03 – Marido me negligencia e acaba corno do filho - Pai broxa e mamando atrevidamente Giuliano toma seu lugar

Um conto erótico de Mamãe Necessitada
Categoria: Heterossexual
Contém 5347 palavras
Data: 13/04/2026 08:07:26

Mamãe ficou até as 5 da tarde nos ajudando e a funcionária deixou o jantar pronto. Eu e meu filho jantamos e fomos descansar na sala enquanto a bebê dormia. Sabia que logo mais Giuliano me aliviaria porque depois que começou a fazer todas as noites e manhãs as dores terríveis não aconteciam mais.

Assistindo algo lado a lado era hora de massagear os seios para que ele mamasse depois só que quando tentei pôr o braço na posição, foi as costas na altura das escapulas que doeram terrivelmente e dei um grito. Giuliano olhou assustado enquanto tentei mais uma vez e dei outro grito.

– Ahhhhhhhiiiiiii. Acho que não vou conseguir massagear os seios. Você tenta mamar, mas se não sair muito leite, não sei o que fazer.

– Eu massageio para você mãe. Já massageei suas costas e posso massagear seus seios.

– Com as mãos Giuliano? São meu seios.

Ele sorriu inconformado.

– Onde eu coloco minha boca duas vezes por dia mãe.

– Com a boca você mama igualzinho sua irmã, por isso eu aceito. É como se outro bebê mamasse em mim, mas as mãos– Se eu não fizer, pode ser que o leite não saia tão bem e comece a doer. Pense como se fosse a massagem nas costas que fiz antes. Vem aqui, falou batendo no peito para que eu encostasse minhas costas doloridas nele o que facilitaria sua mão vir por cima de meu ombro.

Como pensar que seria igual se ele massagearia meus seios sensíveis com sua mão grande de homem, mas não vendo uma solução melhor, aceitei.

– Está bem então. Vou te orientando.

Fui até onde ele mostrou e encostando as costas um pouco de lado em seu peito, relaxei também diminuindo um pouco as dores lá.

– Confortável mãe?

– Estou sim.

– Normalmente você faz uns 10 minutos em cada um, não é?

– Não é o tempo, mas quando sinto que perdeu o empedramento que paro.

– Vou começar então

Giuliano veio com o braço direito por cima de meu ombro e espalmando a mão no alto de meu colo começou a descer em direção ao seio esquerdo que ficaria mais confortável naquela posição. Fiquei imóvel e quieta sentindo seus dedos que começaram a entrar facilmente por baixo da seda do pijama com a mão espalmada e quando chegaram ao elástico do decote do sutiã grande seus dedos novamente entraram por baixo do tecido indo para baixo. Quando consegui reagir fui falando que não era daquele jeito e ele continuando.

– Eufaçopor cimado sutiã.

Quando terminei, sua mão que nunca parou envolveu o cone volumoso de meu seio, mas não conseguia o cobrir totalmente. Foi quando ele se deu conta do que falei, mas não a moveu me fazendo sentir a quentura de sua palma contra meu mamilo sensível e vazando leite.

– Pensei que quando você enfiava a mão por baixo do pijama, também enfiava por baixo do sutiã?

– Não porque ficaria toda melada de leite.

– Agora já estou sentindo que está toda melada e não me importo. Vou ficar assim mesmo. Como faço?

Não sabia se Giuliano era inocente ou malicioso, mas como sempre era tão comportado e respeitoso não percebi que fez intencionalmente entrar por baixo do sutiã. Mesmo ele dizendo que ia deixar por baixo, queria mandá-lo tirar e fazer por cima, mas minha buceta que deveria estar sexualmente desinteressada pela queda brutal dos hormônios pós-parto se melou toda e pulsava sentindo aquela mão de homem envolvendo meus globos leiteiros. A razão deveria manda-lo tirar, mas não foi o que fiz.

– Com os 3 dedos mais longos, vá apalpando com cuidado e devagar até encontrar as glândulas mamárias que estão duras e quando as encontrar comece e deslizar para a frente e para trás massageando como fez em minhas costas.

