Na casa ao lado da nossa, reside Julia, minha amiga de infância e colega de escola desde o primário. Só nos afastamos quando ingressamos na faculdade optando por cursos diferentes.
O irmão da Julia está nos Estados Unidos estudando inglês num programa de intercâmbio. A família dela em retribuição está hospedando um rapaz americano, o Ethan.
Ethan é um loiro de vinte anos, simpático e sorridente. Alto que jogava basquete no colegial. Esporte esse que meu noivo Edson adora, apesar de não ter estatura para a prática. Simpatizou com ele, conseguindo se comunicar não sei como, cada qual arranhando o idioma um do outro.
A empatia recíproca foi tanto que ambos se tornaram inseparáveis, com meu noivo servindo de cicerone em nossa cidade. Até que Edson resolveu levá-lo para um dos passeios do clube de motoqueiros. Quem leu meus contos sabe sobre essa turma.
Como Ethan não pilota moto, Edson arrumou uma moto de 450 cilindradas para mim, já que a minha motinha não conseguiria acompanhar o grupo. A Julia quis ir também e assim, ela foi na minha garupa e o Ethan na moto do Edson. Duas garotas numa moto não chama atenção, mas, dois marmanjos na mesma moto já provoca olhares maliciosos. A gozação veio logo de um casal gay, o Vini e o Florzinha que falaram:
- E aí, Edson, você está saindo do armário também?
Meu noivo, gozador como ele só, levou na brincadeira fazendo gesto de desmunhecar virando a palma da mão, falando com voz de falsete e entonação afetada:
- Ai, seus bofes, podem parar viu? Eu sou é homem, eu sou muito macho, tá?
O Ethan logo se tornou o centro das atenções. Pela novidade e por ser americano. Já o apelidaram de gringo e todos tentavam se comunicar com ele. Se divertiam com seu jeito sério, sem entender os trocadilhos e meias palavras. Um verdadeiro cordeiro inocente no meio de um bando de lobos.
Piorou quando o Edson pediu para pegarem leve com ele, porque o Ethan era virgem. Isso foi como acender um palito de fósforo num barril de pólvora. As casadas liberais mais atiradas já se ofereciam abertamente para estreá-lo. Ele tinha contado para o meu noivo que diferente do que mostram os filmes americanos, perder o cabaço era bem complicado por lá. Ethan se surpreendeu ao saber que aqui no Brasil, era raro um rapaz de vinte anos ainda ser virgem.
Na volta, meu noivo falou para o Ethan vir na minha garupa e chamou a Julia para a moto dele. O gringo todo respeitoso veio na minha moto um tanto incomodado. Sentou longe e rígido. Isso dificultava minha condução, já que eu estou acostumada com a minha scooter e agora, lutando com o tamanho e peso da moto maior, ainda tinha na garupa uma estatua de pedra!
Como estava ficando para trás do grupo, parei no acostamento e falei para o Ethan:
- Agarre mais firme em mim porque vou ter que correr mais!
Pus as mãos para trás agarrando seus braços e o puxei, fazendo ele encostar nas minhas costas, trazendo suas mãos para enlaçar minha cintura. Usei tanta força que ele até bateu o seu capacete no meu. Aumentei a velocidade e vi que Edson tinha dado meia volta e vinha em ver o que estava ocorrendo. Ergui o dedão da mão esquerda sinalizando que estava tudo bem.
Logo alcançamos o grupo que liderado pelo Zé Grandão, tinha reduzido a velocidade por minha causa. Eles pararam numa lanchonete na beira da estrada. Esticamos as pernas e depois, na hora de seguir viagem, coloquei a duas mãos no ombro do Ethan, fazendo breve massagem, dizendo para ele relaxar.
Dessa vez não precisei agir. Ele ao subir na moto me abraçou por trás. Senti seu corpo colado no meu e veio a vontade perversa de provocá-lo. Afastei minha bunda fazendo pressão contra seus países baixos. Ele distanciou o quadril. Aproveitando uma longa reta, dei uma freada na moto, fazendo com que seu corpo fosse jogado sobre o meu.
Assustado, ele continuou grudado em mim. Mais um pouco, fiquei movendo o quadril para cima e para baixo, esfregando o traseiro. Ele em sua ingenuidade não percebia meu jogo e nem entrava nele. Eu queria ¨sentir¨ se ele estava excitado, o que não foi possível. Por mais que tentasse, não conseguia constatar uma possível ereção.
Já em casa, Edson me questionou porque me atrasei do grupo. Disse que eu estava tendo dificuldade com o Ethan na garupa todo rígido. Meu noivo já maliciou:
- Então ele estava rígido é? KKKKK.
