Minha Mãe Professora se Tornou uma Puta 19- Elaborando um plano com Allan

Um conto erótico de ThomasCelt
Categoria: Heterossexual
Contém 8729 palavras
Data: 13/04/2026 18:26:30
Assuntos: Heterossexual

Quinta -feira amanheceu com o sol já forte entrando pela janela. Acordei com o corpo pesado e a cabeça latejando levemente da noite anterior. O short folgado de nylon que eu usava para dormir estava completamente esticado uma barraca armada, o pau duro e latejando, a cabeça inchada pressionando o tecido fino, um fio de pré-gozo já molhando o nylon. Eu me sentia culpado , mas o tesão falava mais alto.

Olhei para o lado e ouvi o barulho na cozinha. Minha mãe tinha acordado primeiro. Levantei devagar, ajeitei o short como pude (sem conseguir esconder completamente a ereção) e fui para a cozinha.

Ela estava de costas, preparando o café. Vestida para o trabalho: blusa social branca bem ajustada que marcava os seios pesados, calça jeans escura justa que abraçava as coxas grossas e a bunda enorme de forma evidente. O rabo de cavalo loiro balançava enquanto ela mexia o café.

— Bom dia — disse ela, virando o rosto com um sorriso cauteloso. — Dormiu bem?

— Mais ou menos — respondi, sentando à mesa. A voz saiu rouca. Meu pau ainda estava duro, pressionando o short folgado. Tentei cruzar as pernas para disfarçar.

Ela serviu café para nós dois e sentou de frente para mim. A blusa marcava os mamilos levemente, a calça jeans apertava as coxas. Ela parecia tentar voltar ao norma.

— Hoje eu tenho reposição de novo à tarde — disse ela, tentando puxar conversa. — Se você quiser, posso voltar mais cedo. A gente pode jantar juntos.

Eu assenti, bebendo o café sem olhar muito para ela. A culpa queimava no peito.

— Tá tudo bem? — perguntou ela, percebendo meu silêncio.

— Tô sim — menti. — Só tô cansado.

Ela sorriu de leve, mas o sorriso não chegou aos olhos. Terminou o café, lavou a xícara e pegou a bolsa.

— Vamos? Senão vamos perder o ônibus.

O ônibus chegou. Subimos. Dessa vez não estava tão lotado. Ela se segurou na barra alta, eu fiquei ao lado dela. O trajeto foi silencioso. Ela olhava pela janela, eu olhava para o chão, tentando não pensar em tudo que tinha feito com ela.

Chegamos no prédio da escola. A entrada estava movimentada. Ela me deu um beijo rápido na testa.

— Qualquer coisa me liga.

Ela seguiu para a ala administrativa.

Cheguei na sala 112 atrasado. A turma estava cheia, mas não tinha começado a aula e Allan e Diogo já estavam lá, sentados nas carteiras da frente como sempre.

— E aí, filhinho! — Allan me cumprimentou com um soquinho no ombro. — Cadê a Paula? Não vi ela na porta hoje.

Diogo também virou, curioso.

— É, normalmente ela passa por aqui. Tá tudo bem com ela?

Eu forcei um sorriso casual, tentando manter a voz normal.

— Chegamos atrasados. Ela foi direto pra sala da coordenação. Tem reposição de aula pra fazer.

Allan assentiu, mas ainda com um olhar de decepção.

A aula começou. O professor de Matemática entrou e começou a explicar equações no quadro. Eu sentei na terceira fileira, tentando prestar atenção, mas a cabeça não parava quieta. Allan e Diogo trocavam comentários baixos de vez em quando, rindo de alguma bobagem. Eu respondia o mínimo possível, o olhar perdido no quadro.

No intervalo fiquei na sala mechendo no celular, Allan me chamou de canto, perto da janela da sala, longe dos outros alunos.

— Mano… — disse ele, voz baixa, quase sussurrando. — Não consigo parar de pensar na sexta. Aquilo foi foda pra caralho. Eu quero repetir. Quero foder ela de novo. Os dois juntos. Você também quer, né? Eu vi como você tava.

Eu fiquei em silêncio por um segundo, o coração acelerado.

— Foi… muito bom — confessei, voz baixa. — Exageradamente bom. Mesmo sendo ela… eu senti um tesão que nunca senti antes.Mas… meu aniversário é no sábado. Talvez a gente possa tentar fazer algo nesse dia.

Allan sorriu, os olhos brilhando.

— Justo. A gente pode deixar pro sábado então. Vai ser perfeito.

Eu assenti, mas por dentro a culpa começou a subir forte.

Enquanto a aula seguia, eu não conseguia parar de pensar na noite passada. Lembrei de como tinha gozado na mão dela enquanto ela dormia, o pau latejando contra a palma quente e mole. Lembrei de como tinha abusado dela com Allan os dois metendo nela ao mesmo tempo, a buceta e o cu dela esticados, os gemidos roucos escapando mesmo inconsciente. A culpa era sufocante. Eu tinha traído a confiança dela. Tinha usado o corpo dela como um objeto. Tinha gozado dentro da minha própria mãe enquanto ela não podia dizer não.

Eu me perguntava se ela realmente estava dormindo.Lembrei de como eu tinha encostado a cabeça do pau no clitóris dela enquanto ela estava deitada de costas para mim. O corpo dela tinha se mexido por reflexo as coxas se apertando levemente, o quadril subindo um pouco, como se procurasse mais contato. Ela tinha gemido baixinho, um som rouco e longo, mas os olhos continuavam fechados. Depois, quando eu gozei na mão dela, os dedos dela se fecharam por instinto ao redor do meu pau, apertando enquanto o sêmen quente jorrava.

A culpa me consumia, mas o tesão também. Mesmo agora, sentado na sala de aula, meu pau dava sinal de vida só de lembrar. Eu me odiava por isso. Odiava ter abusado dela. Odiava ter gostado tanto.

A aula continuou. Eu tentava prestar atenção, mas a culpa e o tesão misturados me consumiam por dentro. Allan e Diogo conversavam normalmente ao meu lado, sem imaginar o peso que eu carregava.

O sinal final tocou. Saí da sala junto com a turma, fui no banheiro e logo depois fui para a porta principal do prédio.

Allan e Diogo já estavam lá, esperando como de costume.

— E aí, filhinho! — Allan me cumprimentou com um soquinho no ombro. — Como você tá? Melhor da gripe?

Diogo também se aproximou.

— É, a gente sentiu sua falta na educação física ontem. O professor mandou fazer circuito pesado.

Eu forcei um sorriso.

— Tô melhorando. Ainda tô fraco, mas amanhã eu volto.

Conversamos por alguns minutos sobre coisas triviais da aula. Allan reclamou do professor de História, Diogo falou sobre campeanato de jogo online que ia rolar no fim de semana. Eu respondia o mínimo possível, tentando manter a conversa leve.

Foi quando minha mãe apareceu na entrada do prédio. Ela vinha caminhando com a bolsa no ombro, blusa social clara e calça jeans justa marcando a bunda enorme. O rabo de cavalo loiro balançava a cada passo.

Allan e Diogo abriram os braços quase ao mesmo tempo.

— Prof Paula! — chamou Allan, animado.

