Barganhando com minha irmã

Um conto erótico de Alan
Categoria: Heterossexual
Contém 3094 palavras
Data: 10/04/2026 23:17:56

Eu ainda não acreditava direito na sorte que tinha dado. Ganhei um sorteio na academia: podia escolher entre um iPhone 17 Pro Max novinho ou um PC gamer de última geração. Pra mim a decisão era óbvia. Eu já tinha um celular bom o suficiente. O que eu queria mesmo era montar aquela máquina monstra pra jogar sem lag nenhum.

Cheguei em casa animado, ainda com a mochila da academia no ombro, e a minha irmã, Amanda, estava na sala, de shortinho jeans bem curto e uma regata branca fininha que mal dava conta de segurar aqueles peitões dela. A pele cor de jambo brilhava um pouco de suor por causa do calor. Ela estava largada no sofá, pernas cruzadas, o short subindo e deixando a metade de baixo da bunda grossa à mostra.

— Alan… — ela chamou com aquela voz dengosa que eu conhecia muito bem. — Vem cá rapidinho.

Eu me aproximei. Amanda se sentou, fazendo os peitos balançarem pesados dentro da regata. Os mamilos marcavam levemente o tecido.

— Eu soube do sorteio… — ela mordeu o lábio inferior, olhando pra mim com aqueles olhos grandes e inocentes demais pra ser verdade. — Você vai pegar o iPhone, né? Aí você me dá de presente… Por favorzinho?

Eu ri, balançando a cabeça.

— Nem pensar, Amanda. Vou pegar o PC gamer. Já decidi.

O biquinho dela foi imediato. Ela se levantou, chegou bem perto de mim, quase colando o corpo no meu. O cheiro doce do perfume misturado com o calor da pele dela invadiu meu nariz.

— Mas Alan… eu preciso de um celular novo. O meu tá uma merda. Por favor… eu faço qualquer coisa. — Ela falou “qualquer coisa” bem devagar, com um sorrisinho safado no canto da boca.

Senti meu pau dar uma mexida dentro da bermuda só com o tom que ela usou. Mas me mantive firme.

— Desculpa, mana. PC gamer pra mim. Fim de papo.

Ela passou o resto do dia me infernizando de um jeito que, no começo, eu até achei que era só coisa da minha cabeça.

De manhã ela apareceu na cozinha de camisola curta, sem sutiã, os peitões pesados balançando livres enquanto ela pegava suco na geladeira. Quando se abaixou pra pegar algo no armário de baixo, a camisola subiu e eu vi a calcinha fio-dental enterrada entre aquelas duas bandas grandes e macias. Ela ficou mais tempo do que precisava naquela posição.

Depois, enquanto eu jogava videogame, ela veio sentar do meu lado no sofá, cruzou as pernas de um jeito que o shortinho subiu quase até a virilha. De vez em quando ela esticava os braços pra cima, bocejando, e eu via de relance as axilas lisas e macias, levemente úmidas de calor. O cheiro leve e natural dela chegava até mim e me deixava com o pau meio inchado o tempo todo.

— Tem certeza que não quer me dar o iPhone, maninho? — ela perguntou pela décima vez, inclinando o corpo na minha direção, os peitos quase encostando no meu braço. — Eu sou tão boazinha com você…

Eu engoli em seco. As provocações estavam ficando cada vez mais claras, mas nunca explícitas demais. Ela sempre mantinha aquele tom de brincadeira, como se fosse só uma irmãzinha pedindo um favor.

À noite, fomos juntos pro aniversário de um amigo em comum. Amanda escolheu um vestidinho preto justo que abraçava cada curva do corpo dela: os peitões apertados, a cintura marcada e a bunda empinada balançando a cada passo. No carro, ela sentou no banco do passageiro, cruzou as pernas e o vestido subiu pelas coxas grossas.

Durante a festa bebemos bastante. Eu tentei não olhar demais pra ela, mas era impossível. Cada vez que Amanda ria, dançava ou se inclinava pra falar no meu ouvido, meu pau latejava dentro da calça.

