Minha Mãe Professora se Tornou uma Puta Parte 18- Início de uma reconciliação

Um conto erótico de ThomasCelt
Categoria: Heterossexual
Contém 6299 palavras
Data: 02/04/2026 02:05:05
Assuntos: Heterossexual

Quarta-feira amanheceu cinza e úmida. Acordei sem graça, o peito pesado, a cabeça cheia de imagens que eu não conseguia apagar. Minha mãe já estava na cozinha quando saí do quarto. Ela me cumprimentou com um sorriso cauteloso, mas eu respondi seco, quase sem olhar para ela.

Tomamos café em silêncio. Ela tentou puxar conversa sobre o tempo e sobre a aula que teria hoje, mas eu só respondia com monossílabos. O clima entre nós continuava estranho, carregado de coisas não ditas.

Saímos de casa juntos. Caminhamos até o ponto de ônibus sem falar muito. Ela ia um passo à frente, a calça jeans justa marcando a bunda enorme, a blusa social amerela bem ajustada. Eu ia atrás, mochila no ombro, o olhar baixo.

O ônibus chegou lotado. Subimos, passamos o cartão e nos esprememos no meio da multidão. Dessa vez não rolou roçar o ônibus estava cheio, mas não o suficiente para nos prensar. Minha mãe se segurou na barra alta, eu fiquei logo atrás, olhando para o chão.

Chegamos no prédio da escola. A entrada estava mais vazia que o normal ainda era cedo. Não tinha ninguém na porta principal. Nem Allan, nem Diogo. Minha mãe me deu um beijo rápido na testa.

— Qualquer coisa me liga. Tô na sala para dar uma reposição hoje de novo.

Ela seguiu para a ala administrativa. Eu fui para a sala 112, a de sempre.

A sala estava quase vazia. Sentei na terceira fileira, no meu lugar de costume, e fiquei olhando para o quadro branco. Poucos alunos tinham chegado. O professor de Matemática entrou e começou a aula normalmente.

Uns dez minutos depois, Allan e Diogo entraram correndo, ainda com cara de sono. Sentaram nas carteiras da frente, como sempre. Allan virou para trás quase imediatamente.

— E aí, filhinho! Você sumiu ontem. Tava doente mesmo?

Diogo também virou, sorrindo.

— É, a gente perguntou pra sua mãe. Ela disse que você tava mal. Melhorou?

Eu forcei um sorriso fraco.

— Tô melhor. Foi só uma virose ou algo assim. Fiquei o dia inteiro na cama.

Allan riu baixo.

— Sorte a sua. Tirando a aula da profê Paula ontem foi um saco. O professor de História falou sem parar sobre a Revolução Industrial no segundo horário. Eu quase dormi.

Diogo completou:

— E hoje tem educação física de novo. Você vai aguentar ou vai pedir pra ficar sentado?

Respondi:

— Não estou bem para correr vou ficar na minha quieto e pegar uma dispensa.

Conversamos sobre coisas triviais da aula o professor de Matemática que explicava tudo devagar demais, a prova que ia cair na próxima semana, o jogo de futebol que passava na TV ontem à noite. Allan fez uma piadinha .Diogo reclamou do frio da manhã. Eu respondi o mínimo possível, tentando manter a conversa leve, mas minha cabeça estava longe.

A aula seguiu normalmente. O professor explicava equações no quadro, eu anotava sem prestar muita atenção. Allan e Diogo trocavam olhares e comentários baixos de vez em quando, rindo de alguma bobagem.

O sinal do intervalo tocou por volta das 10:28. A turma começou a se levantar, cadeiras arrastando, mochilas sendo jogadas nas costas. Eu saí da sala junto com os outros e fui direto para a copa, precisando de água e de um momento longe da sala.A copa estava movimentada, mas não lotada. Peguei um copo de água na máquina e fiquei encostado na parede, bebendo devagar. Foi quando vi Caio.

Ele estava encostado na outra parede, perto da máquina de refrigerante, com a mesma cara de sempre: magro, negro, olhos vermelhos e semicerrados, cabelo bagunçado, sorriso torto preguiçoso. Mochila pendurada num ombro só.

Ele me viu na mesma hora. O sorriso se alargou devagar, daqueles cheios de veneno.

— E aí, filhinho — disse ele, voz arrastada, alta o suficiente para chamar atenção de quem estava perto. — Tá melhor da “doença” de ontem? Ou ainda tá se recuperando do que viu na sexta?

Eu senti o estômago revirar. Apertei o copo de água com mais força.

— O que você quer, Caio?

Ele deu um passo mais perto, ainda com aquele sorriso debochado e falando mais baixo.

— Relaxa. Só vim pegar uma água. Mas já que te encontrei… como tá a mamãe hoje? Ela deu aula bem? Ou ainda tá com a buceta dolorida de tanto levar pau?

As palavras bateram como um soco. Eu dei um passo à frente, a raiva subindo rápido.

— Cala a boca. Não fala dela assim.

Caio riu baixo, sem se abalar.