Ela deu o abraço de sempre em Allan — apertado, demorado, mão dele descendo pelas costas até quase a cintura. Depois abraçou Diogo, que também aproveitou o momento.

Quando terminou, ela se virou para mim.

— Filho, eu vou ficar até o final da tarde hoje denovo . Tenho reposição de aula. Pode ir sozinho pra casa, tá? Final de tarde eu chego.

Eu assenti tentando não trasnperecer ansiedade.

— Beleza. Qualquer coisa me liga.

Ela tocou meu ombro de leve, deu um sorriso rápido e se despediu dos dois:

— Até mais, meninos. Se comportem.

Paula seguiu pelo corredor em direção à ala administrativa, a bunda balançando na calça jeans. Allan e Diogo ficaram olhando até ela

sumir na curva.

Nos despedimos e segui até o ponto de ônibus. O ônibus chegou eu subi. Dessa vez não estava tão lotado. Eu me segurei na barra, olhando pela janela, a cabeça ainda cheia de tudo que tinha acontecido.

Olhei para o fundo, foi quando vi Caio estava encostado numa das barras, olhos vermelhos, cara de chapado, o sorriso torto já se formando assim que me viu. Mochila pendurada num ombro só, cigarro apagado na boca.Olhei para ele e virei a cara.

Cheguei no ponto. Desci sozinho e caminhei para casa, o peso do dia inteiro me esmagando.

O apartamento estava vazio quando cheguei. Minha mãe ainda estava na escola, fazendo a reposição até o final da tarde.O resto do dia passou de forma estranhamente normal.

Fiz as coisas triviais de sempre: guardei a mochila, troquei de roupa, preparei um almoço simples (arroz, feijão e ovo frito) e comi na cozinha olhando para o nada. Depois lavei a louça, arrumei um pouco a sala e tentei estudar para a prova de Matemática que ia cair na próxima semana. Mas a concentração não vinha. A cada página do livro, minha mente voltava para os acontecimentos sexuais.

O fim de tarde foi caindo comecei a ficar aprensivo. Olhava o relógio a cada meia hora, imaginando que ela iria sumir de novo, voltar de madrugada bêbada e destruída como nos dias anteriores. O peito apertava só de pensar.

Às 18h10, ouvi a chave na porta. Paula chegou da reposição.

Ela entrou, deixou a bolsa na cadeira da sala e soltou um suspiro longo.

— Que dia longo… — murmurou ela, tirando os sapatos.

Estava vestida com a roupa de trabalho: blusa social clara um pouco amassada, calça jeans justa marcando a bunda enorme. O rabo de cavalo loiro estava um pouco desfeito, mas ela ainda parecia tentar manter a aparência de professora responsável.

Ela me viu na sala e sorriu de leve.

— Oi, filho. Como você tá? Tá bem ?

— Tô melhor — respondi, tentando soar normal.

Ela foi para a cozinha pegar água. Enquanto bebia, comentou casualmente:

— Ontem foi bom, né? Assistir filme juntos no meu quarto… fazia tempo que a gente não fazia algo assim. Eu gostei.

Eu assenti, forçando um sorriso.

— Foi bom mesmo.

Ela sorriu mais aberto.

— Que tal repetir hoje? Eu posso escolher uma série leve. A gente deita na cama, come pipoca… só pra relaxar.

Eu concordei.

— Pode ser.

Ela pareceu feliz com a resposta. Foi para o quarto trocar de roupa. Eu fiquei na sala, o coração acelerado. Parte de mim queria acreditar que era só um momento normal entre mãe e filho. Outra parte já imaginava o que poderia acontecer: ela de camisola fina, deitada ao meu lado, o corpo quente, o tesão voltando. Eu me odiava por pensar nisso, mas não conseguia parar.

Fiz um lanche rápido e tentei estudar mais um pouco na mesa da sala. A cabeça não ajudava toda vez que eu olhava para o corredor, imaginava ela saindo do quarto com a camisola curta, os seios marcando o tecido, a bunda balançando.

Por volta das 20h30, elasaiu do quarto. Estava com uma camisola fina de algodão branca, curta, que mal chegava ao meio das coxas grossas. O tecido era leve e colava um pouco no corpo, marcando os seios pesados e os mamilos rosados.

— Vamos? — perguntou ela, sorrindo. — Eu escolhi uma série de comédia. Pode ser?

Eu assenti, mas antes de deitar com ela resolvi tomar um banho rápido. Fui para o banheiro, tirei a roupa toda e entrei debaixo da água quente. O jato ajudou a relaxar um pouco o corpo cansado, mas a mente continuava agitada. Quando saí, sequei-me e coloquei apenas um short folgado de nylon preto daqueles bem velhos e largos que eu usava para dormir. Não vesti cueca. O tecido leve e gasto marcava claramente o volume do pau, que ainda estava sensível e meio duro só de imaginar o que poderia acontecer.

Voltei para o quarto dela. Ela já estava deitada na cama, recostada nos travesseiros. A camisola tinha subido um pouco nas coxas, revelando a calcinha normal preta de algodão que ela usava por baixo simples, sem renda, mas colada ao corpo, marcando a forma da buceta. Os seios pesados pressionavam o tecido fino da camisola, os mamilos rosados visíveis.

Ela sorriu ao me ver.

— Vem, deita aqui do meu lado.

Eu deitei ao lado dela, o short folgado marcando o pau de forma evidente. O colchão afundou com o meu peso. Paula apertou play na série de comédia e colocou a tigela de pipoca entre nós dois.

Ela se mexia de vez em quando, a perna roçando na minha, a camisola subindo um pouco mais, a calcinha preta de algodão aparecendo. Meu pau endureceu completamente dentro do short folgado, pressionando o tecido, a cabeça quase escapando pela barra.

Ela virou o rosto para mim em determinado momento, voz baixa:

— Tá gostando da série?

— Tá… legal — respondi, rouco, sem conseguir disfarçar a tensão na voz.

Ela se mexeu novamente na cama, virando um pouco mais de lado para ficar de frente para a TV. A camisola fina subiu ainda mais nas coxas grossas, deixando quase toda a calcinha preta de algodão à mostra. O tecido da calcinha estava colado ao corpo, marcando claramente a forma dos lábios da buceta. Meu short folgado, sem cueca por baixo, já não conseguia esconder nada o pau estava completamente duro, latejando, a cabeça inchada pressionando o nylon leve, um pequeno ponto úmido de pré-gozo aparecendo no tecido.

Ela esticou a perna e a apoiou levemente sobre a minha. A pele quente e macia das coxas dela encostou na minha, enviando um choque direto para o meu pau. Eu não me mexi. Nem ela.

Ela pegou mais uma pipoca e, ao levar a mão à boca, o braço roçou de leve no meu peito. Ela não afastou o braço. Ficou ali, quente, encostado em mim.

Meu pau pulsava forte dentro do short. Eu sentia o tecido roçando na cabeça sensível a cada batida do coração. A calcinha preta dela estava tão perto… eu conseguia ver o contorno da buceta, o jeito como o algodão se afundava ligeiramente entre os lábios.

Ela virou o rosto para mim devagar. Os olhos dela estavam mais escuros, a respiração um pouco mais rápida.

— Tá quente hoje, né? — murmurou ela, quase sussurrando.

— Tá… — respondi, a voz rouca, quase falhando.

