Parte 32: Ajustes Inesperados e Paixões Desenfreadas

Um conto erótico de Le Conteur
Categoria: Heterossexual
Contém 1491 palavras
Data: 02/04/2026 12:55:43

O casamento estava às vésperas – faltava apenas um dia para a cerimônia na sexta à tarde. Na quinta-feira pela manhã, uma bomba explode: o vestido de Sara, alugado de uma empresa especializada, foi danificado pelos funcionários durante o transporte. "Meu Deus… rasgado na barra e manchado! Como assim?", chora Sara ao telefone, desmoronando no sofá. Rufus, Gislaine e João se mobilizam imediatamente para ajudar e impedir que ela desmorone. "Calma, amor… a gente resolve!", diz Rufus, abraçando-a. Gislaine e João saem correndo para lojas de vestidos, enquanto Rufus fica com Sara, acalmando-a com chás e palavras de apoio: "Vai dar certo… você vai ficar linda de qualquer jeito." Após horas de buscas, Gislaine liga animada: "Achamos um quase igual! Fácil de ajustar – venham pra loja agora!" Rufus vai com Sara, o coração acelerado, mas aliviado.

Na loja, uma pequena butique aconchegante no centro da cidade, eles são recebidos pela costureira Alessandra – uma mulher levemente gordinha de 41 anos, negra, com seios pequenos, cabelos lisos longos e um sorriso acolhedor – e sua auxiliar Safira, uma branquinha baixinha de 29 anos, com cabelos castanhos escuros enrolados, seios pequenos mas bumbum farto, olhos vivazes. "Vamos ajustar isso rapidinho… vai ficar perfeito!", diz Alessandra, medindo Sara. O stress inicial é substituído gradualmente por um clima denso, sexy e gostoso – Sara, aliviada, começa a provocar Rufus enquanto prova o vestido: "Ei, amor… me ajuda com o zíper?" Ela vira de costas, o tecido branco realçando suas curvas, e Rufus sobe o zíper devagar, roçando os dedos na pele nua das costas: "Hmm… tá linda." Gislaine ri: "Mãe, para de seduzir o noivo aqui!" Mas o ar fica carregado, olhares se cruzando.

Sara, sentindo a tensão virar excitação, decide brincar mais: "Preciso trocar a lingerie… essa não combina." Sem pudor, na sala de provas semi-aberta, ela desce o zíper do vestido devagar, revelando os ombros nus, depois os seios fartos cobertos pelo sutiã branco simples. "Rufus, segura o vestido?", pede, virando-se para ele com um sorriso malicioso. O tecido cai aos pés, deixando-a de calcinha e sutiã, corpo maduro e curvilíneo à mostra – barriga levemente saliente, coxas grossas, pele morena brilhando sob a luz. A alegria e gratidão pelo esforço de todos a deixam ousada: "Obrigada, gente… sem vocês, eu tava perdida." Desabotoa o sutiã devagar, libertando os seios pesados, mamilos endurecendo ao ar: "Essa lingerie velha não serve pro grande dia." Rufus engole em seco: "Sara… aqui?" Gislaine cora, mas ri: "Mãe, você é doida!" João pisca: "Tá ficando quente…" Sara continua, baixando a calcinha devagar, revelando a boceta peludinha e úmida, virando-se nua para pegar a nova lingerie – um conjunto rendado branco, sutiã push-up e calcinha fio dental. "Que tal essa? Ajusta bem?", pergunta, vestindo o sutiã devagar, ajustando os seios com movimentos sensuais, depois a calcinha, puxando o fio entre as nádegas fartas. A tensão vira excitação palpável – respirações aceleradas, olhares famintos. Alessandra e Safira, inicialmente profissionais, agora estão subindo pelas paredes: Alessandra ofega, uma mancha de umidade aparecendo na calça jeans justa, enquanto Safira se alisa discretamente sobre a calça, mordendo o lábio: "Meu Deus… que família animada."

Não deu outra – Sara, em dado momento, vai nua até Rufus, o corpo maduro e curvilíneo brilhando sob a luz suave da sala de provas, os seios fartos balançando levemente a cada passo confiante. Ela puxa a cabeça dele para baixo com um sorriso provocante, guiando-o até sua boceta úmida e peludinha, já inchada de excitação: "Chupa aqui, amor… me alivia desse stress todo." Rufus obedece sem hesitar, ajoelhando-se e mergulhando o rosto entre as coxas grossas dela, língua lambendo devagar as dobras quentes e molhadas, circulando o clitóris endurecido em movimentos ritmados e circulares, sugando levemente para intensificar o prazer: "Mmm, delícia… tá tão molhadinha, amor!" Sara suspira fundo, mãos nos cabelos dele, quadris se movendo involuntariamente contra o rosto: "Ahh, assim… lambe mais fundo, Rufus… que língua gostosa!"

