com a reação dele.

Felipe: posso me juntar?

Senti um frio na barriga quando ele pediu.

Ana: não sei, amor kkkkk, deixa eu perguntar pra minha namorada.

Falei abraçando a Paula por trás, colando meus peitos nas costas molhadas dela.

Paula: sai doida kkkkk, Fe vem...

Ele tirou a roupa em dois segundos e entrou debaixo da água com a gente. A Paula não perdeu tempo: grudou nele e enfiou a língua na boca dele, sem a menor vergonha. O Felipe desceu as mãos pela cintura dela e agarrou a bunda com vontade.

Eu mantive meu abraço nela por trás, ficando espremida contra as costas dela. O Felipe, por cima do ombro da Paula, esticou o rosto e começou a me beijar também. A gente dividia a boca dele, cada hora uma sendo beijada.

Ele puxou a Paula e prensou ela contra a parede do box, de costas pra ele. Encaixou a cabeça da pica na entrada da buceta dela e foi empurrando devagar, abrindo caminho. Minhas pernas ficaram bambas. Finalmente eu ia ver essa cena de camarote.

Eu abracei o Felipe de lado, assistindo cada centímetro daquela rola grossa sumindo dentro da minha irmã.

Paula: issoooo... porra, isso é muito bom, caralho... eu estou me viciando kkkk.

Felipe: eu também, sua safada... você é muito boa, Paula, puta que pariu. Vem cá, amor.

Ele voltou a me beijar enquanto metia lento na Paula. O tesão subiu pra cabeça e, sem pensar, eu desci a mão e agarrei a bunda da minha irmã, apertando a carne molhada enquanto ele me beijava e fodia ela.

A Paula soltou a voz, gemendo sem filtro nenhum agora. Eu continuei passando a mão pelo corpo dela: apertava a bunda, subia pela cintura, apertava os peitos. O Felipe viu o que eu estava fazendo e a respiração dele ficou mais pesada.

Felipe: bate na bunda dela. Bate.

Ele mandou, falando baixo, bem no meu ouvido.

Eu armei a mão e dei um tapa com vontade. O estalo alto ecoou no banheiro kkkkk. Ela olhou pra trás por cima do ombro, surpresa, e viu que fui eu.

Paula: filha da putaaaaa!! kkkkk.

Ela jogou o corpo mais pra trás, empinando a bunda pro Felipe. Ele segurou na coxa dela, abriu mais a perna e começou a meter fundo. A pica entrava e saía, brilhando de molhada, que tesão ver isso.

Eu passei pra frente dela. A Paula se apoiou em mim, jogou os braços em volta do meu pescoço e afundou o rosto no meu ombro, gemendo alto bem no meu ouvido.

O Felipe não estava mais se aguentando de tesão. O quadril dele batia forte contra a bunda dela. Dava pra ver na cara dele que ele estava dando tudo de si kkkkk.

Paula: aaaaaain mana... ele está fudendo muito... minha bucetinha está doendo já.

Ana: tá? Que dó kkkkk, eu vou brigar com ele depois, tá?!

Paula: briga com ele mana... ele está arregaçando sua irmã... está fazendo ela de puta, mana!!!

Escutar isso me deixou completamente louca. A buceta latejou na mesma hora. Eu não fazia ideia de que a Paula podia ser tão vadia. E ela estava gostosa demais ali: os peitos branquinhos balançando a cada pirocada que ela levava, o bico duro roçando em mim, a pele toda rosada do calor da foda.

Paula: aaaaaai mana... eu vou gozar, caralho.

Felipe: puta que pariu, Paula... porra, que buceta é essa, mulher... caralho, que delícia.

O Felipe gemia fechando os olhos, metendo cada vez mais pesado. O rosto da Paula estava colado no meu. A cada pirocada bruta que ela levava por trás, o corpo dela era jogado pra frente, até que nossas bocas acabaram se encostando.

O Felipe abriu o olho, viu a cena e o tesão dele explodiu. Ele começou a foder ela com mais força ainda, só pra empurrar a Paula contra mim de propósito.

Paula: a-aaaaaaaaah!

