Passou-se uma semana desde que tivemos uma noite incrível e eu estava louca para sentar na vara do titio novamente.
Chega o final de semana e eu estava na piscina, deitada de bruços com um biquíni fio dental vermelho, pegando sol. Sinto uma sombra nas minhas costas e é titio Janilson me secando.
— Oi, policial.
— Oi, gostosa, o que faz nesse sol? Vai ficar toda assada.— Cuidado com a sua mulher.
E ele não aguenta e me puxa pro banheiro, me beija desesperadamente com abstinência de sua droga.
— Tava com saudades da sua amante novinha?
— Louco de saudades de você, novinha.
— Deixa eu chupar seu pau hoje, por favor.
Ele tira a bermuda rapidamente e seu pau preto está pulsando e cheio de veias. Eu começo a chupar e lembrar, passo a língua e chupo com vontade e sinto ele segurar meus cabelos e empurrar aquele pau com força dentro da minha garganta.
— Vai engolir tudo, vagabunda, era isso que você queria? Puta.
Ele para e dá um tapa na minha cara, me deixando louca. Ele enfia novamente a rola na minha garganta, dessa vez com força absurda.
— Estou chegando perto, vadia.
Estoca mais algumas vezes e goza dentro da minha boca.
— Engole tudo, vagabunda, engole o esperma do teu macho.
Penso que ele vai continuar, mas ele sai do banheiro, me deixando louca de tesão.
Passam-se alguns minutos e estamos na mesa, almoçando com a nossa família, e ele está do meu lado.
Papai pergunta: "Filha, não tem nenhum namorado ainda?"
-Ainda não, papai.
Sinto ele afastar minhas pernas e enfiar o dedo na minha buceta.
— Janilson: Ela está muito nova para ter namorado; tem que ficar sem homem por um bom tempo para não atrapalhar os estudos.
Nessa hora ele tosse e dá um tapa na minha vagina e eu dou um gritinho.
— O que foi, bebê? Janilson pergunta.
— Nada não.
Meu pai e a mulher de Janilson conversam e eu levanto da mesa e titio me segue até a cozinha.
— O que está fazendo? Eles podiam ver
— Nada demais, quero comer você na sua cama, vamos?
Janilson fala para meu pai que vai me ensinar a mexer no ar-condicionado que estava quebrado, e ele nem se toca, e Janilson me acompanha.
Ele entra no quarto e tranca a porta, me joga na cama, se aproxima de mim, me dá um tapa na cara, abaixa o olhar, vê meu biquíni e puxa, rasgando ele todinho.
— Seu cachorro
- te dou dinheiro pra comprar outro, afinal eu te banco mesmo
Ele me levanta e me coloca de quatro na cama.
— Abre com as mãos pra mim, vadia.Eu abro como ele pede e sinto ele jogar lubrificante no meu cuzinho.
— Hoje vou experimentar esse paraíso. Ele se posiciona e introduz devagar em mim, e eu reviro os olhos de tesão.
— Que delícia! Ele enfia com toda força o pau e eu, para enlouquecer ele, seguro o seu pau com a minha buceta.— Sua prostituta, me solta.
- Fala quem te deixa louco, fala, fala que sou melhor que a sua mulher.
— Você é muito melhor.
Solto seu pau, ele segura meu cabelo e começa a estocar, jogando-me para frente com estocadas fortes.
— Hoje acabo com você, vai ficar sem andar direito. Vou esfolar esse cu e boceta.
— Aí, seu puto.
Sinto ele retirar o pau e colocar a camisinha e, em seguida, colocar a ponta na entrada da minha buceta encharcada.
— Temos que ser rápidos hoje.
Ele abre minha buceta e dá uma chupada, e eu me contorço e, em seguida, enfia o pau dentro de uma vez e faz a cama bater na parede com força, e eu quase grito, mas antes ele coloca a mão na minha boca.
— Grita não, vagabunda, seu pai não pode saber que o amigo policial dele come a filhinha santa dele.
Ele enfia e a cama começa a fazer barulhos fortes. Batem na porta e é papai.
— Filha, o que foi isso?
Minha boca está coberta pela mão de titio, que continua me fodendo.
— Tá tudo bem, eu estou só consertando a cama e Lya está apoiando pra mim, por isso faz barulho. Ela é tão mole.
Nessa hora ele aumenta a velocidade e a cama bate com força, e eu gozo; e ele dá mais uma estocada e goza.
- Não demorem, tem sobremesa.
Janilson se curva e engole meu gozo e diz "a primeira sobremesa já comi, mas consigo comer outra".