O sinal foi dado, o ar da loja carregado de tesão coletivo. Gislaine, sentindo a vibe, puxa João para o canto da sala, ajoelhando-se e desabotoando a calça dele com pressa, libertando o pau duro e pulsante: "Vem, amor… deixa eu chupar você." Safira, a auxiliar baixinha, se junta voraz, olhos brilhando de desejo, após ser chamada por Gislaine: "Posso? Ahh, delícia… isso vai ser incrível!" Suas línguas se entrelaçam no pau de João, sugando ritmado – Gislaine lambendo da base à cabeça com movimentos longos e molhados, Safira focando nas bolas, chupando e massageando, gemidos abafados ecoando, inclusive com elas trocando beijos rápidos: "Mmm, que pau gostoso!" Ele geme rouco: "Ahh, safadas… chupem assim, delícia!" Alessandra, a costureira negra, vai até Sara, lambendo os seios fartos devagar, língua traçando círculos nos mamilos duros e escuros: "Que peitos lindos… mmm, tão macios e quentes", mordiscando levemente para arrancar suspiros. Isso antes de se juntar a Rufus na boceta de Sara, ela beija o caminho para baixo, lambendo a barriga e chegando ao monte de Vênus, alternando línguas com ele – Rufus no clitóris, Alessandra enfiando a língua fundo na entrada úmida: "Geme pra gente, Sara!" - Diz rufus. Sara suspira alto, quase gritando, pernas tremendo: "Delícia… chupem mais, ahh, tô ficando louca de prazer!"

A sala de provas se transforma no cenário de uma orgia caótica, consensual e cheia de gemidos ecoantes, corpos suados se entrelaçando no chão coberto por tecidos e almofadas improvisadas. Primeiro, Rufus penetra Sara de missionário no sofá improvisado, erguendo as pernas dela sobre os ombros para meter profundo na boceta encharcada, o pau deslizando com facilidade no canal quente, molhado e apertado, estocadas ritmadas que fazem os seios dela balançarem: "Toma pau, amor… rebola nessa pica grossa, sente ela pulsando dentro de você!" Sara geme alto mas abafado, com Alessandra sentada em sua cara, que também gemia de prazer: "Ahh, tô gozando… ahh, delícia, chupa minha boceta assim, sua tesuda!" Gritava ela para Sara. Enquanto isso, João come Gislaine de quatro no tapete ao lado, mãos firmes nos quadris dela, metendo em sua boceta ensopada, com tapas ressonantes na bunda redonda: "Ahh, safada…" Gislaine delira, empinando mais: "Mete fundo, João… ahh, que pau grosso… tô sentindo tudo!" Enquanto isso, Gislaine chupava Safira, que estava deitada no chão com suas pernas abertas. Troca de parceiros: Rufus vira para Alessandra, posicionando-a de costas contra a parede, metendo por trás na gordinha, pau deslizando devagar na boceta úmida e carnuda enquanto ela rebola os quadris largos, carne tremendo a cada estocada: "Ahh, delícia… fode essa negra gostosa, Rufus, mete mais forte!" Diz Sara, que trocava beijos com ele e com Alessandra. Ele acelera, mãos nos seios dela: "Toma pica, Alessandra… geme alto, delícia de boceta quentinha!" João pega Safira em frango assado no chão, pernas dela sobre os ombros, estocadas brutas no bumbum farto e macio, pau entrando e saindo com sons molhados: "Toma pau, baixinha… geme pra mim, sente ele batendo no fundo!" Safira treme e chupa Gislaine: "Ahh, João… delícia, tô gozando!" Elas gozam tremendo, sucos espirrando no chão, corpos convulsionando em ondas de prazer. Sara e Gislaine chupam as costureiras – Sara lambe a boceta de Safira, deitada no sofá, língua fundo nas dobras quentes e úmidas, sugando o clitóris inchado enquanto dedilha o interior: "Mmm, molhadinha… goza na minha boca, Safira, delícia de sabor!", e Rufus mete por trás em Sara ao mesmo tempo, estocadas sincronizadas: "Toma pau enquanto chupa ela… ahh!" Safira geme: "Ahh, Sara… lambe assim, tô explodindo!" Gislaine chupa Alessandra, ajoelhada, dedilhando o clitóris em círculos rápidos enquanto língua traça padrões na entrada apertada: "Ahh, delícia… toma língua, Safira, goza pra mim!", com João fodendo Gislaine por trás, pau no cuzinho dela. Alessandra delira: "Ahh, Gislaine… tô gozando forte!" Logo era Rufus quem comia Safira e João, Alessandra. Ao final, todos gozam em uma sinfonia de gemidos – Rufus enche Sara com jatos quentes na boceta, metendo uma última vez fundo: "Ahh, toma leitinho, amor!", João enche Gislaine no cu, estocadas finais brutas, gozando dentro. As costureiras convulsionando em orgasmos múltiplos, sendo chupadas com fome, seus corpos tremendo e suadas, o ar cheiroso de sexo. "Não acredito… isso é loucura, mas que delícia!", diz Safira, ofegante, pernas bambas. Sara ri, ainda ofegante: "Não esperava que a tarde terminasse em sexo… mas todos merecemos, principalmente minha filha, meu genro e meu noivo amado. Obrigada pelo vestido… e pelo alívio gostoso que veio junto!"

Ao final, Sara agradece a todos pelo esforço com o vestido, que ficara lindo e impecável, ajustado perfeitamente às suas curvas: "Vocês salvaram meu dia especial… perfeito, nem parece que não era o original!" Ela se joga nos braços de Rufus, olhando fundo em seus olhos castanhos, cheios de amor e cumplicidade, sentindo o calor do corpo dele contra o seu ainda suado: "Te amo mais que tudo no mundo, meu noivo… amanhã seremos um só, pra sempre." Ele a beija devagar, lábios macios se unindo em um beijo profundo e terno, mãos nas costas dela: "Eu também, Sara… pra sempre, minha eterna safada e amor da minha vida."

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