- O corpo rígido, bobo! Não consegui sentir se lá embaixo estava duro também!
- Já estou sacando que você está querendo tirar o cabaço do gringo, né, safadinha?
- Bom, numa dessas... quem sabe?
- Olha, Lika, se for fazer isso, faça de um jeito que ele pense que eu não estou sabendo, tá?
Na primeira chance, me ofereci para mostrar nossa cidade sob o ponto de vista da mulher. De carro passamos pelo shopping e outros points frequentado pela galera. Depois dirigi para a saída da cidade, na região de motéis. Quando entrei num, enquanto eu pegava as chaves na portaria, ele sem entender nada perguntou o que eu estava fazendo.
- Vamos pegar um motel.
Respondi. Pela sua expressão deu para notar que ele pensou que eu estava maluca.
- Motel? Mas não estamos em viagem!
- Bem, Ethan, motel aqui no Brasil é diferente dos Estados Unidos.
- Diferente? Como?
- Aqui motel também se entra com carro, mas, ao invés de só hospedagem, se usa para outras coisas.
- Outras coisas? Que coisas?
- Vem. Vou te mostrar.
Quando estacionei e fui abaixar a cortina da garagem, ele se apressou em ajudar na tarefa. ¨Esconder o carro? Pra que?¨, deve ter pensado. Entramos no apartamento e ele veio atrás olhando o ambiente. A cama king size com enorme espelho no teto fez ele sentar na beirada admirando a vista para cima.
Liguei a TV e de cara apareceu um filme pornô com um cara bem dotado mandando ver numa morena escultural. Só então ele começou a entender o espírito da coisa. Rsrs. Ao mesmo tempo, deu para perceber um ar de apreensão e ansiedade. O que um homem virgem sente quando dá conta que está para comer uma mulher pela primeira vez? Gostaria de saber nos comentários a opinião de quem já viveu isso.
Lembrei da minha primeira vez. Até hoje não sei se perdi o lacre com um primo ou com meu noivo. Oficialmente, devo acreditar que foi com Edson. Se aconteceu foi de forma natural. No começo brincava com o primo, naquela de esfregar. Ele sempre tentando avançar mais, colocando a ponta. Gozando nas minhas coxas. Numa dessas, pode ter entrado mais e o hímen já era...
Quando passei a namorar com o Edson, fazíamos o mesmo. Até que um dia ele enfiou tudo. Lembro-me bem desse dia. Já que ele estava dentro de mim, deixei acontecer. Só estava preocupada que ele gozasse dentro, o que não aconteceu. Assim, passamos a transar sempre no começo com preservativo e depois, passei a tomar anticoncepcionais.
Agora estava eu com um virgem num quarto de motel. Perto da TV tinha um pequeno palco para karaokê (quem vai num motel para cantar?) e uma barra de pole dance. Esse sim, tinha utilidade. Aumentei o som da música ambiente e escolhi uma do gênero sensual. Ante olhar embasbacado do Ethan, comecei a dançar e tirei a blusa atirando para ele.
Com movimentos que lembrava de filmes, passei a rebolar e soltei o fecho da saia curta, aproveitando para fazer gestos concatenados e provocantes para retirá-la ficando só de sandálias de salto alto e lingerie preta que realçava a alvura da minha pele e corpo de ninfeta. Um strip tease de sedução que parecia estar atingido seu objetivo.
Ele com olhos arregalados grudados em mim. Dançando e girando, tirei o sutiã atirando para ele na cama onde já estavam a blusa e saia. Mostrando os seios firmes com biquinhos rosados. A calcinha era ponto alto e fiz questão de demorar, ameaçando retirá-la e parando em desistências propositais.
Finalmente a retirei e desci do palco indo até ele, colocando a peça em seu rosto. Ele fechou os olhos aspirando meus odores íntimos. Quando pegou nela aproveitei para apalpar seus países baixos. Senti a dureza de ereção plena. Com voz dengosa perguntei:
- Sou bonita?
- No...nossa. Bonita demais!
- Quer me comer?
Nem precisou responder. Seus braços me enlaçaram e sua boca buscou a minha. Um beijo molhado, cheio de desejo e tesão. Nessa hora só a libido comandava nossas ações. Enrolados deitamos na cama, alternando quem estava por cima. Enquanto isso, fui tirando sua camiseta e o ajudei a se livrar da bermuda, meias e tênis. Ele até ergueu o quadril para facilitar a retirada da cueca.
