Sabe quando você entra em uma rotina que tudo parece igual sempre? Pois é, assim as coisas estavam indo. Eu ainda estava muito abalada com tudo que andava ocorrendo ou melhor, com o que não estava ocorrendo.
Voltando do mercado, em mais um dia como outro qualquer me deparei com aquela sensação extrema de dejavu.
Entrei pela porta da garagem, que tinha ficado aberta. Passando pela lavanderia, flagrei Lúcia, com a camiseta totalmente molhada. Seus seios perfeitos, bicos durinhos, marcados no tecido. Ela estava na porta onde Erick trabalhava. Eu já havia visto aquela cena, o mundo pareceu congelar, toda a situação voltou em um misto de tesão e arrepio. A curiosidade me queimava, fiquei silente observando, quieta. Lúcia, que estava de costas para mim, compenetrada olhando para o quarto, tirou a calça, calcinha e entrou, apenas com a blusa molhada.
Respirei fundo. O coração batia forte. O tesão estava insuportável. Era aquele fogo que o Erick acendia em mim sem saber, e que agora queimava por dentro, pedindo passagem.
Deixei as compras no chão. Tirei os sapatos devagar, para não fazer barulho. Não tinha mais volta. Meus pés nus deslizavam pelo piso frio enquanto eu me aproximava da sala, o coração na boca, a buceta já pulsando, molhada, pedindo. Eu queria ver o que ia acontecer. A cada passo, lento, tentando imaginar o que estava acontecendo. Já pensando que seria impossível não acontecer nada. A excitação era enorme. Pareceu uma eternidade caminhando, mas com todo o cuidado.
Quando cheguei na porta, vi.
Lúcia estava montada no Erick.
A camiseta dela tinha ido para o chão, abandonada como uma casca desnecessária. Os seios dela, morenos, redondos, com os bicos duros como pequenas cerejas maduras, balançavam soltos no ritmo do vai e vem. O Erick deitado no tapete, as mãos firmes nos quadris dela, guiando o movimento. O pau dele – enorme, grosso, latejante – entrava e saía da buceta dela com um som molhado e excitante que me atravessava.
A bunda dela, durinha, redonda, subia e descia com uma precisão de quem já sabia o que estava fazendo, em um ritmo sensual, como se dançasse uma música que só os dois ouviam. O cabelo dela, preso no alto, se soltara em alguns fios que colavam no suor do pescoço.
Nenhum dos dois me viu.
Ela gemia baixo, a cabeça jogada para trás, a boca entreaberta, os olhos fechados. Ele olhava para ela, os olhos brilhando de desejo, a respiração pesada. Naquela cena, eu não existia. Eu era apenas uma espectadora invisível.
Mas eu não queria ser só espectadora.
As mãos começaram a se mover antes que eu pensasse. Subiram para a blusa, puxaram por cima da cabeça. A calça escorreu pelas pernas. A calcinha foi a última, deslizando devagar, como quem se despe para um amante. Fiquei só com a pele, os seios à mostra – firmes, os mamilos já duros só de assistir – e a buceta já toda melada, escorrendo, pronta.
Entrei na sala.
Foi Lúcia quem me viu primeiro. Seus olhos verdes se arregalaram, surpresos, mas não assustados. Um sorriso lento abriu no canto da boca dela. Ela parou o movimento por um segundo, o pau do Erick ainda enterrado fundo nela.
— Vivi… — ela sussurrou, e a voz dela era um convite.
Erick virou o rosto asustado a princípio e me viu.... Seu olhar percorreu meu corpo dos pés à cabeça, devagar, como quem saboreia cada centímetro. Os olhos dele brilharam de um jeito diferente. E então ele sorriu. Não disse nada. Não precisava.
Lúcia continuou cavalgando, sem pressa, apenas mantendo o ritmo enquanto eu me aproximava.
