Escravo dos pés da minha irmã mais nova - O Início

Um conto erótico de Leo1421
Categoria: Heterossexual
Contém 1222 palavras
Data: 09/04/2026 19:12:46

Eu me chamo Leandro e vou contar a história de como virei escravo dos pés da minha irmã. Atualmente eu tenho 38 anos e a minha irmã, 36, mas o começo das histórias que pretendo contar se passa em 2003. Morávamos na mesma casa: eu, minha irmã Renata, minha mãe e um tio chamado Jairo. Ele era irmão do meu falecido pai e morava conosco por ser um solteirão.

Na minha casa havia três quartos: um do meu tio, um que minha irmã e minha mãe dividiam, e outro só para mim.

A real é que a relação que eu tinha com a minha irmã sempre foi de muitas brigas, na maioria das vezes por coisas bestas. Éramos muito diferentes e confesso que nunca tive muita paciência para lidar com ela. Por não termos muita intimidade, raramente passávamos momentos juntos, mas tudo mudou quando eu FINALMENTE convenci a minha mãe a me dar um computador.

Mesmo com muita dificuldade, a minha querida mãe fez essa aquisição, e o computador foi instalado no meu quarto! No começo foi ótimo, principalmente porque a minha irmã não deu muita bola para ele, então eu usava o tempo inteiro (jogando e navegando na internet).

As coisas começaram a mudar quando a minha irmã passou a se interessar pelo finado programa “MSN Messenger” (o tataravô do WhatsApp), e logo as brigas entre a gente começaram por conta da divisão do tempo de uso do computador. Como eu não queria irritar a minha mãe, tratei de chamar a minha irmã no meu quarto para estabelecermos os horários de uso de cada um.

Ela chegou ao meu quarto e, para a minha surpresa, já foi se deitando na minha cama de bruços, com os pés para cima. Eu já ia reclamar com ela por estar sendo tão folgada quando, ao vê-la desse jeito na minha frente, lembrei que uma vez ela me contou que não queria que um amigo meu chamado Filipe entrasse na nossa casa novamente. Na ocasião, perguntei o motivo, e ela disse que ele ficava olhando o tempo todo para os pés dela e chegava perto para tentar tocá-los.

Na época, não dei muita importância e até achei que fosse invenção da cabeça dela, mas, observando os pés dela balançando bem na minha frente, constatei que, apesar de imensos (os pés dela eram tamanho 40!!!), eles realmente eram bem bonitos.

Era a primeira vez que eu analisava os pés da minha irmã com calma: eram rosados, carnudos, e eu gostei de vê-la fechando os dedos e enrugando as solas enquanto balançava levemente os pés bem na minha frente. Por serem grandes, eu sempre zoei a minha irmã por conta disso, e esse era um dos seus pontos fracos, porque ela sempre ficava muito brava e odiava quando eu a chamava de “Hobbit” (nessa época, os filmes de O Senhor dos Anéis estavam bombando nos cinemas).

Fiquei hipnotizado por alguns segundos olhando para os pés que tanto zoei, mas que agora começavam a gerar em mim uma vontade de chegar mais perto, até que ela virou o rosto para mim e disse:

— O que foi, bobão? Não vai me mostrar a divisão dos horários que você fez? Vai logo!!!

Foi nesse momento que eu saí do transe e já me preparei para xingá-la por ter falado daquele jeito comigo, mas só consegui soltar um:

— Desculpa, irmã, estava viajando aqui... Vou te mostrar agora a tabela de horários que fiz no Excel.

Ela me olhou com uma cara de espanto, pois eu nunca tinha pedido desculpas para ela na vida, nem quando a nossa mãe insistia muito e ameaçava nos colocar de castigo. Eu também não estava acreditando no que tinha acabado de acontecer. Simplesmente eu não queria desrespeitar a minha irmã — e digo mais: queria iniciar uma nova relação com ela a partir daquele momento, uma relação sem brigas.

Abri a planilha e, antes de mostrar para ela, deixei tudo em branco e falei:

— Eu tinha feito uma divisão aqui, mas acho melhor você escolher primeiro os horários que te interessam, e eu fico com o que sobrar.

Foi aí que ela realmente não entendeu mais nada.

— O “Senhor egoísmo”, “preferido da mãezinha”, vai deixar eu escolher primeiro? Como assim? Tem alguma pegadinha, né? Olha, se você me enrolar, eu vou contar para nossa mãe. A divisão tem que ser justa! Já basta eu ter que vir para esse quarto fedorento toda vez que quiser usar o computador!

— Pode confiar em mim, Renata. Desta vez vou ser um bom irmão e deixar você escolher primeiro, só isso...

— Hummm, sei... não confio em você, mas já que insiste em me deixar escolher primeiro, deixa eu ver aí.

Foi nesse momento que ela saiu da minha cama e sentou ao meu lado para olhar a tabela, e confesso que fiquei triste por não poder mais ver as solas dos pés dela.

Como estudávamos pela manhã, tínhamos a tarde e a noite para usar o PC. Ela, como não era boba, pegou todo o turno da tarde, que dava um total de quatro horas de uso, sobrando três horas do turno da noite para mim. Mesmo assim, a minha vontade de agradá-la foi maior, e não falei nada sobre isso.

— Já escolhi a minha parte e vou ficar mais tempo do que você, idiota kkkkkkkk!

— Não tem problema, pois eu já estava pensando em ficar com o horário da noite mesmo — disse eu, querendo parecer alheio às provocações dela.

— Contanto que não se arrependa depois, está tudo certo!

Ela já se preparava para sair do quarto quando eu, no desespero de voltar a ver os pés dela, falei:

— Calma, Renata, volta aqui. Só estou terminando de ver uma coisa na internet e vou para a rua falar com o pessoal. Você pode usar até a hora de dormir. Deita aí na minha cama como estava antes, que eu já libero o computador.

— Nossa! Estou achando isso muito estranho... Já são 19h30, então o horário é seu. Você quebrou alguma coisa aí e quer me incriminar, é isso??

— KKKKKK não, só quero ir para a rua conversar com os meus amigos, então você pode usar à vontade.

Mais uma vez, ela fez uma cara de quem não entendeu nada, mas voltou para a minha cama e, para a minha felicidade suprema, colocou novamente os pés para cima, enrugando as solas.

Dei algumas olhadas de forma discreta para ela não suspeitar (já que ela tinha percebido o comportamento do meu amigo Filipe) e comecei a sentir uma ereção. Eu realmente estava nutrindo uma vontade absurda de tocar nos pés dela.

Como prometido, fechei a página que eu estava vendo e liberei o PC para ela. Em seguida, fui para a rua conversar com o meu amigo Filipe e outros que também estavam lá, mas confesso que, pela primeira vez na vida, fiquei com vontade de estar no meu quarto com a minha irmã. Naquele momento, eu sabia que precisava massagear aqueles pés e já comecei a bolar um plano para isso...

Por hoje é isso, pessoal! Sei que nessa primeira parte não aconteceu nada demais, mas foi necessário fazer essa grande introdução para as próximas histórias que estão por vir, caso vocês queiram que eu continue. Por favor, comentem se querem os próximos capítulos ou não. Agradeço a quem leu até aqui!

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