Já era tarde quando um casal de amigos nossos, bem bêbados, pediu carona. Eles entraram no banco de trás. Mal o carro começou a andar e os dois já estavam se agarrando pesado. Ouvi os beijos molhados, os gemidos baixos. Pelo retrovisor eu via a mão do cara subindo pela saia dela, os dedos desaparecendo entre as pernas da garota.

Amanda virou o rosto pra mim e sorriu, maliciosa.

— Olha só esses dois… não aguentaram nem chegar em casa — sussurrou ela, rindo baixinho. — Tá gostoso de ver, né, maninho?

Eu não respondi, mas meu pau estava duro pra caralho. Amanda percebeu. Ela colocou a mão na própria coxa e deslizou os dedos lentamente pra cima, sem tirar os olhos de mim.

Os gemidos no banco de trás aumentaram. A garota estava quase gemendo alto enquanto o cara metia os dedos nela. Amanda só observava, mordendo o lábio, claramente excitada com a cena.

Quando finalmente deixamos o casal na casa deles e voltamos pra nossa casa, o silêncio dentro do carro era pesado. Nenhum de nós falou nada durante o trajeto. Mas eu sentia o clima totalmente diferente agora.

Chegamos em casa. Eu me joguei no sofá da sala, ainda com o pau meio duro da cena toda. Amanda ficou de pé na minha frente, o vestidinho preto colado no corpo suado da noite.

Ela sorriu, dengosa, e falou com aquela voz manhosa:

— Alan… e aquele iPhone? Você ainda pode escolher, né?

Eu fiquei quieto.

Ela se aproximou mais, inclinando o corpo pra frente, os peitões quase saindo do decote.

— Se você me der o iPhone… — ela baixou um pouco a voz, brincalhona — eu te deixo olhar enquanto eu tomo banho. Só olhar, hein? Nada mais.

Meu coração disparou. Meu pau deu um pulo violento dentro da calça.

Amanda riu baixinho, como se fosse só uma brincadeira inocente, e seguiu pelo corredor em direção ao banheiro, rebolando devagar.

— Vou tomar banho agora… — disse ela, olhando por cima do ombro. — Se quiser ver, a porta vai ficar destrancada.

E entrou.

Eu fiquei sentado no sofá por uns dois minutos que pareceram uma eternidade. Meu coração batia forte no peito e meu pau estava latejando dentro da calça, completamente duro desde que Amanda tinha me provocado.

“Se você me der o iPhone… eu te deixo olhar enquanto eu tomo banho.”

A imagem dela nua, molhada, aqueles peitões pesados brilhando de água, a bunda grande e macia… não saía da minha cabeça. Eu tentei me controlar, mas o tesão era mais forte que qualquer razão. Levantei devagar e fui andando pelo corredor em silêncio.

A porta do banheiro estava entreaberta, exatamente como ela tinha dito. O som do chuveiro já estava ligado. Respirei fundo e empurrei a porta devagar, fingindo naturalidade.

— Só vou mijar rapidinho — murmurei, como se aquilo fosse a coisa mais normal do mundo.

Amanda estava debaixo do chuveiro, de costas pra mim no começo. A água quente escorria pelo corpo dela, fazendo a pele cor de jambo brilhar como se fosse óleo. Os cabelos molhados colados nas costas. Quando ela ouviu minha voz, virou o corpo devagar, sem pressa, e me deu de frente.

Porra… que visão. Os peitões grandes e pesados pendiam ligeiramente, cheios, com os mamilos escuros e duros por causa da água quente. A barriga macia de gordinha, a buceta lisinha, inchada, com os lábios grossos entre as coxas grossas. E aquela bunda avantajada que eu tanto fantasiava, agora molhada e reluzente.

Ela sorriu, sem nenhum pudor, e passou as mãos nos peitos, apertando de leve como se estivesse ensaboando.

— Oi, maninho… veio mijar mesmo? — perguntou com aquela voz dengosa e provocante, os olhos descendo direto pro volume evidente na minha calça. — Ou veio ver a sua irmãzinha tomando banho?

