Depois daquele dia na casa do Pedro, eu voltei pra capital com a cabeça e o cu ainda latejando. A gente combinou de manter segredo, pois ainda éramos amigos. Mas o Pedro falou que só guardaria segredo se toda vez que eu fosse pro interior eu desse a bunda e chupasse o pau dele. Por um tempo foi assim. Eu chegava, ia na casa dele quando não tinha mais ninguém além de nós dois, ele mandava eu tirar a roupa e me comia no sofá, no quarto, no banheiro… onde quisesse. Eu obedecia sem reclamar. Virava putinha dele rapidinho. Nem lembro de quanto esperma engoli da pica do Pedro neste período.
Eu ainda gostava de mulheres, em especial a Daiane. Não sentia tesão em outros homens, apesar de secretamente ter imaginado como seria fazer com um cara diferente.
Ainda assim, me considerava totalmente macho, com exceção dos momentos com o Pedro. Eu dizia pra mim mesmo que fazia aquilo pra que ele não contasse a ninguém.
Porém, alguns meses depois, aconteceu o que eu nunca imaginei. A Daiane, minha paixão de infância, estava num barzinho com as amigas e veio me cumprimentar. O Pedro estava comigo e falou que “me daria uma força pra ver se eu finalmente conseguiria comer aquela vadia”. Ele disse algumas coisas pra ela, depois foi conversar com as amigas dela e nos deixou a sós por um momento.
Ela tinha terminado um rolo com um cara da cidade e, não sei como, notei que estava me dando atenção. O Pedro realmente falou bem de mim pra ela. Disse que eu era “um cara legal, tímido mas carinhoso” e que sempre gostei dela, desde o colégio. Falou pra ela me dar uma chance. Fiquei tão nervoso e feliz que sequer tive atitude de beijá-la. Mas trocamos telefone e começamos a conversar com frequência. Um dia ela me mandou mensagem perguntando se eu queria sair pra fazer alguma coisa, pois era sexta-feira e ela estava entediada em casa. Eu quase não acreditei.
A levei pra jantar, conversamos bastante e, no fim da noite, eu finalmente a beijei.
Após um tempo começamos a namorar.
No começo era tudo lindo. Eu levava ela pra passear, a gente se beijava no cinema, no carro, até que um dia, sozinhos na casa dela, aconteceu o sexo mais mágico da minha vida.
A Daiane era um furacão na cama. Fogosa, carinhosa e ao mesmo tempo, safada.
No fundo eu já sabia que não era homem suficiente pra ela, mas ainda assim, estava mais feliz do que nunca. A Daiane tinha um fogo no olhar, e eu….fazia o que podia pra agradá-la. Virei um mestre na arte de chupar a buceta dela. Às vezes notava que durante o sexo, ela me pedia pra fazer mais forte, pegar ela com força…eu até tentava, mas não tinha muito preparo físico e sempre cansava rápido ao acelerar o ritmo, deixando-a frustrada. Ela então me pedia pra chupá-la até gozar na minha boca.
Um dia ela ficou tão chateada que resolveu sentar na minha cara, dizendo que, se eu não aguentava pegar ela com força, ia ser castigado desta forma. Eu me sentia um fraco, mas ao mesmo tempo enlouqueci de tesão ao ser humilhado desta forma.
Certo dia, eu e o Pedro estávamos jogando bola no campinho atrás da casa dele. Ele parou no meio do jogo, suado, e me olhou com aquele sorrisinho de macho.
— E aê viadinho, tá conseguindo dar conta da mulher? Sabe que ali é “foguenta”! Se nã der conta, chama o pai aqui que eu resolvo! Hahaha.
Eu mandei ele se foder e disse que ela estava muito feliz e satisfeita comigo.
- Um viado chupador de pau que nem você? Aposto que, se um macho de verdade der em cima dela, além de viado você vai virar é corno!
Aliás, sabe o que eu vou fazer, Lucas? Vou foder a sua namoradinha. A Daiane vai sentar na minha pica antes do fim do mês.
Eu ri, nervoso.
— Tá louco? Ela é minha namorada agora. Não vai rolar.
— Quer apostar? — ele disse, já com os olhos brilhando. — Se eu conseguir comer ela, você vai ter que me dar o cu de novo… e ainda vai dar pro Carlão, o caseiro lá da casa de praia. Aquele negão enorme de quase dois metros. Ele vai te arrombar até você gritar.
