Sou gordinho, pau pequeno, moreno claro, 18 anos. Cabelo ruivo enrolado, olhos verdes. Sempre fui cuzão com mulher – só na punheta, quase fui pego uma vez. Resumindo: experiência real com buceta? Zero.
Saí mais cedo da faculdade. Entrei em casa, tudo quieto… até chegar perto do quarto dos meus pais. Barulho estranho. Fui na ponta do pé, porta entreaberta, e o que vi me congelou.
Meu pai amarrado na cadeira. Nu. De olhos arregalados.
Na cama, minha mãe. Pelada.
Uma gordinha de 57 anos, peitos fartos, bicos morenos quase pretos, caídos mas enormes – uma verdadeira BBW. A bunda dela, grande e arrebitada, tremia. As pernas abertas. E no meio delas… a bucetinha peludinha, fios brancos e negros entrelaçados, brilhando de molhada.
E atrás dela, montando como um macho, uma mulher com um cintaralho preto enorme. Era minha vizinha. A mega crente. A que sempre dava bom dia com a Bíblia na mão.
Ela socou. Sem dó. O plástico entrou na buceta da minha mãe com um som molhado, e minha mãe gemeu – não era dor, era tesão bruto.
– Aí, caralho… assim, esfrega… – minha mãe falou, e eu quase gozei só de ouvir.
A vizinha metia forte. O cintaralho entrava e saía, babado de lubrificante e buceta. Minha mãe arqueava as costas, os peitões balançando. Cada estocada fazia a buceta peluda dela sugar o plástico com um barulho de quem não queria parar nunca.
Meu pai me viu. Não gritou. Não pediu ajuda. Ele olhou nos meus olhos e disse baixo:
– Ou olha, ou não é mais meu filho.
Sentei no chão. Tirei a calça jeans. A cueca foi junto. Minha rola estava meia bomba – uns 10cm quando muito, cabeça rosa brilhando igual camarão. Comecei a passar a mão, devagar, sentindo o prepúcio deslizar.
Minha mãe virou o rosto e me viu. Ela sorriu – um sorriso sujo, de quem já sabia que eu estava ali há tempo.
– Filho… olha bem o que a tia faz comigo. Guarda segredo que mamãe te ensina umas coisas depois.
A vizinha tirou o cintaralho da buceta da minha mãe. Um barulho de pop molhado. Ela desceu a língua no cuzinho dela – lambeu lento, babado, a língua rodando no cu peludo da minha mãe – e foi descendo até a bucetinha carnuda, aberta, pingando. Minha mãe gemia alto, puxando o cabelo da vizinha:
– Ainnn, uiiiii… lambe essa buceta de puta velha… tá vendo? Dois cuzões me olhando enquanto eu sou fodida…
Meu pau já estava duro. Pequeno, mas duro igual pedra. Punhetava rápido, a cabecinha rosa pulsando, o pau todo brilhando de pré-gozo. Minha mão gorda mal conseguia enrolar naquela rolinha.
A vizinha parou. Tirou o cintaralho da própria buceta – ela usava por baixo, uma arrombada preparada. O cintaralho tava todo babado com o mel da minha mãe. Ela se levantou, veio até mim com o plástico na mão. Ajoelhou na minha frente. Enfiou o pau de borracha molhado na minha cara.
– Sente o cheiro, seu virgem de pau pequeno. Isso é buceta da sua mãe. Chupa.
E eu chupei. Chupei o plástico com gosto da minha mãe. Salgado, quente, úmido, com um fundo de cu. Minha língua rodeou a cabecinha de borracha como se fosse um pau de verdade. A vizinha empurrava na minha garganta até eu engasgar.
Minha rola tremia. Sem ninguém encostar, gozei. Jorrou no meu dedo, na minha barriga, na coxa. Leite grosso, branco, escorrendo enquanto eu ainda chupava aquele pau de borracha com o gosto da mulher que me pariu.
Foi surreal.
Minha mãe soltou meu pai. Ele foi para a cama de quatro, o cu arreganhado. Minha mãe começou um beijo grego nele – língua enfiada no cuzão do meu pai – e ele gemia igual cadela no cio. A vizinha aproveitou, enfiou o cintaralho no cu do meu pai de uma vez.
– Isso, fode esse corno – minha mãe falou, a boca babada de cu.
Minha mãe sentou na cara do meu pai. Ele lambeu a buceta dela com fome, a língua entrando nos pelinhos brancos e pretos. Minha mãe gemia e esfregava a boceta toda molhada na cara dele.
– Lambe, corno. Lambe direito.
A vizinha não parava de comer o cu do meu pai. O cintaralho entrava e saía rápido, fazendo ele gemer alto.
Aí minha mãe me chamou.
– Chega aqui, filho. Já que é virgem de pau pequeno, vou te ensinar.
Eu me arrastei até a cama. Minha mãe me deitou de costas. Abriu minhas pernas gordas. Meu pau pequeno já estava duro de novo – 10cm no máximo, cabeça rosa inchada.
– Olha que gracinha – minha vizinha falou rindo. – Rolinha de neném.
Minha mãe montou na minha cara. A buceta peluda, quente, molhada, desceu na minha boca.
– Chupa, filho. Chupa a buceta que te pariu.
E eu chupei. Chupei os lábios grossos, os pelos, o grelo duro da minha mãe. O gosto era forte – sal, buceta, suor. Minha língua enfiava dentro dela enquanto minha mãe gemia e se esfregava na minha cara.
– Assim, caralho… assim… tua língua é melhor que a do teu pai…
Enquanto isso, a vizinha tirou o cintaralho do cu do meu pai e veio pra cima de mim. Enfiou o plástico no meu cuzinho virgem. Doeu no começo, mas aí entrou. Ela começou a me comer devagar, o pau de borracha entrando e saindo do meu cu.
Eu gemia dentro da buceta da minha mãe. Meu pau pequeno pulsava, babando pré-gozo.
– Agora você vai gozar pra mamãe – minha mãe falou.
Ela desceu da minha cara, ajoelhou entre minhas pernas, pegou meu pau pequeno com a mão. Passou a língua na cabecinha rosa. Depois enfiou na boca – toda ela. Meu pau inteiro cabia na boca da minha mãe.
Ela chupava devagar, olhando nos meus olhos. A vizinha continuava me comendo, o cintaralho fodendo meu cu cada vez mais forte.
– Goza, filho. Goza na boca da mamãe.
Não aguentei. Gozei. Jorrei leite na boca da minha mãe. Ela engoliu tudo, mostrando a língua suja de porra.
Meu pai, todo babado de cu lambido, gozou sozinho, sem ninguém tocar nele.
A vizinha tirou o cintaralho do meu cu e enfiou na boca da minha mãe.
– Limpa, sua puta.
Minha mãe limpou, chupando o próprio mel e a porra do filho e o cu do marido tudo misturado.
Eu fiquei ali, de perna aberta, cu ardendo, pau pequeno e mole, gozado da cabeça aos pés.
A vizinha vestiu a saia, pegou a Bíblia e foi embora.
Minha mãe deitou do meu lado, passou a mão no meu cabelo ruivo e disse:
– Agora você é homem, filho. Pau pequeno, mas é homem.
Meu pai só olhou, quieto, com o cu ainda aberto.
E eu dormi ali, no quarto dos meus pais, com o cheiro de buceta, cu e porra no ar.