Ela gritou quando ele enterrou a rola toda. O impacto fez nossas bocas se baterem de novo. E dessa vez eu não afastei o rosto. Eu abri a boca e beijei a minha irmã enquanto meu marido a arromba. Nossas línguas se enroscaram num beijo sujo, molhado, puro tesão, e ela não recuava também — estava muito gostoso, eu nunca pensei que dava pra sentir aquele tesão sem nem mesmo me tocar.

Quando ela jogou a cabeça pra trás e soltou minha boca, eu fui pra cima dela, puxei ela pela nuca e beijei de verdade, beijei com fome, uma agarrando a outra debaixo d'água, e ela retribuiu no mesmo nível, porra, sem recuar em nada.

Felipe: aaaah caralho, eu vou gozar, porra.

Ana: enche ela de novo, amor... enche essa vagabunda, vai... enche sua cunhada de porra, caralho.

Eu falei isso olhando pra ele e voltei a engolir a boca da Paula. O Felipe cravou a pica no fundo dela e gozou, o corpo dele tremendo todo, soltando um gemido grave enquanto enchia a buceta da minha irmã de leite — eu estava doidaaaaaa kkkkk que tesão do caralho.

Depois de uns segundos ele escorregou pra fora da Paula e saiu do box. Sentou na tampa do vaso, respirando fundo, com a rola mole e babada caindo na coxa kkkkk. Eu e a Paula fomos escorregando pelo piso até sentar no chão do box, lado a lado, deixando a água quente lavar a gente.

Paula: Ana...

Ana: oi?!

Paula: você é louca, porra kkkkk.

Ana: é? Você também é kkkkk.

A gente voltou a se beijar — dessa vez com total consciência disso. Ela passou a mão no meu rosto enquanto a gente se beijava e ficamos um bom tempo ali assim.

Paula: que gostoso kkkkk

Ana: kkkkk nem me fala, a gente não ia parar?

Paula: ia? kkkkkkkk

Ela passou as pernas por cima de mim, ficando por cima, e voltou a me beijar. Eu apoiei as duas mãos na bundona dela e ficamos nos beijando mais alguns minutos.

Ana: realizou sua fantasia de ficar com mulher? E com a sua própria irmã né, depois eu que sou safada kkkkkkk

Paula: ah sei lá, isso não conta kkkkk

Ana: como não conta?

Paula: a gente não ficou, foi só beijo pow

Ana: e você queria mais? kkkkk

Paula: não kkkkk não estou falando isso, estou falando que isso não é a mesma coisa

Ana: sei, puta!

Paula: vadia kkkkkkk

Felipe: que lindo o amor entre irmãs kkkkkkk

O Felipe falou entrando de volta no banheiro e nós ficamos rindo das coisas, tomamos um bom banho dessa vez e saímos. A volta pra casa foi meio estranha.

Era como sair de uma bolha e voltar pra realidade. Como seria daqui pra frente? Como seria entre eu e a Paula, entre ela e o Fe... Nós não tínhamos respostas pra essas perguntas, era só esperar pra ver no que ia dar tudo isso.

Chegando em casa o Felipe foi o primeiro a entrar, eu saí do carro e a Paula comigo. Ela foi na frente e eu decidi brincar pra quebrar o clima, dei um beliscão na bunda dela.

Paula: aaaai kkkk para chata

Ana: huuum vem cá

Abracei ela por trás e entramos em casa assim.

Paula: que mania é essa de ficar me abraçando por trás, hein? Parece macho porra kkkkk toda hora

Ana: e eu tenho culpa que você é gostosa?

Paula: paraaaa, a mãe está em casa, Deus me livre ela desconfiar de qualquer coisa dessas que aconteceu kkkkk

Nos soltamos, nossa mãe chegou e a Paula arrastou ela pra cozinha pra contar sobre a casa, mas antes minha mãe pediu pra eu ir ao mercado por ela e me deu uma lista.

Ana: mãe, eu estou cansada

Carla: cansada de que Ana? Está cedo filha, faz esse favor

Ana: e por que a Paula não vai?

Carla: porque eu pedi pra você! Anda Ana!!

Bem, eu tentei kkkkk. Subi, vesti uma roupa minha já que estava com uma da Paula, avisei ao Felipe e saí.