Um falo grosso e duro apareceu e eu o envolvi com a mão, subindo e descendo, expondo a cabeça inchada. Ethan todo tarado me fez deitar na cama e já quis penetrar. Algo que qualquer amante com experiência não faria. Já se colocou no meio das minhas pernas torneadas e ficou estocando em busca da entrada da minha bucetinha.
Sem saber como agir com um virgem, deixei que ele fizesse o que queria. Como não conseguia penetrar, peguei na vara e a encaminhei para o lugar certo. Nem estava tão pronta para a penetração quando ele enfiou seu naco de carne em mim. Até ardeu um pouco e logo de forma instintiva ele passou a meter.
Na hora até pensei em parar e encapá-lo com uma camisinha. Porém, não queria estragar seu momento. Deixei que continuasse metendo e logo ele socou tudo e parou. O pau pulsando dentro de mim, soltando porra sem parar. Até tremeu o corpo enquanto enchia minha xana de gala.
Todo mole, ficou pesando em mim, saboreando o prazer. A quantidade de sêmen era tanta que escorria pela virilha, me deixando incomodada. Pedi que ele fosse ao banheiro pegar papel higiênico. Despertado do torpor, ele se apressou em me atender. Passei o papel no vão das coxas e na xana, deixando ali para vedar o leitinho que não parava de vazar.
Só então tirei as sandálias e reassumindo o controle, o conduzi ao banheiro. Abri as torneiras da hidro e fui para o box. Ali, comecei a me lavar enquanto ele no cantinho só observava. Puxei-o para debaixo do chuveiro e fui lavando seu falo a meia bomba. O contato da minha mão fez ele endurecer de novo. Fomos para a hidro onde ele sentou do lado oposto, com ar preocupado e pensativo.
- Que foi, Ethan? Você não gostou?
- Não, Lika, Quer dizer, gostei demais! Foi muito bom mesmo! Só que...
- Só que, o que?
- É que, eu vou ter que casar com você?
Não pude segurar o riso. Quanta inocência! Ainda me divertindo pra valer falei:
- Olha, Ethan, a gente só transou, viu? Eu também transo sempre com o Edson. Então não preocupe, tá?
- Mas, Lika, você é noiva. E se o Edson souber descobrir?
- É só a gente não contar pra ninguém que ele não ficará sabendo.
Querendo o orgasmo, fiz ele sentar na borda da hidro e acariciei seu pica. Já quase dura, ajoelhei e coloquei a boca, envolvendo a cabeça com os lábios. A coisa até pulsou e então enrijeceu de vez. Envolvi a peça abocanhando por inteiro e fui mexendo como se minha boca quente e úmida fosse uma vagina.
Ele até gemeu de prazer. Quando reagiu estocando, parei para que ele não terminasse. Ainda não. Trocamos de lugar com eu sentando na borda. Abri as pernas expondo a xoxotinha e nem precisei pedir. Ele mesmo beijou os grandes lábios de forma desajeitada e passou a chupar.
Bem mais no clima agora, rebolava procurando fazer com que ele tocasse onde o prazer era maior. Saímos da hidro e sem enxugar, me apoiei na parede de pernas abertas. Abaixei o tronco afastando o quadril e ele sem saber o que fazer. Igual fiz na moto com ele de garupa, o puxei para que encostasse nas minhas nádegas.
Peguei no tarugo duro e encaminhei na xana. Ele enfiou e passou a meter por trás. Mais uma experiência para ele. Enquanto ele socava, deixei só a mão esquerda me apoiando e com a direita passei a manipular o grelhinho numa masturbação frenética. Não demorou para sentir o clímax chegando.
Tive um orgasmo gostoso a ponto das pernas fraquejarem. Ele segurando no meu quadril de forma possessiva, numa transa animal, acelerando as metidas até que gozou novamente. E mais uma vez, soltou boa quantidade de gala dentro de mim. Ficamos engatados assim até que aos poucos, saiu de mim.
A primeira vez que ele encontrou meu noivo, ele ficou todo constrangido e sem graça, tentando manter normalidade. Um péssimo ator que me fez rir por dentro. Até o Edson pra quem eu tinha contado como foi, se divertia da situação. Ainda transei mais duas vezes com Ethan.
Devia ter dado o cuzinho pra ele numa iniciação completa. Mas não aconteceu nem sei porque. De qualquer modo, com certeza ele irá lembrar desta loirinha ninfeta pro resto da vida. Uma inesquecível recordação no seu período em nosso país. Tenho a sensação que iremos nos rever futuramente...
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FOTOS: Quem não me viu ainda, deixei e-mail nos comentários que a divulgação envia. Bjus.
