O dia que vi minha mãe trepando

Um conto erótico de Novinha Peituda
Categoria: Heterossexual
Contém 997 palavras
Data: 12/04/2026 05:15:55

Eu era nova.

Hoje, ainda que sendo novinha e já bem tarada (até com meus traços de ninfomaníaca) reconheço que isso fez toda a diferença.

Mas devo dizer que antes desse evento as coisas não eram tão assim.

Aos 20 anos posso dizer que é bom ter nascido e crescido numa era em que o xvídeos já existia.

Fiz essa comparação com meu namorado e falamos muito sobre.

Já quando estava BEM iniciando os sentidos e sentimentos do corpo, eu tinha acesso a pornô pelo celular, pelo notebook, o que me deu uma visão totalmente intensa, violenta, agressiva e selvagem do que seria o sexo para mim.

Ainda assim, o que vou contar agora, foi bem maior.

Pois bem.

Meus pais se separaram eu ainda era bem pequena.

Minha mãe ficou comigo e com a casa, enquanto meu pai desapareceu. Ainda vou contar outros eventos sobre meu pai, em um outro momento.

Então morávamos ali, naquela casa ainda em construção, com um tapume fazendo o papel de porta, nós duas - mamãe e eu - e nossas poucas coisas.

Eu já tinha meu quarto, que foi bem planejado para mim. Tinha minha cama de casal, minha arara improvisada, uma coisa aqui outra ali.

E minha mãe tinha também o quarto dela.

Nossa sala era basicamente um rack e uma TV, com um sofá de canto de 3 lugares, desses que esticam e ficam maiores, e um tapete colorido.

Como citei, meu pai simplesmente nos largou. E a casa ficou ali, no meio da obra.

Minha mãe, que era caixa de supermercado, sempre falava com muita gente. E nisso acabou acontecendo de ela conhecer um engenheiro.

E é aí que a história de fato começa.

Minha mãe é diferente de mim. Quem já leu meus contos aqui sabe: sou baixinha, 1.55m, um corpinho esguio, com uma bundinha bem proporcional, cabelos cacheados grandes e uma boca de dar inveja. Meus peitos, entretanto, são o diferencial: enormes. Lindos, grandes, com o bico rosa, em formato de gota. Meus decotes são minha maior arma.

Minha mãe, já, não. Ela é magra, um pouco mais alta que eu, e ainda que tenha os cabelos encaracolados, seu corpo é diferente. Ela malha muito, então é mais magra para a idade, tem peitos pequenos e uma bunda mais redonda de modo que sai para fora da linha da cintura. Os homens sempre olham para aquele rabo dela sempre que vamos para os lugares.

Certa vez, um amigo me disse que minha mãe tinha cara de puta pobre. Safada e vagabunda, porém baixa. Guardei isso para mim e talvez ajude por aqui.

Ao conhecer esse engenheiro, ela já o mencionou nas nossas conversas. Dizia que era um homem bom, pastor da igreja, engenheiro, e que estava disposto a ajudar-nos a terminar a nossa casa. Eu não entendia muito bem, mas parecida razoável. Era bom poder contar com a ajuda de alguém nesse momento.

Algumas semanas depois dessa conversa ele começou a frequentar nossa casa. Fazia a inspeção com os pedreiros, cuidava de tudo, mas eu percebia que depois do trabalho ele não ia embora.

Ficava ali, tomavam um café - mamãe e ele - e batiam papo.

Isso já era rotina então ver aquele homem ali com frequência na nossa casa se tornou normal para mim.

E foi então que em uma dessas noites, aconteceu.

Já estava tarde. Mamãe já havia me dado um beijo de boa noite e encostado a porta do meu quarto.

Como eu ainda não estava com sono, fiquei no celular.

E comecei a ouvir...

Pá...

Pá...

(então um silêncio)

E de novo...pá!

Como barulho de tapas, de um estalo.

Fui até a porta e, sorrateiramente, a abri...pra ficar só uma fresta.

Da minha porta dava pra ver a sala certinho na diagonal. E o que vi foi tão estranho, mas já estava ali, de modo que não consegui parar de olhar.

O engenheiro e minha mãe se beijavam e se apertavam. Forte. Ele olhava nos olhos dela e, com a mão aberta, batia em seu rosto:

Pá!

Esses eram os estalos

Ela sorria. Um sorriso safado. Como quem gostava e queria mais. Como quem aprovava os tapas.

E eu ali. Na porta do quarto. De pijaminha, olhando tudo aquilo, e sem saber exatamente o que pensar. Confesso que até achei que mamãe estivesse em perigo.

Até ver aquele sorriso.

Ela tava é gostando!

Num movimento rápido ela virou de costas, se apoiou no sofá, e empinou a bunda para aquele homem que já mexia no pau por cima da calça.

Ao ver aquela bunda ele só abaixou e enfiou a cara com tudo. Devia estar lambendo sua buceta, seu cuzinho, porque ela gemia com muito tesão.

- Ahhhhhhhnnnnn...me chupa!

E empinava ainda mais aquele rabo.

Me abaixei rapidinho pra que eles não me vissem. Minha bucetinha já estava molhada, o que foi bem estranho no começo, mas não resisti e comecei a me tocar.

Ela gemia enquanto ele dava tapas naquela raba e fazia barulho de quem estava sugando ferozmente.

Quando ele levantou, abriu o zíper, colocou o pau pra fora. E eu fiquei em choque.

Acho que ali eu entendi porque minha mãe o trouxe para casa.

Ele tinha um pau grande e grosso. De longe já parecia muito grosso. Imaginei de perto.

Minha bucetinha latejava.

Ele chegou mais perto, abriu a bunda da minha mãe, e sem cerimônia, entrou.

E ela gritou.

Depois lembrou que eu estava em casa, pela cara, e tentou abafar os gritos com uma almofada.

Enquanto ele socava.

Segurava na cintura dela, e socava.

Fundo.

Eu não sabia que sexo podia ser assim. Achava que era coisa de filme.

Mas não.

Era violento.

Era forte

Não demorou muito pra ele gozar. Percebi que ele também tentou conter os gritos.

Saí rapidamente na porta e voltei para a cama, deitando de lado, e fingindo que estava dormindo.

Percebi que minha mãe veio e fechou a porta.

Fiquei acordada pensando nessa cena. Por horas.

Afinal, eu gostei.

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