No caminho eu fui pensando nas coisas, em como seria daqui pra frente, principalmente em como eu queria que fosse. Eu queria que isso se tornasse algo natural entre a gente, mas teria muitos riscos né — era bom, era gostoso, mas era arriscado...

Chegando no mercado fui pegando as coisas da lista, meio com a cabeça em outro lugar kkkkk, até que uma voz me chamou meio de longe.

Fernando: Oi Ana!!

Era o doutor....

Ana: ah oi doutor, tudo bem?

Fernando: tudo sim, só fazendo umas compras né? kkkk

Ele não estava de jaleco como naquele dia no hospital, estava com uma camisa meio colada no corpo e uma bermuda.

Ana: sim kkkk ajudando minha mãe, pedido dela

Fernando: entendo, e seu marido se recuperou bem?

Ele me fazendo essa pergunta... Será que ainda tem esperança que role algo entre a gente?

Ana: sim, ele já está recuperado!

Não quis dar muito assunto, eu estava bem excitada esses dias e levar esse papo pra frente seria perigoso.

Ana: bem, já peguei tudo, vou indo!

Fernando: quer uma carona?

Ana: não, não precisa, estou de carro

Fernando: ah... tudo bem, a gente se vê...

Ana: ...

Paguei minhas coisas e fui pra casa. Ele era bonito, gostoso — talvez se eu não tivesse feito a burrada eu poderia ter negociado com o Fe, mas o Fe foi bem claro: com ele não. E a última coisa que eu queria naquele momento era um problema pra quebrar o clima.

Chegando em casa vi meu pai e o Fe saindo na caminhonete do meu pai. Ao entrar em casa a Paula estava deitada no sofá.

Ana: pra onde o Fe foi?

Paula: foi ver a casa de vocês com o pai

Ana: aaaah eu queria também, quero ver como está ficando kkkkk

Paula: pega o carro e vai atrás ué

Ana: ah... assim não, eu iria com eles kkkkk

Paula: hum kkkkk doida

Eu levei as coisas pra cozinha pra minha mãe e voltei pra sala, me deitei atrás da Paula e ficamos abraçadas assistindo Casos de Família no YouTube.

Paula: será que essas coisas são verdadeiras ou eles inventam pro programa?

Ana: não sei kkkkk mas olha pra gente, seria um caso bom pro programa kkkkk

Paula: então porra, por isso que estou perguntando, eu sempre pensei que era armação kkkk mas agora, vai que né

Carla: o que as duas estão falando aí?

Minha mãe chegou e se sentou na poltrona.

Ana: Casos de Família mãe, estamos nos perguntando se os casos são reais

Carla: ah entendi, acho que alguns são filha, outros não sabe? Tem uns aí que não faz sentido nenhum kkkkkkk

Paula: verdade kkkkkkk mãe, curtiu a festa ontem?

Carla: ah sim! Curti mais ainda ver minha irmã. Vocês fugiram à noite né, nem sabem da novidade

Paula: que novidade????

Ana: que novidade????

Carla: kkkkk as fofoqueiras viu kkkkk a tia de vocês está grávida

Ana: grávida???? Como kkkkkkk ela já tem três filhos kkkkkk não para não?

Carla: kkkkk é, falei isso né

A Paula ficou quieta quando soube do assunto. Minha mãe percebeu antes de mim e pegou na mão dela.

Carla: não fique assim, sua hora vai chegar também!!

Paula: para de falar isso, a senhora sabe que eu não posso...

Carla: não, eu sei que você tem medo de descobrir se pode ou não

A Paula se soltou do meu abraço e subiu as escadas séria.

Ana: mãe...

Carla: deixa ela amor, mas um dia ela vai ter que tomar coragem e procurar saber. Do jeito que ele faz, uma hora aparece grávida por descuido pensando que não pode engravidar — ela não tem nada que prove que o problema é dela, e se for o ex-marido?

Ana: mãe ela tem certeza!

Carla: ela só vai ter quando fizer o exame ou quando aparecer grávida!

Ana: aí mãe, mas mulher sente essas coisas né

Carla: hum, sente, sente sim....

Eu estava me esquecendo de alguma coisa... Mas o que era?

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Comentários

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Hummmmm… só eu vendo a cunhadinha grávida pra entornar o caldo na família?

Não demore a postar o próximo hein…

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