O Desejo que Queimou Tudo
Camila tinha 31 anos e era o tipo de mulher que fazia os homens esquecerem o próprio nome. Pele morena clara, cabelo castanho ondulado até metade das costas, olhos castanhos grandes e expressivos, boca carnuda sempre pintada de vermelho discreto. Corpo de quem pariu duas vezes mas ainda mantinha curvas assassinas: seios cheios e naturais que balançavam levemente quando ela andava, cintura fina, quadris largos e uma bunda redonda, empinada, que preenchia qualquer calça jeans ou vestido justo. Era professora de Educação Infantil numa escola particular no subúrbio do Rio, sempre com vestidos floridos até o joelho, sorriso doce e voz calma. Parecia a esposa e mãe perfeita.
Ela estava com Rafael havia cinco anos. Ele, 35 anos, ex-PM afastado, agora trabalhava como motorista de aplicativo. Forte, tatuado, olhar sério, o tipo de homem que chegava em casa cansado, mas ainda encontrava forças para brincar com Letícia (a filha de 4 anos que Camila teve de um relacionamento anterior) e com Theo, o filho deles de 2 anos. O casamento era sólido. Sexo gostoso, mas previsível. Rafael era carinhoso, fiel, chegava cedo quando possível e sussurrava “eu te amo” enquanto metia devagar, olhando nos olhos dela.
Até que a rotina apertou.
Rafael largou a polícia depois de um trauma feio numa operação. Virou motorista de app. O dinheiro diminuiu. As brigas aumentaram. O sexo virou algo rápido, mecânico. Camila começou a se sentir invisível, sufocada, desejando algo mais forte, mais cru.
Foi aí que o Tenente Diego entrou na história.
Diego era policial civil da CORE, 39 anos, casado, mas praticamente separado. Alto, corpo definido de quem treinava boxe, pele negra brilhante, voz grave e autoritária. Ele foi chamado para dar uma palestra sobre segurança escolar na escola onde Camila trabalhava. Depois da palestra, os dois ficaram conversando no pátio vazio.
— Você parece cansada, professora — disse ele, encostando no muro, olhos descendo sem vergonha pelo corpo dela. — Casada com um ex-PM que agora passa o dia no carro… deve ser foda aguentar isso em casa.
Camila riu sem graça, sentindo um calor subir pela barriga.
— É… a gente se ama, mas as coisas mudaram depois que ele saiu da polícia.
Diego deu um passo mais perto. O perfume dele era forte, masculino.
— Eu sei como é. Minha mulher mal me olha. Às vezes eu preciso de alguém que me veja como homem… que me deixe foder como se o mundo fosse acabar.
Camila sentiu a buceta pulsar. Culpa imediata. Ela era mãe. Era casada. Mas o olhar de Diego queimava.
— Diego… eu tenho marido… tenho filhos… eu não posso…
Ele sorriu, colocou a mão grande na cintura dela e puxou devagar até os corpos quase se encostarem.
— Eu sei que você não pode. Mas olha pra mim e me diz que sua buceta não tá molhada agora só de imaginar minha boca chupando você.
Camila respirou fundo, pernas tremendo. O conflito interno era brutal: amor por Rafael, medo de perder a família, vergonha de estar desejando outro homem… e um tesão que ela nunca sentiu tão forte.
— Eu… eu amo meu marido… — sussurrou, mas a voz saiu fraca, quase gemido.
Diego encostou os lábios no ouvido dela, voz rouca:
— Ama ele, mas agora sua buceta tá latejando pra mim. Eu sinto o cheiro, Camila. Você tá encharcada. Deixa eu só te tocar um pouco… aqui, atrás da escola. Ninguém vai saber.
Ela hesitou dois segundos. Depois gemeu baixinho quando Diego enfiou a mão por baixo do vestido florido, puxou a calcinha pro lado e enfiou dois dedos grossos na buceta dela, já melada.
— Caralho… você tá pingando, sua putinha casada — rosnou ele no ouvido dela, fodendo devagar, polegar girando no clitóris inchado. — Olha como essa buceta apertada mama meus dedos. Você nunca gozou assim com o motorista de app, né?
Camila agarrou os ombros dele, pernas tremendo, lágrimas de culpa escorrendo pelo rosto:
— Por favor… eu sou mãe… eu tenho família… ahhh, mais fundo… me fode com os dedos… eu sou uma vadia… eu sou uma vadia traidora…
Diego acelerou, mordendo o pescoço dela, sussurrando safado:
— Goza pra mim, professora. Goza pensando no seu marido enquanto eu tô aqui arrombando sua buceta casada com meus dedos.
Camila gozou forte, mordendo o ombro dele pra não gritar, buceta apertando os dedos dele, porra escorrendo pela coxa. O orgasmo foi tão intenso que ela quase caiu.
Quando Diego tirou os dedos, levou à boca e chupou devagar, olhando nos olhos dela:
— Amanhã você vai me encontrar no motel da estrada. Sem calcinha. E vai me deixar comer você inteira. Buceta, cu, boca. Tudo meu.
Camila, ainda tremendo, lágrimas escorrendo, sussurrou com a voz quebrada de desejo e culpa:
— Eu… eu vou… mas isso não pode virar nada sério… eu amo meu marido… eu amo meus filhos…
Diego sorriu, beijou a boca dela com força e respondeu:
— Claro que não vai virar nada sério. Você só vai virar minha puta particular. E vai gozar toda vez pensando que tá traindo a família perfeita que você tem.
Camila voltou pra casa com a buceta latejando, calcinha encharcada e a alma em pedaços. Rafael chegou do táxi, deu um beijo rápido nela e perguntou se estava tudo bem.
Ela sorriu, mentiu que sim, e foi tomar banho pra lavar o cheiro do outro homem.
Mas no chuveiro, enquanto a água caía, ela enfiou os próprios dedos na buceta e gozou de novo pensando na boca de Diego.
O desejo já tinha entrado.
E não ia sair fácil.