Minha mãe não disse mais nada. Apenas se mexeu um pouco mais para perto, a coxa grossa agora pressionando contra a minha perna. A camisola subiu ainda mais, quase revelando a parte de cima da calcinha preta. O cheiro dela doce, quente, com aquele fundo almiscarado de buceta ficava mais forte a cada movimento.

Meu pau latejava dolorosamente. O short folgado estava esticado ao máximo, o contorno da cabeça e das veias visível através do tecido fino. Eu sabia que ela podia ver. E uma parte de mim queria que ela visse.

De repente, ela se sentou na cama.

— Vou levar o balde de pipoca pra cozinha , mas não precisa pausar — disse ela, voz um pouco rouca.

Ela se levantou. A camisola branca fina subiu bastante, revelando quase toda a calcinha preta de algodão colada ao corpo. A bunda enorme balançou enquanto ela caminhava para fora do quarto, carregando o balde vazio.

Assim que ela saiu, eu me ajeitei na cama de forma deliberada. Deitei de lado, de frente para a porta, e deixei o short folgado subir bastante na coxa. O pau duro pressionava o tecido com força, criando uma barraca bem evidente, a cabeça inchada marcando o nylon de forma clara.

Fiquei nessa posição, esperando.

Ela voltou para o quarto alguns minutos depois. Quando ela entrou e viu a cena, parou por meio segundo na porta. O olhar dela desceu diretamente para o volume marcante no meu short. Ela engoliu em seco, mas não disse nada.Ela deitou novamente ao meu lado, mais perto do que antes. Assim que ela se acomodou, eu notei.

Ela tinha tirado a calcinha.

A camisola tinha subido um pouco mais nas coxas grossas. Quando ela ajustou a posição para ficar de barriga para cima, as pernas se abriram levemente e eu consegui ver um pouco da bucetinha dela. Os lábios grandes e carnudos estavam ligeiramente inchados, brilhando de umidade. Havia alguns cabelinhos escuros e bem aparados, formando uma pequena trilha acima do clitóris e descendo pelos lábios externos não era totalmente depilada, mas bem cuidada, com aqueles pelinhos curtos e macios que deixavam a buceta com um aspecto ainda mais natural e excitante.

O cheiro dela subiu mais forte: quente, almiscarado, com aquele aroma doce e carnal de buceta que me deixava tonto.

Eu engoli em seco, o pau dando um pulo dentro do short folgado.

Eu estava deitado de lado, virado para ela. Meu corpo se aproximou devagar, colando o peito no braço dela. Meu pau duro, ainda dentro do short folgado, pressionava contra a lateral da coxa grossa dela. O tecido fino permitia sentir o calor da pele diretamente.

Paula não se afastou. Ela continuou olhando para a TV, mas a respiração dela ficou um pouco mais pesada.

Eu mexi o quadril devagar, esfregando o pau contra a parte externa da coxa dela em movimentos lentos e ritmados. O short subia um pouco a cada movimento, o volume duro deslizando contra a pele macia. Senti o calor irradiando dela, mesmo sem chegar perto da virilha.

Ela soltou um suspiro baixo. A perna dela tremeu levemente, mas ela não afastou. Pelo contrário, ela se acomodou um pouco mais, fazendo a coxa pressionar de leve contra o meu pau.

Eu continuei o movimento, pressionando o quadril com mais firmeza, fazendo o pau roçar repetidamente na coxa grossa dela. O tecido do short estava ficando úmido de pré-gozo na região da cabeça.

Ela respirou fundo. Os seios pesados subiam e desciam sob a camisola, os mamilos rosados marcando o tecido com força. Ela ainda olhava para a tela, mas os olhos pareciam desfocados.

Eu aumentei um pouco a intensidade, pressionando o pau com mais vontade contra a coxa dela, sentindo a maciez e o calor da pele.

Foi nesse momento que minha mãe virou o rosto para mim. A voz saiu baixa, rouca, quase um sussurro:

— Filho… eu tô com muito sono hoje.

Ela olhou para mim por mais um segundo, os olhos escuros e cansados.

— E você se mexeu demais na noite passada. Não consegui dormir direito.

Ela pausou por um instante, como se escolhesse as palavras.

— Vai pra seu quarto, tá bom? Amanhã você tem aula cedo.

O tom era suave, mas firme. O limite tinha sido colocado.

Eu parei o movimento devagar, o pau ainda latejando forte contra a coxa dela. Depois de alguns segundos, retirei o quadril e levantei da cama, as pernas fracas. O short folgado continuava marcando o volume duro de forma evidente.

— Boa noite… — murmurei, rouco.

— Boa noite — respondeu ela, voltando a olhar para a TV.

Saí do quarto dela, fechei a porta atrás de mim e fui para o meu quarto com o coração disparado e o corpo queimando de tesão frustrado.

Eu entrei no meu quarto e fechei a porta, o coração ainda disparado. Deitei na cama, mas o tesão não tinha diminuído nem um pouco. O pau continuava duro, latejando dentro do short folgado. Tentei bater uma ali mesmo, já enfiando a mão por baixo do tecido, mas parei.

Lembrei da calcinha.

Ela tinha tirado a calcinha preta antes de deitar de novo na cama. Eu tinha visto. E ela não tinha colocado de volta.Levantei rápido, o short ainda marcando o pau duro, e fui até o banheiro na ponta dos pés. A luz estava apagada. Acendi . Ali, jogada no cesto de roupa suja, estava a calcinha preta dela.

Peguei com a mão tremendo.

Era uma calcinha simples de algodão preto, mas estava marcada de forma óbvia. O fundo estava úmido, quase molhado no centro, com uma mancha escura e brilhante que ia até a parte que cobria a buceta. O tecido estava encharcado de um jeito que deixava claro que ela tinha ficado muito excitada. Havia um leve brilho viscoso, como se o melzinho da buceta dela tivesse escorrido bastante enquanto assistíamos o filme. A parte interna dos lábios estava impressa no algodão, com alguns cabelinhos curtos grudados no tecido úmido.

Levei a calcinha até o nariz e cheirei fundo.

O cheiro era forte, quente, almiscarado. Um aroma pesado de buceta excitada doce, levemente azedo, com aquele fundo carnal e molhado que só uma mulher molhada tem. Cheirava a tesão puro, misturado com o sabonete do banho que ela tinha tomado mais cedo. O cheiro era tão intenso que meu pau deu um pulo violento dentro do short, babando mais pré-gozo. Não resisti.

Levei a calcinha para o quarto, fechei a porta e me deitei na cama. Tirei o short, deixei o pau livre, duro e latejando. Enrolei a calcinha preta úmida no pau e comecei a punhetar devagar, lembrando de tudo.

Lembrei dela deitada de barriga para cima, a camisola subida, a bucetinha parcialmente à mostra com aqueles cabelinhos curtos. Lembrei de ter gozado na mão dela , do DP com o Allan , ela sendo uma puta com Caio. Punhetava cada vez mais rápido, apertando a calcinha molhada contra a cabeça do pau, sentindo o cheiro dela bem perto do nariz.

Foi quando ouvi o barulho.O clique baixo da porta do quarto dela sendo trancada.