— Por quê? Você viu tudo, né? Viu ela no meu colo, roçando gostoso. Viu como ela geme quando tá cheia. Ou você tá com ciúme?

Ele se aproximou mais um passo, o olhar frio agora.

— Relaxa, filhinho. Eu sou quase um padrasto pra você agora. Tua mãe já sentou no meu pau tantas vezes que eu perdi a conta.

As palavras foram como uma facada. Eu apertei os dentes, as mãos tremendo.

— Você é um filho da puta. Se afasta dela.

Caio riu alto, debochado, e deu mais um passo, quase colando o rosto no meu.

— Ou o quê? Vai me bater? Vai contar pra escola que a professora gostosa tá dando pra mim e pros meus primos? Vai estragar o emprego dela? Relaxa, filhinho.

Ele deu um último sorriso torto, pegou uma garrafa de água na máquina e passou por mim, batendo o ombro no meu de leve.

— Diz pra ela que eu mandei um beijo. E que tô com saudade daquela buceta aberta… e daquele cuzinho que você viu eu foder.

Caio saiu da copa gingando devagar.

Eu fiquei ali, o copo de água tremendo na mão, o peito queimando de raiva, ciúme e uma humilhação que não passava.

Quando o sinal da aula de Educação Física tocou, eu fui até o professor e pedi dispensa. Disse que estava me recuperando de uma gripe forte e que ainda me sentia fraco. O professor olhou para mim, viu minha cara pálida e liberou sem reclamar.

— Tudo bem, Fica na sala ou na biblioteca. Não força.

Fiquei na sala vazia enquanto os outros foram para o ginásio. Sentei na carteira, olhando para o quadro, o silêncio me sufocando. De vez em quando ouvia os gritos e risadas vindos do pátio de educação física , Allan provavelmente brilhando como sempre, correndo, fazendo flexões, suado e confiante.

O tempo arrastou. Quando o sinal final tocou, por volta das 12h10, eu juntei minhas coisas e fui para a porta principal do prédio.

Allan e Diogo já estavam lá, esperando como de costume. Allan estava suado da educação física, a regata colada no corpo atlético, o cabelo loiro úmido grudado na testa.

— E aí, filhinho! — disse Allan, sorrindo. — Pegou dispensa? Tá melhor da gripe?

Diogo também se aproximou.

— É, a gente sentiu sua falta na educação física. O professor mandou fazer circuito hoje. Você perdeu.

Eu forcei um sorriso fraco.

— Tô melhorando. Ainda tô fraco, por isso pedi dispensa. Amanhã eu volto.

Allan deu um tapa leve no meu ombro.

— Beleza. Mas amanhã não vale faltar, hein?

Diogo riu.

É, sem você nosso trio não funciona.

Conversamos por alguns minutos sobre coisas triviais: a aula de educação física, o professor que gritava demais, o jogo de futebol que ia rolar no fim de semana. Eu respondia o mínimo possível, tentando manter a conversa leve, mas minha cabeça estava longe.

Enquanto falávamos, minha mãe apareceu na entrada do prédio. Ela vinha caminhando com a bolsa no ombro, a blusa social clara amarela e a calça jeans preta justa marcando a bunda enorme. O rabo de cavalo loiro balançava a cada passo.

Allan e Diogo abriram os braços quase ao mesmo tempo.

— Profê Paula! — chamou Allan, animado. — Vem cá, musa!

Paula sorriu, deu o abraço de sempre em Allan apertado, demorado, mão dele descendo pelas costas até quase a cintura. Depois abraçou Diogo, que também aproveitou o momento.

Quando terminou, ela se virou para mim.

— Filho, vamos? Eu terminei mais cedo hoje.

Eu assenti. Começamos a andar em direção ao ponto de ônibus. Allan e Diogo ficaram na porta, acenando.

— Se cuida, filhinho! — debochando como minha mãe me chamava, falou allan.

O trajeto até o ponto foi silencioso. Minha mãe ia na frente, a bunda balançando na calça jeans. Eu ia atrás, o peso do dia inteiro me esmagando e para piorar tudo as palavras de Caio ainda me atordoava.

O ônibus chegou. Subimos. Dessa vez não estava tão lotado. Ela se segurou na barra alta, eu fiquei ao lado dela.

Chegamos em casa. Minha mãe abriu a porta, jogou a bolsa na cadeira da sala e soltou um suspiro longo.

— Finalmente… que dia longo.

Eu entrei atrás dela, fechei a porta e larguei a mochila no chão. Fiquei parado na sala por um momento, depois resolvi falar:

— Hoje no intervalo… o Caio veio falar comigo na copa.

Paula parou no meio da sala, virando o rosto para mim. A expressão mudou levemente um misto de surpresa e cautela.

— Ah… e o que ele queria?

— Só falou algumas coisas — respondi, vago. — Nada demais.

Ela ficou me olhando por mais um segundo, como se quisesse perguntar mais, mas acabou desistindo. Deu de ombros e foi para a cozinha.

— Entendi.

