Claudia 2: toda nudez será recompensada

Um conto erótico de Don4ngela
Categoria: Heterossexual
Contém 1919 palavras
Data: 12/04/2026 23:39:40

As semanas seguintes ao início do meu envolvimento com Eduardo foram uma dança perigosa entre o remorso que me devorava e o fogo que ele acendia em mim. Me sentia mais viva do que nunca e decidi mudar o visual: fiz luzes no cabelo, deixando mechas loiras entre os cachos escuros. Buscava um ar mais jovial, e a aparência de quem sabe exatamente o valor que tem. No espelho, eu via uma mulher diferente daquela que, há poucos meses, contava cada real ao final do mês para pagar o condomínio, a prestação do carro e ainda sobrar alguma coisa para o salão. Antes eu era só a Claudia — corretora comum, marido workaholic, filha adolescente, vida ordinária de classe média. Mas novos ares sopravam na minha vida profissional, e eu queria mais.

Fui promovida a gerente comercial da imobiliária, com a missão de expandir os negócios da empresa para a Barra da Tijuca. O contraste batia forte toda vez que eu saía do Méier e entrava na Zona Sudoeste: condomínios de luxo à beira-mar, coberturas com piscina, salas com vistas cinematográficas, clientes que gastavam em um único imóvel tudo que eu e Alessandro ainda não conseguimos juntar em anos de casamento. Eu olhava aquilo e pensava: eu mereço isso. Passei a caprichar mais na produção: decotes ousados que valorizavam meus seios, roupas mais justas que marcavam minhas coxas grossas e o bumbum carnudo e arrebitado... Pra mim mesma eu dizia que era apenas uma estratégia de vendas. Mas na verdade, era cálculo puro. Cada olhar faminto daqueles homens ricos poderia resultar numa comissão maior, cada toque “acidental” podia virar presentes, vestidos, joias… — coisas que Alessandro nunca pôde me dar. Eu estava cansada de ser a esposa que economiza no salão e faz bronzeamento só no inverno. Queria ser a mulher que os outros olham e pensam: “essa aí sabe jogar”.

Eduardo continuou sendo o fator que juntava tesão e oportunidades. Há três semanas lhe mostrei uma baita cobertura duplex, na Barra, que ele acabou comprando. Quando ele assinou o contrato, o que me proporcionou uma comissão bem gorda, ele me deu um colar de ouro. “Pelo seu charme irresistível”, disse com aquele sorriso. Retribui o sorriso, e coloquei para ele ver. Depois, guardei a caixa no fundo da bolsa pensando: isso vale mais que qualquer elogio. Dias depois marcamos de nos encontrar na cobertura vazia pra comemorarmos, e ele pediu que eu fosse com o colar.

Chegamos juntos e, pra minha surpresa, ele já havia comprado um colchão king-size. Após algumas amenidades ele foi logo ao ponto: — E nós, minha gata? Quando vamos relaxar de verdade? Já imaginou você só com esse colar de ouro e a gente agarradinho ali? - disse apontando o colchão. Não pensei duas vezes. Virei-me e nossos lábios se colaram com fome. Nossas línguas se enrolaram, quentes e molhadas, enquanto ele abria os botões da minha blusa faminto. Tirou meu sutiã, expondo meus seios com os bicos já duros, e começou a chupá-los com vontade — sugando forte, mordiscando, passando a língua em círculos lentos que me faziam arquear as costas. Desci a mão e abri sua calça, pegando aquele pau grosso e quente que eu já conhecia tão bem. Ajoelhei ali mesmo e o engoli devagar, sentindo as veias pulsarem na minha língua. Chupei com calma no início, depois mais fundo, babando tudo, engasgando de leve quando a cabeça batia no fundo da garganta. Eduardo gemia alto, fazendo meus cabelos de rédea e domando sua égua:

— Isso, putinha safada… Chupa o pau do teu macho! Engole tudo!