Eu não respondi. Fui até a pia, abri o zíper da calça com as mãos tremendo um pouco e tirei o pau pra fora. Estava absurdamente duro, a cabeça inchada e roxa, latejando no ar. Tentei mirar no vaso, mas era impossível. O pau não descia. Ficava apontando pra cima, rígido, quase encostando na barriga.

Amanda riu baixinho, um riso safado e vitorioso.

— Nossa… olha o tamanho disso. Tá difícil de mijar com ele assim, né? — Ela se virou de lado, me dando uma visão perfeita dos peitões balançando enquanto ela passava as mãos pelo corpo. De repente ergueu um braço, lavando a axila lisa e macia, a pele molhada brilhando sob a luz do banheiro. O cheiro leve do sabonete misturado com o calor natural dela chegava até mim.

Eu tentei forçar, mas nada. Só ficava ali, pau duro pra caralho, exposto pra ela.

— Vem cá — ela chamou, ainda sorrindo. — Deixa eu ver isso de perto.

Eu me aproximei do box, o pau latejando a cada passo. Amanda abriu a porta de vidro e estendeu a mão molhada. Seus dedos tocaram delicadamente na base do meu pau, quase sem apertar, só sentindo o peso e o calor.

— Que pau gostoso, Alan… bem grosso. — Ela deslizou os dedos devagar pela extensão, subindo até a cabeça. — Mas você tem que baixar isso antes de mijar, né?

Ela pegou o sabonete líquido, espremeu um pouco na palma da mão e começou a ensaboar meu pau. A mão escorregadia subia e descia devagar, punhetando com calma, espalhando a espuma branca pela cabeça inchada e pelas bolas. Era uma sensação deliciosa e torturante ao mesmo tempo.

— Eu ainda quero iPhone, sabe? — ela perguntou, olhando pra cima com cara de safada enquanto continuava a punheta lenta. — Se eu chupar esse pau gostoso… você me dá?

Meu cérebro estava derretendo. Eu só consegui gemer baixinho.

— Sim… porra, Amanda… eu te dou.

Ela sorriu vitoriosa, os olhos brilhando.

— Mas só se você guardar segredo. Ninguém pode saber nunca, maninho. Promete?

— Eu juro… eu prometo. Segredo absoluto.

Amanda se abaixou devagar, ainda dentro do box, a água caindo sobre os ombros e escorrendo pelos peitões. Ficou de cócoras, o rosto bem na altura do meu pau ensaboado. Ela olhou pra ele com atenção, analisando cada veia, passando o dedo na cabeça sensível.

— Hum… bem grandinho mesmo. — Ela fingiu que ia chupar, abriu a boca e chegou bem perto, a língua quase tocando, mas parou e deu uma risadinha. — É isso que você queria há tanto tempo, né? Ver sua irmãzinha safada chupando seu pau? Mas eu nunca vou fazer isso…

Eu estava desesperado de tesão.

— Amanda… por favor… eu te dou o iPhone. Qualquer coisa.

Ela riu de novo, mas dessa vez segurou meu pau com firmeza e lambeu devagar, da base até a cabeça, tirando um pouco da espuma. Depois abriu a boca e engoliu a cabeça devagar, chupando com calma, quente, molhada, a língua girando em volta enquanto a água do chuveiro caía sobre nós dois.

— Mmm… — ela gemeu baixinho, tirando o pau da boca por um segundo. — Tem gosto bom.

Ela chupava lento, profundo, sem pressa. Cada descida da boca quente me fazia gemer. Os peitões balançavam pesados com o movimento, os mamilos roçando nas minhas coxas de vez em quando. Em um momento ela ergueu o braço direito pra se apoiar na minha perna, e eu vi de perto a axila lisa e molhada, brilhando, o cheiro suave do sabonete misturado com o calor dela me deixando ainda mais louco.

Eu sentia o gozo subindo rápido. Segurei a cabeça dela com as duas mãos.

— Para… Amanda, para… eu vou gozar.