Ajoelhei ao lado deles, primeiro de frente para Erick. Ele estava deitado, mas seus olhos estavam em mim. Passei a mão no peito dele, senti os músculos duros, os pelos macios. Desci devagar, os dedos percorrendo a linha do abdômen, enquanto Lúcia rebolava devagar, o pau dele desaparecendo dentro dela a cada descida.
Minha mão chegou à base do pau dele. Ali, onde a pele era mais fina, mais quente. Toquei com a ponta dos dedos, sentindo a pulsação, o movimento de vai e vem que Lúcia comandava. Ele gemeu baixo. Envolvi a base com a mão, firme, e senti o pau dele latejar dentro de Lúcia. Ela gemeu também, sentindo a pressão extra.
Com a outra mão, desci até o saco dele – pesado, cheio, as bolinhas rolando sob meus dedos. Acariciei devagar, enquanto Lúcia continuava cavalgando. O pau dele entrava e saía, e minha mão acompanhava o movimento na base, às vezes apertando, às vezes só acariciando.
— Assim, Vivi… assim… — Erick murmurou, a voz rouca.
Lúcia olhou para mim, os olhos vidrados de prazer. Ela estava perto. Eu podia sentir pela forma como sua respiração ficava mais curta, pelos gemidos que saíam mais agudos.
Então mudei o foco.
Minha mão que estava no saco dele subiu, encontrou a bunda de Lúcia. Apertei – durinha, redonda – e deslizei os dedos por entre as nádegas, chegando no ponto onde o pau dele entrava nela. A buceta dela estava toda melada, escorrendo, os lábios abertos. Enfiei dois dedos junto com o pau dele, sentindo a pressão dos dois lados.
Lúcia gritou.
— Assim, Vivi, assim! Não para!
Continuei, os dedos dentro dela, acompanhando o ritmo. Minha outra mão não largava a base do pau dele, acariciando o saco, a raiz. Eu era o elo entre os dois, sentindo os dois corpos ao mesmo tempo.
Lúcia começou a tremer. Seus movimentos ficaram erráticos, os gemidos mais altos.
— Vou gozar — ela avisou, a voz falhando.
Não parei. Continuei com os dedos dentro dela, a mão na base do pau dele, enquanto ela se contraía, o corpo todo se arqueando. Quando o orgasmo veio, ela gritou – um som agudo, solto – e caiu para frente, sobre o peito de Erick.
Foi nesse momento que ela me puxou.
Lúcia estendeu o braço, agarrou minha nuca, e me trouxe para perto. A boca dela encontrou a minha – um beijo quente, molhado, cheio de língua. Ela mordeu meu lábio inferior, e eu gemi dentro da boca dela. Depois, sem soltar o meu beijo, ela virou o rosto e puxou Erick pelo cabelo.
Ele entendeu.
As três bocas se encontraram. Foi um beijo triplo, desajeitado, delicioso – línguas se tocando, lábios se confundindo, respirações misturadas. Eu nunca tinha beijado duas pessoas ao mesmo tempo. Senti a língua de Erick e a de Lúcia na minha boca, alternadamente, e minha buceta pulsou de tesão.
O beijo durou o que pareceu uma eternidade. Quando nos separamos, Lúcia estava ofegante, mas sorrindo.
— Agora é sua vez, Vivi — ela disse, a voz ainda trêmula do orgasmo.
Ela se levantou devagar, o pau de Erick escapando da buceta dela com um som úmido. Eu fiquei ali, ajoelhada, o corpo inteiro em brasa. Lúcia veio para trás de mim, passou as mãos pelos meus ombros, desceu pelos meus braços.
— Deita — ela sussurrou no meu ouvido. — Deixa eu te preparar.
Obedeci. Deitei de costas no tapete, o corpo mole, os olhos semicerrados. Lúcia se ajoelhou entre minhas pernas, abriu meus joelhos. Olhou para minha buceta – escorrendo, pulsando – e sorriu.
— Toda molhada já, hein?
— Só de olhar — respondi, a voz falhando.
