Durante uma semana um primo meu, do interior ficaria em nossa casa para um tratamento de obesidade, ele pediu encarecidamente uma ajuda e eu e Pâmela resolvemos ajudar, já que ele sempre foi muito gentil e querido. Nós não costumamos receber visitas duradouras, então nos preparamos bem e principalmente ajustamos o que precisava para que ele se sentisse em casa. No primeiro dia Luan ficou um pouco desconfortável, pela vergonha de estar em nossa casa, mas também por sua condição. Ele pesa mais de 150 quilos e tem apenas 20 e poucos anos, e está na cidade para fazer um tratamento para essa condição.
A adaptação acabou sendo natural, já no segundo dia, nós três ficamos conversando até tarde, rindo e contando histórias do passado. Tarde da noite eu fui dormir pois teria que acordar cedo pro trabalho, mas Luan e Pâmela ficaram conversando. Eles beberam algumas cervejas, comeram e alguma coisa pelo que vi no dia seguinte ao acordar, foi então que minha esposa acordou e veio me contar:
– Seu primo é muito gentil amor, ficamos conversando até tarde.
Disse ela em tom baixo para não acordá-lo no quarto de visitas.
Em nenhum momento pensei que ela pudesse estar com segundas intenções, até que ela começou a me revelar seus pensamentos:
– Sabe amor… estive pensando. Será que ele tem namorada? Como ele se satisfaz?
Falou ela bem próximo do meu ouvido, já tentando me convencer de algo.
Conversamos sobre como deve ser difícil para ele e então ela sugeriu ajudar:
– Posso ser um pouco mais ousada com ele amor?
Obviamente concordei, rindo da ousadia e da coragem dela. Apesar de simpático e gentil ele não é um cara atraente, não digo só pelo corpo, mas por falta de autoestima ou timidez, não sei ao certo. Terminei meu café e saí para o trabalho, deixando a casa livre pra minha esposa explorar novas possibilidades.
Sinceramente não imaginei que as “brincadeiras” de Pâmela iriam dar em alguma coisa, fui pro trabalho sem pensar muito nisso, imaginei que meu primo era tímido demais ou inseguro pra ficar com minha esposa debaixo do meu próprio teto. Eu estava engando!
Chegando do trabalho Pâmela veio correndo me dizer que usou roupas curtas o dia todo e até ficou sem calcinha pra ver se ele a notava… e obviamente ele notou. Perguntei curioso o que aconteceu, ela ainda sorridente, disse que não aconteceu nada, mas que estava me esperando chegar para continuar, isso me tirou um sorriso e me colocou nos planos. Subimos, tomamos um banho e voltamos pra sala de jantar onde Luan já estava nos esperando, ele nitidamente estava constrangido, talvez pelo que estava imaginando da minha esposa e eu naquele momento queria ver até onde tudo aquilo chegaria.
Já nos primeiros minutos do jantar perguntei se ele não estava pensando em se divertir um pouco antes do tratamento, muito envergonhado ele disse que não era muito sociável e que preferia ficar em casa. Perguntei se tinha algo que podia fazer por ele, foi então que ele sem pensar falou:
– Vou ficar sem comer doce por um bom tempo, adoraria um bolo confeitado com bastante chantilly. (risos)
Todos rimos e seguimos nossas refeições, após o jantar, perguntei se ele realmente queria o bolo, hesitante ele disse que não, mas mudando de opinião, poucos segundos depois perguntou se não seria incômodo, falei que iria buscar naquele exato momento, vendo o sorriso de satisfação dele e o deixando a sós com Pâmela, que cuidou muito bem do rapaz.
Ao retornar, percebi que minha esposa já havia ficado mais íntima e eles estavam sentados bem próximos no sofá, ela acariciada as mãos dele, conversava bem próxima de seu rosto enquanto eles riam juntos, quando entrei, o clima mudou um pouco, Luan ficou envergonhado e tentou se afastar de Pâmela, mas tirei um sorriso do rosto dele quando mostrei o bolo, eu havia demorado propositalmente, mas voltei com um bolo grande com cobertura de chantilly e morango. Nos servimos e minha esposa “desajeitada” acabou derrubando o bolo em seu decote, tirando olhares de desejo do guloso safado. Não precisou muito até ele estar completamente entregue à sedução dela, mas me olhava com receio, como se não quisesse me magoar.
– Olha primo, sei que você disse que não queria se divertir, mas a proposta ainda está de pé! Eu disse sorrindo para ele, que demorou um pouco para entender.
Pâmela se aproximou ainda mais dele, deixando-o vermelho de vergonha, ela então foi direta:
– A gente quer transar com você querido!
Eu confirmei com a cabeça, dizendo que ele poderia ficar com minha esposa, caso se sentisse à vontade. O tesão era tanto que ele não pensou duas vezes.
