*Marido de Aluguel – Capítulo 02*
Guardei a última chave de fenda na mochila. O serviço estava feito. Ela me acompanhou até a sala, onde ficava a porta da rua. Trancada.
Parei ali, mochila numa mão, capacete na outra, esperando. Ela veio com a chave, enfiou na fechadura e, sem tirar os olhos dos meus, desceu a outra mão. Direto no meu pau, por cima da calça. Um aperto firme, que me roubou o ar. Depois um carinho lento, arrastando os dedos até a coxa. Largou a chave na fechadura, deu um passo pra trás e puxou a camiseta branca pela cabeça.
Soltei tudo. Capacete e mochila bateram no chão com um baque surdo. Cheguei nela e enfiei as mãos por baixo do sutiã azul. Encontrei seios médios, redondos, quentes, com os bicos duros cutucando minha palma. Puxei seu corpo contra o meu e o perfume dela me invadiu de novo — doce, de pele, de mulher no cio. Enterrei os dedos no cabelo preto, na nuca, e trouxe sua boca pra minha. O beijo veio com fome, língua, dente, saliva. Sem pausa, sem dó.
Ela arrancou minha camisa e colou o corpo nu no meu. Beijou meu peito, mordeu meus mamilos e foi descendo. Lenta. Provocando. A boca dela desenhava caminhos na minha pele enquanto minha respiração falhava e virava gemido baixo. Ajoelhou na minha frente, abriu meu zíper e desceu a calça até o joelho. Mordeu meu pau por cima da cueca, me olhando de baixo. Olho de safada. Olho de quem sabe exatamente o que quer e não vai pedir.
Terminou de me despir. Cueca no chão junto com o resto. Me guiou pelas mãos, firme, e me deitou no tapete da sala. O chão duro sumiu. Só existia a boca dela.
Mãos pequenas, delicadas, mas sem um pingo de inocência. Acariciava minhas bolas enquanto me engolia inteiro. Ia fundo, voltava deixando a saliva escorrer pela cabeça, e me olhava. Era gulosa, quente, molhada. Ousada e carinhosa ao mesmo tempo. Minhas bolas latejavam, meu pau pulsava na boca dela, avisando que eu não ia aguentar muito.
Ela desceu mais. Beijou, chupou, lambeu minha virilha, minhas coxas. Esfregou os seios nos meus pés e começou a massagear cada dedo, tirando o cansaço do dia como se soubesse exatamente onde eu guardava a tensão. Beijou meu tornozelo, o peito do pé. E então, com a mesma maestria, abocanhou meu dedão. Inteiro. Até engasgar. Soltou, acariciou, brincou com a língua. Nunca ninguém tinha me chupado daquele jeito. O tesão era novo, estranho, e arrepiava minha espinha inteira.
Voltamos a nos beijar. Corpos nus, suados, roçando. Beijos longos, molhados, cheios de pressa e de demora. Aquela voz suave dela virava gemido rouco no meu ouvido e me deixava louco.
Desci pela curva do pescoço, abocanhei seus mamilos. Duros, arrepiados. Mordisquei, chupei, apertei aqueles seios brancos enquanto ela arranhava minhas costas. Tracei o caminho pela barriga até encontrar a calcinha azul, grande, já encharcada. Passei a mão por cima e senti: peluda, quente, úmida. Arranquei o último pedaço de tecido e mergulhei a boca nela.
Ela gritou. Enfiou os dedos no meu cabelo e puxou meu rosto contra ela, forçando, pedindo mais. Gozou na minha boca com um gemido longo que ecoou pela casa vazia. Não parou ali. Subiu em mim, montou no meu pau sem cerimônia e começou a cavalgar. Forte. Fundo. Sem freio.
Sua buceta era insaciável. Contraía, escorregava, me engolia. Veio o segundo orgasmo, o terceiro. Ela não parava. Rebolava, arranhava meu peito e gritava no meu ouvido, entre um gemido e outro:
— Me fode, seu safado… me come gostoso… come essa puta direito…
E eu obedeci.