Fiquei parado por um segundo, o pau latejando na mão. Levantei devagar e fui até a porta do quarto dela, o coração martelando. A fechadura tinha um buraco pequeno e vazio dava pra ver perfeitamente.,

Espiei.

A camisola branca estava toda embolada na cintura. As pernas grossas bem abertas, os pés plantados no colchão. Uma mão apertava o seio esquerdo com força, os dedos afundando na carne pesada, puxando o mamilo rosado. A outra mão estava entre as coxas, dois dedos grossos entrando e saindo da buceta molhada com estocadas rápidas e profundas. O som molhado, obsceno, chegava até mim o barulho dos dedos fodendo a buceta encharcada.

Dois dedos entravam e saíam da buceta molhada com força, fazendo um som molhado e obsceno. O polegar circulava o clitóris inchado em movimentos rápidos. A boca dela estava aberta, soltando gemidos baixos e roucos. Os quadris subiam e desciam, fodendo os próprios dedos. A outra mão apertava o seio com vontade, puxando o mamilo rosado.

Ela estava completamente entregue, se tocando como uma vadia no cio, o corpo tremendo, a buceta brilhando de tesão, os cabelinhos molhados grudados nos lábios inchados.Eu fiquei ali, colado na porta, punhetando devagar enquanto espiava minha própria mãe se masturbando de forma tão safada e desesperada.

Ela gemia baixo, rouco, quase sussurrando:

— Ahh… porra…

Quando ela abriu mais as pernas, empinando um pouco a bunda para enfiar os dedos mais fundo, vi o plug. Um plug anal grande, prateado, brilhando entre as nádegas enormes. Ele estava enfiado até o final, a base redonda aparecendo a jóia quando a bunda se abria. Ela estava com o plug no cu enquanto se masturhava.

“Puta que pariu…”, pensei, o pau dando um pulo violento na minha mão. “Ela é uma puta. Uma puta safada. Me expulsou do quarto para poder colocar um plug no cu e se dedar como uma vadia desesperada na própria cama… minha mãe… a professora que todo mundo respeita… e tá aqui, gemendo feito uma cachorra no cio.”

Peguei a calcinha preta dela que ainda estava na minha mão o tecido ainda úmido, quente, com o cheiro forte da buceta dela. Enrolei o algodão molhado no meu pau e comecei a punhetar, forte, olhando pelo buraco.

Cada vez que ela enfiava os dedos fundo na buceta, eu apertava a calcinha contra a cabeça do meu pau, imaginando que era ela. O cheiro dela subia direto pro meu nariz aquele aroma pesado, almiscarado, doce e molhado de buceta excitada. Eu punhetava cada vez mais rápido, o short abaixado até os joelhos, o pau brilhando de pré-gozo misturado com a umidade da calcinha dela.,

Minha mãe acelerou. Os dedos entravam e saíam com mais força, o som molhado ficando mais alto. Ela mordia o lábio inferior, os olhos semicerrados, o corpo tremendo.

— Isso… assim… — gemeu ela, quase inaudível.

Eu senti o orgasmo vindo. Apertei a calcinha preta com mais força ao redor do pau e gozei forte, jorrando tudo dentro do tecido. Porra quente e grossa encheu a calcinha dela, escorrendo pelos dedos, sujando o algodão preto que ainda tinha o cheiro da buceta dela. Gozei tanto que a calcinha ficou encharcada, pingando.

Ao mesmo tempo, ela gozou.

O corpo dela arqueou na cama. As coxas tremeram violentamente, a buceta apertando os dedos. Ela soltou um gemido longo, rouco, quase um soluço:

— Ahhh… caralho…

Os quadris dela deram espasmos, a buceta pulsando visivelmente, o plug no cu brilhando enquanto a bunda se contraía. Ela ficou assim por vários segundos, tremendo, os dedos ainda enfiados fundo, o corpo inteiro convulsionando de prazer.

Eu fiquei ali, ofegante, o pau ainda latejando na mão, a calcinha dela completamente melada de porra.

Voltei para o meu quarto em silêncio, as pernas ainda fracas, o peito apertado. Fechei a porta com cuidado e me encostei nela por um segundo, respirando fundo. A calcinha preta de Paula estava na minha mão, completamente melada o tecido encharcado da minha porra grossa e quente misturada com a umidade que já tinha vindo dela.

Abri a gaveta da mesinha de cabeceira e guardei a calcinha lá dentro, dobrada, ainda úmida e com o cheiro forte dela. Fiquei olhando para a gaveta fechada por alguns segundos, sentindo uma mistura estranha de vergonha, tesão e culpa. Depois apaguei a luz e deitei na cama.

O sono demorou a vir.

Sexta-feira

Aordei com o despertador tocando às 5h20. O corpo estava cansado, mas a cabeça já estava agitada. Hoje era sexta-feira meu aniversário seria amanhã, sábado. Mas isso parecia distante agora.

Levantei, tomei um banho rápido e vesti o uniforme da escola. Quando saí do banheuiro, Minha mãe já estava na cozinha, preparando o café. Ela estava vestida para trabalhar: blusa social branca ajustada, calça jeans escura justa que marcava as coxas grossas e a bunda enorme. O cabelo loiro estava preso em um rabo de cavalo alto e bem arrumado. Parecia tentar manter a aparência normal de todos os dias.

— Bom dia — disse ela, colocando o pão na mesa. A voz estava calma, quase neutra. — Dormiu bem?

— Mais ou menos — respondi, sentando à mesa.

Comemos em silêncio. De vez em quando eu olhava para ela e lembrava da cena da noite anterior: ela deitada na cama, pernas abertas, dedos entrando fundo na buceta molhada, o plug brilhando no cu, gemendo rouco enquanto gozava. E eu, espiando pelo buraco da fechadura, gozando na calcinha dela.

A culpa apertava o peito, mas o tesão também voltava traiçoeiro só de pensar nisso.

Ela quebrou o silêncio depois de um tempo:

— Hoje é sexta. Amanhã é seu aniversário. Quer fazer alguma coisa especial? Podemos pedir pizza, assistir filme, sair… o que você quiser.

Eu dei de ombros, tentando parecer normal.

— Não sei ainda. Depois a gente vê.

Ela assentiu e não insistiu.

Terminamos o café, pegamos as coisas e saímos juntos de casa. Caminhamos até o ponto de ônibus em silêncio. O ar da manhã estava fresco, mas o clima entre nós continuava estranho.

O ônibus chegou lotado. Subimos e nos esprememos no meio das pessoas. Ela se segurou na barra alta, eu fiquei logo atrás dela. Dessa vez não rolou roçar forte, mas o corpo dela estava perto o suficiente para eu sentir o cheiro familiar.

Chegamos na escola. Paula me deu um beijo rápido na testa antes de seguir para a coordenação.

— Qualquer coisa me avisa. Hoje eu termino mais cedo.

Eu assenti e fui para a sala.

Cheguei na sala 112 ainda cedo. A turma estava começando a encher. Allan e Diogo já estavam lá, sentados nas carteiras da frente como sempre. Assim que me viram, os dois abriram um sorriso.

— E aí — disse Allan, dando um soquinho no meu ombro quando me aproximei. — Amanhã é o grande dia, hein? Parabéns adiantado, filhinho.

Diogo riu e também me cumprimentou.