Quando Giuliano começou a fazer como orientei, me dei conta que seria impossível evitar ter o segundo orgasmo em apenas uma semana depois do parto, o que me colocaria nas situações raras como li no artigo.

Eu estava atordoada, mas tentava orienta-lo com seus dedos escorregando fáceis por estarem melados de leite.

– Mais para a direita. Mais para cima. Aí. Agora massageie nesse lugar.

O pior foi que ele começou lá da base inferior pensando em vir subindo pois sairia pelo decote onde tinha entrado e enquanto não passasse para a parte de cima sua mão estaria esfregando meu mamilo duro e sensível a cada movimento.

Comecei a gemer de excitação a cada toque, mas fingia ser de dor por causa da massagem.

– Ahhhhiiii. Ahhhhhuuuuuu. Ouhhhhhhhh.

Não sabia de Giuliano engoliria, mas se não conseguisse me segurar e gozasse, o que importaria? Não bastasse tudo isso senti parte de seu pau enorme na base esquerda de minhas costas me lembrando da delicia que foi o ter em minha buceta. Quando ele me mamava eu via que ficava duro, mas estava sempre longe sem poder encostar em meu corpo.

Giuliano se comportava e fazia só o que devia fazer bem concentrado para não me deixar sentir dor, mas sem que ele soubesse em minha mente vinha que ele já tinha enfiado aquele pau enorme em minha buceta me engravidando, mamava todos os dias em meus seios e naquele momento os apalpava com as mãos ao ponto de me fazer gozar.

Eu podia ter peso na consciência, mas não podia negar que seria muito difícil escapar daquele caminho que estava me lavando a ter um relacionamento sexual com meu filho. Só quem poderia me salvar seria meu marido se recuperasse seu fogo do passado e me fizesse esquecer Giuliano.

Ele pareceu ouvir meus pensamentos e me atraiu ainda mais para o caminho sem volta.

– De hoje em diante vou fazer isso para você mãe, assim você descansa um pouco seus braços e suas costas.

Quando fui dizer que eu mesmo faria, só o pensamento de como seria excitante que ele continuasse, mais sua palma esfregando meu mamilo melado me levaram a excitação máxima e como previ um poderoso orgasmo me tomou com meu corpo tremendo sem controle e gemendo indisfarçavelmente sendo impossível esconder que gozava.

Sem se aproveitar de minha situação frágil gozando envergonhada, Giuliano continuou a fazer discretamente seu trabalho sem falar nada sobre o que acontecia. Foi um delicioso orgasmo e quando acabou minha calcinha estava arruinada porque eu tinha vazado bastante.

Não sei se o orgasmo ajudou com o relaxamento, mas realmente senti que ele tinha conseguido soltar os nós, como se fala. Esperei um pouco para ver se ele mesmo percebia e uns 2 minutos depois foi o que aconteceu.

– Mãe, estou sentindo que aqueles pontos mais firmes não tem mais. Vou para o outro.

– Também estou sentido. Faça isso filho.

O chamar de filho naquele momento maternal/erótico era excitante e ao invés de trocar a mão, como a direita já estava melada, me empurrou um pouco para o lado e a usando fez o mesmo espalmando o seio direito.

– Sei que são grandes, mas quando eu te alivio por estarem com o sutiã não dá para perceber o tamanho real. Não é à toa que tem tanto leite.

– Eles estão grandes mesmo. Bem maiores do que quando você nasceu porque eu ainda era muito nova.

Seus dedos já com pratica achavam e desfaziam os nós um por um e do nada ele me assustou com mais uma surpresa.

– Eu poderia massageá-los enquanto mamasse. Talvez os aliviem ainda mais.

Era uma ideia realística, mas muito mais erótica do que fazer cada coisa separadamente. De pensar que iria dizer a ele que não o queria me massageando todos os dias, comecei a aceitar a situação para não ter que aceitar aquela proposta e achei um jeito de recusar sem perder o pouco controle que ainda me restava.

– Acho que tem que fazer separado e amaciar primeiro ou o leite nem vai sair.