Enquanto ela pegava uma garrafa de água na geladeira, eu me sentei no sofá. O silêncio voltou por alguns instantes. Depois ela quebrou, tentando mudar o assunto para algo mais leve:

— Sabe… o seu aniversário está chegando. Cai na sexta-feira essa semana. Você já pensou no que quer fazer? Quer alguma coisa especial? Um presente, uma saída, um jantar, chamar seus amigos… qualquer coisa. Me fala que eu organizo.

Eu olhei para ela, ainda com o peso do dia nas costas.

— Não sei… não pensei ainda.

Ela sorriu, tentando ser animada.

— Então pensa. Pode ser qualquer coisa. Eu quero fazer algo legal pra você. Você merece.

Eu assenti, sem muita empolgação.

— Vou pensar.

Paula tomou um gole de água e foi para o quarto, dizendo que ia trocar de roupa. Eu fiquei no sofá, olhando para o nada, o nome de Caio ainda ecoando na cabeça e o aniversário parecendo uma coisa distante e sem importância.

A noite chegou devagar. O apartamento estava silencioso, só o som distante de carros na rua e o tique-taque do relógio na cozinha. Eu continuei no sofá, fechado, respondendo o mínimo possível quando minha mãe tentava puxar conversa. Ela percebeu. Várias vezes olhou para mim com uma mistura de preocupação e tristeza, mas não insistiu.

Por volta das 20h30, ela saiu do quarto e parou na entrada da sala. Estava vestida para ficar em casa: uma camisola fina de algodão branca, curta, que mal chegava ao meio das coxas grossas. O tecido era leve e colava um pouco no corpo por causa do calor, marcando os seios pesados e os mamilos rosados. Não parecia estar usando nada por baixo a barra da camisola subia levemente quando ela andava, revelando a curva inferior da bunda enorme e redonda.

— Filho… — chamou ela, voz suave. — Quer vir assistir um filme no meu quarto? Pode escolher o que quiser. Eu tô cansada de ficar sozinha.

Eu hesitei por um segundo, mas acabei aceitando. Levantei do sofá e fui para o quarto dela só de short folgado preto de nylon daqueles bem leves e curtos que eu usava para dormir. O short era solto, mas marcava claramente o volume do pau, que ainda estava meio sensível do dia inteiro de tensão.

Ela já estava deitada na cama, recostada nos travesseiros, o controle da TV na mão. A camisola tinha subido um pouco, deixando boa parte das coxas à mostra. Ela deu um sorriso leve quando me viu entrar.

— Vem, deita aqui do meu lado.

Eu deitei na cama ao lado dela, O colchão afundou com o meu peso. Ela escolheu um filme de comédia leve, daqueles que não exigiam muita atenção, e apertou play.

Ficamos os dois deitados lado a lado, o silêncio entre nós ainda presente, mas agora um pouco mais suave. A luz da TV iluminava o quarto de forma azulada. Ela estava relaxada, mas eu sentia o corpo tenso, o pau latejando levemente só de estar tão perto dela, lembrando de tudo.

Ela virou o rosto para mim depois de uns minutos.

— Tá tudo bem mesmo? Você tá muito quieto esses dias? Ainda não me perdoou??

Eu dei de ombros.

— Já sim.

O filme seguia. Eu tentava prestar atenção, mas minha mente não parava de voltar para as cenas da noite de sexta… e para o corpo dela tão perto de mim agora.

A camisola fina branca dela tinha subido ainda mais durante o filme. A barra já estava quase na virilha, deixando à mostra a curva inferior da bunda enorme e redonda. Os seios pesados pressionavam o tecido, os mamilos rosados marcando claramente. Cada vez que ela se mexia para ajustar a posição, a perna dela roçava na minha, quente e macia. O cheiro suave do sabonete do banho misturado com o cheiro natural da pele dela chegava até mim, me deixando tonto.

Meu pau estava completamente duro dentro do short folgado. O tecido leve não escondia nada o volume marcava de forma óbvia, a cabeça pressionando o nylon. Eu cruzei as pernas discretamente, tentando disfarçar, mas o movimento só fez o pau roçar contra o tecido, piorando a situação.

Minha mãe virou o rosto para mim de repente, voz baixa e suave:

— Tá gostando do filme?

— Tá… legal — respondi, rouco, sem conseguir disfarçar a tensão na voz.

Ela ficou me olhando por mais um segundo. Os olhos dela estavam mais escuros, a respiração um pouco mais rápida. Depois voltou a olhar para a TV, mas o corpo dela não se afastou. A perna continuou encostada na minha, quente, macia, como se ela também sentisse a tensão no ar.

O filme continuou com uma cena romântica: o casal se beijando na chuva. Paula soltou um suspiro baixo, quase melancólico.

— Faz tempo que eu não vejo uma coisa assim… — murmurou ela.

Eu não respondi. Meu pau latejava, o short folgado fazendo pouco para disfarçar o volume. A cada respiração dela, o peito subia e descia, os seios pressionando o tecido fino. Eu imaginava tirando aquela camisola, abrindo as pernas dela, lembrando de como a buceta dela estava quente e molhada na noite de sexta, de como ela gemia rouco enquanto eu e Allan a fodíamos.