Ela inclinou a cabeça e passou a língua no meu clitóris. Uma lambida rápida, só para provar. Depois outra, mais demorada. Abriu meus lábios com os dedos e mergulhou a boca inteira na minha buceta, chupando, lambendo, enfiando a língua.
Eu me arquei, as mãos no cabelo dela.
— Lúcia…
Ela não parou. A língua dela circulava no meu clitóris enquanto dois dedos entravam em mim, me abrindo, me preparando. Eu já estava escorrendo, mas ela queria mais. Queria que eu ficasse louca.
E não demorou. O orgasmo veio rápido, intenso, uma onda que subiu da buceta e explodiu no meu corpo inteiro. Minhas pernas tremeram, minhas mãos apertaram o cabelo de Lúcia, e eu soltei um gemido longo, preso, que ecoou pela sala.
Quando terminei de gozar, Lúcia se levantou e me beijou – eu senti o gosto da minha própria buceta nos lábios dela.
— Pronta? — ela perguntou.
— Pronta.
Ela se afastou, deitou de lado no tapete, os olhos verdes brilhando de tesão. Erick se ajoelhou na minha frente, me puxou pelo braço, me deitou de costas. Ele abriu minhas pernas, olhou para minha buceta aberta, molhada, pronta. Inclinou a cabeça e passou a língua do começo ao fim, lambendo todo o meu mel. Eu quase gritei.
— Porra, Erick — eu gemi.
Ele riu, safado. Enfiou dois dedos dentro de mim e começou a me dedar enquanto chupava meu clitóris. Lúcia não ficou parada. Ela se ajoelhou ao meu lado, começou a beijar meu pescoço, desceu para os meus seios. A boca dela sugou meu mamilo esquerdo, a língua circulando, os dentes mordendo de leve. Eu me arquei, as mãos no cabelo dela.
Não demorou muito para eu gozar de novo. O segundo orgasmo veio mais rápido, ainda mais intenso, uma onda que subiu da buceta e explodiu no meu corpo inteiro. Minhas pernas tremeram, minhas mãos apertaram o cabelo de Lúcia e o ombro de Erick ao mesmo tempo. Eu soltei um gemido longo, preso, que ecoou pela sala.
Antes que eu pudesse me recuperar, Erick subiu sobre mim. O pau dele roçou na minha entrada, molhou na minha buceta, e ele entrou. De uma vez. Fundo.
— Aí, caralho — eu soltei, agarrando as costas dele.
Ele começou a me comer. Forte. Rápido. Cada estocada fazia meu corpo inteiro se mexer, meus seios balançando, minha respiração falhando. Lúcia não ficou de fora. Ela se ajoelhou ao lado da minha cabeça, abriu as pernas e sentou no meu rosto.
— Agora é você quem me chupa, Vivi — ela disse, com a voz safada.
Abri a boca. A buceta dela desceu sobre mim, molhada, quente, com o gosto do pau do Erick que tinha acabado de sair de dentro dela. Passei a língua do começo ao fim, senti o clitóris dela duro, chupei, lambi, enfiei a língua dentro dela. Ela gemia, rebolava na minha cara, as mãos nos meus cabelos.
Enquanto isso, Erick me comia por baixo. Eu estava sendo comida pelos dois ao mesmo tempo – o pau dele na minha buceta, a buceta dela na minha boca. Eu nunca tinha sentido algo assim. Eu era apenas um corpo entregue ao prazer, sem pensamento, sem culpa, só sensação.
Erick parou de repente. Tirou o pau de dentro de mim.
— Vira — ele disse, a voz grave.
Obedeci. Virei de bruços, de quatro. Lúcia se posicionou na minha frente, mas agora ela também se deitou, de costas, deslizando por baixo de mim. Sua boca ficou bem embaixo da minha buceta, e as pernas dela se abriram ao lado da minha cabeça. Entendemos ao mesmo tempo.