– Podemos experimentar um dia, só para ver se você tem razão.

– Talvez um dia. Esse já está quase no fim e depois você pode me aliviar.

Giuliano terminou a massagem mamária e se deitou em meu colo mamando nos dois seios me aliviando. Eu ainda estava excitada com a conversa e a situação, mas não cheguei nem perto de outro orgasmo.

Na manhã seguinte antes de mamar, já achando que tínhamos decidido que ele massagearia meus seios todas as vezes, sentou a meu lado no sofá e me massageou sem que eu conseguisse dizer não. Gozei de novo com meu mamilo sendo esfregado pela palma de sua mão e depois ele me aliviou antes de ir para o colégio, de novo dizendo que já estava bem alimentado.

Se o período de minha gravidez foi horrível por não ter tido sexo, mesmo sem sexo de verdade Giuliano estava transformando aquela fase terrível do pós-parto para a maioria das mulheres em momentos bons mesmo que meu remorso por trair seu pai ainda existisse.

Ficou ainda mais forte quando Tales voltou depois de 5 dias e mesmo com ele voltando para casa todos os dias tarde da noite, mais cedo eu não resistia e permitia que Giuliano massageasse meus seios e depois mamasse neles e na manhã seguinte logo após seu pai sair antes dele, acontecia o mesmo. Meu marido continuava a não se interessar por sexo, mas pelo menos havia a desculpa de meu resguardo.

Eu já não sabia se sentiria ainda dores nos seios se meu filho parasse de mamar, pois já não as sentia mais, mas pensando que ainda produzia muito e a bebê ainda mamava muito pouco era bem provável que as dores voltassem.

Os orgasmos continuavam acontecendo me ajudando muito naquela fase difícil de resguardo onde um bebê dá muito trabalho. Não eram todas as vezes que acontecia e as vezes era durante as massagens com a mão e outras ele mamando.

Giuliano era um ótimo parceiro para se fazer algo errado, pois discreto era um tumulo sobre o que acontecia dentro de casa e sentindo que eu ainda sentia remorso não forçava a barra e nem ficava falando sobre o que fazíamos. No resto do tempo eu era a mãe e ele o filho que me amava e sempre estava disposto a me ajudar de qualquer forma.

Quando o fim do resguardo chegou após 8 semanas do parto meu corpo já estava legal, mas eu quis acelerar o fazendo retornar a como era antes e Giuliano me atendeu indo comigo a academia no período da tarde enquanto minha mãe cuidava da neta.

Dois meses depois eu tinha retornado quase totalmente a forma anterior, mas pretendia continuar fazendo academia para ter o corpo ainda melhor, pelo bem estar que as endorfinas produzidas me davam e porque gostava da companhia de Giuliano.

Com os hormônios se normalizando tinha cada vez mais orgasmos com ele mamando ou massageando meus seios, sem passar disso, mas prevendo que não conseguiria resisti-lo se Tales não voltasse a ser como antes o prazo de meu marido estava se esgotando rápido com meu tesão crescendo.

Pelo amor que sentia por ele, pelo bem da família e por não querer atrapalhar a vida normal que nosso filho deveria ter, decidi seduzir meu marido e dar uma chance a ele e não podendo correr o risco de engravidar tinha ido a minha ginecologista e já estava tomando a pílula de progestina que me receitou por serem a melhor opção para quem amamenta.

Uma manhã antes que saísse para o trabalho o intimei dizendo que se naquela noite não chegasse cedo, descansado e sem beber o casamento acabaria e talvez percebendo o que eu faria com seu pai Giuliano ficou muito irritado quando o mandei dormir na avó naquela noite levando junto a irmãzinha.

Tinha comprado uma lingerie sensual preta como Tales gostava, fiz todos os cuidados pessoais que não fazia daquela forma desde o parto e preparei um jantar com um vinho. Quando deu o horário ele chegou e ao ver a mesa arrumada e como eu estava vestida imaginou o que aconteceria.

