Aventuras do Colégio Interno 4

Da série Colégio Interno
Um conto erótico de Dudinha
Categoria: Gay
Contém 1134 palavras
Data: 10/04/2026 23:08:07

Olá pessoal, depois de algum tempo resolvi retomar a série, para quem quiser entender melhor, aconselho ler os outros contos no meu perfil. Já aviso que, depois deste, não sei se teremos novos textos.

Para organizar e botar moral no alojamento, existiam monitores. Eles ficavam responsáveis por “fiscalizar” os quartos, ver se havia algum aluno faltando à aula, fora do quarto no horário ou fazendo bagunça. Era bem comum os alunos internos desenvolverem amizade com os monitores por conta do contato, havia muita brincadeira, jogos de futebol ou vôlei.

Existia um com quem me tornei mais amigo, Fernando. Ele lembra levemente o Jake Peralta, de Brooklyn 99. Tínhamos o costume de ficar conversando sobre diversas coisas, fazíamos algumas brincadeiras, ele me dava conselhos e falava sobre as meninas da escola. Por isso, nunca imaginei que poderia rolar algo.

Esse tipo de amizade era comum entre funcionários e alunos, acho que todos tinham seu preferido.

Certa noite, estávamos conversando sobre meninas, se eu estava ficando com alguma delas, se havia interesse por X ou Y, elas não vêm muito ao caso. Falei que já tinha ficado com uma ou outra, mas nada sério, era mais por ficar mesmo.

Ele me contou que, várias vezes, as meninas tentavam provocá-lo ou chamar a atenção dele, mas que nada acontecia por ele ser funcionário e casado. Disse também que, um ano antes, quase chegou a ficar com uma delas.

Ele perguntou também se eu era virgem. Respondi que não, até aquele momento, não tinha rolado penetração com nenhuma menina, só algumas experiências mais superficiais, também não quis comentar sobre os meninos. Percebi muito interesse da parte dele, mas achei “normal”. .

Quando o sinal tocou, às 21h30, era hora de ir para o alojamento. Nesse momento, ele ainda soltou: “vai lá, depois a gente conversa."

Entrei no dormitório, enquanto ele foi fazer a ronda antes de fechar os portões. Fiquei em um pequeno pátio no dormitório, sentei em um banco e comecei a conversar com os amigos sobre futebol, provas, meninas e outras coisas da escola. Aos poucos, um ou outro ia embora, de repente, chegava mais alguém, e a conversa continuava rendendo.

Em certo momento, Fernando chegou, conversou um pouco sobre umas obras que estavam acontecendo na escola e foi embora. Fiquei mais um tempo ali e, depois, segui para o meu quarto.

Tomei banho para dormir. Antes de deitar, senti sede e fui ao bebedouro no corredor. Na mesma hora, Fernando passou, estava indo de quarto em quarto contar os alunos e ver se estava tudo bem, eu o acompanhei.

Ao final, ele me chamou para verificar os quartos do andar superior, e fui com ele. Lá em cima havia menos quartos e ainda menos internos, então foi tudo bem rápido.

Já estava descendo a escada quando ele me chamou para o quarto exclusivo dos monitores. Nesse momento, acho que realmente caiu a ficha de que algo podia acontecer, e muito provavelmente ia.

No quarto, ficamos conversando sobre bobeiras e amenidades, assuntos soltos só para preencher o silêncio. O clima ainda parecia comum, mas havia uma tensão no ar.

Em determinado momento, ele começou a tirar a camisa, comentando sobre o calor, como se fosse algo completamente natural. Continuou falando enquanto se movia pelo quarto, tentando manter a conversa. Pouco depois, já só de cueca, disse que iria tomar um banho rápido.

“Duda, pode ficar à vontade, vou só tomar um banho por causa do calor.”

Fiquei ali, sentado, tentando me distrair, mas sem conseguir ignorar o que estava acontecendo. O som do chuveiro preenchia o ambiente, misturando-se com meus próprios pensamentos.

Quando o barulho da água parou, senti a ansiedade aumentar. A porta do banheiro se abriu, e ele saiu enrolado em uma toalha branca.

Ele veio e se sentou ao meu lado. O assunto sobre meninas voltou, quase como uma tentativa de manter uma aparência de normalidade. Eu até tentava disfarçar o olhar, mas era inevitável meus olhos insistiam em reparar no volume na toalha. Em certo ponto ele apenas perguntou: E meninos? Já teve alguma experiência? e aí eu travei, senti minhas bochechas queimarem de vergonha.

De repente, ele passou o braço por trás de mim e me puxou. Não tive tempo de reagir, quando percebi, já estávamos próximos demais, envolvidos em um abraço que rapidamente se transformou em um beijo.

Sabe aquele beijo em que tudo encaixa? Então… que beijo bom. Logo eu estava deitado na cama, com ele por cima me beijando. Ele é um pouco mais pesado que eu, então eu fiquei meio travado, por mim, era exatamente onde eu queria estar. Sentir as línguas se encontrando, os braços ao meu redor, nos unindo, quase colados.

Ele se levantou, a toalha caiu, e eu vi seu corpo, uma rola de 18 cm, não muito grossa. Não tive muita alternativa, caí de joelhos e mamei com gosto, me lambuzei, bati com aquele pau na minha cara, em alguns momentos ele abaixou e me beijou. A vontade era muito grande, enquanto mamava eu ia tirando a roupa, até ficar completamente nu. Fiquei em pé, olho no olho, ele pergunta se eu quero mesmo, digo que sim. Ele me bota na cama de 4 e começa a chupar meu cu, acho que essa foi a primeira vez que recebi um beijo grego, e se não foi, pelo menos foi a melhor, até então. Junto com a chupada ele também brincava com meu pau, batendo punheta.

Ele cospe no meu buraquinho e logo senti a glande pressionando para entrar, acho que o tesão era tão grande que não senti dor, só senti mesmo quando a cintura dele encostou na minha bunda, na mesma hora comecei a jogar meu rabo para trás. Ele começou a socar, não de forma descontrolada, mas de forma precisa, nada muito lento e nem muito forte, apenas o necessário, o que pra mim foi ótimo. O peitoral dele as vezes colava nas minhas costas, ele beijava meus ombros, pescoço... puro prazer.

Mudei de posição, fiquei de frango assado, ele colocou meus tornozelos entre sua cabeça, ganhando amplitude para ir mais fundo, e ele foi, e que sensação boa. Ele metendo firme, olhando nos meus olhos, nenhuma palavra, às vezes uns beijos fortes. Nessa hora senti meu corpo tremer e os pelos arrepiarem, olhei para baixo tinha gozado na minha barriga, ele acompanhou com o olhar, logo ficou em pé, arrancou a camisinha e gozou bem em cima de onde eu havia gozado.

Fernando deitou ao meu lado, ficamos um tempo em silêncio, as últimas palavras que lembro foi ele dizendo que só teve coragem de tentar algo por que já estava para mudar de cargo no trabalho, então aquele dia era o ultimo como monitor. Me permiti devanear mais um pouco, até que me dei conta e voltei para minha cama.

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