Ela tirou o pau da boca com um estalo molhado, olhando pra mim com cara de quem sabia exatamente o poder que tinha.

— Por quê? Não quer gozar na minha boca?

Eu estava envergonhado, mas o tesão falava mais alto. Baixei a voz, quase sussurrando:

— Eu quero… eu quero foder você. Por favor. Me deixa meter na sua buceta.

Amanda ergueu uma sobrancelha, surpresa e divertida ao mesmo tempo.

— Não. Não vou dar minha buceta pra você hoje.

Eu implorei, a voz rouca:

— Por favor, Amanda… eu tô louco. Eu faço qualquer coisa.

Ela se levantou devagar, o corpo molhado colado no meu. Os peitões pesados encostaram no meu peito. Ela pegou o sabonete líquido de novo, espremeu bastante na mão e começou a espalhar na minha rola ainda dura, lubrificando tudo.

— Tudo bem… eu penso no caso — disse ela, virando de costas pra mim. Empinou aquela bunda grande e macia, abrindo um pouco as pernas. Com a outra mão ela passou sabão líquido no próprio cu amorenado, esfregando o dedo indicador devagar no anel apertado, fazendo ele brilhar de espuma. — Mas se eu te der o cu hoje… você tem que me emprestar o seu carro por um mês inteiro. Sem reclamar, além do Iphone, é claro.

Eu nem pensei duas vezes.

— Tá bom… um mês. O carro é seu.

Amanda olhou por cima do ombro, sorrindo safada, e empinou mais a bunda.

— Então vem, maninho… mete devagar. E não goza dentro, hein? Senão eu te mato.

A água quente continuava caindo sobre nós. Eu segurei aqueles quadris grossos, apontei o pau ensaboado pro cuzinho apertado dela e comecei a pressionar devagar, sentindo a cabeça abrir caminho no anel quente e escorregadio…

A água quente caía sem parar sobre nossos corpos, enchendo o banheiro de vapor. Meu pau, todo ensaboado e latejando, pressionava contra o cuzinho apertado de Amanda. Segurei firme aqueles quadris grossos, a pele cor de jambo escorregadia e macia nas minhas mãos, e empurrei devagar.

A cabeça inchada do meu pau forçou o anelzinho dela, que resistiu um segundo antes de ceder. Centímetro por centímetro, eu entrei no cu quente e apertado da minha irmãzinha. Era absurdamente gostoso — quente, escorregadio pelo sabão, e tão apertado que parecia que ia espremer todo o meu pau.

— Aaaah… devagar, Alan… — ela gemeu, empinando mais a bunda grande pra trás, as duas nádegas macias tremendo levemente. — Tá grosso pra caralho… vai fundo, mas sem pressa.

Eu gemi alto, sentindo o cu dela engolir meu pau até a metade. As paredes internas pulsavam em volta da minha rola, apertando e soltando. Comecei a meter devagar, entrando e saindo com ritmo, cada estocada fazendo um barulho molhado misturado com o som da água caindo. Os peitões dela balançavam pesados pra frente e pra trás, os mamilos escuros duros como pedrinhas.

Enquanto eu socava mais fundo, meus olhos não conseguiam parar de percorrer o corpo dela. A bunda avantajada quicando contra minha barriga, a cintura macia, os ombros molhados… e então, quando ela ergueu o braço esquerdo pra se apoiar na parede do box, eu vi de perto.

A axila lisa, completamente depilada, brilhando de água e sabão. A pele macia, levemente rosada pelo calor, com gotas escorrendo devagar. O cheiro suave e natural dela — misturado com o sabonete doce — subiu direto pro meu nariz e me deixou completamente louco. Era íntimo, proibido, deliciosamente cheiroso. Meu tesão explodiu.

Sem conseguir me controlar, eu me inclinei pra frente, ainda com o pau enterrado fundo no cu dela, e colei minha boca aberta na axila molhada de Amanda. Lambi com vontade, passando a língua devagar pela pele lisa e quente, sentindo o gosto levemente salgado misturado com o sabonete. Chupei de leve, depois lambi mais forte, enfiando a língua no vão macio enquanto meu nariz pressionava contra a pele dela.