– Oi amor. Fiz um jantar só para nós, pois faz tempo que não temos um tempo só nosso falei dando um selinho de boas-vindas.

Ele começou bem a noite.

– Você está linda amor, como há muito tempo eu não via.

– Obrigado. É para você. Vai lavar as mãos e volta aqui para abrir um vinho para nós.

Tales foi e logo voltou e como eu sentia falta de estar com ele sem que estivesse cansado ou tendo bebido demais. Menos mal que ele era daquele que quando bebia ia dormir sem arrumar confusão.

Foi um jantar delicioso e conversamos como há muito tempo não acontecia. Ele falou de seu trabalho, mas não exageradamente e depois quis saber mais de mim e mais adiante de nossos filhos.

Quando terminou o convenci a ir para o quarto parecendo o deixar ansioso e lá o fiz se sentar na cama e me despi ficando só com a linda lingerie sensual. Ele olhava babando para mim.

– Com a academia seu corpo está ainda mais espetacular do que antes. Não canso de lembrar de tudo o que fazíamos.

A noite prometia, mas porque ele disse pensar no sexo delicioso que fazíamos e não fazer mais? Com uma garrafa de vinho branco acompanhando o camarão que fiz, estávamos apenas levemente alegrinhos e parti para realizar meu plano não dando chances de ele recuar.

Fui andando sensualmente gingando meus quadris redondos e me ajoelhei a seus pés, entre suas pernas. Tales parecia estar assustado com minha agressividade, mas quantas vezes eu tinha sido agressiva e ele adorado.

Abri seu cinto, sua calça e a puxei com a cueca com ele ajudando e levantando o bumbum da cama. Quando saíram pelos pés foi que dei atenção a seu pau grande que me deu tantos prazeres na vida desde antes e depois de me engravidar na adolescência.

Fiquei um pouco decepcionada pois achei que já estaria duríssimo me vendo com aquela lingerie e estava apenas levemente duro. Não me entregando, o peguei e me inclinei voltando a chupa-lo depois de quase um ano e meio, com o tempo da gravidez incluído.

Estava um pouco enferrujada, mas fiz o melhor oral que eu poderia fazer e bem safadinha, o tirando da boca para o lamber e olhar em seu olhos. Fiquei animada quando o senti crescendo, crescendo e crescendo chegando à metade da ereção daquele grande pau, mas eis que a esperança se esvaiu quando o sinto murchar dentro de minha boca.

Ainda tentei o reerguer, mas parecia um balão perdendo o ar e voltando a sua flacidez. Antes que eu o tirasse da boca, percebo Tales caindo para trás no colchão e o escuto chorando acabando de vez com minha esperança o vendo broxar.

Levantei-me e sentei a seu lado dando o tempo que ele precisava o vendo chorar como nunca tinha visto.

– Eu não consigo. Não consigo. Não sei se é muito trabalho, estresse ou a ansiedade por achar que não vou conseguir te satisfazer. E olha que tomei um Viagra antes e nem assim eu consigo, falou voltando ao choro.

Era mesmo desesperador ver aquele homem lindo em pleno auge aos 33 anos não conseguindo manter a ereção diante de sua bela mulher de lingerie se oferecendo a ele. Bem que eu poderia dizer que o avisei muitas vezes para não trabalhar tanto e ele não me ouviu. Achei que poderia ser a falta de tesão por mim.

– Será que não é falta de tesão por mim? Já fizemos sexo como coelhos quando éramos mais jovens.

– Não é não. Estou aqui te achando deliciosa e querendo ter vontade, mas não tenho. Com suas cobranças já fui a médicos e nada. Me perdoe, mas também precisava fazer o teste sobre essa hipótese de não sentir tesão por você. Olhei para mulheres bonitas tentado as desejar. Assisti vídeos pornôs e vi fotos eróticas e nada. Nada.

Eu era uma mulher que o amava, o respeitava e que tivemos um passado maravilhoso em todos os aspectos, principalmente no sexo. Também não poderia esquecer o quão bom provedor Tales era, mas eu só tinha 33 anos e gostando como gostava de sexo não poderia passar a vida toda sem. Caso seu problema não fosse resolvido e ele não seria se não mudasse seus hábitos, sem fazer cobranças e por tudo que tive com ele, fiz uma última proposta.

