Meu Amigo de Infância me Fez de Puta - Parte II

Um conto erótico de Lucas
Categoria: Gay
Contém 873 palavras
Data: 01/04/2026 00:49:07
Assuntos: Amigo, Gay, nerd, putinho, viadinho

Depois de lavar a capa da almofada na máquina da cozinha, voltei para a sala ainda com as pernas um pouco bambas. Meu cu latejava, quente, melado por dentro. Sentia o esperma do Pedro escorrendo devagar pela minha perna enquanto andava. Era uma sensação estranha… vergonhosa e ao mesmo tempo viciante.

O Pedro estava sentado no sofá, pernas abertas, pau ainda meio duro descansando na coxa grossa. Ele me olhou de cima a baixo com aquele sorrisinho de quem já sabia que tinha ganhado mais do que só uma aposta.

— Demorou, hein, empregadinha? — disse ele, batendo com a mão na própria coxa. — Vem cá. De joelho.

Eu não discuti. Fui até ele e me ajoelhei entre suas pernas. O cheiro do sexo ainda estava forte: suor, porra, shampoo barato e o meu próprio cuzinho usado. Meu pau, que tinha amolecido um pouco depois do orgasmo, começou a endurecer de novo só de estar naquela posição.

Pedro segurou meu queixo com uma mão e levantou meu rosto.

— Olha pra mim enquanto mama agora. Quero ver esses olhos de putinha enquanto você limpa o meu pau.

Abri a boca e ele enfiou devagar, ainda melado do meu cu e da porra que tinha gozado lá dentro. O gosto era forte, salgado, azedo… mas eu chupei mesmo assim. Lambi cada veia, passei a língua por baixo da cabeça grossa, limpei tudo. Ele gemia baixo, segurando minha cabeça com as duas mãos agora, fodendo minha boca com calma.

— Isso… assim mesmo. Chupa gostoso. Você nasceu pra isso, Lucas. Sempre foi mais fácil te mandar do que mandar nas meninas. Você obedece rapidinho.

Ele riu baixo e continuou:

— Sabe o que é engraçado? A Daiane também chupava bem pra caralho. Mas ela reclamava quando eu queria gozar na boca dela. Você… você nem pestanejou. Engoliu tudo sem reclamar, né?

Senti meu rosto queimar de vergonha, mas meu pau deu um pulo. Pedro percebeu e riu mais alto.

— Caralho, tá ficando duro de novo só de ouvir o nome dela? Que viadinho tarado.

Ele puxou meu cabelo, tirou o pau da minha boca e bateu com ele no meu rosto algumas vezes, pesado.

— Levanta. Tira essa roupa toda e deita de barriga pra baixo no sofá. Quero ver essa bundinha vermelha de tapa que eu dei.

Obedeci. Fiquei completamente nu, de bruços, com a cara enfiada na almofada que ainda tinha o cheiro do meu próprio gozo. Pedro se posicionou atrás de mim, abriu minhas nádegas com as duas mãos e cuspiu direto no meu buraco, que ainda estava entreaberto e brilhando de porra.

— Tá inchadinho… mas ainda quer mais, né? — Ele enfiou dois dedos de uma vez, mexendo o esperma pra dentro e pra fora. — Olha só como tá fácil entrar agora. Seu cuzinho já tá viciado na pica do amigo.

Eu gemi contra a almofada. Ele tirou os dedos, alinhou o pau novamente e entrou de uma vez só, até o fundo. Dessa vez não teve dó. Começou a meter forte, ritmado, batendo a virilha contra minha bunda com barulho alto.

— Fala alto agora, vai. Ninguém tá em casa. Quero ouvir você gemendo feito uma cadela no cio.

— Ahh… Pedro… tá gostoso… mete mais forte…

— Mais forte o quê, porra? Fala direito.

— Mete mais forte na sua puta… por favor…

Ele deu um tapa forte na minha bunda e acelerou. O sofá inteiro balançava. Cada estocada fazia meu pau roçar contra o tecido, me deixando louco.

Em determinado momento ele parou, ainda enterrado fundo, e se debruçou sobre minhas costas, mordendo minha orelha.

— Quer saber de uma coisa? — sussurrou ele, voz rouca. — Eu comi a Daiane várias vezes depois daquela festa. E toda vez que eu tava metendo nela, eu lembrava de você… de como você chupava gostoso quando era moleque. Imaginava você de quatro, igual ela ficava. Agora olha só… realizei a fantasia. Só que com você é melhor. Você não reclama, não faz frescura. Você aguenta tudo e ainda rebola pedindo mais.

Ele voltou a socar, mais fundo, mais rápido.

— Daqui pra frente, toda vez que você vier pro interior, vai ser assim. Vai chegar na minha casa, tirar a roupa e me entregar essa bundinha de viado. Entendeu?

Eu só conseguia gemer e balançar a cabeça.

— Entendi… sim… sou sua puta agora…

Pedro riu satisfeito, segurou minha cintura com força e deu as últimas estocadas brutas antes de gozar pela segunda vez, enchendo meu intestino de mais porra quente. Quando ele tirou, senti o líquido escorrendo abundante pela minha perna.

Ele deu um tapa final na minha bunda e se levantou.

— Agora vai tomar um banho rápido. Depois volta aqui que eu quero te ensinar mais umas coisas antes da minha mãe chegar. E traz aquele cu limpo… porque hoje você ainda vai mamar até eu gozar na sua boca de novo.

Levantei devagar, o cu ardendo, o corpo suado, a mente completamente entregue.

Lá fora eu ainda era o Lucas, o futuro estudante de Computação, o cara tímido que um dia sonhou namorar a Daiane.

Mas ali, dentro daquela casa, com o gosto do pau e da porra do Pedro na boca… eu era só a putinha dele.

E, pela primeira vez, admiti pra mim mesmo que eu queria que fosse exatamente assim.

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