Rapidamente eles começaram a se beijar, o chantilly do bolo se misturando à saliva deles, o som da respiração ofegante daquele macho sedento e cheio de tesão ecoava pela sala e quando percebi estava excitado, observando bem de perto, enquanto eles se “conheciam melhor”. Minha esposa começou a puxar a camisa larga dele, deixando à mostra suas banhas e peles salientes, não sei o que ela viu nele, mas começou a beijar cada dobra, acariciando com carinho e bastante vontade.
Mais de 100kg de excitação estavam no meu sofá, desejando minha esposa e eu presenciando aquela cena estranha, mas extremamente excitante. Pâmela deixou tudo com um tom de filme pornô quando subiu no colo dele e começou a se esfregar, tirando a roupa e ficando nua sob àquele corpo gordo. Ele a beijava e apertava sua bunda com uma vontade louca, eu do outro lado me contorcia olhando pra eles sem perder nenhum detalhe.
Empinando um pouco o corpo, minha esposa colocou um dos peitos na boca dele, era uma mistura doida de chupadas e lambidas que fizeram Pâmela gemer de tesão. O bolo em cima da mesa de centro da sala não foi esquecido, rapidamente me levantei, peguei um pouco de chantilly com as mãos e deixei minha esposa lamber, depois eles se beijaram, lambuzando-se com aquele creme que deixava tudo ainda mais louco. Alguns minutos depois, eles começaram a pegar pedaços do bolo e se lambuzar, os peitos de Pâmela sujos de creme e aquele macho gordo sedento não me deixaram escolha, se não me tocar para eles.
Quando perceberam que eu estava excitado, tal qual um adolescente assistindo um filme pornô, as cenas ficaram ainda mais quentes. Melados de chantily e suor eles se beijavam e se tocavam com muita intensidade, não percebi que eles já estavam completamente pelados quando Pâmela me pediu uma camisinha, que atendi prontamente. Ela se ajoelhou entre as pernas do macho, revelou um pau médio, que me surpreendeu pela grossura e com a boca colocou a camisinha. Rapidamente ela se virou pra mim, empinou a bunda e posicionou a bucetinha no pau do meu primo, descendo devagar, como se quisesse sentir o prazer lentamente. Luan gemia baixinho e segurava a cintura da minha vadia, e às vezes me olhava como se quisesse alguma aprovação da minha parte. Pâmela por sua vez estava de frente pra mim e de costas pra ele, subindo e descendo naquele cacete grosso que a preenchia por completo, fazendo a gemer e me olhar com um sorriso safado.
Não sei se foi o tesão dos dois, ou o tempo que Luan ficou sem sexo, sei que em algum momento da transa ele incorporou um ator pornô e começou a socar tão forte na minha linda esposa que ela não se aguentava em pé, desequilibrando em cada socada. Me ajoelhei ao lado dela pra ver melhor a cena e ela estava com o pau esticando sua buceta devido à grossura e a cada estocada ela dava um pequeno pulo, tirando os pés do chão e fazendo seus peitos balançarem, foi então que ela se virou pra ele.
Pâmela subiu no colo daquele homem imenso, deslizando o pau já lubrificado pra dentro dela com facilidade, ficando toda aberta novamente e voltando a cavalgar como uma boa boiadeira em seu touro. Ele gemia um pouco mais alto, se entregando à situação, as vezes beijando minha esposa com tanta vontade que fiquei com certo ciúmes.
É fácil saber quando minha esposa está realmente gostando da transa pois ela não consegue segurar os gemidos altos, naquele dia ela gritava alto, além do barulhos dos corpos se encontrando no ato mais insano que eu poderia imaginar. Meu primo, gordo, um virgem punheteiro fodendo ela como se fosse um garanhão comedor, e naquele momento estava realmente sendo.
A cena era tão maravilhosa que me fez gozar, sem conseguir me conter e me tocando rapidamente, gozei, mas continuei observando os dois safados que fodiam intensamente. Pâmela gozou na sequência, gritando feito uma louca, entre beijos e gemidos altos, ela perguntou onde ele queria gozar, completando sua fantasia safada, Luan pediu pra gozar na cara, pra nossa surpresa, quando minha esposa se ajoelhou e começou a chupá-lo, ele jorrou tanta porra que fez Pâmela engasgar enquanto tentava engolir tudo. A cara de satisfação daquele gordo safado era quase um agradecimento, eu me aproximei e ajudei os dois a se limparem, nunca vi tanto esperma assim sair de uma única pessoa, talvez pelo tempo sem foder, ou por nunca ter fodido. Eu e Pâmela ficamos rindo sozinhos, enquanto Luan caminhava para o banho.
Subimos para nosso quarto, tomamos um banho e dormimos sabendo que aquilo tinha sido mais que um ato de bondade, foi pura perversão e safadeza, mas também muito delicioso. No dia seguinte Luan nos olhava com um cumplicidade evidente, após alguns dias repetimos a transa, mas essa fica pra outra história.