– Largue o trabalho, pare de beber, vamos vender nossa casa e comprar um sitio no interior para ter uma vida menos estressante e mais família. Eu e nossos filhos vamos com você. Com o que meu pai nos dá, é possível ter uma vida mais saudável.

Ele me olhou aterrorizado e infelizmente já esperava sua resposta.

– E se eu largar tudo pelo que lutei e fizer o que você sugeriu e não mudar nada? Aí eu perderei tudo.

Infelizmente o tudo para ele era o poder, o cargo, o salário e os amigos, mas não sua esposa e filhos.

– Se não tentar algo drástico nada vai mudar.

– Eu não posso. Vou a outros médicos, faço terapia, tudo que puder, mas não isso.

Eu não queria discutir naquela noite.

– Está bem. Vou esperar sem te cobrar, pois talvez seja minha cobrança que te deixe ansioso.

– Combinado. Se melhorar eu te aviso. Agora vamos dormir?

Foi um balde de água fria e tirando aquela lingerie no banheiro e depois me deitando a seu lado, estava triste como poucas vezes estive por estarmos apenas na metade de nossas vidas e não conseguirmos ter por mais tempo o que tínhamos no passado.

Amor não parecia faltar e nem ele ter uma amante parecia ser o caso ou seria o melhor mentiroso do mundo. O conhecia e sabia que não tinha, mas ele colocar seu trabalho acima de sua família me magoou demais. Dormi com esse sentimento e tive um sono horrível.

No outro dia logo cedo fui buscar Giuliano e a bebê em meus pais e ele nem falou comigo, ainda furioso. Como no dia anterior eu só pensava na noite que teria, não dei atenção a esse seu sentimento, mas naquele momento me dei conta que Giuliano estava com ciúme de mim pensando que eu tinha tido uma noite de sexo com seu pai e pensar nisso me deixou excitada. Eu o testei antes de chegarmos.

– Quando chegarmos em casa, vou dar de mamar, mas depois vou precisar que você me ajude a aliviar os seios, pois acumulou já que não dei ontem à noite.

– Você tem marido e acho que é a hora de fazer a parte dele. Peça para ele.

Por dentro sorri feliz e excitada amenizando a tristeza que sentia pelo descaso de Tales com a família. Queria que Giuliano soubesse o que aconteceu sem dar detalhes e achei o melhor modo.

– Depois de ontem à noite, acho que vou precisar arrumar um outro marido pois seu pai só pensa no trabalho e não mostrou vontade de dar mais atenção a mim e aos filhos.

Ele me olhou entre aliviado e feliz entendendo que não tinha rolado nada e eu estava extremamente decepcionada com seu pai, mas como de seu feitio, foi discreto

– Meu pai não tem jeito mesmo. Se eu tivesse uma esposa como você jamais colocaria o trabalho em primeiro lugar. Eu te ajudo quando chegar em casa, falou animado.

Não ia seduzir Giuliano como na outra vez, mas estava decidida a me entregar a ele e apenas ia esperar que ele tomasse o que queria, isso se não demorasse demais porque eu não aguentava mais de vontade de sexo, principalmente depois da noite fracassada com Tales.

Era sábado e como em todos, Tales ia trabalhar pela manhã, mas muitas vezes ficava até o final do dia. Chegando em casa amamentei a bebê esfomeada, mesmo que eu tivesse mandado mamadeiras cheias de meu leite para minha mãe dar a ela na noite e madrugada.

Por ela já mamar um volume maior ajudava a aliviar e as dores não eram mais horríveis, mas ainda incomodantes e até poderia ter parado de ter a ajuda de Giuliano, mas amava aquele tipo de contato maternal com ele e também os orgasmos que aliviavam parcialmente minhas necessidades.

