Dando trabalho pro novinho

Um conto erótico de marianinfaclara
Categoria: Heterossexual
Contém 1523 palavras
Data: 10/04/2026 06:31:01

Mais uma vez, gostaria de agradecer a todos que comentaram, curtiram, mandaram um feedback e trocaram uma ideia seja no Instagram ou no e-mail. Esse hobby vem se mostrando excitante demais e isso é graças a vocês.

Bom, essa história não tem tanto tempo, mas sempre lembro dela e fico excitada.

Eu fui promovida uns 3 anos atrás, já lutava a um bom tempo pela vaga e fiquei muito feliz quando aconteceu. Na época, estava terminando de pagar meu carro e aquele aumento ia me aliviar demais pois tinha acabado de comprar meu apartamento. Acontece que no meu primeiro dia no cargo novo, entrou uma leva de funcionários de uma terceirizada, prestávamos serviço para o Mercado Livre e a demanda não parava de subir.

Entre esses funcionários, estava o Lucas, um moleque alto, uns 1,85m, magro daqueles que parecem estar tendo os primeiros resultados na academia, 18 aninhos e rosto de garoto. Ele era uma gracinha, sempre prestativo, vocal e parceiro.

Com o tempo, percebi as encaradas que ele me dava, não era como os outros homens, ele parecia babar ainda mais, ficava desconcertado quando eu me dirigia a ele, estava sempre por perto me secando e vez ou outra reparava em seu volume e os carinhos que fazia como quem quer acalmar o pau.

A situação me excitava muito, eu adorava me sentir desejada, ainda mais no trabalho que me limitava tanto em vestimenta e maquiagem. Fui me envolvendo na situação, considerando experimentar aquele novinho, até que um dia eu fui passar entre ele e uma esteira e senti seu volume nas minhas costas, ali a decisão foi tomada.

Eu sempre fui bem direta, não tenho paciência para esperar, gosto de satisfazer meu desejo o mais rápido que der, mas precisava ter cuidado e manter a discrição por se tratar do ambiente de trabalho.

No dia seguinte ao ocorrido eu resolvi cercar ele, pedi ao seu líder que o deixasse me ajudar com algumas questões e ele, claro, não negou. Ia pra cima e pra baixo com o garoto, até ter um espaço a sós.

"Lucas, me responde uma coisa?"

"Claro, Maria. Só perguntar."

"Qual era o motivo do seu pau duro ontem?"

O moleque corou na hora, deu uma risadinha envergonhada e desviou o olhar.

"Pode ser sincero comigo. Não vou te repreender."

"Ah, não sei. Tem tantas mulheres bonitas aqui né."

Eu me fiz de frustrada para ver se ele daria a resposta que eu queria.

"Que pena. Estava feliz achando que era eu."

"Você é a mais bonita de todas."

Ele respondeu rapidamente, como se tivesse percebido o erro que iria cometer. Meu plano já tinha funcionado, mas queria tirar mais coisas dele.

"Você só me acha bonita?"

"Não. Te acho gostosa também."

"É mesmo? E se eu pedisse, você transaria comigo?"

"Você deve estar de pegadinha comigo."

Ele parecia, de fato, incrédulo, o que deixava tudo ainda mais quente.

"Vou perguntar só mais uma vez e quero uma resposta direta: você transaria comigo?"

"Meu sonho é te comer."

Eu mordi os lábios olhando nos olhos dele e disfarçadamente passei a mão na sua calça, o pau parecia que ia saltar.

"Vai no seu chefe e diz que você vai sair agora para almoçar comigo. Como agradecimento pela ajuda. Depois me encontra no meu carro."

Ele ainda parecia desconfiado, mas foi andando mesmo assim, balançando a cabeça como quem se questiona se está sonhando. Ele entrava uma hora mais tarde que eu, então almoçava uma hora depois, normalmente. Mas, como minha desculpa da ajuda tinha colado desde cedo, ninguém ia desconfiar.

Eu o esperei no carro por alguns minutos, pensando onde o levar, lembei de um motel próximo e resolvi ir lá. Ele entrou ainda meio atônito e ficou calado durante o caminho. Eu fazia carinho no seu pau, sentindo-o pulsar sob a calça.

No motel, precisei apresentar seu documento pois ninguém acreditava na idade dele, mas logo tudo se resolveu. Peguei o quarto mais simples, no menor período, tinha pressa ali. Chegamos e eu fui ao banheiro me lavar, depois foi a vez dele. Quando saiu, eu estava pelada de pé ao lado da cama.

"Você é virgem, Lucas?"

"Não."

"Que bom. Se você não fizer direito hoje, vou espalhar que você é um frouxo entendeu?"

Ele acenou que sim.

"E vou contar pro meu marido sobre você pra ele te dar uma surra. Fui clara?"

Ele novamente acenou positivamente.

"Então tira a roupa e deita aqui na cama."

Assim ele fez, tirou lentamente a roupa, meio nervoso ainda, e se deitou meio rígido na cama. Seu corpo era magro, mas bem bonito, tinha alguma definição. O pau era ainda mais branco que o rosto e tinha uma cabeça bem avermelhada, não era grosso, mas era bem comprido.