De repente, Paula se levantou da cama. A camisola fina branca subiu completamente quando ela ficou em pé, revelando que não estava usando nada por baixo. A bunda enorme e redonda ficou totalmente à mostra por um segundo, as nádegas pesadas balançando levemente. Os seios pesados também balançavam livres sob o tecido, os mamilos rosados marcando com força. Ela puxou a barra da camisola para baixo com um gesto casual, mas o tecido era curto demais mal cobria a metade das coxas grossas.

— Vou fazer uma pipoca pra gente. Quer? — perguntou ela, sorrindo de lado.

— Quero — respondi, voz rouca.

Ela saiu do quarto, a camisola balançando, a bunda enorme se movendo a cada passo.

Eu fiquei sozinho no quarto por um momento. O tesão estava insuportável. Levantei rápido, fui até o meu quarto, tirei a cueca e vi o pau babando de pré-gozo a cabeça vermelha brilhando, um fio grosso e transparente escorrendo pela haste. Estava duro pra caralho, latejando. Ajeitei o short folgado por cima e voltei para a cama dela, deitando no mesmo lugar.

Ela voltou minutos depois com uma tigela grande de pipoca quente. Sentou ao meu lado na cama, a camisola subindo novamente nas coxas. Colocou a tigela entre nós dois e apertou play de novo.

Nós dois comemos pipoca em silêncio, o filme rodando. De vez em quando nossos dedos se tocavam na tigela. O cheiro de manteiga quente misturava com o cheiro dela sabonete doce e o cheiro natural da pele quente.

Quando a tigela acabou — Tô cansando… — murmurei.

Sem pensar muito, me deitei de lado e apoiei a cabeça nas coxas dela. A pele era macia, quente, ligeiramente úmida do calor. Ela não se afastou. Pelo contrário, ajeitou o travesseiro contra parede para ficar sentada e começou a fazer carinho na minha cabeça, os dedos passando devagar pelo cabelo.

O cheiro dela estava forte ali um cheiro doce de sabonete misturado com o cheiro natural da pele, mas também um aroma mais íntimo e explícito que subia da virilha. Era o cheiro de buceta: almiscarado, levemente azedo, quente e feminino, o cheiro de uma mulher que tinha se excitado recentemente, com um fundo doce e carnal que me deixava tonto. Quanto mais eu respirava perto das coxas dela, mais aquele cheiro me invadia o cheiro da buceta dela, na minha cabeça só se justificava ainda com resquícios do que tinha acontecido no final de semana, misturado com o sabonete do banho.

Meu pau, ainda dentro do short folgado, endureceu de novo, pressionando o tecido. Eu sentia o calor das coxas dela contra o meu rosto, a maciez, o cheiro íntimo subindo.

A tensão era insuportável. Eu estava deitado no colo da minha mãe, o pau duro marcando o short, sentido o cheiro dela, o coração batendo forte, enquanto ela fazia carinho na minha cabeça como se eu fosse criança.

Ela virou o rosto pra mim, com aquela voz manhosa e rouca de quem já estava confortável demais no sofá:

— Vem, deita normal do lado da mamãe agora, amor... Assim fica melhor pra gente assistir juntinho.

Eu obedeci, mas mantive uma distância pequena. Deitei de lado, virado pra ela, mas sem colar meu corpo no dela. Eu fiquei quietinho, fingindo prestar atenção na tela, mas meus olhos não paravam de descer. O short folgado maracava minha rola pulsondo, pesada, a cabeça roçando no tecido macio por dentro. Eu não me mexi. Esperei.

O tempo passou. Aos poucos a respiração dela foi ficando mais lenta, mais profunda. Os olhos semicerrados foram se fechando completamente. Ela soltou um suspiro longo e relaxado, o corpo pesado afundando no colchão. A bunda enorme ficou ainda mais exposta, a camisola transparente subindo um pouco mais entre as coxas grossas. Estava cochilando.

O filme foi passando, perdi a noção de tempo olhei para o lado senti a respiração dela mais profunda, peguei o controle que estava entre nós e desliguei a televisão ficando uma pernumbra somente da claridade que entrava pela janela. Fechei o olho, tentei dormir, mas o tesão falava mais alto, meu pau não abaixava nem por um segundo.

O cheiro da buceta dela subia quente e forte do meio das coxas, misturado com o perfume da pele bronzeada. Aquela camisola transparente mal cobria a bunda enorme e desproporcional tão grande, redonda e pesada que transbordava pra todo lado, as nádegas brancas brilhando na penumbra do quarto. Os mamilos rosados dela marcavam o tecido fino, duros e arrepiados mesmo enquanto ela dormia.

Eu esperei mais uns minutos, fingindo dormir. Então, bem devagar, comecei a me mexer como se estivesse apenas me ajeitando no sono. Meu corpo “inconscientemente” escorregou um pouco mais pra perto dela. Meu quadril se esbarrou de leve na bunda gigante da minha mãe. Foi um toque suave, quase acidental o volume duro dentro do short folgado roçando de raspão na curva macia e quente daquela nádega enorme.

