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Anna acordou devagar. A luz suave da manhã entrava pela janela do quarto em Gràcia. Ela estava completamente nua, o lençol fino embolado entre as pernas. Na noite anterior, depois de gozar forte no quarto com a porta entreaberta, tinha tomado um banho quente demorado, deixando a água levar parte do suor e da tensão. Saiu do banho ainda molhada, não se deu ao trabalho de vestir nada e caiu na cama exausta. Dormiu pelada, o corpo relaxado e pesado.
Agora, ao abrir os olhos, sentiu a buceta ainda um pouco sensível. Levantou-se, vestiu apenas uma camiseta larga que mal cobria a bunda e desceu para a cozinha.
Chloe já estava lá, preparando café. Usava só uma calcinha preta e uma regata velha, o cabelo preso num coque bagunçado.
— Bom dia — disse Chloe, colocando uma xícara na frente dela.
Anna murmurou um “bom dia” rouco e sentou na bancada, cruzando as pernas. Chloe tomou um gole de café e, depois de um breve silêncio, comentou casualmente:
— Lavei suas roupas mais cedo. O shortinho de lycra estava bem úmido no meio… tive que colocar separado na máquina.
Anna sentiu o rosto esquentar na hora. Baixou os olhos para a xícara, sem saber o que responder. Chloe continuou, com tom leve:
— Deve ter sido uma noite intensa, né?
Anna não disse nada. Apenas apertou a xícara com mais força. Chloe sorriu de leve, mas não insistiu. Mudou de assunto naturalmente:
— Vai treinar hoje à tarde?
— Vou… — respondeu Anna, voz baixa.
O silêncio voltou por alguns segundos. Anna pegou o celular com as mãos ainda trêmulas e abriu o WhatsApp. Havia duas novas mensagens de Raul, enviadas de madrugada:
“Não consigo parar de pensar no seu shortinho marcando tudo ontem no treino.
Quando vamos tomar aquela cerveja?”
E a segunda:
“Se você responder agora, prometo ser comportado… pelo menos no começo 😉”
Anna sentiu a buceta pulsar só de ler. Mordia o lábio inferior, tímida, mas o corpo traía tudo. Digitou devagar, apagando e reescrevendo várias vezes.
Finalmente mandou:
“Talvez sexta depois do treino. Mas não prometo ficar comportada… nem você.”
Mandou e imediatamente se arrependeu. O coração batia forte.
Chloe, que observava tudo de canto de olho, apenas sorriu discretamente, sem dizer mais nada.
Anna terminou o café rápido, levantou-se e subiu para se arrumar para o treino da tarde. Ainda sentia o rosto quente de vergonha… e a buceta molhada de expectativa.
O treino terminou mais tarde que o normal. O sol já estava baixo quando as outras meninas foram embora. Anna ficou para trás, recolhendo as bolas, o shortinho de lycra grudado na pele suada, a regata colada nos seios pesados.
Raul apareceu no campo vazio, caminhando devagar na direção dela.
— Ei… — disse ele, com aquela voz grave. — Todo mundo já foi. Só sobrou a gente.
Anna sentiu o nervosismo subir. Olhou ao redor. O campo estava realmente deserto.
— Eu… eu já vou indo — murmurou, tímida, apertando a bola contra o peito.
Raul se aproximou mais. Parou bem perto dela.
— Você respondeu minha mensagem hoje de manhã… Aquela parte de “não prometo ficar comportada”… você tava falando sério?
Anna baixou o olhar, corada. A buceta já estava molhando o shortinho de novo.
— Eu… não sei. Foi bobagem.
Raul sorriu de lado. Estendeu a mão e passou o dedo devagar pela cintura dela, por baixo da regata.
— Então vamos pro vestiário. Só pra conversar.
Anna hesitou. Olhou mais uma vez ao redor. O medo de ser vista era grande… mas a vontade era maior.
— Só conversar? — perguntou, voz quase um sussurro.
— Só conversar — ele respondeu, mas o olhar dizia outra coisa.
Ela engoliu em seco e assentiu.
Os dois caminharam juntos até o vestiário feminino. O coração de Anna batia tão forte que parecia que ia sair pela boca. Quando entraram e a porta se fechou atrás deles, o silêncio era quase ensurdecedor.
Raul virou-se para ela, encostando-a contra os armários.
— Você tá tremendo… — murmurou ele.
— Eu tô com medo de alguém entrar — confessou Anna, voz baixa e tímida.
Raul sorriu, aproximando o rosto do dela.
— Então vamos ser rápidos.
A mão dele desceu devagar pela barriga dela e entrou por baixo do shortinho. Anna soltou um suspiro trêmulo quando os dedos dele roçaram sua buceta já molhada.
— Caralho… você tá encharcada — ele sussurrou.
Anna mordeu o lábio com força, tentando não gemer alto. O medo de ser descoberta misturado com o tesão era insuportável.
— Raul… devagar… — pediu ela, voz fraquinha.
Mas o corpo dela já estava se entregando.
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