— É isso aí. Tá animado? Vai rolar alguma coisa amanhã ou vai ser só mais um sábado normal?

Eu forcei um sorriso e sentei na carteira ao lado deles.

— Ainda não sei direito. Minha mãe perguntou ontem à noite se eu queria fazer algo, mas eu disse que depois a gente via.

Allan se inclinou mais para perto, baixando um pouco a voz, mas ainda com aquele brilho safado nos olhos.

— Mano… sobre amanhã… — ele olhou rápido ao redor para ter certeza que ninguém estava prestando atenção.

— Eu tava pensando… a gente podia fazer algo especial no seu aniversário. Tipo… repetir aquela dose da sexta passada. Só nós três. Na sua casa mesmo. Sua mãe já tá mais solta, né? Eu acho que ela vai topar fácil. A gente pode beber um pouco, deixar o clima rolar… e ver no que dá.

Allan continuou, mais baixo ainda:

— Imagina só… que presente de aniversário e a gente fodendo sua mãe de novo. Dessa vez com mais calma, sem pressa. Eu não paro de pensar naquilo. Naquela bunda enorme, na buceta apertada dela… Caralho, foi a melhor foda da minha vida. O que você acha? Topa tentar amanhã?

Eu senti um frio na barriga. A culpa da noite anterior ainda estava fresca eu gozando na calcinha dela enquanto espiava ela se masturbando. Mas ao mesmo tempo, a imagem de Paula de quatro, gemendo enquanto a gente metia nela, voltou com força.

— Não sei… tenho medo de dar errado — murmurei, olhando para a carteira.

Allan deu um sorrisinho convencido.

— Relaxa. Deixa comigo. Eu sei como conversar com ela. Amanhã é seu aniversário, cara. A gente pode fazer dar certo. Só pensa nisso hoje. Se você topar, eu cuido do resto.

A professora de Português entrou na sala e a aula começou. Eu tentei prestar atenção, mas minha cabeça estava longe dividida entre a culpa pesada, o tesão proibido e a possibilidade real de repetir tudo no meu próprio aniversário.

Allan me deu mais um olhar cúmplice antes de virar para frente.

Allan e Diogo trocavam olhares de vez em quando. Allan me cutucava com o pé por baixo da carteira, como se quisesse me lembrar da conversa. Eu só respondia com um aceno discreto da cabeça, tentando não demonstrar nada.

Quando o sinal do intervalo tocou, a turma começou a se levantar. Allan se aproximaram imediatamente.

— Vamos pegar uma água? — disse ele, já me puxando pelo braço.

Nós dois fomos até a copa. O lugar estava cheio de alunos, mas conseguimos um canto mais afastado perto da janela.Allan não perdeu tempo. Baixou a voz e continuou exatamente de onde tinha parado:

— Então, sobre amanhã… eu tô falando sério, cara. Seu aniversário é perfeito pra isso. A gente pode chegar lá à noite, levar umas cervejas, uns baseados… deixar o clima ficar bom. Sua mãe já tá acostumada com a gente em casa. Eu posso puxar assunto, elogiar ela, fazer ela relaxar. Depois a gente vê no que dá.

Eu fiquei quieto por um momento, olhando para o copo de água na minha mão. A culpa apertava o peito lembrar de como eu tinha abusado dela inconsciente, de como tinha gozado na mão dela e na calcinha enquanto ela dormia. Mas o tesão também estava lá, traiçoeiro, fazendo meu pau dar sinal de vida só de imaginar a cena.

— Não sei… — respondi finalmente, voz baixa. — Tem acontecido tantas coisas e ontem à noite ela quase me expulsou do quarto dela. Ela tá estranha.

Allan deu um sorrisinho convencido.

— Isso é normal, mano. Mulher quando fica com tesão e depois se arrepende, fica assim. Amanhã é seu aniversário. A gente pode usar isso a nosso favor. Você faz cara de coitado, diz que quer passar o dia com ela e com os amigos… ela vai amolecer. Deixa comigo.

Eu não respondi imediatamente. Fiquei olhando para o pátio pela janela, o peito apertado. Parte de mim queria dizer não. Outra parte a mais suja já imaginava Paula de novo gemendo entre nós três, a bunda enorme tremendo, a buceta molhada engolindo nossos paus.

Allan me deu um tapa leve no ombro.

— Só pensa nisso hoje. Amanhã a gente decide na hora. Mas eu tô dentro, hein? Vai ser foda.

O sinal do fim do intervalo tocou. Voltamos para a sala em silêncio. O resto da manhã passou entre aulas de História e Redação, mas eu mal registrei qualquer coisa.

Meu aniversário estava chegando.

E com ele, a possibilidade de repetir o que tinha acontecido na sexta passada.

O sinal final tocou por volta das 12h10. A turma começou a se levantar rapidamente, cadeiras arrastando e mochilas sendo fechadas. Eu guardei minhas coisas e saí da sala junto com Allan e Diogo.

Nós três fomos até a porta principal do prédio. O sol da tarde já estava forte. Ficamos ali esperando, conversando sobre coisas triviais o jogo de futebol do fim de semana, a prova de Matemática que ia cair na semana que vem.

Foi quando minha mãe apareceu na entrada.

Ela vinha caminhando com a bolsa no ombro, blusa social branca um pouco amassada do dia de aula e a calça jeans justa marcando as coxas grossas e a bunda enorme. O rabo de cavalo loiro balançava a cada passo.

Allan e Diogo abriram os braços quase ao mesmo tempo.

— Professora Paula! — chamou Allan, com aquele sorriso largo de sempre. — Vem cá, musa da escola!

Ela sorriu e deu o abraço de sempre em Allan apertado, demorado, a mão dele descendo pelas costas dela até quase a cintura. Depois abraçou Diogo, que também aproveitou o momento.

Quando terminou, ela se virou para mim e deu um beijo rápido na minha testa.

— Oi, filho. Como foi o dia?

Antes que eu pudesse responder, Allan falou, animado:

— Paula, escuta só… amanhã é aniversário dele , né? Não dá pra deixar passar em branco. Se vocês quiserem, pode ser no condomínio da minha casa. Tem área de churrasqueira, piscina, espaço pra galera. É bem tranquilo. Pode chamar só quem a gente quiser, ou deixar aberto. O que vocês acham? Vai ser foda!

Diogo concordou, sorrindo:

— É verdade, Paula. Ia ser legal pra caralho.

Elaficou um pouco surpresa com a sugestão e eu também. Ela sorriu, mas o sorriso era cauteloso.

— Nossa… que gentileza, Allan. Mas nós ainda tá pensando no que quer fazer.

Allan não desistiu fácil, mantendo o tom leve e persuasivo:

— Sem pressão, claro. Só uma ideia. O espaço é grande, tem churrasqueira, piscina… fica à vontade. Se quiserem chamar mais gente ou só nós mesmos, tá bom também. É só falar.

Paula assentiu, ainda com o sorriso educado.

— Obrigada pelo convite. Eu vou conversar com ele hoje e depois te falo, pode ser?

— Beleza! — disse Allan, piscando pra mim de canto. — Qualquer coisa é só mandar mensagem.

Paula se virou para mim.

— Vamos? Eu terminei mais cedo hoje.

Eu assenti.

— Vamos.