Eu subi na cama e fui me arrastando até a piroca dele. Segurei com força e empurrei um pouco pra deixar o saco à mostra. Passei a língua do saco até a glande, ele segurou minha cabeça na hora e gemeu forte. Fiquei um tempo trabalhando na cabecinha, lambendo e chupando só ela, sugando forte, depois comecei a mamar de fato naquela pirocona. Ele era barulhento, gemia igual uma menininha, mas isso me excitava, sentir seu pau pulsando na boca enquanto ele se contorcia todo.

Chupei e babei bem o pau, depois fiquei de pé na cama, ele me olhava como uma deusa, inebriado com o clima do quarto. Fui andando até ficar sobre sua cabeça e pisei nela, virei para um lado e para o outro, depois soltei.

"Vou sentar na sua cara agora. Bota a língua pra fora."

Ele abriu bem a boca e expos toda a língua. Fui devagar me abaixando até sentar nela, nesse momento quem gemeu fui eu, aquela língua grande e quente pareceu abraçar minha buceta. Eu que já estava molhada, fiquei ainda mais, pelo tesão e pela saliva dele. Comecei me segurando, mas depois não consegui mais, rebolava na cara com vigor, gemia alto que nem uma putinha.

"Que língua boa, meu novinho gostoso. Que delícia."

Quando sentia sua boca parar eu me levantava um pouco para que ele pudesse suspirar, mas não esperava muito, quando percebia que ele havia retomado o ar, voltava a rebolar na sua cara. Levei uma das mãos na cabeceira e outra no cabelo dele e aumentei ainda mais a intensidade, esfregava a buceta com força e sentia seu nariz roçar meu grelinho.

Lucas levantou um dos braços e massageou um pouco um peitinho meu. Não aguentei, gritei de prazer enquanto gozava naquela língua maravilhosa. O prazer era tanto que cheguei a esquecer de deixa-lo respirar um pouco e só lembrei quando ele acenou meio desesperado.

Saí de cima num tombo para o lado, e fiquei ali aproveitando o relaxamento por um minuto.

Quando voltei novamente minha atenção para ele, estava de olhos fechados, sorrindo e batendo uma.

"Larga seu pau agora. Você vai gozar me comendo."

Peguei uma das camisinhas que tinha no motel, enquanto abria, mamei um pouco aquela piroca outra vez e coloquei a camisinha com a boca mesmo. Me ajeitei sobre seu pau e só deixei o peso do meu corpo fazer o resto do trabalho. Foi uma socada daquelas, fez nós dois urrarmos de prazer.

Ele era tão alto que eu tinha espaço de sobra para me apoiar na sua barriga e ajudar na sentada. Comecei rebolando bem devagar, com ele massageando meus peitos, mas logo tirei suas mãos e comecei a quicar com força naquele pirocão. Ele olhava cada detalhe meu, como se estivesse gravando a cena para relembrar depois.

Minha pepeca parecia mais sensível que antes e dava pra sentir cada centímetro daquele pau entrando e saindo. Ele olhou pra mim com uma cara de desespero e eu percebi que estava perto.

"Espera um pouco. Mostra que você é macho e se controla. Eu tô quase também."

Ele pôs uma as mãos na minha coxa e apertava para se controlar, eu parei a quicada e voltei a só rebolar com ele inteiro dentro de mim, cheguei a me abaixar e lamber seus mamilos, era o mais longe que alcancava. Quando senti meu corpo arrepiar, o avisei.

"Agora goza, cachorrinho. Goza junto comigo."

Ele pareceu se livrar do maior peso da vida, largou minhas coxas e se agarrou no lençol, gemia mais alto que eu durante a gozada. Apesar da camisinha, conseguia sentir o quanto de porra ele tava soltando, eram jatos e mais jatos, num orgasmo longo tanto dele quanto meu.

Quando passou o ápice ele começou a ofegar e alisar minha bunda. Meu tesão tinha acalmado, mas a satisfação era incrível de ver ele daquela maneira.

"Infelizmente, você não vai ter almoço hoje."

"Porra, Maria. Você vale por um buffet completo."

Eu ri e saí d ecima, fui pro banheiro me lavar e depois me troquei. Ainda demoramos, pois Lucas estava num estado de contemplação, curtindo seu momento. Voltamos para a empresa em cima da hora e o dispensei de volta para o setor.

Desse dia pra frente, ele parecia ainda mais tarado por mim. O que, claro, me fazia sentir ainda melhorInstagram: marianinfaclara

Email: marianinfaclara@gmail.com

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Comentários

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Mulher q toma a iniciativa em td, pode intimidar qdo o sijeito é tímido, mas costuma compensar na transa como a tua história relata. Tem muita mulher, muita mesmo, sozinha, quieta no seu canto, q não sente falta de sexo, ou suporta bem essa carência ao ponto de praticamente a anular. Essas, qdo procuradas, costumam dar muito trabalho, perdendo para as q sempre estão em busca de uma transa. Digo assim, pq certa vez não soube desfrutar ao me sentir atacado, e lendo o q narra tão bem, lembrei da gostosíssima q perdi. Realmente é uma perda de tempo a mulher ficar se insinuando com mensagens subliminares, roupas chamativas ou a falta maior delas, comportasmentos q excitem o pretendente esperando uma resposta, q nem sempre acontece. Se há desejo, é melhor mesmo correr atrás logo o satisfazendo, do q aguardar o q é incerto, embora tenha boas probabilidades, pois na cultura masculina é quase impossível dizer não a uma mulher. Parabéns!!!

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Malvadinha, hahahahah!

Levou as ⭐⭐⭐

Beijão nas tetas😎♥️

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