O Motel e o Começo do Fim
Camila não dormiu aquela noite.
Deitada ao lado de Rafael, que roncava exausto depois de um dia inteiro dirigindo, ela sentia a buceta ainda latejando dos dedos de Diego. A culpa era um peso esmagador no peito, mas o desejo era maior. Ela tocava a própria buceta por baixo do lençol, devagar, lembrando da voz grave dele no ouvido:
— Amanhã você vai me encontrar no motel da estrada. Sem calcinha.
Pela manhã, depois de deixar Letícia e Theo na creche, ela mentiu para Rafael por mensagem:
“Vou ficar até mais tarde na escola hoje, amor. Tem reunião de pais.”
Rafael respondeu com um coração: “Te amo. Chego cedo pra te ajudar com as crianças.”
O coração dela se apertou. Mas a buceta pulsou mais forte.
O motel ficava na estrada de Irajá. Quarto 17. Diego já estava esperando. Quando ela entrou, ele trancou a porta, olhou para ela como um lobo e falou baixo:
— Tirou a calcinha como eu mandei?
Camila baixou os olhos, rosto queimando de vergonha, e fez que sim com a cabeça.
Diego sorriu, aproximou-se devagar e levantou o vestido florido dela até a cintura. Passou a mão grande pela buceta nua, já melada, e enfiou dois dedos fundo de uma vez.
— Porra, Camila… você veio molhada pra mim. Sua buceta casada tá pingando só de pensar no meu pau. Diz pra mim que você é uma vadia traidora.
Ela gemeu, pernas tremendo, lágrimas de culpa escorrendo:
— Eu sou… eu sou uma vadia traidora… eu amo meu marido… amo meus filhos… mas caralho, Diego… eu preciso de você… me fode… me usa como sua puta…
Ele a jogou na cama, abriu as pernas dela com força e caiu de boca na buceta. Língua grossa girando no clitóris, dois dedos fodendo fundo, outro dedo pressionando o cuzinho virgem. Camila arqueou as costas, unhas cravadas no lençol, gemendo alto:
— Ahhh… chupa meu clitóris… me fode com a boca… eu sou casada… eu sou mãe… mas agora eu sou sua… sua puta… me arromba…
Diego chupou com fome, sugando os lábios inchados, enfiando a língua fundo enquanto os dedos entravam e saíam. Camila gozou pela primeira vez em menos de dois minutos, jorrando na boca dele, corpo convulsionando, chorando de prazer e vergonha:
— Eu traí ele… eu traí minha família… mas que delícia… que delícia do caralho…
Diego se levantou, tirou a roupa e mostrou o pau grosso, veioso, latejando. Colocou Camila de quatro na beira da cama e meteu tudo de uma vez na buceta, fundo, sem piedade.
— Toma esse pau, professora casada. Toma o pau que vai te arrombar todo dia a partir de agora. Seu marido tá dirigindo por aí achando que você tá na escola… e eu tô aqui enchendo a buceta dele de porra.
Ele estocava forte, batendo os ovos na bunda dela, mão estalando na nádega, puxando o cabelo como rédea. Camila gritava contra o travesseiro:
— Me fode mais forte… me arromba… eu sou sua puta… eu sou sua vadia… ahhh, me enche de porra… me marca… eu amo meu marido… mas eu quero ser sua…
Diego meteu ainda mais fundo, trocou de buraco e enfiou o pau melado no cu dela devagar, centímetro por centímetro. Camila gritou de dor e prazer misturados:
— No cu não… eu nunca fiz… ahhh… tá rasgando… mas não para… me arromba o cu… me faz sua cadela anal…
Ele meteu tudo, segurando os quadris dela, estocando com força enquanto sussurrava:
— Agora esse cu é meu. Todo dia você vai vir aqui e me deixar comer os dois buracos. E quando voltar pra casa, vai deixar seu marido te comer sabendo que minha porra ainda tá dentro de você.
Camila gozou de novo, só com o pau no cu, chorando alto, corpo tremendo inteiro. Diego gozou rugindo, enchendo o intestino dela de porra quente, jato após jato.
Depois, deitada no peito dele, suada, marcada, buceta e cu latejando, Camila chorou baixinho:
— Eu sou uma monstra… eu tenho dois filhos… um marido que me ama… e eu tô aqui cheia da porra de outro homem… mas eu não consigo parar… eu preciso de você…
Diego acariciou o cabelo dela e respondeu rouco:
— Você não precisa parar. Você só precisa ser minha puta. Todo dia. Todo dia.
O caso durou quase um ano.
Eles se encontravam três, quatro vezes por semana. Às vezes no motel, às vezes no carro dele estacionado em lugar escuro, às vezes no apartamento vazio de um amigo dele. Diego a fodia de todas as formas: chupava ela até gozar na boca dele, metia no cu enquanto ela ligava para
Rafael dizendo que estava “em reunião”, fazia ela engolir porra olhando nos olhos e depois voltava para casa com o gosto dele na boca.
A culpa destruía Camila por dentro. Ela amava Rafael. Amava os filhos. Mas o desejo por Diego era uma droga. Toda vez que gozava com ele, ela se odiava mais… e voltava no dia seguinte.
Rafael começou a desconfiar. Chegava mais cedo em casa. Perguntava onde ela tinha estado. Camila mentia, chorava sozinha no banheiro e depois ia para a cama com o marido, abrindo as pernas e gemendo o nome dele… mas pensando em Diego.
A tensão estava no limite.
E o pior ainda estava por vir.