Enquanto caminhávamos em direção ao ponto de ônibus, Allan ainda gritou de longe:

— Parabéns adiantado, mano! Amanhã vai ser top!

Minha mãe e eu seguimos em silêncio por alguns metros. Depois ela comentou, baixo:

— Allan é bem animado, né? Mas não precisa decidir nada agora. Se você quiser fazer algo simples em casa, tudo bem. Se quiser aceitar o convite dele… a gente vê.

Eu não respondi imediatamente. Na minha cabeça, a ideia de passar o aniversário com Allan, Diogo e ela no condomínio dele, com piscina e churrasqueira já estava criando imagens perigosas.

Chegamos no ponto de ônibus. O ônibus chegou e nós subimos. O trajeto até em casa foi relativamente silencioso, mas o ar entre nós estava carregado.

Chegamos em casa por volta das 13h. O apartamento estava quente e silencioso. Paula deixou a bolsa na cadeira da sala e soltou um suspiro longo.

— Vou tomar um banho rápido. Tô suada da escola.

Ela foi para o quarto e, poucos minutos depois, ouvi o chuveiro ligado.Fiquei na sala, jogado no sofá, rolando o celular sem prestar atenção em nada. A cabeça ainda estava cheia da conversa com Allan.

Depois de uns 15 minutos, ela saiu do banheiro. Estava com uma camisola fina de algodão cinza-claro, bem curta, que mal chegava ao meio das coxas grossas. O tecido era leve e grudava um pouco no corpo por causa da umidade do banho. Os seios pesados marcavam claramente o tecido, os mamilos rosados visíveis. Não parecia estar usando sutiã. A barra da camisola subia levemente quando ela andava, revelando a curva inferior da bunda enorme e redonda. O cabelo loiro estava solto e ainda úmido, caindo sobre os ombros.

Ela veio para a sala, descalça, e sentou na poltrona à minha frente.

— Melhorou um pouco o dia? — perguntou ela, tentando manter o tom leve.

Antes que eu pudesse responder, meu celular vibrou. Era mensagem de Allan.

Allan:

“E aí, mano. Gostou da ideia do condomínio amanhã? Tem piscina, churrasqueira, área gourmet… bem tranquilo. Sua mãe pode relaxar, a gente pode beber, curtir… e ver no que dá . Depois disso poderiamos continuar em sua casa. 😉"

Eu li a mensagem e senti um aperto no peito. As segundas intenções dele eram óbvias. Respondi seco:

Eu:

“Tô pensando ainda. Depois te falo.”

Ela se levantou e foi para a cozinha preparar algo para almoçar. A camisola subia nas coxas a cada passo, mostrando a bunda enorme balançando livre por baixo do tecido fino.

Eu fiquei no sofá, o celular na mão, pensando na mensagem de Allan. A ideia de passar o aniversário dele no condomínio, com piscina, bebida e minha mãe… fazia meu pau dar sinal de vida de novo, mesmo com toda a culpa.

Fiquei sentado no sofá enquanto Paula preparava o almoço na cozinha. O apartamento estava silencioso, só se ouvia o barulho de panelas e o som distante da TV ligada em volume baixo.

Eu não conseguia parar de pensar.Tudo que tinha acontecido nos últimos dias girava na minha cabeça como um looping sem fim.

Lembrei da noite de sexta: eu e Allan fodendo ela enquanto ela estava inconsciente, bêbada e drogada. Lembrei da sensação quente e apertada da buceta dela engolindo meu pau, da bunda enorme tremendo a cada estocada, dos gemidos roucos que escapavam da boca dela mesmo dormindo. Lembrei de ter gozado dentro dela, de ter gozado na mão dela, de ter gozado na calcinha dela enquanto espiava ela se masturbando como uma puta.

Eu tinha abusado da minha própria mãe. Tinha traído a confiança dela da pior forma possível. Tinha usado o corpo dela como um objeto enquanto ela não podia dizer não. Eu era um monstro. Um filho doente. Um abusador.

Mas junto com a culpa vinha o tesão um tesão sujo, doentio, que não me deixava em paz.

Mesmo agora, sentado no sofá, meu pau dava sinal de vida só de lembrar. Lembrava do cheiro da buceta dela, do jeito que ela gemia, do plug brilhando no cu enquanto ela se dedava na cama. Lembrava de como ela tinha tirado a calcinha antes de deitar ao meu lado ontem à noite. Lembrava do olhar dela fixo no meu pau marcando o short.

Eu queria mais.

Queria repetir. Queria sentir de novo aquele prazer proibido. Queria ver ela gemendo entre mim e Allan. Queria foder ela consciente, sabendo que era eu. Queria mais.E isso me destruía por dentro.

O ciúme também estava lá, queimando. Ciúme do Caio, dos primos dele, de como ela se entregava para eles de forma tão fácil. Ciúme de como ela se entregaava ao prazer quando estavam com eles.

Eu me odiava. Me odiava por ter gostado. Me odiava por querer mais. Me odiava por não conseguir parar de imaginar o sábado o aniversário, o condomínio de Allan, a piscina, a bebida… e a possibilidade de tudo acontecer de novo.

Estava perdido num misto de culpa pesada, tesão doentio e ciúme corrosivo. Não sabia mais quem eu era.

Meu celular vibrou.

Era Allan.

Allan:

“E aí, filhinho. Estou te achando meio para baixo, tá afim de sair um pouco hoje à tarde? A gente pode conversar melhor sobre amanhã. Tomar uma cerveja, bater um papo… só nós dois. O que acha?”

Eu olhei para a mensagem por alguns segundos. Sabia exatamente quais eram as segundas intenções dele.

Mesmo assim, respondi:

Eu:

“Tá bom. Pode ser. Onde?”

Allan:

“Te busco aí em 40 minutos. Beleza?”

Guardei o celular e respirei fundo.

Minha mãe apareceu na porta da cozinha, ainda de camisola curta.

— Almoço tá quase pronto. Quer comer agora?

— Daqui a pouco — respondi, tentando soar normal.

Ela sorriu de leve e voltou para a cozinha.

Eu fiquei sentado no sofá, o peito apertado, sabendo que estava prestes a entrar ainda mais fundo nessa loucura.

Depois do almoço, ela terminou de lavar a louça e secou as mãos no pano de prato. Ela parecia cansada do dia na escola.

— Vou deitar um pouco pra descansar — disse ela, passando a mão no cabelo ainda úmido. — Tô exausta. Se precisar de mim, me chama.

Ela me deu um sorriso pequeno e foi para o quarto. A camisola curta balançou nas coxas grossas enquanto ela caminhava pelo corredor. Pouco depois, ouvi o barulho da porta do quarto fechando.

Fiquei sozinho na sala, o celular na mão. A mensagem de Allan ainda estava na tela. Meu peito estava apertado, mas respondi confirmando.

Quarenta minutos depois, ouvi uma buzina leve na rua. Allan tinha chegado.

Desci. Ele estava parado em frente ao prédio, dentro de um carro preto, um Golf bem cuidado. Allan estava vestido de forma casual, regata cinza justa que marcava o peito e os braços atléticos, short de tactel preto e óculos escuros. O cabelo loiro estava penteado para trás, ainda úmido do banho. Ele parecia relaxado e confiante como sempre.