Caralho… a maciez era absurda. Meu pau deu um pulo violento dentro do short, latejando mais forte, soltando outro fio grosso de pré-gozo que escorreu pela glande.

Meu pau estava babando tanto que o short já tinha uma mancha quente e molhada na frente. Eu estava excitadão demais, o saco apertado, as veias da rola pulsando. Eu continuava fingindo que estava dormindo profundamente, respirando devagar e pesado, o corpo “relaxado”. Mas por dentro meu pau latejava como louco dentro do short folgado. Eu me mexi de novo, bem devagar, como se estivesse só me ajeitando no sono. Meu quadril escorregou mais pra perto dela e eu me esbarrei novamente naquela bunda enorme e macia dela.

Nesse esbarrão mais forte, o tecido largo do short folgado se prendeu um pouco na curva profunda da bunda dela. Quando eu puxei o quadril pra trás devagar, o short deslizou junto com o movimento e desceu fazendo pular cabeça inchada do meu pau pra fora pela por cima do short folgado. Só a cabeça ficou exposta grossa, roxa, brilhando, toda melada de pré-gozo que escorria em fios grossos.

Eu parei por um segundo, coração disparado, ainda fingindo dormir.Deixei como estava só a glande pra fora do short, latejando no ar afastado dela.

Então continuei me mexendo como se estivesse no sono. Meu quadril avançou de novo e, dessa vez, a cabeça pelada e molhada do meu pau encostou direto na pele quente da bunda enorme da minha mãe. Caralho… a sensação foi insana. A glande escorregadia roçou bem no meio das nádegas brancas e pesadas, deixando um rastro brilhante de pré-gozo na pele clara dela.

Bem devagar, eu empurrei o quadril pra frente uma única vez, bem devagar, e deixei a cabeça pelada do meu pau se encaixar fundo entre as nádegas enormes e pesadas dela. A glande quente e babada afundou devagar na fenda profunda daquela bunda desproporcional, sentindo a pele branca e macia se abrindo ao redor dela como se estivesse engolindo a cabeça do pau.

Eu continuava fingindo dormir profundamente, respirando devagar e pesado, o corpo “relaxado” contra o dela. Depois daquele último movimento, o short folgado tinha deslizado o suficiente para que só a cabeça grossa e inchada do meu pau escapasse . O resto do cacete latejante continuava preso dentro do tecido, pesado e quente.

Eu não mexi mais. Apenas encoxei devagar, empurrando o quadril uma única vez, bem lento, até a glande pelada afundar fundo entre as nádegas absurdamente grandes e pesadas da minha mãe.

Caralho… que sensação.

Um pouco de pré-gozo escorria devagar da fenda da glande não muito, só o suficiente para deixar o meio da fenda da bunda dela melado. O líquido quente e viscoso espalhava-se bem no centro daquela fenda profunda, tornando a pele branca brilhante e escorregadia exatamente onde minha glande estava encaixada. Eu sentia o rastro molhado e quente que ia se formando entre as nádegas gigantes, só ali no meio, sem descer mais.

Ela soltou um suspiro longo e rouco no sono. O corpo dela reagiu quase imediatamente.

A bunda enorme tremeu de leve. As nádegas macias se contraíram devagar ao redor da minha glande, apertando ela com mais força, como se o corpo dela estivesse sentindo algo bom mesmo dormindo. Eu fiquei imóvel, só encoxado bem fundo, sentindo aquelas duas montanhas de carne branca e pesada pulsando levemente em volta da cabeça do meu pau.

Ela murmurou algo baixo e incoerente, um “hmm…” preguiçoso. Depois, sem acordar, empinou a bunda um pouquinho pra trás, fazendo minha glande afundar ainda mais entre as nádegas meladas. O movimento fez a pele escorregadia deslizar gostoso contra a glande inchada. As nádegas enormes apertaram de novo, sugando devagar, o meio da fenda agora bem brilhante com o pouco de pré-gozo que eu tinha espalhado ali.

Meu pau latejava forte dentro do short, o corpo todo ainda preso no tecido folgado, só a cabeça exposta e enterrada naquela bunda desproporcional da minha própria mãe. Eu respirava calmamente, fingindo o sono perfeito, mas por dentro estava louco de tesão sentindo o calor proibido, o peso macio, o leve brilho molhado bem no meio daquela bunda enorme enquanto ela gemia baixinho no sono e se mexia devagar, apertando minha glande entre as nádegas como se o corpo dela quisesse mais.

Eu estava ali, completamente imóvel, o tesão estava me consumindo.Meu coração batia forte no peito, a respiração eu mantinha lenta pra fingir sono, mas por dentro eu estava queimando. Me afastei dela e bem devagar, sem fazer barulho, eu enfiei a mão por dentro da perna larga do short e puxei meu pau todo pra fora. O cacete saltou pesado, completamente duro, veias saltadas, a cabeça roxa e brilhante. Eu segurei a base firme por um segundo, sentindo o peso da rola latejando na minha mão, depois soltei. O short ficou abaixado só o suficiente pra deixar tudo exposto.

