Capítulo 5: A barreira quebrada

Um conto erótico de Helena
Categoria: Heterossexual
Contém 1266 palavras
Data: 02/04/2026 08:25:10

O ar no quarto de Lucas estava denso, carregado de um silêncio que pulsava mais alto que qualquer palavra. Eu ainda ajoelhada na cama, com as mãos envolvendo o pênis grosso e latejante do meu filho, olhei para ele por um longo segundo. Os olhos castanhos dele suplicavam, cheios de desejo cru e vulnerabilidade. Não disse nada. Não precisava. Meu corpo decidiu antes da mente.

Inclinei-me devagar, o cabelo castanho caindo como uma cortina ao lado do rosto. Meus lábios entreabertos roçaram primeiro a glande inchada, sentindo o calor ardente e o gosto salgado do pré-gozo que escorria abundante. Depois, sem hesitação, abri a boca e o engoli. O pênis de Lucas deslizou para dentro, grosso, pesado, preenchendo minha boca completamente. Era grande demais para caber inteiro, então segurei a base com a mão direita enquanto minha cabeça descia e subia em movimentos lentos, ritmados. A pele macia deslizava sobre a rigidez interna, a veia proeminente pulsando contra minha língua.

Sentimentos me invadiram como uma avalanche. Eu queria aquilo. Queria sentir o meu filho na boca, queria dar a ele um prazer que ninguém mais poderia dar. O amor maternal se misturava a algo primitivo, carnal, que fazia meu ventre contrair e minha vagina latejar. Ao mesmo tempo, uma voz dentro de mim gritava: “Isso é violação. Você é a mãe dele. Ultrapassou todas as barreiras. Isso não tem mais volta.” Culpa, desejo, ternura, vergonha e uma excitação avassaladora colidiam dentro do meu peito. Meu coração batia tão forte que parecia que ele podia ouvir. Os seios pesados subiam e desciam rápido dentro da camisola fina, os mamilos duros roçando o tecido.

Eu chupei com intensão crescente. A língua girava ao redor da glande sensível, lambendo a fenda, sugando o pré-gozo que não parava de sair. Meus lábios esticados ao máximo deslizavam para cima e para baixo, fazendo um som molhado e obsceno que enchia o quarto silencioso. Lucas gemia baixo, as mãos agarrando os lençóis, os quadris se erguendo levemente para encontrar minha boca. Eu acelerei, chupando mais fundo, sentindo a cabeça bater no fundo da minha garganta. Lágrimas de esforço e emoção surgiram nos cantos dos meus olhos. Era intenso. Era tenso. Era proibido demais.

Ele não durou muito mais. O corpo inteiro dele tensionou de repente. As coxas musculosas tremeram, o abdômen se contraiu violentamente. Eu senti o pênis inchar ainda mais na minha boca, pulsando forte. Lucas tentou avisar com um gemido rouco, mas eu não recuei. Segurei firme, chupando com mais força.

O primeiro jato explodiu direto na minha garganta — quente, grosso, abundante. Depois vieram mais, jatos longos e poderosos que encheram minha boca rapidamente. O gosto era forte, salgado, levemente amargo, o sêmen do meu próprio filho. Eu engoli sem pensar, tragando cada gota, sentindo o líquido viscoso descer pela garganta. Continuei chupando devagar enquanto os espasmos diminuíam, ordenhando até a última gota. Nenhum de nós falou uma palavra. O quarto estava em silêncio absoluto, só a respiração pesada dele e o som suave dos meus lábios se afastando do pênis agora amolecido e brilhante.

Levantei-me devagar, as pernas trêmulas. Olhei para ele uma última vez — Lucas deitado, olhos semicerrados, o corpo relaxado e suado — e saí do quarto sem dizer nada, fechando a porta suavemente atrás de mim.

No meu quarto, fechei a porta e me encostei nela por um momento, o coração ainda disparado. Engoli novamente, sentindo o resquício do gosto dele na boca. Era íntimo demais. Há quanto tempo eu não tinha algo assim com um homem? Anos. Desde Roberto. E agora era com o meu filho. O pensamento me excitou de forma avassaladora.