Eu desci a boca na buceta dela, e ela subiu a boca na minha. Ao mesmo tempo. Nossas línguas se encontraram no meio, nos lábios uma da outra, um beijo molhado entre as nossas pernas. Ela chupava meu clitóris enquanto eu chupava o dela, nossos gemidos abafados pela carne uma da outra.
E então Erick entrou em mim por trás.
Ele se ajoelhou atrás de mim, segurou meus quadris, e enfiou o pau de novo na minha buceta, que já estava escorrendo. Comecei a gemer na buceta de Lúcia, e ela gemeu na minha, vibrando. Cada estocada do Erick empurrava minha boca contra a buceta dela, mais fundo, mais molhado.
Erick começou a acelerar. Lúcia, ali debaixo, sentiu o movimento. Ela tirou a boca da minha buceta por um segundo, desviou a cabeça, e começou a lamber o saco do Erick a cada estocada. A língua dela encontrava as bolas dele, molhadas de suor e de mel, enquanto ele entrava e saía de mim. Depois subia, lambia a base do pau dele, a parte que ficava de fora, e voltava para minha buceta, chupando com mais vontade.
Eu não aguentava mais. Sentia a língua de Lúcia no meu clitóris, o pau de Erick dentro de mim, e ainda chupava a buceta dela, sentindo o mel escorrendo na minha língua. Era overdose de prazer.
— Vou gozar — eu avisei, a voz saindo trêmula.
Erick acelerou mais. Lúcia chupou meu clitóris com força, sugando. Eu gozei com um gemido abafado na buceta dela, o corpo todo se contraindo, a buceta pulsando no pau dele. Ele sentiu minha contração e gozou junto, o leite quente jorrando dentro de mim, escorrendo pela minha coxa, e Lúcia lambeu tudo, passando a língua no caminho do pau dele, no meu mel, misturando tudo na boca dela.
Ela gozou também, na minha boca, o mel escorrendo pela minha língua, e eu engoli tudo, sem deixar nada cair.
Ficamos os três ali, ofegantes, suados, o tapete todo molhado. Lúcia saiu de debaixo de mim, se esticou no tapete. Erick tirou o pau de dentro de mim e deitou de lado. Eu caí no meio dos dois, um braço em Lúcia, a mão no peito de Erick. Ficamos os três abraçados, sem pressa, sem culpa.
Lúcia se levantou primeiro. Erick ficou deitado, me puxou para o peito dele. Eu encostei a cabeça no ombro dele, sentindo o coração dele bater rápido.
— Isso foi… — ele começou.
— Incrível — completei.
Lúcia chamou para um banho, fomos os 3.
Lúcia abriu a porta de vidro e entrou primeiro. Ligou a água, regulou a temperatura. O vapor começou a subir, embaçando os vidros devagar. Ela se virou para mim e estendeu a mão.
— Entra, Vivi.
Entrei. A água quente bateu nos meus ombros, escorreu pelos meus seios, pela minha barriga. Erick entrou atrás de mim, fechando a porta de vidro. Ficamos os três ali, dentro do box, o espaço suficiente para nos movermos, mas pequeno o bastante para que nossos corpos se tocassem a todo momento.
Lúcia pegou o sabonete líquido de rosas francesas. Espalhou na mão e começou a me ensaboar. As mãos dela deslizaram pelos meus ombros, descendo pelos meus braços. Eu fechei os olhos, sentindo o toque macio, a água quente escorrendo.
— Sua vez — ela disse, me virando de costas para ela.
Agora ela ensaboava minhas costas, minha nuca, descia até minha bunda. As mãos dela apertaram minhas nádegas, deslizaram por entre elas, sem pressa. Eu me apoiei no vidro do box, entregue.
Erick não ficou parado. Ele pegou o sabonete e veio para a minha frente. As mãos dele subiram pelos meus seios, ensaboando, apertando de leve. Os mamilos endureceram sob os dedos dele. Ele se inclinou e os chupou, um de cada vez, a água escorrendo pelo rosto dele.