Eu empurrei o quadril pra frente de novo, bem lento, e voltei a encaixar exatamente como estava antes. A cabeça grossa do meu pau afundou mais uma vez no meio da fenda da bunda enorme dela, abrindo aquela carne branca e pesada, desaparecendo entre as duas nádegas desproporcionais. Agora o pau inteiro estava pra fora do short, latejando livre, mas eu deixei só a glande encaixada fundo, o resto do cacete pressionado contra a curva inferior da bunda, sentindo o peso macio dela contra toda a extensão da rola.

Meu tesão estava no máximo. Eu respirava devagar, fingindo dormir, mas por dentro eu queria gemer de tanto prazer. Ficar assim, com o cacete inteiro exposto e a cabeça enterrada na bunda proibida dela, era insano. Eu apertava levemente o quadril, só pra sentir mais fundo, sem mexer, só encoxado, sentindo cada centímetro daquela carne macia e quente.

Eu senti quando a bunda dela empinou sutilmente pra trás, pressionando mais contra o meu pau, fazendo a glande deslizar gostoso entre as nádegas macias. Outro suspiro rouco saiu dela, mais demorado, quase um gemido abafado no fundo da garganta. As nádegas se apertaram novamente, ritmadas, massageando devagar a cabeça do meu pau enquanto o meio da fenda ficava cada vez mais quente e escorregadio.

Ela soltou outro suspiro longo, o corpo se mexendo preguiçosamente no sono, a bunda enorme dando uma contração lenta e profunda que apertou minha glande com força, depois relaxou, depois apertou de novo, como se estivesse pulsando em volta de mim.

Eu fingia dormir perfeitamente, respirando calmo, mas meu pau latejava desesperado dentro daquele calor proibido. A bunda da minha mãe continuava se movendo devagar, apertando, empinando levemente, engolindo mais da cabeça do meu pau entre as nádegas pesadas e macias.

Eu não aguentei mais só ficar encaixado ali. O tesão falou mais alto.

Bem devagar, com o coração martelando no peito, eu inclinei o quadril para baixo em um movimento cuidadoso e escorregadio. A glande melada deslizou devagar entre as nádegas gigantes, descendo pela fenda quente e brilhante. Senti quando ela passou pelo períneo e, com um deslize suave e molhado, a cabeça inchada do meu pau chegou exatamente na entrada da boceta dela.

A glande parou ali, pressionando de leve os lábios grossos e rosados. Estava quente pra caralho, inchada, pulsando contra a abertura macia e molhada da buceta dela. Eu sentia a carne tenra se abrindo de leve ao redor da ponta, como se estivesse convidando.

Nesse exato momento, ela reagiu e eu tomei um susto me afastei rápido dela.

Ela soltou um suspiro mais forte e repentino, o corpo se mexendo com um movimento brusco e preguiçoso. Eu tomei um susto enorme meu coração quase saiu pela boca. Antes que eu pudesse fazer qualquer coisa, ela virou o corpo inteiro até ficar de barriga pra cima.

Meu coração ainda batia forte no peito depois daquele susto. Eu fiquei alguns segundos paralisado, pau latejando no ar, olhando para ela de barriga pra cima, completamente relaxada. A camisola transparente embolada na cintura, os mamilos rosados duros subindo e descendo devagar, a boceta depilada exposta entre as pernas ligeiramente abertas, a bunda enorme descansava espalhada contra o colchão, longe do meu pau. Ela parecia dormir profundamente de novo, respiração calma e regular.

Devagar, sem fazer barulho, eu guardei o pau de volta dentro do short folgado. O tecido largo engoliu o cacete latejante, mas ele continuava marcando forte, uma barraca óbvia no meio das minhas pernas. Eu me ajeitei um pouco na cama, fingindo que só estava me mexendo no sono, e me aproximei mais dela.

Ela estava deitada de barriga pra cima, um dos braços descansando ao lado do corpo, a mão aberta e relaxada para cima do colchão, bem pertinho de mim. O tesão falou mais alto ainda.

Com o coração acelerado de novo, eu me mexi bem devagar, como se estivesse apenas mudando de posição enquanto dormia. Meu quadril foi chegando mais perto até que o volume duro dentro do short folgado encostasse na palma da mão dela. Eu empurrei levemente o quadril pra frente, encaixando o pau bem na mão aberta e quente.

O tecido fino do short era a única coisa entre o meu cacete latejante e a palma macia dela. Eu pressionei mais, deixando o pau inteiro descansar pesado sobre a mão dela, a cabeça inchada bem no centro da palma. Senti o calor da pele dela atravessando o tecido, os dedos relaxados tocando de leve o comprimento da rola.

Eu fiquei assim, encoxando devagar contra a mão dela. O pau pulsava forte dentro do short, roçando contra a palma quente e macia enquanto eu fingia dormir. Cada pulsação fazia o cacete pressionar mais contra os dedos dela, o volume grosso marcando bem na mão dela.