Eu olhava pra cima com os olhos marejados, enquanto acelerava o movimento e massageava seu saco. Puxando-me pelos cabelos, Eduardo fez com que eu levantasse, virou-me de costas empinando bem o meu bumbum, cuspiu na minha buceta lisinha já molhada e meteu tudo de uma vez lá no fundo. De pé, me apoiando nos meus próprios joelhos eu levava rola na buceta com força. As bombadas eram ritmadas e profundas, o som molhado de sexo, carne na carne, ecoavam no ambiente vazio. Cada estocada fazia meu bumbum balançar e minhas coxas tremerem. Ele puxava meu cabelo, forçando meu corpo contra o dele. — Toma essa rola, gostosa… Essa buceta agora é minha, putinha safada!

Eu gemia alto, rebolando no pau dele, e sentindo o saco bater na minha bunda até gozarmos e cairmos refestelados no colchão. Mas Eduardo queria mais. Após alguns minutos relaxando, ele começou a dedilhar o meu cuzinho. Me coloquei de ladinho e afastei uma das nádegas, deixando o caminho aberto pra ele. Edu chupou o meu cuzinho, acariciou, dedou bastante. Quando meu anelzinho piscante ansiava pelo cacetão, ele cuspiu fartamente nele e vestiu um preservativo. Louca de tesão, fiquei de quatro e pedi empinando bem o bumbum: — Mete no meu rabo, Edu… Come meu cuzinho do jeito que eu gosto.

Ele posicionou a cabeçona grossa na entrada e forçou devagar. A pressão inicial foi intensa, me fazendo morder o lábio inferior. Depois relaxei e senti centímetro por centímetro a piroca deslizar para dentro, até as bolas encostarem na minha buceta. Começou a meter ritmado, depois mais forte, cada estocada profunda eu sentia ondas de prazer misturadas com aquela ardência deliciosa. Minhas nádegas salientes batiam contra o quadril dele soando como tapas altos. Com uma mão eu massageava o clitóris em círculos rápidos, com a outra me apoiava no colchão. Gozei assim, o corpo convulsionando, as pernas bambas, enquanto ele acelerava: — Que cu guloso, porra! Suga meu pau como se fosse uma ventosa! Mantendo o ritmo ele deu mais algumas estocadas bem fundas e urrou, enchendo a camisinha de leite. Ficamos deitados ali um tempo, abraçados e ofegantes, trocando carícias como um casal de namorados. Ele beijava minhas costas suadas, eu lambia o seu peito. Nossa tarde foi linda, com muitos beijos e meus buraquinhos trabalhando intensamente. Ao fim, tomamos uma ducha e saímos.

No trânsito da Linha Amarela, voltando pro Méier, a culpa veio como um soco — estou virando uma prostituta de luxo? —, mas o peso do ouro, das comissões e da projeção dentro da empresa começavam a pesar mais do que o remorso. A Barra da Tijuca tornou-se o tabuleiro do meu jogo. Cada visita - a depender do cliente - era oportunidade de negócio duplo: o contrato e o “bônus”. As mechas loiras brilhando no sol da orla, o corpo bem cuidado, o sorriso calculado — tudo virava moeda. Um vestido de grife, uma bolsa de marca, perfumes, joias… Foi assim que Rafael entrou na jogada, empresário, 42 anos, separado, dono de uma rede de postos de gasolina, alto com aquele corpo esculpido em academia.

Desde o primeiro aperto de mão, notei que ele me olhou de cima a baixo, como quem avalia um bom investimento. - “Claudia, ouvi dizer que você é a melhor para encontrar joias escondidas na Barra.” Eu sorri, já fazendo as contas. Fizemos algumas visitas a imóveis e eu sempre escolhia uma lingerie sensual: sutiã meia-taça que empinava meus seios, calcinha fio que mal cobria a bucetinha toda depilada… Numa dessas, estávamos num baita três quartos, 12º andar, à beira mar. Vista de cinema! Obviamente estávamos sozinhos. Enquanto eu explicava a distribuição dos cômodos, ele veio por trás, mãos grandes envolvendo minha cintura e subindo até apertar meus seios por cima da blusa.