Após colocar a bebê para dormir estava muito tarada sabendo que mais cedo ou mais tarde teria aquele pau enorme de meu filho rasgando minha bucetinha novamente. Buceta que já estava apertada de novo porque usei o mesmo método Kegel de exercícios que aprendi lá no primeiro parto, incrivelmente ensinado por minha mãe dizendo que era um ótimo modo de manter o marido.

Fui dar um jeito em meu quarto me trazendo más recordações da noite anterior quando me senti tão linda e sensual depois de muito tempo e não consegui deixar meu homem excitado. Sabia que a culpa era dele, mas também sentia que era um pouco minha por não conseguir o excitar.

Vestia uma calcinha confortável, legging, e os ainda feios sutiãs de amamentação e uma camiseta larga por cima. Já não ficava vazando leite constantemente, não precisando por uma gaze por dentro. Distraída não percebi Giuliano chegando.

– Mãe, vamos fazer agora?

Minha buceta palpitou e se apertou e poderia ter esmagado um lápis dentro dela.

– Vamos sim. Vamos lá no sofá.

Para o corpo grande de Giuliano se deitar e me mamar nunca paramos de usar o sofá confortável da sala, mas sabendo que seu pai tinha me deixado na mão na noite anterior, ele foi audacioso como jamais tinha sido, tanto na escolha do local como no modo de fazer que propos.

– Andei pensando que tem outro jeito de fazer que não vai deixar seu braço dolorido tendo que segurar minha cabeça pesada por muito tempo.

Ainda não tinha percebido suas más intenções.

– E como é filho?

– Posso me sentar aí nessa poltrona e você senta em meu colo e meu rosto vai ficar bem na direção. Será mais confortável para nós dois.

“Mais confortável, mais excitante e bem mais perigosa”, pensei. Teria novamente o contado de seu pau enorme em minha bucetinha sedenta só separados pelo tecido de sua bermuda e cueca e minha legging e calcinha. Ainda me fiz de difícil, só para ver o quanto ele estava decidido.

– Certeza filho? Não sei não.

– Vamos testar mãe e já podemos fazer aquele teste que você ainda não me deixou fazer de massagear e te drenar ao mesmo tempo.

Eu até tremia de tesão e sabia que teria o maior orgasmo desde a noite que o seduzi e gozei por minutos em seu pau enorme. Só não tirei a roupa e me enterrei em seu pau, porque estava gostando de seu jeito mais audacioso e lá no fundo de minha mente, estaria traindo menos meu casamento se fosse conquistada e não que a conquista partisse de mim.

– Aqui em meu quarto de casal? É meio estranho.

– Sim aqui. O que muda?

– Está bem, então vamos fazer o teste. Com certeza vai aliviar bem meus braços porque sua cabeça é pesada.

Empolgado, Giuliano correu se sentar e pela bermuda já vi que eu pau enorme estava duro. Eu poderia gozar só de o sentir novamente, mas precisava ao menos me segurar um pouco.

Fui para a poltrona e me apoiando em seus ombros fortes, o montei e a largura foi perfeita para meus joelhos se encaixarem entre seu corpo e os braços da poltrona. Lembrar que foi naquela posição que o tive inteiro dentro de mim dilacerando minha bucetinha e o sentir pulsando diretamente em minha buceta, não me ajudava nada resistir por um tempo.

– Mãe, vou te ajudar a tirar a camiseta, falou a pegando por baixo e já a levantando.

O que fiz foi só levantar os braços e com seus brações compridos ele a tirou e me deixou só com o sutiã de amamentação que ele já tinha visto mais de cem vezes. Era sempre eu que como mãe dava de mamar, abaixava a cortina do sutiã e liberava parte do seio, aréola e mamilo para então o puxar pela nunca até eles, mas Giuliano continuou a ser audacioso e foi ele mesmo quem fez isso abaixando as duas cortinas me excitando ainda mais.

– Giuliano!!!!

– O que foi mãe? Tanto faz quem abre já que vou mamar neles expostos mesmo.

Ele ficou olhando para meus seios parcialmente desnudos pensando em algo e quando revelou o que pensava me arrepiou inteirinha.