Eu engoli seco. O Carlão era um monstro: preto, musculoso, voz grossa e, segundo o Pedro, tinha uma rola preta grossa que parecia um braço.
— E se você não conseguir? — perguntei, tentando me fazer de valente.
Pedro riu.
— Não existe essa possibilidade! Ainda mais que ela já conheceu a pegada do pai aqui! E dihi mais. Vou fazer você se vestir de mulherzinha! Essa bunda branca vai ficar bem gostosa de calcinha!
Eu aceitei a aposta sem pensar. Eu amava a Daiane e mesmo sabendo que não a satisfazia como ela desejava, ela jamais faria isso comigo, pois eu a compensava de outras formas.
Dias depois, o Pedro começou a dar em cima da Daiane sem dó. Mandava mensagem, mandava foto sem camisa, aparecia “por acaso” nos lugares onde ela estava. Ela se fazia de difícil no começo. Dizia pra mim que o Pedro era “metido demais”, que ele achava que toda mulher caía aos pés dele. Mas eu via o jeito que ela ria das mensagens dele, o jeito que ficava vermelha quando ele aparecia. Ela gostava da caçada. Gostava de se sentir desejada por um macho de verdade. No fundo eu já sabia o que iria acontecer.
Um certo dia, à tarde, ela me ligou dizendo que ia passar na casa do Pedro pra pegar emprestado um módulo de estudos pra um concurso que ele havia comprado há um tempo.
Eu sabia que era mentira. O Pedro sequer gostava de estudar. Jamais iria se interessar por fazer concurso.
Mas resolvi não falar nada pois queria ver se ela realmente ia ter coragem de me trair.
Fiquei em casa, estranhamente de pau duro, imaginando se o Pedro conseguiria ou não. No fundo, acho que eu desejava mesmo era perder a aposta. Mesmo que de forma inconsciente.
Depois eu soube que ela chegou na casa do Pedro sozinha. Ele abriu a porta de bermuda, sem camisa. Mal ela entrou, ele trancou a porta e já foi pra cima.
— Para, Pedro… eu tenho namorado e ele é seu amigo — ela disse, mas a voz já tava manhosa.
Ele não deu ouvidos. Beijou ela com força, apertou os peitos por cima da blusa e enfiou a mão por baixo da saia. A Daiane gemeu e se entregou de vez.
Em menos de dois minutos ela já tava de joelhos na sala, chupando a pica grossa dele com vontade.
— Isso, putinha… mama gostoso. Essa boca foi feita pra pica de macho. Seu namorado te dá carinho, mas pica de verdade quem dá sou eu né? Assume sua cachorra! — ele falou, segurando o cabelo dela.
Ela só fechava os olhos e afirmava balançando a cabeça.
Depois ele colocou ela de quatro no sofá, exatamente como tinha feito comigo. Cuspiu no cuzinho dela e enfiou devagar. Daiane gritou de prazer.
— Ai, cuidado, aí não caralho… que pica grossa… vai devagar…
— Cala a boca, vadia. Você tá molhada pra caralho. Tava louca pra levar minha pica de novo desde o dia que eu te comi na festa da praia.
Ele começou a forçar e empurrar no cuzinho dela, até encostar na sua bunda, com o pau todo atolado no cuzinho da minha Daiane. Depois de um tempo, o Pedro não teve pena e meteu fundo, socando forte. Daiane rebolava, gemendo alto:
— Mete… mete mais… porra, Pedro… você fode tão gostoso… queria que o Lucas fizesse assim, com força, mas ele não aguenta…me fode com força vai! Me arregaça gostoso!
Ele gozou dentro dela duas vezes naquele dia: uma na boca, outra no cu. Quando ela saiu de lá, pernas bambas e com o cuzinho melado, já era outra mulher. A putinha do Pedro. Ele a comeu novamente no dia seguinte, sem camisinha, enchendo a sua cara de porra no final.
Dois dias depois, o Pedro me chamou na casa dele e contou tudo. Mostrou até um vídeo que gravou escondido, onde pude ver os detalhes que contei acima.
O que mais me surpreendeu foi uma foto do cu da Daiane cheio de porra dele. Não mostrava o rosto, mas dava pra ver claramente as mãos dela abrindo a bunda mostrar o esperma dentro do cuzinho. Aquela foto foi consensual.