Lúcia continuava atrás de mim, ensaboando minhas pernas, minhas coxas, chegando na minha buceta. Os dedos dela entraram em mim, suaves, molhados, enquanto Erick chupava meus seios. Eu gemi, a cabeça jogada para trás, encostando no ombro de Lúcia.
— Agora você ensaboa a gente — Lúcia sussurrou no meu ouvido.
Troquei de lugar com ela. Peguei o sabonete e comecei a ensaboar Lúcia primeiro. Os seios dela, redondos, escorregadios. Desci pela barriga, cheguei na buceta – os lábios macios, o clitóris já saltado. Passei os dedos devagar, circulando, sentindo ela gemer. Depois virei ela de costas, ensaboei as costas, a bunda redonda, deslizei os dedos por entre as nádegas.
Erick se aproximou de Lúcia por trás, o pau duro encostando na bunda dela. Ele a puxou para perto, e ela se inclinou para frente, apoiando as mãos no vidro. Ele entrou nela devagar, por trás, enquanto eu continuava ensaboando a frente dela – os seios, a barriga, o clitóris.
Lúcia gemia, sendo comida por Erick e tocada por mim ao mesmo tempo. A água quente caía sobre nós, o vapor subia, os vidros completamente embaçados. Eu não aguentava mais olhar. Me aproximei, beijei Lúcia na boca enquanto Erick a comia por trás. Minha mão desceu, encontrou o pau dele entrando e saindo dela, toquei a base, molhada, pulsando.
Erick tirou o pau de dentro de Lúcia, antes de gozar. Lúcia riu, safada.
— Agora você, Vivi — ela disse.
Me virou de frente para o vidro, apoiei as mãos. Erick se ajoelhou atrás de mim, abriu minha bunda e enfiou a língua no meu cuzinho. A língua dele circulava, molhada, quente, entrando devagar. Eu gemi, encostando a testa no vidro frio. Lúcia veio para a minha frente, ajoelhou também, e começou a chupar minha buceta enquanto Erick lambia meu cu.
Os dois ao mesmo tempo. A língua de Erick no meu cu, a língua de Lúcia no meu clitóris. Eu não sabia para onde ir, que gemido soltar. Meu corpo inteiro tremia, as pernas bambas.
Erick se levantou. Enfiou o pau na minha buceta, por trás, enquanto Lúcia continuava chupando meu clitóris. Agora eu era comida pelos dois de novo – o pau dele na minha buceta, a boca dela no meu clitóris. A água quente caía sobre nós, o vapor sufocava, e eu só sentia prazer.
Gozei com um grito abafado pela água, o corpo todo se contraindo. Erick tirou o pau pouco antes de gozar, e eu cai de boca, senti o leite quente inundando, misturado com a água. Lúcia interrompeu:
— deixa um pouco pra mim. — e caiu de boca lambendo o canto da minha boca e o pau.
Erick se contorcia de prazer.
Depois, nos enxaguamos. O sabonete escorreu pelo ralo, a água ficou limpa. Nos secamos com toalhas macias, sem pressa. O corpo ainda mole, os cabelos molhados grudando na nuca.
Lúcia foi embora primeiro. Me deu um beijo na boca, demorado, e um beijo em Erick. Pegou as roupas dela no tapete da sala, vestiu-se e disse:
— Foi minha primeira vez com uma mulher.
— Segunda — brinquei — a primeira foi no quarto.
Ela riu e saiu. Ouvi o portão fechar.
Fiquei sozinha com Erick no banheiro. Ele me olhou, os olhos ainda brilhando.
— Vai dormir? — perguntei.
— Vou. Preciso descansar.
Deitei na cama, o corpo ainda quente, a buceta latejando de lembrança. O lençol fresco contra a pele. Fechei os olhos. Ele ficou me acariciando por um bom tempo, até achar que eu havia dormido. Levantou e foi para o quarto dele.
Pensei: por que a vida real não pode ser assim?
Dormi sorrindo.