Eu entrei no carro do lado do passageiro. O cheiro de perfume masculino e ar-condicionado gelado encheu o ambiente.

— E aí, aniversariante! — disse Allan, sorrindo largo e dando um soquinho no meu ombro. — Pronto pra conversar sobre amanhã?

— Mais ou menos — respondi, fechando a porta.

Ele deu partida e começou a dirigir. O carro era silencioso, o som baixo tocando um rap qualquer.

Allan foi direto ao ponto depois de alguns minutos de conversa fiada sobre a escola.

— Então… sobre amanhã. Eu tô falando sério, cara. O condomínio é perfeito. Tem piscina, churrasqueira, área gourmet isolada. Meus pais vão viajar amanhã de manhã, então vai ficar só a gente. Podemos beber, fumar um, deixar o clima rolar natural… e ver se a Paula topa repetir aquela dose da sexta.

Ele olhou de lado para mim, sorrindo com segundas intenções.

— Imagina só: você fazendo aniversário, a gente na piscina, sua mãe de biquíni… depois a gente leva ela pra sua casa, bebe mais um pouco e… bom, você sabe. Eu acho que ela vai topar. Ela tá precisando relaxar. E você merece um presente especial no seu aniversário, né?

Eu fiquei em silêncio por alguns segundos, olhando pela janela. A culpa ainda estava lá, mas o tesão também. Lembrei dela gemendo na cama, da calcinha molhada, do plug no cu dela.

— Não sei… — murmurei.

Allan riu baixo.

— Amanhã a gente cria o clima certo. Eu converso com ela, você fica do lado… vai dar certo. Confia em mim.

O carro entrou no condomínio de alto padrão dele. Portaria liberada, ruas largas, casas grandes. Allan parou em frente à casa dele, uma construção moderna com área externa visível.

— Chegamos. Vem, vou pegar umas cervejas geladas pra gente conversar melhor.

Ele desceu do carro. Eu fui atrás, o peito ainda apertado com um misto de ansiedade, culpa e excitação.

Allan abriu duas latas de cerveja gelada e me entregou uma. Sentamos nas cadeiras da área gourmet, o sol da tarde batendo na piscina azul à nossa frente. O clima estava leve, mas a conversa já tinha entrado num nível perigoso.

— Bebe, mano — disse ele, dando um gole longo. — Relaxa. Amanhã é seu aniversário. A gente merece falar a real.

Eu dei um gole grande. A cerveja desceu gelada.

Allan se inclinou para frente, os cotovelos na mesa, voz baixa mas cheia de tesão:

— Olha… eu vou ser sincero pra caralho. Aquela noite de sexta foi a melhor sensação da minha vida. Eu já transei com várias, já fiz coisa louca… mas foder sua mãe, com você ali, vendo ela gemendo e participando, a bunda enorme tremendo, a buceta apertando nosso pau… porra, eu nunca senti nada igual. Depois daquilo eu saí com um casal, tentei foder os dois pra ver se tirava isso da cabeça. A mina era gostosa,… mas eu só conseguia imaginar a Paula. Só conseguia pensar na sua mãe rebolando no meu pau enquanto você assistia. Eu gozei pensando nela. Não consegui tirar isso da cabeça.

Ele riu, meio envergonhado, meio orgulhoso, e tomou mais um gole.

Eu fiquei em silêncio por um segundo. A cerveja já estava fazendo efeito. A culpa ainda estava lá, mas o tesão também. E pela primeira vez, eu resolvi soltar.

— Eu também não consigo parar de pensar — confessei, voz baixa. — Eu me odeio por isso, cara. Eu me sinto um monstro. Eu abusei dela inconsciente, gozei dentro dela, gozei na mão dela enquanto ela dormia… e ontem à noite… eu espiava ela pelo buraco da fechadura. Ela tava se masturbando sozinha, de pernas abertas, dedando a buceta e com um plug no cu. Eu gozei na calcinha dela enquanto olhava. E o pior… eu gostei. Eu quero mais. Eu quero ver ela gemendo de novo. Quero foder ela sabendo que ela sabe que sou eu. Eu sou doente, né?

Allan arregalou os olhos, o pau dele marcando claramente o short de tactel.

— Caralho… ela tava com plug? Sozinha? — ele riu, excitado. — Me conta mais. Como ela se masturbava? Devagar? Rápido? Ela falava alguma coisa? Gozava gemendo alto?

Eu continuei, a cerveja deixando a língua solta:

— Ela metia os dedos com força, rápido, como se estivesse com fome de pau. Rebolava o quadril, apertava o seio com a outra mão, puxava o mamilo. Gemia coisas baixas, tipo “ahh… mais fundo”… e quando gozou, o corpo inteiro tremeu, a buceta apertou os dedos e ela soltou um gemido longo.

Allan passou a mão no rosto, claramente de pau duro.

Allan me olhou com os olhos brilhando, surpreso e excitado ao mesmo tempo.

— Caralho… você tá falando sério? — ele riu, mas era um riso de quem estava louco de tesão. — Mano, isso é foda. Você tá igualzinho eu. A gente tá no mesmo barco. Sua mãe é uma puta reprimida que tá descobrindo o lado safado dela agora. E a gente tá aqui, com o pau duro só de imaginar ela entre nós dois de novo.

Allan abriu mais duas latas e me entregou uma. A bebida já estava batendo forte nos dois. A voz dele ficou mais baixa, mais safada:

— Imagina amanhã… a gente na piscina, ela de biquíni, a gente bebendo… depois leva ela pra dentro, tira a roupa dela devagar… eu comendo aquela buceta enquanto você chupa os peitos dela. Ou os dois metendo ao mesmo tempo, um na buceta, outro no cu… ela gemendo nosso nome, pedindo pra gozar dentro. Porra, eu já tô duro só de imaginar.

Eu ri, o álcool soltando tudo:

— Eu também… fico imaginando ela de quatro, bunda empinada, pedindo pra gente foder ela como uma vadia. Ontem quando eu vi ela se masturbando, eu só conseguia pensar em como ela deve ser safada quando tá realmente solta.

Eu ri, nervoso, mas já mais solto. A cerveja ajudava. A culpa ainda estava lá, mas agora misturada com uma excitação quase insuportável.

— Tá bom… — falei, dando mais um gole. — Amanhã a gente tenta. Mas tem que ser sutil. Ela tá estranha ultimamente.

Allan sorriu, satisfeito, e abriu mais duas latas.

— Deixa comigo. Eu sei como conversar com ela. Amanhã vai ser o melhor aniversário da sua vida, filhinho.

Allan deu mais um gole longo na cerveja:

— Mano… me fala a real. Sua mãe tem algum namoradinho que você vê? Tipo, alguém que ela tá pegando escondido? Porque eu fico imaginando… ela é gostosa pra caralho, professora, loira, aquela bunda enorme… não acredito que não tem ninguém comendo ela direito.

Eu fiquei em silêncio por um segundo, a cerveja já subindo. Respirei fundo e comecei a soltar mais coisas, omitindo completamente Caio e os primos. Não tive coragem de falar deles.

— Não sei se é namoradinho… mas ela anda saindo bastante. Chega tarde em casa, às vezes bêbada, cheirando a cigarro e perfume de homem.