– Esses vãos tem uns 10 ou 12 centímetros e funcionam para mamar, mas vão me atrapalhar para massagear no restante. Melhor tirar o sutiã.

Oh deus. Eu queria mesmo era que ele me tirasse toda a roupa e me mamasse ao mesmo tempo que seu pau estivesse rasgando minha bucetinha, como não aconteceu nem em nossa única vez, mas a conquista estava deliciosa e do jeito que ele se soltou tomando as iniciativas, sabia que não ia demorar para ele me tomar.

– Será que precisa? Você pode massagear por cima do tecido.

– Esse tecido é muito grosso e vai atrapalhar e sinceramente o que muda?

– Tem razão. Então abre lá trás? Você sabe como abrir um sutiã?

– Não, mas aprendo, falou animado levando seus braços compridos para minhas costas quase com o rosto enfiando entre meus seios.

Se era para deixar que ele me conquistasse o mais excitante era ele me desnudar e ficou provado com seu pau grosso pulsando ao ponto de levantar meu corpo levemente.

– Tem um gancho de um lado que encaixa no outro de cima para baixo. É só puxar para cima e o outro para baixo.

Giuliano fez algumas tentativas até que conseguiu.

– Consegui mãe.

O tendo aberto senti o peso de meus seios se acomodando, mas mesmo sendo grandes e com todo o leite dentro ainda estavam firmes em meu peito cedendo quase nada.

Suas mãos vieram puxando as alças de cada lado e quando voltou a se encostar no apoio da poltrona juntei os braços entre nós e ele puxou o sutiã por eles o tirando. Quando abaixei os braços todo o esplendor de meu lindos e grande seios estavam a 30 centímetros de seu rosto. Seus olhos ficaram esbugalhados e seu pau parecia um coração com 150 batimentos por minuto.

Todo o apetite por meu corpo que esperei ver no rosto de meu marido e ele não tinha dado, Giuliano me dava olhando apenas para meu seios e já imaginei como seria quando me visse nua ou em uma lingerie sensual. Ele ficou longos segundos os admirando e eu deixei toda envaidecida.

– Eles são muito diferentes vendo assim mãe. Nunca os tinha visto nus.

Eu queria mais de meu filho lindo.

– Diferente como?

– Dá para ver o formato lindo sem estarem espremidos ou escondidos. Também dá para ver que são ainda maiores e tão firmes. Diferente dos seios grandes que já vi na internet.

– A genética de sua avó é muito boa e ela me passou.

– Muito boa mesmo. Posso, perguntou levantando as duas mãos próximas ao mesmo tempo.

– Não é para isso que estamos aqui?

Suas mãos envolveram meus seios por baixo como se segurassem dois melões carinhosamente sentindo o calor. Giuliano praticamente os sentia todos os dias os massageando, mas entre o tecido sua mão ficava apertada e naquele momento estavam livres. Os envolvendo deu apalpadas ainda mais carinhosamente do que dava quando tateava em busca das glândulas mamárias. Estava em silêncio absoluto concentrado no que fazia e olhando para meu seios livres pela primeira vez. Ele simplesmente os adorava.

Eu estava no paraíso me sentindo tão desejada pelo homem que mais amava no mundo apenas após 4 meses de dar à luz a sua filhinha sem que ele ainda soubesse.

– Vou testar fazer os dois juntos como combinamos, mas farei um pouco de massagem antes para tirar alguns nós.

Até ele já sabia que se fala tirar nós e podia ser mesmo preocupação, mas sabia que tinha também o desejo de sentir melhor meus seios e já nem perdia mais tempo de tentar parecer que me preocupava dele ultrapassar meus limites.

– Pode fazer. Sua irmã acabou de mamar e dormir e temos tempo.

Toda minha concentração naquele momento ia para impedir meu corpo de começar a se esfregar em seu pau, mas não sabia se resistiria quando ele estivesse sugando meu mamilo e as mãos massageando meus seios.

