A sogra peituda

Um conto erótico de Blackbird9
Categoria: Heterossexual
Contém 1223 palavras
Data: 14/04/2026 04:49:51

Olá, vou me identificar aqui como blackbird mesmo

Nos meus contos irei falar sobre minhas experiências sexuais ou meus fetiches e desejos.

Esse conto é sobre o desejo que sentia pela minha sogra e de repente virou realidade.

Namoro uma garota chamada Camila, morena, altura mediana, uma bunda espetacular e seios grandes fartos que sempre me acabo neles, estamos juntos a uns anos, então a família dela e eu nos damos muito bem e sempre estamos juntos.

Para contextualizar, desde que me lembro do começo da puberdade que foi a época de me conhecer, experimentar sensações e a ter desejos, em questão das mulheres eu adorava o cheiro que ficava nas calcinhas, sempre que podia e tinha a chance eu estava cheirando alguma calcinha que estava dando bobeira, em banheiros, quartos, desde amigas, primas e até amigas da minha mãe por quais eu sentia desejo e sempre me masturbava com suas calcinhas, com essa minha namorada não foi diferente, eu sou fascinado no cheiro dela, e com o tempo fui criando desejos pela minha sogra que tínhamos bastante amizade, mas nunca aconteceu algo ou demonstramos algum interesse ou algo do tipo até então.

Minha sogra Roberta, é baixinha, 49 anos, morena, cabelo grande preto, com seios fartos e uma bunda redondinha bem gostosa.

Como muitos dos dias que estava na casa da minha namorada, certo dia acabei ficando sozinho enquanto alguns saíram pra trabalhar, inclusive minha namorada, acordei pela manhã sozinho na casa e já me animei em ir explorar o quarto da minha sogra, olhando suas calcinhas e roupinhas de safadeza que né surpreenderam já que ela mantinha uma postura de certinha, me subiu um tesão mais forte ainda, fui no banheiro onde sabia que ela deixava as calcinhas usada, e pra idade dela eram calcinha bem gostosas que deveriam ficar uma delícia nela.

Peguei uma vinho, com rendas, lacinhos e a parte de trás bem lisinha e fina que deveria se engolida pela bunda dela, cheirei a parte que fica em sua buceta e aquele cheiro gostoso e forte de mulher, levemente suada também.

Corri logo pra sala para me masturbar com ela e pensar na minha sogra, cheirava com força, lambia, enrolava no meu pau, tudo bem devagar pra aproveitar bem já que não era sempre que tinha a chance de estar sozinho lá.

Porém não percebi que alguém tinha chegado, e eu totalmente distraído e até gemendo, quando escuto.

- Porra que merda você está está fazendo na minha sala?!

Dei um pulo do sofá com a calcinha ainda enrolada no meu pau

- R-Roberta? Que susto, me desculpa por isso

- Essa calcinha é minha? Mas que merda é essa? Por que? Você é meu genro!

- Desculpa, eu tentei não fazer isso, estava resistindo a meses, mas não consegui me segurar.

- Me da minha calcinha agora, seu pervertido

Dei a calcinha e ela foi para o quarto dela e se trancou lá

Sentei no sofá, não tive nem reação pra colocar minha bermuda denovo e fiquei sentado só de camiseta, pensando na situação difícil que iria vir pela frente por causa disso.

Passando uns minutos escuto ela vindo, ela estava vestida com um short jeans e uma camiseta, me cobri com a almofada enquanto ela estava parada na minha frente me olhando muito brava e com a calcinha na mão.

Ela então jogou a calcinha na minha cara e então disse.

- Continua o que estava fazendo.

Eu só fiz o que ela mandou, em choque

- Bate sua punheta cheirando ela, seu safado

Estava incrédulo e tenso com o que estava acontecendo, mas não perdi o tesão nem por um segundo, ela mandou eu levantar e se sentou de lado com uma perna pra fora do sofá e disse para eu sentar entre as pernas abertas dela, abriu bem minhas pernas e colocou a perna por cima da minha me segurando, com meu pau bem exposto.

- Minha filha deve se acabar nessa sua rola hein, que delícia, é bem maior e mais grosso que do meu marido, no meu quarto agora pensei na cena que tinha visto e mesmo muito brava pensei no quanto estou sendo deixada de lado por meu marido e o quanto estou com vontades.

- Eu não acredito no que tá acontecendo, estou com medo do que pode acontecer depois ou se mais alguém chegar do nada.

- Fica tranquilo, eu também quero fazer isso, não sinta medo.

E me puxou pra ficar encostado nela enquanto ela me mantinha com as pernas abertas. Ela pegou meu pau e o acariciou de cima a baixo, passando as unhas pela minha costura do saco e por todo meu pau e apertou segurando firme, com uma das mãos segurou a calcinha no meu rosto e com a outra foi me punhetando, eu já estava extasiado e gemendo tentando me contorcer, ela fazia aquilo muito bem.

- Olha seu pau está babando muito, nunca imaginei que tivesse desejo por mim assim, pensando bem agora você também é um gostosinho.

Ela se levantou, tirou o short e a camiseta ficando só de calcinha e sutiã, era um sutiã rosa rendado uma calcinha branca daquelas normais que cobrem tudo, o que também me deixa com muito tesão.

Me colocou sentado denovo e se abaixou na minha frente engolindo meu pau de uma vez só deslizando sua boca nele bem devagar até eu sentir o fundo de sua boca, subia e descia, sugando forte acelerando o ritmo sem nem tocar as mãos nele enquanto agarrava minha cintura.

- Tá gostoso demais assim vou gozar rápido

Então ela aumentou a velocidade e intensidade e me explodi em gozo na boca dela.

- Que delícia de gozo, bebê. Vem senta no chão e deita a cabeça no sofá.

Ela puxou a calcinha de lado e sentou na minha cara, a buceta dela estava encharcada, com pelos que não eram aparados a algumas semanas mas bem contornados como se deixasse sempre daquele jeito, rebolava na minha boca e gemendo de uma das maneira mais gostosas que tinha ouvido na vida, segurei firme na cintura e na bunda dela enquanto chupava ela com toda vontade, não queria decepciona-la, não demorou muito ela gozou e tremendo toda na minha boca.

Meu pau que não abaixou por nada e que ela ficou muito feliz por isso me colocou no sofá denovo e enfiou meu pau por baixo do sutiã e me fez uma espanhola apenas se movimentando, quando viu que eu iria gozar denovo ela parou, montou em mim e deslizou meu pau pra dentro da buceta dela, tão quente e apertada nos arrancou gemidos, ela se agarrou nas minhas costas enquanto minha cara estava enterrada nos seios dela e ela rebolava no meu pau com vontade. Tirei seu sutiã, me ajeitei no sofá e ergui ela um pouco e meti daquele jeito gostoso e rápido nela, seus seios pulando na minha frente logo meu gozo estava vindo e falei que iria gozar, ela disse que podia ir dentro e que não aconteceria nada então jorrei dentro dela tudo aquilo que desejava dela, até nos beijamos e foi muito gostoso, um beijo muito íntimo até para uma sogra e genro.

Depois daquele dia, as vezes ela me provoca discretamente e quando temos a chance a gente se toca ou se beija, mas ainda não tivemos outra oportunidade de fazer sexo denovo.

Espero que gostem do conto.

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Olá! Conto delicioso! Compartilho do mesmo tesão que você! Se quiser me chama no email pra conversarmos e trocar algumas fotos das nossas sogras! A minha tbm é uma delicia ademirador@outlook.com

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