Nós dois continuamos bebendo, a conversa ficando cada vez mais explícita e suja. O sol descia na piscina, o álcool batendo forte, e o plano para o sábado já estava praticamente selado.

A fantasia estava tomando forma.

E nós dois já não conseguíamos mais esconder o quanto queríamos que aquilo acontecesse.

Depois de quase duas horas e muitas latas, eu olhei o celular. Já eram quase 19h.

— Cara, eu vou embora. Tô bem louco já. Amanhã a gente vê como vai ser.

Allan sorriu, claramente satisfeito com a conversa.

— Beleza. Amanhã eu te busco ou você vem pra cá direto. Qualquer coisa me avisa.

Chamei um Uber. Enquanto esperava, nós dois ainda trocamos mais algumas frases safadas sobre Paula. Quando o carro chegou, me despedi e entrei.Durante o trajeto para casa, a cabeça girava. A culpa ainda estava lá, mas agora misturada com uma excitação quase insuportável. O plano para o sábado já parecia real.

Cheguei em casa por volta das 19h40. O apartamento estava com as luzes acesas, mas silencioso.Minha mãe estava na sala.

Ela tinha tomado banho novamente e estava com uma camisola fina de algodão preta, bem curta, que mal cobria a metade das coxas grossas. O tecido era leve e colava no corpo por causa da umidade residual. Os seios pesados marcavam claramente, os mamilos rosados visíveis. Não parecia estar usando nada por baixo —a barra da camisola subia levemente quando ela se mexia, revelando a curva inferior da bunda enorme e redonda. O cabelo loiro estava solto e ainda um pouco úmido.

Ela estava sentada no sofá, pernas cruzadas, assistindo TV. Quando me viu entrar, sorriu de leve.

— Chegou? Como foi com o Allan?

Eu fechei a porta.

— Foi… legal. Conversamos um pouco sobre amanhã.,

Paula assentiu, mas não perguntou mais nada. Ela parecia relaxada, mas havia um leve desconforto no ar — como se ela também sentisse que algo estava diferente entre nós.

Ela deu um tapinha no sofá ao lado dela.

— Vem sentar um pouco. Quer comer alguma coisa?

Eu sentei ao lado dela. O cheiro fresco do banho dela encheu meu nariz. A camisola curta deixava as coxas grossas quase inteiras à mostra. Meu pau deu sinal de vida novamente só de estar perto.

Quando eu sentei ao lado dela, ela virou o rosto para mim e franziu ligeiramente o nariz.

— Você bebeu, né? — perguntou ela, voz baixa, mas com um tom de preocupação maternal. — Tá com cheiro de cerveja. Toma cuidado, . Você ainda é menor e amanhã é seu aniversário… não quero que você exagere.

Eu dei de ombros, tentando parecer descontraído.

— Relaxa, mãe. Foram só umas latas com o Allan. Nada demais. Eu tô bem.

Ela me olhou por mais um segundo, como se quisesse dizer mais alguma coisa, mas acabou suspirando e deixando passar.

Eu respirei fundo e resolvi tocar no assunto de uma vez:

— Eu pensei sobre amanhã… resolvi aceitar a ideia do Allan. Vamos fazer a festa no condomínio dele. Vai ser lá pelas 12h, na área da churrasqueira, perto da piscina. Parece um lugar legal, tem espaço, piscina… vai ser tranquilo.

Ela ergueu uma sobrancelha, surpresa, mas tentou manter o tom neutro.

— Ah… tá bom. Se você quer assim… tudo bem. E quem você vai chamar?

Eu dei de ombros novamente.

— O povo da nossa família não mora aqui na cidade, né? Então provavelmente só eu, você, o Allan e o Diogo. Talvez mais um ou dois amigos da escola, mas nada grande. O Allan disse que o espaço é grande e que a gente pode chamar quem quiser, mas eu prefiro algo pequeno.

Minha mãe ficou em silêncio por alguns segundos, parecendo processar a informação. Ela descruzou as pernas e a camisola subiu um pouco mais, revelando ainda mais das coxas grossas.

— Só nós quatro então… — murmurou ela, quase para si mesma. Depois olhou para mim com um sorriso cauteloso.— Tudo bem. Se é isso que você quer pro seu aniversário

Eu assenti, tentando soar casual.Ela ficou me olhando por mais um momento.

— Então tá… — disse ela finalmente, levantando do sofá. — Vou esquentar algo pra gente jantar. Depois a gente vê se assiste alguma coisa.

Ela caminhou até a cozinha, a camisola curta balançando nas coxas, a bunda enorme se movendo livre por baixo do tecido fino.Eu fiquei sentado no sofá, o coração acelerado.A festa no condomínio de Allan estava marcada.

E eu sabia muito bem que não seria apenas uma churrasqueira e piscina.

A noite seguia.

E o sábado estava cada vez mais perto.

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Comentários

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Cara é sério,ele tem que seduzir a mãe e tornar alfa dela,levar um amigo de vez em quando para fazer uma dp nela,mas no geral tomar posse dela,dar umas palmadas enquanto transa com ela,para deixar ela com fogo e foder ela com força.

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Muito legal, mas pena que ele é muito calado e lento, já que ele sofreu tanto com o que o Caio fez, junto com os primos, devia abrir o jogo, afinal já passou uma semana do ocorrido e ela ficaria sabendo que ele sabe do ela é capaz quando está com tesão, ficaria até mais fácil para ele usar de argumento para tentar seduzi-la. Gostei que ele mostrou mais atitude e que tem tesão por ela, mas sinceramente gostaria que ele até a comesse mas sem o Allan, pois ele como o Caio não vale nada. Um é uma maloqueiro que não respeita ninguém e o Allan também é um mau caráter, playboy mimado que está manipulando um cara solitário que não tem amigos, só pra comer a mãe dele. O allan e Caio são farinha do mesmo saco, só muda a cor e a classe social.

Seria Du caralho se a festa acontece, e ela consciente quisesse dar para o filho e os dois dessem um jeito de tirar o Allan da jogada. Até porque o Allan é mais um, junto com o Caio, conseguindo munição para acabar com a vida da professora e consequentemente dele também, com vídeos e fotos. Pena que o Filhinho por ser um solitário, acabou abrindo o bico e falando demais para o Allan, agora ele e ela cão meio que ficar na mão dele.

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Que visão aprofundada sobre o conto, gostei muito da sua visão sobre cada um dos personagens e o narrador. Tentei passar justamente esses valores sobre cada um e como interagem com o narrador. Muito boa interpretação. Por esses comentários dá vontade de continuar os contos

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Mal posso esperar pra ver o que vai acontecer nessa festa kkk

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Finalmente autor kkkkk, você falou segunda, só não esperava que seria na segunda da próxima semana. O capítulo foi mais de transição e preparação, mas mesmo assim foi bom pra aprofundar os sentimentos dele em relação ao que ele está fazendo e sentindo. Nessas histórias eu sempre fico com o pé atrás em relação aos personagens que se mostram muito "amigos" do protagonista então quero esperar pra falar sobre o Allan, torço que ele seja mesmo o amigo que ele diz ser. A quantidade de palavras foi boa, eu acho que o ideal é algo entre 7000 e 10000 palavras, então as 8000 e pouquinhas de hoje foram boas.

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