Tarefas domésticas - crise pós desejo

Um conto erótico de AnonymousG
Categoria: Gay
Contém 1030 palavras
Data: 02/04/2026 05:53:35

Meu pai estava sentado no sofá e quando falou para eu bater uma para ele para ver se eu aprendi, ele jogou os braços para trás da cabeça, encostou no sofá, abriu as pernas e deu acesso ao seu pau.

Eu no começo comecei batendo de forma estranha, ele foi me instruindo e quando eu peguei o jeito, ele começou a revirar os olhos e a gemer.

Molhei os dedos com baba e comecei a esfregar na cabeça do seu pau, igual ele fez comigo.

Caralho filhao, assim o papai não vai aguentar muito.

Ele voltou a gemer, dessa vez mais alto. O seu corpo ia caindo cada vez mais para ponta do sofá, como se ele estivesse derretendo de tesão. Chegou um momento que a sua bunda ficou para fora do acento do sofá e como ele estava com as pernas abertas, eu podia vislumbrar todo o seu cuzinho, que se contraria a cada gemida.

Aquilo estava me fascinando, aquele cuzinho piscando só aumentava meu tesão. Meu pau já estava duro de novo, o tesão me dominava novamente. Minha boca salivava vendo aquele cuzinho. Eu não sei porque, mas algo dizia para eu explorar aquela área, para lamber e passar os dedos.

No auge do tesão e vendo meu pai ali entregue a mim, eu não resisti. Ao invés de preparar o terreno passando os dedos, porque corria o risco do meu pai brigar comigo, eu passei logo a língua. Ele travou minha cabeça no meio de suas pernas com o susto.

Essa área não é permitida, filhao!

Como minha cabeça estava presa com duas pernas e eu já estava com a língua em seu cu, apenas continuei linguando. Ele continuou reclamando, mas foi relaxando. Quando dei por mim, ele estava com as pernas em posição de frango, e eu chupando o seu cu e batendo uma para ele.

Ele começou a rebolar, podia sentir seu cuzinho se contraindo na minha língua. O tesão estava tão grande e ntrávamos tão entregues a essa troca. Que eu levantei, pincelei meu pau no seu cuzinho e quando eu coloquei só a cabecinha, ele gemeu alto, suas pernas começaram a tremer sozinhas e freneticamente, seu pau inchou numa proporção tão grande que parecia que ia explodir e na verdade explodiu de tanta porra.

Caiu na sua cara, no seu peito, no seu cabelo. E enquanto tudo isso acontecia, ele contraia seu cuzinho na cabecinha do meu pau e ao vê-lo daquele jeito e recebendo mordidinhas com seu cuzinho no meu pau, não resisti e gozei dentro dele.

Após todo o tesão, estávamos exaustos. Do jeito que estávamos, apenas deitamos no sofá e dormimos abraçados.

Quando eu acordei no dia seguinte, eu estava sozinho. Ainda melecado de porra seca e uma memória fantástica sobre ontem, que fazia meu pau pulsar. Mas ele não estava lá. O chamei pela casa e não obtive respostas.

Tomei meu banho, tomei meu café e por ser sábado, fui jogar bola com os muleques do colégio, mantendo nossa tradição mesmo após terminarmos o colegial.

Quando cheguei do futebol, meu pai estava do mesmo jeito de sempre. Com seu shorts sem cueca, preparando uma comida para a gente.

- Eai filhao, como foi o futebol ?

- Foi dahora, pai. O senhor deveria ter ido, os meninos perguntaram do senhor.

- Fala que na próxima, eu vou!

Conversamos mais um pouco sobre coisas aleatórias e por mais abertos que fôssemos em relação a sexo e coisas naturais de homens, em nenhum momento, meu pai comentou sobre o que aconteceu ontem. Muito pelo contrário, sempre que eu chegava perto dele, ele se retraia, parecia que estava com medo de mim. Eu me senti um pouco mal, parecia que eu tinha forçado tudo o que aconteceu ontem.

Fui para o meu quarto tomar banho e fiquei por lá jogando meu PlayStation. Eu também pensei em deixar para lá o que aconteceu e seguir como se nada tivesse acontecido. Até porque, por mais gostoso que tivesse sido, eu não queria perder o vínculo que eu tinha com meu pai.

Passei a ficar mais no meu quarto, não andava mais pelado como antes, sempre estava com um shorts, mesmo sem cueca, mas sempre de shorts. Passei a fechar a porta ao tomar banho, nossa relação tinha dado uma esfriada.

Até que ele percebeu o quanto nós nos afastamos, o quanto eu mudei depois da sua reação e como estávamos indo de mal a pior.

Na quinta feira, quando ele chegou do serviço com seu terno engomado, sentou na cozinha para almoçar. Eu estava na sala deitado, quase dormindo. Ele chegou, deitou de frente para mim. Começou a beijar minha testa, a alisar meu cabelo, a ter o mesmo carinho que ele tinha antes de nos afastarmos. Ele sempre foi muito carinhoso comigo, mesmo sendo bruto, mas desde o ocorrido na cozinha, nemhum abraço mais eu tinha recebido.

- Você perdoa o papai ?

- Eu não respondi nada, estava um pouco sonolento e ainda processando as informações.

- Aquele dia foi muito bom, eu nunca tinha sentido tanto tesão na vida e isso me assustou. Ainda mais por você ser o meu filho. Fiquei com medo de te perder. Voce é meu parceiro, meu moleque, meu meninão.

- Você nunca vai me perder, pai. Não importa o que aconteça!

- Você promete filho?

- Sim pai, se o senhor se arrependeu daquele dia, tudo bem! Só não se afasta de mim dessa maneira.

Ele me abraçou forte, forte mesmo. Voltou a me alisar, alisava minhas costas, meu cabelo. Com aqueles toques, por maior esforço que eu fizesse, era inevitável meu pau não ficar duro.

Ele sentiu meu pau duro na sua barriga, deu uma risada gostosa e safada, apertou minha nuca e começou a esfregar a barriga no meu pau. De forma bem sútil, bem suave. A atmosfera daquele nosso dia se instalou novamente. O cheiro de testosterona pairava no ar. Eu já estava entregue, ele também.

Mas dessa vez tinha algo diferente, tinha desejo entre a gente, tinha paixão. Ele olhou nos meus olhos como confirmação de que estava tudo bem, que não dava mais para negar e esconder esse tesão. Logo, aproximou sua boca da minha e meu beijou com desejo.

Continua…

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Comentários

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Tesão demais vendo eles se entregarem assim… Continu logo!!!

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