"Blz, Mas Não Conta pra Ninguém" O dia que transei com o rapaz da limpeza que era meu subordinado.

Um conto erótico de Cdzinha Isa
Categoria: Gay
Contém 1178 palavras
Data: 12/04/2026 03:27:04
Última revisão: 12/04/2026 03:48:05

Como contei em histórias anteriores, quando cheguei em Sampa, no ano de 2000, fui trabalhar numa empresa terceirizada na área de zeladoria patrimonial. Vim para morar com minha prima, fazer faculdade – meu pai ia pagar os estudos, o aluguel (que eu dividia com ela) e a alimentação.

Trabalhei por três anos num prédio no Alto do Ipiranga, onde tive um ficante que era filho do zelador. Fiquei por lá até a empresa perder o contrato. Quando tive que sair desse condomínio, pensei em parar, porque já estava no último ano da faculdade e buscando estágios. Mas a empresa me fez uma proposta: trabalhar num condomínio no Analia Franco, que ficava perto de casa, e ainda me ofereceu o cargo de líder, já que o prédio era de alto padrão. Eu ia ganhar acúmulo de função e também uma premiação que o condomínio dava. Aceitei na hora – no fim, tive um aumento de cerca de 35% no pagamento.

No dia de me apresentar, o supervisor já estava lá me esperando para me apresentar aos outros funcionários. Chegando, conheci os quatro caras com quem eu ia trabalhar das 18h às 6h da manhã, no esquema 12×36. Eu era o líder, então tinha que orientar e dar apoio a moradores e funcionários. A equipe era: um porteiro, um vigia que ficava do lado de fora do prédio, um controlador de acesso das garagens e o Luiz, o cara da manutenção e limpeza, que ficava só até as 22h.

Esse prédio era alto padrão – por dentro, parecia um resort. Tinha academia, salão de jogos, piscina e piscina aquecida com sauna. ("Aliás, transei nessa área da sauna com um morador chato pra caramba, que era mais gay do que eu, mas isso fica para a próxima história"). Era um condomínio de pouco movimento, mas tudo tinha que estar sempre pronto para o morador que quisesse usar. Eu, como líder, deixava tudo certo e aberto até as 22h; depois desse horário, ninguém podia usar mais, e eu fechava tudo. Como eu disse, o Luiz saía às 22h.

Gente, eu sempre tive um jeito de jogar umas piadinhas, brincadeiras... aquele "vai que cola". E sempre prestei muita atenção em gestos e olhares. Sempre consegui reconhecer se daquela situação sairia alguma coisa ou não. Tanto que, das empresas que trabalhei, só em uma eu não transei com ninguém. Nas outras, sempre descolei uma trepada com algum macho.

Nesse primeiro dia, fui conhecer todo o prédio com o Luiz. Ele, na época (2004), tinha 27 anos, e eu 24. Ele não era bonito – faltava até um dente na frente. Sabe aquele cara que estudou só até a 5ª série, sem orientação da família? Era ele. Mas já no primeiro dia a gente se deu bem. Na hora de ele ir embora, às 22h, foi que me chamou a atenção: ele veio até a portaria deixar umas chaves. Sabe aquele cara feio que anda arrumadinho e cheiroso? Era ele. Todo colorido, cheio de corrente. Achei legal o jeito dele. Os meninos me disseram que ele sempre andava no estilo MC.

No outro plantão, eu cheguei que nem uma putinha, tudo apertado rsrs. O Luiz viu e percebi que ele enxergou ali um viadinho. Fui no vestiário me arrumar. Aliás, sempre que eu ia lá me trocar, estava o seu Osvaldo, o controlador de acesso. Quando via ele se trocando, ficava admirado com o tamanho do saco e o volume daquela rola do coroa na cueca – lógico que sem ele perceber. Ele era muito sério, nunca dava abertura para brincadeiras.

Fui fazer o trabalho e fiquei um pouco acompanhando o Luiz. Não me lembro bem qual foi a deixa, mas sei que depois de algumas piadas e brincadeiras a gente já tinha entendido o que queria. Quando dava umas 21h40, o Luiz ia para o vestiário tomar banho. Eu já começava a fechar as áreas comuns: academia, sauna, piscinas. Assim que fechei tudo, fui para o vestiário. Já tinha avisado os outros funcionários que iria jantar e que, se precisassem de algo, era só me chamar no rádio.

O vestiário e a cozinha ficavam próximos, no subsolo do prédio, num corredor sem câmeras. Fui até a cozinha, coloquei um lanche no micro-ondas para aquecer e fiquei na dúvida se ia até o vestiário. Mas acabei indo. Cheguei lá, bati na porta. O Luiz abriu só de cueca e já perguntou o que eu queria. Só me lembro de ter falado alguma coisa e peguei na pica dele. Foi aí que tremi por alguns segundos. Ele pegou no meu punho, levantou minha mão com força, olhou pra mim e disse: "Blz, mas você não vai falar nada pra ninguém. Se você falar alguma coisa, você está fudido."

Veio aquele alívio. Eu já ajoelhei, baixei a cueca dele e comecei a mamar aquela pica. Enquanto fui tirando o blazer, ele sentou no banco, abriu as pernas, e eu fiquei de joelhos na frente dele, mamando. Gente, chupei gostoso aquela pica: ia lambendo da cabeça do pau até o saco dele. Ele, todo sentado com um tesão da porra, passava a mão nos meus cabelos e forçava eu a engolir todinha aquela rola. Que delícia de rola. Até que ele gozou bem gostoso. Limpei a rola dele com papel e fui jantar, enquanto ele foi embora.

No plantão seguinte, trocamos ideia. Quando falei que ia trabalhar um pouco, só ouvi ele dizer: "Blz, mais tarde te espero lá no vestiário." Trabalhei aquele dia com o cuzinho pegando fogo. Quando deu 22h, já tinha fechado tudo e fui para o vestiário. Avisei os meninos: qualquer coisa, me chamassem no rádio, porque eles não podiam deixar o local de trabalho sem eu estar lá para segurar.

Cheguei no vestiário, abri a porta. Ele já estava sentado no banco com a pica dura na mão, já mandando eu ir mamar. Só que dessa vez eu já fui tirando a roupa enquanto ele me atiçava, segurando aquela pica dura e dizendo que era somente minha, que era para eu engolir todinha. Quando ajoelhei e comecei a mamar, ele já estava mais atiçado. As mãos já me seguravam pelos cabelos e um dos pés na minha costa, quase me prendendo, sem eu ter como correr. Ele fazia eu engolir aquela rola e bombeava a pica na minha boca.

Até que, com muito tesão, ele pegou uma camisinha e me fez colocar naquela pica. Puxou o banco para o meio, me colocou de quatro no meio do banco. Deu tempo só de eu passar uma saliva no meu cuzinho. Ele, atrás, em pé, me segurou pelos ombros e começou a socar gostoso aquela rola no meu cuzinho. Que delícia, aquele macho socando gostoso e falando baixinho para eu tomar pika. Eu pedia para ele socar cada vez mais, mais. Até que ele gozou gostoso, matando aquela vontade do cuzinho.

Mamei e dei para esse cara por uns quatro meses. Lógico que não era todo plantão, mas sempre que ele queria, eu ia pelo menos mamar. Depois arrumei um estágio e pedi para sair. Não tivemos mais contato.

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