Tirei a camisola rapidamente e me deitei nua na cama. Minhas pernas se abriram. Levei dois dedos à boca, ainda com o sabor dele, e lambi devagar. Depois desci a mão entre as coxas. Eu estava encharcada, os lábios vaginais inchados e escorregadios. Comecei a me masturbar com intensidade quase desesperada — dedos entrando fundo, polegar esfregando o clitóris inchado em círculos rápidos. Pensava na boca cheia do pau dele, no jato quente explodindo na minha garganta, na quantidade enorme de esperma que eu havia engolido. Meu corpo inteiro tremia. Os pelinhos pubianos arrepiados, a pele sensível formigando. O orgasmo veio forte, quase doloroso, fazendo meus quadris se erguerem da cama e um gemido longo escapar dos meus lábios. Gozei pensando nele, sentindo ondas de prazer misturadas com a culpa que não queria nomear.

No dia seguinte, o clima entre nós estava carregado de tensão. No café da manhã, Lucas mal me olhava nos olhos. Eu servi o suco e os ovos, tentando manter a voz calma e profissional.

“Filho... sobre ontem à noite. Foi... intenso. Mas precisamos manter o foco no que realmente importa: o seu sono. Isso é uma forma de terapia tátil, nada mais. Eu sou psicóloga, entendo os mecanismos. A liberação hormonal, a oxitocina, o relaxamento profundo. Não vamos complicar as coisas com sentimentos que não cabem aqui.”

Ele assentiu, corado, murmurando um “tá bom, mãe”. Mas o ar estava pesado. Eu tentava fugir dos meus próprios sentimentos — o desejo que queimava, a intimidade nova e perigosa que havia se criado. Durante o dia, evitávamos ficar sozinhos por muito tempo. Eu me refugiava no consultório, ele nos estudos. Mas à noite, o chamado voltava.

Os dias se passaram e o laço íntimo entre nós só se intensificou. As sessões se tornaram mais frequentes, mais longas, mais carregadas de silêncio cúmplice. Eu ia até o quarto dele quase todas as noites, às vezes ele pedia, às vezes eu simplesmente aparecia.

Em uma dessas noites, cerca de uma semana depois, eu me posicionei como sempre: ajoelhada na cama, a camisola fina subida até a cintura. Minhas mãos começaram a trabalhar no pênis dele — já duro, grosso, pulsante. Eu masturbava devagar, com maestria, sentindo cada veia, cada pulsação. De repente, senti as mãos dele subirem pelas minhas coxas, por baixo da camisola. Dedos hesitantes, mas quentes, acariciando a pele macia das minhas pernas, subindo até a curva dos meus quadris. Depois, mais ousados, chegaram aos meus seios. Ele os acariciou por cima do tecido fino, sentindo o peso, apertando levemente os mamilos endurecidos.

Meu corpo esquentou instantaneamente. Um calor líquido se espalhou pelo ventre, minha vagina contraiu de desejo. Eu deveria parar. Deveria dizer algo. Mas não disse. Em vez disso, voluntariamente, desci o corpo, inclinei a cabeça e tomei o pênis dele na boca novamente. Chupei com fome agora — movimentos profundos, língua trabalhando na glande, sugando com força. Lucas gemeu mais alto, as mãos ainda nos meus seios, apertando-os enquanto eu o chupava.

Não demorou muito. Ele gozou na minha boca com a mesma intensidade de antes, enchendo-a com jatos grossos e quentes. Eu engoli tudo, lambendo até limpar, sem uma palavra.

Naquela noite, depois de limpá-lo com carinho, eu não saí do quarto. Deitei-me ao lado dele, puxando o lençol sobre nós dois. Lucas se aninhou contra mim, a cabeça descansando no meu peito, um braço ao redor da minha cintura. Meus seios pressionavam contra o corpo dele através da camisola. Eu sentia o calor da pele dele, a respiração lenta e profunda enquanto ele adormecia rapidamente, exausto e saciado.

Eu fiquei acordada por mais algum tempo, acariciando os cabelos dele, sentindo o coração bater forte. O laço havia se aprofundado mais uma vez. Dormimos juntos pela primeira vez — mãe e filho, em uma intimidade que já não tinha mais volta. O cheiro dele, o peso do corpo jovem contra o meu, tudo me envolvia em uma sensação perigosa e irresistível. E eu sabia, no fundo, que queria mais. Muito mais.

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