Depois de Várias Latas de Cerveja
O que eu conto é uma história real e aconteceu há pouco mais de quinze anos atrás, quando eu tinha por volta dos meus 20 anos.
Me descrevendo, me chamo Victor, hoje tenho 37 anos, tenho 1,75m de altura, 82 kg, branco de olhos castanhos, cabelo curto e castanho, 17cm de instrumento, tenho um peitoral bem definido trabalhado na academia por alguns anos, mas uma leve barriga que a idade não esconde. Tenho poucos pelos pelo corpo, algo natural, e gosto de deixar um cavanhaque, e uma marca de sunga das idas à praia.
Descrevendo a outra pessoa deste conto se chama Breno, é um amigo que conheci na vizinhança, mais novo que eu na época, com pouco menos de 20 anos, tem por volta de 1,70m, uns 70kg estilo moleque marrento, cabelo comprido na altura do ombro, bem preto liso.
Estávamos eu, Breno e mais dois amigos de infância, o Leonardo, da minha idade, mais ou menos 1,80 m de altura, uns 70 kg, loiro de olhos azuis; e Pedro, dono da casa em que estávamos. Eu sou um cara reservado e, portanto, até este momento, ninguém sabe que sou bissexual. Neste dia que vou detalhar estávamos nós quatro bebendo. Pedro, o anfitrião, não vem ao caso pois ele não participou de nada, e nem ficou sabendo, risos.
Como era comum nesta época, o objetivo era sempre o de ficarmos o mais bêbado possível, então, depois de várias latas de cerveja, decidimos ir direto ao whisky. Eu tenho certa resistência à bebida, e Leonardo é um cara que também está habituado a beber, mas Breno era mais fraco, e frequentemente passava mal. Após muita conversa e muita bebida, o anfitrião decide que irá tomar bom banho e se recolher, e disse que nós poderíamos ficar na sala íntima de TV, desde que a casa continuasse trancada pois seus pais estavam viajando. E lá ficamos nós três assistindo TV, sentados os três num pequeno sofá de 2 lugares. Não demorou e Breno, que já estava muito alto caiu dormindo bem no meio entre eu e Leo. O Leo, que é muito moleque e sacana, e sempre sarrando com todo mundo, começou a zoar o Breno, e eu aproveitei e fiquei me divertindo com a situação. Ele ficava cutucando, puxando cabelo, dando tapas na cara, assoprando o ouvido, apertando o mamilo, enfim, brincadeiras de moleque, até que ele foi correndo até a cozinha, e volta com uma salsicha na mão, e começou a esfregá-la na boca do Breno. Era engraçado, pois Breno não conseguia dormir, mas estava tão bêbado que não conseguia reagir.
Eu estava gostando da ideia, mas fiquei apreensivo pois não queria que ninguém soubesse que eu estava me excitando com aquilo, Parece que Leo percebeu que eu estava empolgado e começou a se divertir mais, e tirou seu pau para fora (ele sempre tinha essa mania, tirava seu pau pra fora e corria atrás dos outros para ficar encoxando, enfim, coisa de moleque bem pentelho mesmo).
Seu pau estava totalmente mole, e desta forma devia ter só uns 10 cm, mas o que ele queria era zoar com Breno. Ele então pediu para eu pegar meu celular e pediu para que eu tirasse foto dele colocando o seu pinto no rosto dele. Eu imagino que ele nem sonhava no que estava por vir, senão estaria excitado como eu naquele momento. Como eu vi que não havia solução, comecei a tirar fotos e decidi me arriscar: eu disse para ele que não ficaria bem ele aparecer na foto com aquele pau mole, e pedi para que ele ficasse pelo menos meia bomba. Eu fiquei com medo da reação dele, com medo dele me chamar de viado, mas ele nem pestanejou, e ficou de pé em frente ao Dias e começou a se masturbar, e logo estava com seu pau duro, algo por volta dos 15 cm, e ele começou a esfregá-lo na cara dele... nós dois não parávamos de rir, e o Breno tentava virar o rosto, tentava empurrar, mas em vão. Eu decidi que iria participar daquela brincadeira, e puxei meu pinto para fora da bermuda.
