A Fantasia do Algoz
Após mergulhar nas novidades do meu mundo sexual, realizei uma fantasia — na verdade, uma das muitas que guardo em segredo. Nunca as confessei a ninguém, exceto ao meu algoz sexual, que, de forma magistral, decidiu colocá-las em prática.
Eu seguia abandonada pelo meu marido, que estava em uma convenção de trabalho no exterior. Sozinha em casa e angustiada por não ver Tadeu há um dia inteiro, sentia o peso do silêncio; o canalha sequer respondera às minhas mensagens. Era sábado, passava das nove da manhã, e eu continuava nua sobre os lençóis. O sol tentava invadir o quarto para espantar a preguiça que me prendia à cama, mas o que realmente queimava era o fogo que subia por minhas coxas, implorando por sexo.
De repente, um ruído na varanda quebrou o silêncio. Antes que eu pudesse processar, a porta do quarto se abriu. Um homem alto, forte, negro e de expressão severa entrou no meu santuário. Usava jeans e uma camisa polo que mal continha seus músculos; exalava um perfume amadeirado, forte, um cheiro de macho dominante. Ele me devorava com os olhos. Entrei em pânico. Tentei exigir que saísse, ameacei chamar a polícia, mas o medo me paralisava.
Foi então que surgiu Tadeu. Ele sorriu, e o alívio me inundou ao perceber que aquilo era um jogo. Com um tom sombrio, ele anunciou que era um presente: seu amigo queria me possuir. Atônita, vi Tadeu caminhar até a poltrona sem me tocar ou beijar. Ele simplesmente se acomodou, libertou o membro pulsante e começou a se masturbar, ordenando que o "contratado" me comesse enquanto ele assistia.
O medo transformou-se em uma excitação avassaladora. O desconhecido, já nu, subiu na cama engatinhando em minha direção com um olhar penetrante que me fazia sentir a maior das vadias. Sem dizer uma palavra, ele me desferiu um tapa estalado no rosto, fazendo minha cabeça virar. Sob a influência de Tadeu, os golpes continuaram. Ele arrancou o travesseiro que eu usava para me esconder e me puxou pelas pernas, virando-me de costas.
As palmadas na minha bunda a deixaram em brasa. Eu olhava para Tadeu, que assistia a tudo fissurado, incentivando o amigo a bater mais forte, gritando que eu era uma piranha adúltera e que mulheres como eu mereciam ser tratadas como vadias. Fui abusada, tomada sem qualquer carinho. O homem era enorme em tudo e executava cada ordem de Tadeu com precisão cruel. Gozei horrores; minhas pernas tremiam involuntariamente. A humilhação de ser usada por um estranho sob o olhar de um voyeur era o ápice da minha perversão.
Descobri naquela manhã que amava a dor. Fui sodomizada de forma rude. As mãos pesadas do estranho apertaram meu pescoço enquanto dedadas violentas arrancavam de mim um squirt involuntário. Para finalizar o script, fui levada ao box do banheiro e obrigada a receber uma mijada quente no rosto, tudo devidamente filmado pelo celular de Tadeu. Depois, ainda nua e humilhada, tive que lhes servir o café da manhã antes que partissem.
Mais tarde, no banho, senti o ardor na minha bunda, agora rubra e marcada. No quarto, encontrei a blusa que Tadeu usara para se limpar; um desperdício, pensei, ele poderia ter gozado na minha boca.
Meu marido ligou várias vezes, perguntando se estava tudo bem. Com um sorriso cínico, respondi que estava tudo ótimo — afinal, já que ele preferia o trabalho, eu encontrava minhas próprias formas de suprir sua ausência com o dinheiro que ele me enviava.
No dia seguinte, ainda sentindo o corpo moído, recebi o vídeo. Assistir àquela cena foi quase tão excitante quanto vivê-la. Ver-me naquela posição, sendo usada e assistida, era magnífico. Tadeu me explicou depois que tudo fora planejado: pularam o muro disfarçados de técnicos de internet, com uniformes deixados na varanda para não levantar suspeitas. Cada detalhe daquela "invasão" foi desenhado para me levar ao limite.
Embriagada pela adrenalina e pelo desejo, parabenizei meu mestre. Eu já estava pronta para a próxima aventura.