Eu empurrei o quadril bem de leve mais uma vez, esfregando o pau devagar contra a palma aberta, aproveitando cada segundo daquele contato proibido enquanto ela dormia alheia, de barriga pra cima, boceta exposta e mão servindo de apoio pro meu pau duro.

Eu fiquei ali, com o pau completamente encaixado na palma aberta e quente da mão dela, só o tecido fino do short folgado separando minha rola latejante da pele macia da minha mãe. Meu coração ainda estava acelerado por causa do susto de antes, mas o tesão era muito mais forte. Eu não conseguia parar.

Bem devagar, fingindo que estava apenas me ajeitando no sono, eu comecei a mexer o quadril em movimentos curtos e sutis. Empurrei pra frente, fazendo o cacete deslizar devagar pela palma da mão dela, depois puxei um pouco pra trás. O volume grosso da rola roçava contra os dedos relaxados, pressionando a cabeça inchada bem no centro da palma quente.

Cada movimento fazia o pau pulsar mais forte dentro do short. Eu sentia o calor da mão dela atravessando o tecido, os dedos macios tocando de leve toda a extensão do meu cacete. Aos poucos eu fui ficando mais ousado. Mexi o quadril com um pouco mais de ritmo, esfregando o pau pra cima e pra baixo na palma aberta dela, como se estivesse fodendo devagar a mão dela.

Ela continuava dormindo de barriga pra cima, respiração calma, mas o corpo dela reagiu de forma inconsciente.

Em um dos movimentos mais longos que eu dei, quando eu empurrei o quadril com mais força, os dedos dela se fecharam levemente ao redor do volume do meu pau. Não foi forte, não foi consciente… foi só um reflexo suave, quase como se a mão dela estivesse apertando algo quente e gostoso no sono. Os dedos macios envolveram parcialmente o cacete através do short, pressionando a rola latejante com uma delicadeza que me deixou louco.

Caralho…

Eu parei por um segundo, sentindo aqueles dedos quentes segurando meu pau sem querer. O tesão explodiu dentro de mim. Eu empurrei de novo, bem devagar, e os dedos dela se apertaram um pouco mais, como se estivessem tentando segurar melhor. A palma quente agora envolvia boa parte do comprimento do meu cacete, os dedos curvados em volta dele de forma preguiçosa e natural.

Eu continuei mexendo o quadril, bem lento e constante, fodendo devagar a mão dela através do short. A cada estocada suave o pau deslizava entre os dedos relaxados, a cabeça inchada roçando na palma macia. Ela não acordou. Só soltou um suspiro mais longo e rouco, o corpo ainda de barriga pra cima, mamilos rosados duros, boceta exposta, enquanto a mão dela, sem querer, segurava o pau.

Eu estava delirando de prazer. Meu quadril não parava mais de se mover devagar, encoxando a mão quente e macia da minha mãe, sentindo os dedos dela se fechando e relaxando em volta do cacete latejante, como se ela estivesse me masturbando dormindo.

Os dedos dela, que antes estavam só levemente curvados, começaram a se fechar com mais força ao redor do meu pau. . A palma macia pressionava com vontade contra o volume latejante, os dedos envolvendo boa parte do cacete através do tecido do short. Cada vez que eu mexia o quadril, ela apertava mais, como se a mão dela estivesse instintivamente tentando segurar algo grosso e quente.

Eu não aguentei mais só sentir através do short.

Com o coração martelando, eu enfiei a mão discretamente entre nossos corpos, puxei o short folgado pra baixo devagar até que ele descesse o suficiente para liberar meu pau inteiro. O cacete saltou pesado, completamente duro, veias saltadas, a cabeça roxa e inchada brilhando com pré-gozo. Eu empurrei o quadril pra frente novamente e, dessa vez, encostei direto na pele.

A palma quente e macia da minha mãe encostou direto no meu pau nu.

Caralho… que sensação.

A pele dela era quente, suave, um pouco úmida de suor. Os dedos se fecharam com mais força agora, envolvendo meu cacete sem nenhuma barreira. Eu sentia cada dedo pressionando as veias pulsantes, a palma apertando a parte de baixo da rola enquanto a cabeça inchada roçava contra a base dos dedos dela. Eu comecei a mexer o quadril devagar, fodendo a mão dela com movimentos longos e safados. O pau deslizava entre os dedos quentes, a glande roçando na palma macia, deixando um rastro de pré-gozo na pele dela.

Enquanto eu continuava assim, uma memória invadiu minha cabeça com força total.

Eu me lembrei daquela noite com o Allan. Eu tinha transado com ela enquanto ela estava completamente inconsciente, dopada de bebida e droga. Eu e ele tínhamos revezado, metendo na buceta molhada dela, gozando dentro enquanto ela dormia sem saber de nada. Eu me lembrei do jeito que a boceta dela apertava mesmo inconsciente, do gemido baixo que ela soltava quando eu metia fundo, da cara dela relaxada enquanto tomava porra dos dois.

