Sou pastor há anos. Casado há 8. Não falta nada pra mim, mas nos domingos, quando vou na casa da minha sogra, fico doido.
Sogra de 57 anos, cunhada de 33. As duas gordelicia: peitos grandes, bumbum arrebitado, qualquer roupa denuncia a bucetona delas. Só em pensamento faço safadezas.
Esse domingo era aniversário do meu sogro. Homem forte, quase negro, caminhoneiro. Dava pra ver o volume no shorts. Durante a tarde, foram buscar cadeiras na igreja. Minha sogra ficou na área da piscina e disse:
– Vou colocar o maiô, já já volto.
Pensei em segui-la. Sentir o cheiro dela. Mas já estavam voltando da igreja. Não fiz nada.
Quando subimos a escada, ela já estava na piscina. Maiô preto, os peitões quase pulando pra fora, a buceta marcando o tecido molhado.
– Falei pro pastor que ia entrar na piscina – ela disse, rindo.
Meu sogro olhou estranho pra mim. Fiquei com medo. O cara é caminhoneiro, deve ser doido.
O churrasco correu. Minha esposa quis entrar na piscina. Dia bonito, sol, não deu pra evitar. O problema é que tenho ciúme. Ela é gordelicia também. Os homens da igreja disfarçavam mas olhavam. Não pude fazer nada.
Me chamaram pra entrar. Tirei a camisa. Peito cabeludo, moreno, gordinho, barriguinha durinha. Botei a sunga preta. Parecia o homem berinjela – não devia nada.
Ao entardecer, todos foram embora.
Ficamos só nós: eu, minha esposa, meu sogro, minha sogra e minha cunhada. Minha cunhada com vestido curto na cadeira de sol. Meu sogro entrou na piscina, deu umas braçadas.
Aí ele disse:
– Vamos fazer uma oração diferente, pastor?
Nisso ele colocou as mãos nos ombros da minha esposa. Minha sogra me abraçou por trás. Foi quando desconfiei.
Desconfiei da safada.
Ela pegou na minha benga por cima da sunga. Eu tava meia bomba já. Ela sussurrou no meu ouvido:
– Vem comigo.
Saímos da piscina. Toalha na cintura. Ela me levou pro quarto. A porta fechou. Ela me empurrou na cama, ainda com o maiô molhado.
– Pastor, você não prega contra o pecado não? – ela disse, rindo.
– Prego – respondi – mas hoje vou pecar.
Ela tirou o maiô devagar. Os peitos dela caíram pesados, os bicos morenos quase pretos, enormes. A barriga gordinha, as estrias brancas. A buceta – peluda, grossa, os lábios escuros aparecendo por baixo dos pelos grisalhos.
Eu já tava duro. Minha rola – uns 14cm, cabeça roxa, grossa – pulsava na sunga.
Ela ajoelhou na minha frente. Puxou minha sunga. Meu pau pulou pra fora.
– É do pastor isso aqui? – ela perguntou, e já enfiou na boca.
Chupou com fome. Babou tudo. A mão dela apertava minhas bolas cabeludas. Eu gemia baixo, puxando o cabelo dela com fios brancos.
– Quero te comer, sua safada – falei.
Ela deitou de costas. Abriu as pernas. A buceta peluda escancarada, molhada, os lábios internos roxos brilhando. Enfiei dois dedos nela – ela gemeu alto.
– Isso, pastor… enfia esses dedos na buceta da sua sogra…
Meti o pau. Entrou lento, apertado, quente. A buceta dela sugava meu pau igual boca de bebê. Comecei a macetar forte, os peitos dela balançando, a cama rangendo.
– Goza dentro, pastor – ela pedia. – Enche essa buceta velha de leite.
Eu tava louco. Metia e metia, o pau molhado de buceta. Ela gemia, se arranhava nas minhas costas cabeludas.
– Agora de quatro.
Ela virou. A bunda enorme, arrebitada, balançou. Enfiei de novo, agora mais fundo. A mão dela segurava minhas bolas enquanto eu comia ela por trás.
– Olha no espelho, pastor – ela disse. – Tá vendo? Você fodendo sua sogra.
Olhei. Eu, gordinho, cabeludo, metendo igual um animal naquela puta velha. Meu pau entrando e saindo da buceta peluda dela.
Não aguentei. Gozei. Jorrei leite quente dentro dela. Ela contraiu a buceta, sugando cada gota.
Ficamos ofegantes.
Aí a porta abriu.
Minha esposa entrou. Minha cunhada atrás. Meu sogro fechou a porta.
– Sabia – minha esposa falou. – Agora você vai pagar, pastor.
Minha esposa tirou o biquíni. Os peitões dela, iguais aos da mãe, balançaram. Minha cunhada tirou o vestido. Ela era mais nova, mas igualmente gorda gostosa, bucetinha lisa, peitos redondos.
Meu sogro tirou o shorts. O pau dele – enorme, grosso, cabeça roxa do tamanho do meu antebraço – balançou.
– Agora a gente faz a oração de verdade – ele disse.
Minha sogra ainda de quatro me puxou de volta. Meu pau já tava duro de novo.
– Vem, pastor – ela disse. – Vamos todos pro banheiro.
Fomos pro banheiro grande. Chuveiro ligado. Vapor. Minha esposa entrou debaixo d'água, minha sogra foi atrás, minha cunhada já ensaboava os peitos.
Meu sogro me empurrou.
– Você vai comer minha esposa de novo, pastor. Enquanto eu como a sua.
Minha esposa ajoelhou na frente do meu sogro. Abriu a boca. Ele enfiou aquele pau gigante na garganta dela. Ela engasgou, babou, mas continuou.
Eu entrei atrás da minha sogra. Ela apoiou as mãos na parede do box. Meti de novo na buceta dela, agora ensaboada, escorregando.
Minha cunhada veio por trás de mim. Enfiou um dedo no meu cu. Depois dois. Depois três.
– É assim que pastor gosta – ela disse.
Eu gemia. Comia minha sogra, levava dedada da cunhada, via minha esposa sendo enganchada pelo meu sogro.
– Goza, pastor – minha sogra pedia. – Goza de novo.
Gozei. Dessa vez na cara dela. Leite quente escorrendo pelos peitos caindo, pela boca aberta, pelos olhos fechados.
Meu sogro gozou na boca da minha esposa. Ela engoliu. Mostrou a língua limpa.
Minha cunhada se esfregou em mim, o pau dela imaginário roçando no meu cu.
Tomamos banho juntos. Ensaboei os peitos da minha sogra. Ela lavou meu pau. Minha esposa riu.
Saímos do banheiro. Vestimos as roupas de domingo.
Voltamos pra piscina. Ninguém falou nada.
Na segunda-feira, preguei sobre o perdão.
Ninguém nunca soube.
Mas todo domingo, depois do culto, a gente se encontra no banheiro.