A la pell de l'Anna | primeiros instintos - parte 2: contato inicial

Um conto erótico de L'escriptor eròtic
Categoria: Heterossexual
Contém 765 palavras
Data: 02/04/2026 04:00:33
Última revisão: 02/04/2026 04:04:22

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Anna acordou devagar. A luz suave da manhã entrava pela janela do quarto em Gràcia. Ela estava completamente nua, o lençol fino embolado entre as pernas. Na noite anterior, depois de gozar forte no quarto com a porta entreaberta, tinha tomado um banho quente demorado, deixando a água levar parte do suor e da tensão. Saiu do banho ainda molhada, não se deu ao trabalho de vestir nada e caiu na cama exausta. Dormiu pelada, o corpo relaxado e pesado.

Agora, ao abrir os olhos, sentiu a buceta ainda um pouco sensível. Levantou-se, vestiu apenas uma camiseta larga que mal cobria a bunda e desceu para a cozinha.

Chloe já estava lá, preparando café. Usava só uma calcinha preta e uma regata velha, o cabelo preso num coque bagunçado.

— Bom dia — disse Chloe, colocando uma xícara na frente dela.

Anna murmurou um “bom dia” rouco e sentou na bancada, cruzando as pernas. Chloe tomou um gole de café e, depois de um breve silêncio, comentou casualmente:

— Lavei suas roupas mais cedo. O shortinho de lycra estava bem úmido no meio… tive que colocar separado na máquina.

Anna sentiu o rosto esquentar na hora. Baixou os olhos para a xícara, sem saber o que responder. Chloe continuou, com tom leve:

— Deve ter sido uma noite intensa, né?

Anna não disse nada. Apenas apertou a xícara com mais força. Chloe sorriu de leve, mas não insistiu. Mudou de assunto naturalmente:

— Vai treinar hoje à tarde?

— Vou… — respondeu Anna, voz baixa.

O silêncio voltou por alguns segundos. Anna pegou o celular com as mãos ainda trêmulas e abriu o WhatsApp. Havia duas novas mensagens de Raul, enviadas de madrugada:

“Não consigo parar de pensar no seu shortinho marcando tudo ontem no treino.

Quando vamos tomar aquela cerveja?”

E a segunda:

“Se você responder agora, prometo ser comportado… pelo menos no começo 😉”

Anna sentiu a buceta pulsar só de ler. Mordia o lábio inferior, tímida, mas o corpo traía tudo. Digitou devagar, apagando e reescrevendo várias vezes.

Finalmente mandou:

“Talvez sexta depois do treino. Mas não prometo ficar comportada… nem você.”

Mandou e imediatamente se arrependeu. O coração batia forte.

Chloe, que observava tudo de canto de olho, apenas sorriu discretamente, sem dizer mais nada.

Anna terminou o café rápido, levantou-se e subiu para se arrumar para o treino da tarde. Ainda sentia o rosto quente de vergonha… e a buceta molhada de expectativa.

O treino terminou mais tarde que o normal. O sol já estava baixo quando as outras meninas foram embora. Anna ficou para trás, recolhendo as bolas, o shortinho de lycra grudado na pele suada, a regata colada nos seios pesados.

Raul apareceu no campo vazio, caminhando devagar na direção dela.

— Ei… — disse ele, com aquela voz grave. — Todo mundo já foi. Só sobrou a gente.

Anna sentiu o nervosismo subir. Olhou ao redor. O campo estava realmente deserto.

— Eu… eu já vou indo — murmurou, tímida, apertando a bola contra o peito.

Raul se aproximou mais. Parou bem perto dela.

— Você respondeu minha mensagem hoje de manhã… Aquela parte de “não prometo ficar comportada”… você tava falando sério?

Anna baixou o olhar, corada. A buceta já estava molhando o shortinho de novo.

— Eu… não sei. Foi bobagem.

Raul sorriu de lado. Estendeu a mão e passou o dedo devagar pela cintura dela, por baixo da regata.

— Então vamos pro vestiário. Só pra conversar.

Anna hesitou. Olhou mais uma vez ao redor. O medo de ser vista era grande… mas a vontade era maior.

— Só conversar? — perguntou, voz quase um sussurro.

— Só conversar — ele respondeu, mas o olhar dizia outra coisa.

Ela engoliu em seco e assentiu.

Os dois caminharam juntos até o vestiário feminino. O coração de Anna batia tão forte que parecia que ia sair pela boca. Quando entraram e a porta se fechou atrás deles, o silêncio era quase ensurdecedor.

Raul virou-se para ela, encostando-a contra os armários.

— Você tá tremendo… — murmurou ele.

— Eu tô com medo de alguém entrar — confessou Anna, voz baixa e tímida.

Raul sorriu, aproximando o rosto do dela.

— Então vamos ser rápidos.

A mão dele desceu devagar pela barriga dela e entrou por baixo do shortinho. Anna soltou um suspiro trêmulo quando os dedos dele roçaram sua buceta já molhada.

— Caralho… você tá encharcada — ele sussurrou.

Anna mordeu o lábio com força, tentando não gemer alto. O medo de ser descoberta misturado com o tesão era insuportável.

— Raul… devagar… — pediu ela, voz fraquinha.

Mas o corpo dela já estava se entregando.

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