A lembrança me bateu como um soco de tesão.

Meu pau pulsou violentamente na mão dela. Eu fiquei ainda mais excitado, quase tremendo. Saber que eu já tinha fodido aquela mesma mulher enquanto ela estava inconsciente, que eu já tinha enchido a buceta dela de porra do próprio filho, fez meu tesão explodir.

Eu não conseguia mais me controlar. Comecei a foder a mão dela com movimentos mais longos e intensos, empurrando o quadril pra frente e pra trás devagar, mas com força. O cacete escorregava entre os dedos macios, a cabeça inchada roçando na palma quente e saindo melada de pré-gozo. Os dedos dela se fechavam com mais pressão a cada estocada, apertando as veias do meu pau como se estivesse me masturbando de verdade.

Eu olhava fixamente para ela de barriga pra cima: os mamilos rosados duros, a boceta depilada exposta e brilhando, o corpo bronzeado completamente relaxado. A mão dela segurando meu pau do próprio filho enquanto eu metia entre seus dedos.

Meu tesão chegou no limite.

Eu comecei a respirar mais pesado, ainda fingindo dormir, mas o quadril não parava. Fodia a mão dela com mais velocidade, sentindo os dedos apertarem forte, a palma quente e escorregadia. A pressão no meu saco aumentava rápido, as bolas apertadas, o pau inchando ainda mais dentro da mão dela.

— Porra… mamãe… — sussurrei baixinho, quase sem som.

Em poucos segundos eu não aguentei mais. Meu pau deu vários pulsos fortes e eu gozei forte na mão dela.

Jatos grossos e quentes de porra saíram da cabeça do meu pau, espirrando direto na palma macia e entre os dedos dela. Eu continuei mexendo o quadril devagar enquanto gozava, esporrando mais e mais, enchendo a mão da minha mãe de sêmen quente e viscoso. A porra escorria entre os dedos dela, descendo pela palma, molhando o dorso da mão e pingando no colchão. Alguns jatos mais fracos ainda saíram enquanto eu tremia de prazer, o cacete pulsando na mão dela até esvaziar completamente.

Quando terminei, meu pau ainda latejava, sensível, coberto de porra. Eu respirei fundo, o corpo relaxando aos poucos. Com cuidado, eu puxei o short folgado de volta pra cima, guardando o pau melado e mole dentro dele.

Ela continuava dormindo profundamente de barriga pra cima, mão agora toda melada de porra, os dedos grudentos.Alguns fios longos de sêmen ainda pendiam da ponta dos dedos dela, descendo devagar em direção ao pulso. A pele macia da palma estava quente e viscosa, completamente lambuzada com minha porra grossa.

Eu fiquei olhando por alguns segundos, o coração ainda batendo forte, sentindo uma mistura de prazer e culpa safada. Meu pau, agora meio mole e sensível, ainda latejava levemente dentro do short.

Com cuidado para não acordá-la, eu me levantei devagar na cama. Peguei a ponta do lençol que estava dobrada ao lado e, bem devagar, limpei a mão dela. Passei o tecido macio pela palma, limpando os fios grossos de porra que cobriam sua pele. Limpei entre cada dedo, sentindo a viscosidade da minha própria porra grudando no lençol. Depois limpei o dorso da mão e o pulso, até que quase não sobrasse mais nenhuma marca visível. Só ficou um leve brilho úmido na pele dela, quase imperceptível na penumbra do quarto.

Eu olhei para o lençol agora tinha uma mancha grande e molhada bem no lugar onde eu tinha limpado. Dobrei a parte suja para dentro, escondendo o melhor que pude.

Depois disso, eu me deitei novamente ao lado dela. Meu corpo ainda estava quente, as pernas um pouco fracas pelo gozo forte. Virei de lado, de frente para ela, e fiquei observando por mais alguns instantes.

O cansaço começou a pesar. O tesão tinha sido drenado junto com a porra, deixando apenas uma sensação gostosa de relaxamento e satisfação proibida.

Eu fechei os olhos, respirei fundo uma última vez e deixei o sono vir. Em poucos minutos, adormeci profundamente ao lado da minha mãe , com o cheiro sutil de porra e excitação ainda no ar e a memória da mão

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Comentários

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É um ótimo conto, muito bem escrito, continue assim.

Mas o que eu passo raiva lendo isso não tá escrito kkkkk, principalmente com o protagonista e a mãe. O protagonista por ser muito passivo, e a mãe por tudo que ela faz, ela é muito cínica ao meu ponto de vista, ela percebe que o filho está bravo com as atitudes dela, que ela o está fazendo sofrer, aí ela se comporta por uns dias para ele se acalmar, fica paparicando ele, e quando ele está de boa, ela vai e faz ainda pior. Caio é um filho da puta, ter raiva dele é redundante.

São em geral, personagens bem complexos é bem desenvolvidos, apesar de tudo kkkk. Aguardo os próximos capítulos, 3 estrelas para esse.

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Cada dia que passa esse conto so melhora

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