Semana depois, organizei churrasco na minha casa pra "celebrar" o projeto do Leonardo – mas na real, pra ver Marcelo de perto, corpo magro já formigando só de pensar. Filha de 22 voltou de férias da faculdade, Leonardo na churrasqueira com cerveja, Adriane chegou com Marcelo, abraços falsos e olhares cúmplices dele pros meus seios firmes sob o vestido solto.
Festa rolando: risadas, picanha na brasa, kids na piscina. Marcelo piscou, sumiu pro banheiro. Segui minutos depois, trancando porta.
— Trouxe presentinho — sussurrou, sacando saquinho com pó branco. Linhas finas no lavabo, canudo improvisado. Aspirei forte, fogo subindo no nariz, coração disparado, buceta latejando.
— Caralho, isso é tesão puro... minha buceta tá pegando fogo — gemi baixo, vendo no espelho olhos dilatados, corpo magro elétrico.
— Linha pra você, safada. Depois te fodo no quintal enquanto todos comem — ele aspirou, pau endurecendo na bermuda.
Saí fingindo lavar mãos, pó branco me deixando viva – seios sensíveis roçando vestido, cu piscando de memória. No jardim escuro, atrás da área de lazer, ele me puxou pro muro alto, vestido arriado pros quadris magras.
— Abre as pernas, Andressa... buceta molhada pra mim enquanto teu churrasco rola — mandou, calça aberta, pau grosso pronto.
Dei de costas, mãos no muro, vendo luzes da festa. Pau dele deslizou na buceta encharcada de uma vez, estocadas curtas e fortes, pó intensificando cada fricção nas paredes apertadas – tesão subindo louco, mas risco me segurando no limite.
— Fode quieto, Marcelo... Adriane tá ali do lado — sussurrei, rebolando cu contra ele, buceta latejando mais forte.
— Tua buceta tá sugando meu caralho... imagina ela vendo a amiga casada gemendo no pau do marido dela.
Filha gritou da piscina: "Mãe, cadê você?" Congelei, buceta contraindo no pau dele, beira do gozo.
— Tô... regando plantas, filha! — gritei de volta, voz tremula, Marcelo fodendo devagar agora, dedo circulando meu cu.
Adriane passou perto: "Andressa? Tá tudo?" Voz dela a metros.
— Tudo ótimo! Já vou! — respondi, corpo magro tenso, tesão acumulado insano.
Ele tapou minha boca, acelerando sussurrado: porra quente enchendo buceta em golfadas silenciosas, transbordando coxas – ele gozando tudo dentro de mim, pau pulsando forte enquanto eu ficava só com o tesão fervendo, buceta inchada e leite dele misturado ao meu mel. Saiu pingando, beijo rápido: "Próxima te faço implorar."
Voltei à festa um segundo, mas tesão explodindo – corri pro banheiro principal, trancando, vestido arriado, dedos mergulhando na buceta melíflua cheia de porra dele. Me esfregava a buceta voraz, três dedos fodendo fundo, polegar no clitóris inchado, pó branco me deixando selvagem – gemendo abafado no pano de mão, imaginando pau de Marcelo, gozando em ondas violentas, porra dele misturada ao meu mel nas coxas magras.
Saiu sorrindo, buceta aliviada mas ainda faminta, sentando ao lado de Adriane com pernas cruzadas pra conter o resto.
— Festa incrível, amiga — ela elogiou, ignorante.
— O melhor churrasco da vida... mas ainda tô com fome — respondi ambígua, olhos em Marcelo assando mais carne, ansiosa pelo pó... e pau.
Leonardo ergueu taça: "Pela equipe!" Brindei, buceta saciada mas traindo, viva no risco total.