O Pedro guardou o celular e se gabou:
— Ganhei a aposta, viadinho. Agora você vai pagar. Vai me dar a bunda de novo e depois vai encarar a pica do negão na casa de praia.
Eu gelei de nervoso. Perguntei a ele se o Carlão não contaria a ninguém.
O Pedro me disse que já havia comido a própria prima com o Carlão uma vez e ele soube manter segredo. Afinal, não era todo dia que ele tinha a chance de foder uma gatinha de classe média, novinha. Agora ia ter a oportunidade de arrombar o cu de um viadinho branquelo também.
No final de semana seguinte a gente ia pra casa de praia do Pedro. O Carlão trabalhava lá como caseiro.
Porém, a Daiane inventou que iria comigo. Isso estragaria os nossos planos de pagar a aposta. Falei pro Pedro que não ia rolar, mas ele garantiu que daríamos um jeito de eu pagar sim!
Chegamos na casa de praia no sábado de manhã. Assim que entramos, Daiane me olhou com raiva e falou:
— Tira toda essa roupa de macho, Lucas. Hoje você vira loirinha. Eu já tô sabendo da aposta de vocês. Vamos parar com essa mentira e abrir o jogo. Você apostou sua bunda, seu viado? Quantas vezes o Pedro já comeu seu cu? Eu sabia que você era fraco, mas dar a bunda eu realmente não esperava, seu viado!
Eu estava atônito, chamei ela pro quarto e tentei explicar, mas ela estava com muita raiva.
Falou que eu ia pagar a aposta e quando voltarmos da praia, ela ia ter uma conversa comigo.
Pedi que não terminasse, que eu faria tudo que ela mandasse, mas que a amava e não queria perdê-la. Ela ficou puta da vida comigo e falou que, se eu quisesse ter alguma chance com ela, iria ser homem e pagar de vez essa aposta. Depois ela pensaria no meu caso. Mas se continuasse comigo, de agora em diante seria do jeito dela e eu teria que aceitar o que ela mandasse.
Apenas concordei.
Ela me fez vestir uma saia curta, meia-calça, sutiã com enchimento, blusinha cropped e uma peruca loira que ela tinha trazido. Percebi então que ela já sabia da aposta desde o dia anterior e planejou aquilo pra me castigar.
Depois a Daiane me sentou na frente do espelho e me maquiou: batom vermelho, sombra, delineador. Quando terminou, me olhou no espelho e falou com desprezo:
— Olha só pra você… uma putinha barata. Agora vai pra sala e senta de pernas cruzadas que nem mulher, sua puta!
Na sala, Pedro e Carlão já estavam esperando. O Carlão, aquele negão enorme, arregalou os olhos quando me viu.
Daiane anunciou em voz alta:
— A nova putinha do Pedro perdeu a aposta. Eu e o Pedro vamos pro quarto nos divertir agora.
Carlão, você pode aproveitar. É um presente nosso pra você. Um cuzinho apertadinho pra você arregaçar. Eu apenas fiquei de cabeça baixa envergonhado.
O Carlão não perdeu tempo. Me puxou pelo braço, me levou pro quarto e fechou a porta. Me jogou de joelhos, me pegou pelo cabelo e baixou o short, batendo aquela jeba enorme nos meus lábios. Eu abri a boca instintivamente, assustado com o tamanho daquilo e me perguntando se eu iria aguentar.
Ele empurrou mais e enfiou aquela rola preta monstruosa na minha boca.
— Chupa, loirinha. Chupa o pau do negão que vai te foder até de manhã.
Eu chupei chorando de vergonha e de tesão. Ele me chamou de “putinha branca”, “cadela loira”, “vadia branquela”. Depois me colocou de quatro na cama, cuspiu no meu cú e começou a enfiar um dedo grosso em mim. Eu sentia um certo incômodo, mas sabia que era melhor encarar aquele dedo primeiro, já com medo do que viria em seguida.
Quando ele encostou a cabeça no meu cuzinho e forçou, eu comecei a suar. Sentia a minha bunda se abrindo toda com o invasor, aos poucos empurrando e roçando nas paredes das minhas entranhas. Ele me arrombou sem dó. A rola dele era muito maior que a do Pedro. Doía muito e eu sequer respirava de tanta tensão. O Carlão teve que tirar algumas vezes e cuspir mais, depois pegou um frasco de lubrificante que a Daiane havia dado a ele e melou toda a extensão daquele pau de cavalo.
