Marido de aluguel 03

Um conto erótico de Montador de móveis
Categoria: Heterossexual
Contém 399 palavras
Data: 12/04/2026 16:23:59

*Marido de Aluguel – Capítulo 03*

A buceta dela já tinha gozado tanto que escorria pelo meu pau, encharcando minhas bolas. Quente. Escorregadia. Insaciável.

Cachorra. Safada. Puta.

Virei por cima, colando nossos corpos suados. Papai e mamãe, pele com pele, sem freio. Metia fundo naquela buceta molhada que não parava de pulsar. Ela estava em transe, tomada pelo tesão, gemendo alto no meu ouvido, mordendo meu pescoço, buscando minha boca entre uma estocada e outra. O cheiro de sexo tomava a sala inteira — dois corpos quentes, grudados, queimando no mesmo ritmo.

Nossos beijos não tinham regra. Hora suaves, hora com língua, dente, lábio entre os dentes. Eu sussurrava no ouvido dela, sem dó:

— Que puta gostosa… que safada deliciosa…

E ela respondia gemendo mais alto, confirmando cada palavra, se entregando como a piranha mais gostosa que já esteve embaixo de mim.

Ela gemeu meu nome, virou de costas e empinou pra mim. Ficou de quatro, olhou por cima do ombro com aquele olhar de aprovação que não precisa de legenda. Segurei firme na cintura, apertei aquela bunda e comecei a comer ela de quatro, gostoso, sem pressa e sem piedade. Cada estocada entrava fácil, molhada, e arrancava dela um gemido mais alto que o anterior.

Senti meu pau pulsar, as bolas avisando que eu ia explodir. Ela sentiu também — minhas estocadas ficaram mais fundas, mais brutas. Gemeu mais alto, quase gritando:

— Goza comigo, safado… goza dentro…

Não aguentei. Senti minhas bolas batendo nos pelos úmidos daquela buceta quente e gozei. Forte. Intenso. Derramando tudo enquanto ela empinava ainda mais, querendo cada gota, pedindo mais rola mesmo gozando junto.

Desabamos lado a lado no tapete, ofegantes. O chão duro não importava. Ela deitou no meu peito, o cabelo preto grudado de suor no meu pescoço. Eu fazia carinho lento nos fios enquanto ela desenhava com as unhas no meu peito. Dois corpos nus, marcados, com gosto e cheiro de sexo impregnados na pele.

Depois daquele dia, a vida seguiu. Moramos na mesma cidade, e o acaso faz a gente se esbarrar em mercado, padaria, conveniência. Mantemos a postura séria, de quem mal se conhece. Mas o olhar… ah, o olhar não mente. Disfarçado, rápido, mas cheio de tesão. De lembrança. De promessa.

Uma mulher linda. Delicada por fora, puta por dentro. Gostosa e discreta na medida exata.

Foi uma experiência que ficou marcada na pele, na memória e no pau.

*Fim*

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Montador de móveis a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.
Foto de perfil genéricaMontador de móveis Contos: 3Seguidores: 0Seguindo: 0Mensagem

Comentários