Já estava tão duro que pulou para fora facilmente. Tenho algo entorno de 17 cm, e meu pinto é bem branco com a cabeça rosada. Assim que coloquei para fora, Leo comentou "caralho, que caralho grosso!" e deu risada do meu pau, que impressionou ele. Eu estava sentado ao lado do Breno e peguei sua mão e coloquei agarrando meu pau. Leo continuava esfregando seu pau no rosto do dele, mas nesta altura, ele já estava de boca aberta, o pau deslizava em seus lábios.
Estávamos rindo e nos divertindo com a situação, e no meio da zoeira, ficávamos falando para o Breno: "vai, chupa logo que eu sei que você tá gostando", "bate uma punheta pra mim", "quem mandou beber demais, seu viado", entre outras coisas. Em um dado momento, percebi que Breno começou realmente a me punhetar lentamente, e quando o Leo percebeu, Breno já estava chupando seu pau. Todos estávamos alto, e partir deste ponto, o Leo sentou-se novamente do outro lado do sofá apertado, e puxou sua cabeça dele para baixo, para ajudar no boquete que estava recebendo.
Leo devia estar extasiado, e não falava mais nada, só estava curtindo o momento. Eu fiquei lá recebendo a punheta enquanto o Breno chupava o pau do Leo. Eu falei que também queria um boquete, e sugeri que invertêssemos. Ele então empurrou a cabeça do Breno até meu pau, e na mesma hora já puxou a mão esquerda para seu pau. Neste momento eu quase gozei com o boquete, pois estava muito excitado, mas meu pau não cabia todo na boca pela grossura, então Breno focou mais na cabeça e nem deu bolas para o meu pau todo lambuzado.
Eu estava afim de ir mais além naquele momento, mas estava muito apreensivo de que o Leo me chamasse de gay ou algo assim, pois ele é daqueles caras que zoa com todo mundo, na frente de todo mundo, e não tem noção de certas coisas. Mas por outro lado ele é meio lerdo, e sempre faz o que todo mundo pede pra ele sem pensar nas consequências. Naquele momento, em que o Leo recebia uma punheta meio torta pois Breno era destro e estava usando sua mão esquerda, eu perguntei: "será que o Breno tá curtindo o que ele tá fazendo?", e o Leo respondeu: "é só ver se ele tá de pau duro"... Bingo! Eu pensei naquele momento, era o que eu esperava de resposta, e então, aproveitando a posição que nós estávamos, eu falei: "já que ele tá virado pra você, abre o ziper dele, e vê aí". Novamente fiquei com receio da reação pois esperava que ele fosse responder algo como "sai fora que eu não curto essas coisas", ou "vai você"... mas para meu espanto, ele abriu a calça dele, me mostrou a cueca meio melada, e em seguida abaixou sua cueca, tirando o pau par fora. Ele começou a dar gargalhada, pois o pinto do Breno tava duraço e todo babado, e começou a falar: "eu falei que ele tava gostando", e ele pegava o pau muito melado de pré-gozo e ficava me mostrando... mas surpreendentemente ele não tirou a mão do pau dele, e começou a punhetá-lo.
Naquele momento era tudo o que eu precisava, e então não falamos mais nada, só ficamos curtindo: Breno fazendo um boquete fenomenal em mim, e eu desci a minha mão pelas suas costas comecei a apertar sua bunda, e comecei a enfiar um dedo em seu cu. Ele devia estar gostando, pois começou a rebolar na minha mão. Não demorou muito e o Breno gozou com a punheta que recebia do Leo. Ele se melou todo, e sujou a mão do Leo.
No mesmo momento que vi aquilo eu gozei como há muito tempo não gozava, e enchi a boca do Breno com a minha porra. Ele engasgou, mas engoliu boa parte. Sem pensar duas vezes, se virou e terminou de chupar o pau do Leo, que gozou bem rápido, novamente engolindo toda sua porra.
Ouvimos um barulho vindo do banheiro, e era o anfitrião saindo. Nós nos recompusemos o mais rápido possível, fechamos nossas calças, enquanto o Leo foi lavar sua mão. Enquanto ficamos só eu e o Breno na sala, ele me deu um beijo, e estava com gosto da porra do Leo. Foi meu primeiro beijo gay, e a primeira vez que eu experimentei sêmen de outra pessoa. Desde aquele dia, eu e o Leo nunca tocamos no assunto, e nunca voltamos a fazer coisa igual. Mas com o Breno ocorreram algumas outras histórias posteriores, que eu conto depois.