Amanda deu um pulo leve, surpresa.

— Ei… que porra é essa, Alan? — ela perguntou, virando o rosto, os olhos arregalados. — Tá lambendo minha axila? Que doideira é essa?

Eu não parei. Continuei metendo no cu dela com estocadas mais fortes agora, o pau entrando até o talo e saindo quase todo, enquanto minha boca devorava aquela axila gostosa. Lambia, chupava, passava a língua em círculos, sentindo cada centímetro liso e molhado. Meu pau latejava mais forte dentro dela a cada lambida.

— Porra… você é tão cheirosa aqui… não aguento… — murmurei contra a pele dela, a voz rouca de tesão, antes de voltar a lamber com mais fome.

Amanda gemeu mais alto quando eu dei uma estocada bem fundo. No começo ela parecia estranhar, o corpo tenso, mas aos poucos os gemidos mudaram de tom. Ela empinou mais a bunda, rebolando contra mim, e eu senti o cu dela apertar meu pau ainda mais.

— Ahhh… caralho… continua… — ela sussurrou, surpresa consigo mesma. — Tá estranho… mas tá gostoso pra porra. Lambe mais, vai… chupa minha axila enquanto mete no meu cu.

Eu enlouqueci de vez. Segurei o braço dela erguido com uma mão, lambendo e chupando a axila com vontade, a língua deslizando sem parar pela pele macia e úmida. Com a outra mão, apertei um daqueles peitões pesados, beliscando o mamilo enquanto socava o cu dela com força. O barulho molhado das minhas bolas batendo contra a bunda grossa ecoava no banheiro junto com os gemidos dela.

— Isso… assim… mete mais fundo no meu cuzinho safado… — Amanda gemia, agora completamente entregue. — Porra, Alan… você é um pervertido mesmo… lambendo a axila da sua irmã enquanto fode o cu dela… mas não para… tá me deixando louca.

Eu sentia o gozo subindo rápido. O cu apertado dela, o gosto da axila na minha boca, os peitões balançando, a bunda quicando… tudo era demais. Meu pau inchou ainda mais dentro dela.

— Amanda… eu vou gozar… — avisei, a voz entrecortada, ainda com a boca colada na axila dela.

— Não dentro! — ela ordenou, mas a voz estava manhosa e safada. — Goza fora… goza na minha bunda…

Eu dei mais algumas estocadas fortes, lambendo a axila uma última vez com fome, depois puxei o pau rápido. Segurei a rola latejante e gozei com força, jatos grossos e quentes de porra espirrando nas costas dela, escorrendo pela bunda grande e pelas coxas grossas. Amanda gemeu alto, tremendo, e eu vi a buceta dela contrair, como se estivesse gozando só da sensação.

Ficamos ali, ofegantes, a água lavando lentamente a porra do corpo dela. Amanda se virou devagar, o rosto corado, um sorrisinho safado nos lábios.

— Você é doido, hein… lambendo minha axila desse jeito. Nunca imaginei que você fosse tão tarado assim, maninho. — Ela riu baixinho, passando a mão na axila que eu tinha devorado. — Mas confesso… gostei. Foi estranho… mas me deixou bem molhadinha.

Ela se aproximou, os peitões colando no meu peito molhado (minha roupa toda estava), e deu um beijo leve na minha boca.

— O iPhone é meu agora… e o carro por um mês também. E o segredo continua, né?

Eu só consegui balançar a cabeça, ainda tonto de prazer.

— Segredo absoluto.

Amanda sorriu vitoriosa, fechou o chuveiro e saiu do box, rebolando aquela bunda avantajada toda molhada.

— Boa noite, maninho. Sonha comigo.

No dia seguinte Amanda ganhou seu Iphone e o empréstimo do carro. Um mês depois ela ganhou dinheiro, meu cartão de crédito, e até convenci mamãe a rachar o valor de uma moto para darmos de “presente” para Amanda.

No fim, eu fiquei endividado na mão dela, mas valeu a pena... E ainda vale.

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