— Essa vista é de tirar o fôlego… assim como você. O beijo foi voraz. Línguas se enrolando, saliva misturada. Ele me ergueu como se eu fosse leve, sentou-me na bancada da cozinha gourmet, abriu minhas pernas grossas e puxou minha saia para cima. Afastou minha calcinha pro lado, expondo a buceta que brilhava de tesão. Ajoelhou e chupou com vontade: lambidas longas da entrada ao clitóris, sugando o grelo com força, dois dedos grossos me penetrando fundo. Eu segurava a cabeça dele, empurrando contra mim, gemendo alto: — Chupa mais forte… Me faz gozar na sua boca! Ele obedeceu, sugando o clitóris como se fosse um doce, dedos bombando rápido. Senti o orgasmo subir como uma onda e explodi. Meu corpo tremia em espasmos. Ele lambeu tudo antes de se levantar, abrir a calça e revelar um pau mais grosso que o de Eduardo, veias saltadas, cabeça vermelha latejando.

Sem perder tempo, me puxou na sua direção e meteu tudo na buceta. O cacete grosso abriu caminho sem dificuldades, batendo forte no fundo do meu útero com uma estocada brutal. O som de suas coxas batendo na minha bunda ecoava alto no ambiente, bem como nossos gritos. Com as costas e os cotovelos apoiados naquela bancada, eu rebolava o quadril no pau dele que dizia acelerando o ritmo: — Que buceta gostosa, Claudia… Aperta meu pau como vadia faminta! Toma essa rola grossa! Ele meteu por longos minutos, alternando ritmo — lento e profundo, depois rápido e forte. Quando achei que fosse gozar, ele tirou o pau duro feito uma rocha e todo melecado com meus sucos. Não entendi, até que ele me virou. Apoiei as mãos na bancada quando ele disse: — Relaxa esse rabo, putinha… Seu cu tá pedindo rola, né?! Cuspiu no meu cuzinho piscante e introduziu um dedo, depois dois, depois três, dilatando com movimentos circulares que me faziam gemer de prazer.

Posicionou a cabeça na entrada e forçou com calma. Com o anel laceado relaxei e senti ele entrar centímetro por centímetro, esticando meu esfíncter ao limite até as bolas encostarem na minha buceta. Começou a bombar devagar, depois mais forte, cada estocada profunda enviava choques de prazer pela minha coluna. Meu bumbum saliente batia contra o quadril dele e levava alguns tabefes Eu massageava o grelo freneticamente tomando no cu, e chegando a mais um orgasmo, o corpo quente e suado convulsionando enquanto ele provocava: — Você gosta de tomar no rabo enquanto vende imóvel, safada! Seu marido acha que você tá trabalhando, né? Trabalhando com o cu no pau alheio!

Suas palavras me atingiram em cheio, misturando culpa com um tesão absurdo. Ele acelerou ainda mais, rosnando como um cão até gozar, inundando meu cuzinho com jatos quentes e viscosos, tanto que escorreu pelas minhas coxas misturado ao meu gozo. Ficou lá dentro até amolecer, beijando minhas costas suadas, antes de sair devagar. Há tempos que não levava uma leitada tão farta no rabo. No banheiro, me limpei com a duchinha higiênica e limpei seu pau e as bolas com meus lencinhos umedecidos. Com a buceta satisfeita e o cuzinho arrombado latejando deliciosamente, saímos dali com o contrato assinado e a promessa de um “jantar de comemoração” que eu sabia que provavelmente terminaria num motel… Rafael virou um vício. Encontros em motéis, e no próprio apartamento recém comprado, onde eu cavalgava no seu pau grosso, quicava com o bumbum batendo no colo dele, tendo como pano de fundo a vista panorâmica do mar. Ele retribuía, sem economizar, com generosos presentes e, assim como Eduardo, fechando novos negócios.

Em casa, eu fingia normalidade: ajudava Sofia com a lição da escola, jantava com Alessandro que mal erguia os olhos do laptop. No banho do nosso banheiro simples, tocava-me revivendo as cenas, gozando forte com dedos enfiados nos dois buracos. Depois chorava baixinho, olhando o reflexo no espelho embaçado. Estou usando meu corpo como moeda. Virando exatamente o que jurei que nunca seria. Mas, meu Deus… como é bom não precisar mais contar cada real. Como é bom finalmente ter algumas coisas que quero, quando quero, sem ter que pedir nada a ninguém. O remorso ainda existia, sem dúvidas. Mas ele estava cada dia mais fraco, abafado pelo brilho do ouro e dos encantos que meus gemidos à beira mar proporcionavam.

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