Após lubrificar bem, comecei a achar que estava ficando mais fácil e cometi o erro de falar que agora estava melhor.
O Carlão sorriu e falou:
- Tá melhor agora, puta? Então vou foder essa bunda branca com mais vontade!
Ele empurrou toda de uma vez, me fazendo soltar um “Aaaaiiiii” bem alto. Mas ele sequer me deu chance de reclamar. Só falou que a menina pediu pra ele me arregaçar e ele ia fazer isso.
A partir daí ele martelou a minha bunda sem parar! O Carlão estava me currando feito um animal. Eu me sentia uma boneca mas mãos dele.
Jogou o peso em cima de mim, lambendo a minha orelha e falando que eu era uma putinha do cu gostoso!
Com ele em cima de mim, fazendo movimentos mais curtos, comecei a sentir prazer e gemer. Finalmente eu estava aproveitando aquilo.
Resolvi rebolar e gemer mais alto.
O Carlão acelerou os movimentos e no final enfiou tudo de uma só vez, me esmagando naquela cama. Foi quando eu senti um jato quente no meu intestino, depois outro e um calor interno que me deu um prazer absurdo. Eu gozei só com o peso dele fazendo meu pau ser pressionado contra o colchão.
Depois disso, ele foi no banheiro se lavar, dizendo que ainda não tinha acabado. Falou que depois de hoje, eu aprenderia a ser vagabunda pra sempre.
Nessa noite ele gozou três vezes em mim: a primeira no cuzinho, depois outra na minha boca, me fazendo engolir e mais tarde gozou novamente dentro do meu cu. Eu nem lembrava que era macho. Literalmente me comportava como fêmea naquele quarto.
Enquanto isso, no quarto ao lado, o Pedro comia a Daiane sem parar. Eu ouvia ela gritando o nome dele, gemendo que a pica dele era gostosa, que ele sabia foder gostoso. Eu escutava tudo com a pica do negão enterrada na bunda, me sentindo humilhado e excitado ao mesmo tempo, pois eu sabia em primeira mão, como o Pedro fodia gostoso.
O final de semana inteiro foi assim. Eu era a mulher do Carlão. Tinha que sentar de pernas cruzadas, andar de salto alto rebolando, falar com voz fina e fingir que era uma putinha tarada.
A Daiane volta e meia mandava eu ir junto do Carlão, pegar no seu pau por cima do short e dizer que tava com saudade de tomar na bunda.
Ela me obrigava a servir os dois, trazer água, limpar o quarto, tudo vestida de mulher. Ela ria e tirava foto.
Quando voltamos pra cidade, eu estava destruído. Fui na casa da Daiane e caí de joelhos na frente dela.
— Me perdoa, amor… eu te amo pra caralho. Se você quiser continuar comigo, eu deixo você transar com quem quiser… só te peço que fique em segredo… eu faço tudo que você mandar. Eu sou seu corno manso.
Ela sorriu, acariciou meu rosto e disse:
— Só corno manso? Esqueceu do viadinho? Da putinha loira?
- Eu aceito, amor, posso ser o que você quiser, só não me abandona! Respondi humilhado.
- Boa garota. Agora você entendeu seu lugar.
Hoje, anos depois, eu sou um legítimo corno manso cuckold. A Daiane sai com as amigas quando quer, vai com machos pra motéis e até já participou de uma orgia numa casa de swing com o Pedro e o Carlão, que também já fodeu ela por ordem do Pedro.
Eu fico em casa esperando ela voltar, muitas vezes com o cu ainda melado da noite anterior. Ela manda eu fazer massagem e lamber a porra de outros machos nela enquanto ela me conta em detalhes como foi fodida na noite anterior. E eu gozo só de ouvir.
Apesar de tudo, não é uma relação apenas de submissão. A Daiane, do jeito dela, aprendeu a me amar como eu sou e, no dia à dia, somos muito parceiros.
Porém, na cama, sou 100% submisso às vontades dela e aceito qualquer coisa que ela mandar eu fazer.
Aquela aposta mudou minha vida pra sempre.