Por fim meu lindo filho saiu de seu estado de contemplação absoluta e começou a girar as duas mãos em sincronia, mas em sentindo inverso e os dedos apalpando para buscar as glândulas mamárias endurecidas.

Minha buceta vazava e tinha certeza que passaria pela calcinha, pela legging e molharia sua bermuda, mas não me importava mais com isso. Com a apalpação e a massagem nos pontos duros, logo o leite começou a vazar mais por meus mamilos e com os lábios foi a um e depois ao outro os limpando e não conseguindo só com os lábios usou a língua.

– Aaaaaahhhhuuuuuuuuu, gemi descaradamente de tesão.

Giuliano voltou ao primeiro mamilo e começou a mamar sugando o leite que já vertia sem muita dificuldade emitindo ruídos de que estava adorando. Ao mesmo tempo suas mãos continuavam procurando e massageando os nós os desfazendo com a pratica adquirida naqueles meses, mas já não era igual pois não era mais só maternal e mesmo nas sugadas deliciosas tinha mais pegada.

O todo do momento era excepcionalmente excitante e saber que eu cederia a ele mais dia ou menos dia destruiu minha resistência e comecei a me esfregar despudoradamente em seu pau enorme. Eu colocava todo meu peso sentindo meu clitóris sendo friccionado por aquele cilindro maciço, mesmo com os tecidos atrapalhando.

Não deu nem um minuto e sentindo seu pau entre os lábios de minha buceta, sua boca sugando avidamente meu mamilo, meu leite vertendo com ele se deliciando e suas mãos másculas apalpando meus seios, explodi em um orgasmo gigantesco tremendo todo o corpo que ficou sem controle e para não cair para trás me inclinei para a frente e encostei minha testa em sua cabeça.

Como eu queria poder gritar que ele estava me dando o orgasmo mais forte que tive desde que me engravidou, mas ainda não tinha me liberado a esse ponto e sua irmã dormia em frente a meu quarto, então apenas gemia, tremulando em seu colo.

Impassível e sabendo que eu gozava senti seus lábios interromperem as sugadas e um calor imenso em minha buceta, percebendo que ele também estava gozando e melando sua bermuda como eu tinha melado minha legging. Sabendo que ele gozava e que nossos fluidos mais uma vezes se misturavam, mesmo com os tecidos, meu orgasmo ficou ainda mais forte e mais longo.

– Ahhhhhnnnnnn. Ahhhuuuuuuuu. Ohhhhhhnnnnnn.

Logo ele começou a mamar de novo e sugava de uma forma que queria mesmo drenar o leite de meu peito. Foi um longo orgasmo com meu filho lindo sugando meu seio esfomeado bebendo o leite da mamãe e quando acabou ele percebeu e deixou aquele primeiro seio porque já estava bem drenado.

Sem nem precisar me afastar do apoio em sua cabeça ele chegou ao outro e começou a mamar enquanto continuava a massagear, e o leite veio mais rapidamente porque tinha massageado por mais tempo.

Seu pau continuava como um poste em minha virilha mostrando que ainda estava excitado e eu também queria mais e voltei a me esfregar nele para que entendesse isso.

Como aconteceu antes não demorou muito e tivemos outro gozo enorme e longo e quando acabou continuou mamando até drenar também o segundo. Terminando meu orgasmo tínhamos um elefante na sala, pois quando largasse meu peito teríamos que olhar um no olho do outro e enfrentar a situação.

Mesmo com os seios sem os nós e drenados, suas mãos ainda os seguravam, mas só acariciando a pele bem de leve. Fui eu quem primeiro reagiu e me sentando ereta, seus lábios soltaram meu mamilo. Antes que ele falasse qualquer coisa, me fingi de desentendida e fui me levantando de seu colo sem olhar para baixo porque sabia muito bem como estaria evidente o que tínhamos feito.

– Vou tomar um banho.

Giuliano balançou a cabeça aceitando e fui para o banheiro ali dentro de meu quarto e enquanto me despia o escutei saindo.

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Comentários

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Infelizmente o autor está tentando fazer o marido de culpado e a esposa de vítima então vou para de ler a história p

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