O visor do meu celular não parava de brilhar, mas eu não precisava ler as notificações para sentir meu corpo queimando. O Denis tinha passado o dia inteiro me deixando louca com aquelas mensagens, e a cada palavra dele, minha buceta latejava embaixo do meu vestido. Finalmente, aquela brincadeira de "te encontro daqui a pouco" saiu do virtual e se tornou realidade. Quando o vi atravessando o corredor do shopping, meu coração quase saiu pela boca. Ele não estava para brincadeira. O olhar dele era predatório, pesado, e aquele perfume amadeirado chegou antes dele, me dominando os sentidos e me deixando mole na cadeira.
Despedi-me da minha amiga com uma desculpa qualquer e o segui. Eu sabia que, depois de anos de desejo contido, hoje o jogo seria muito melhor do que idealizei.
No elevador do estacionamento, a porta mal fechou e ele já me prensou contra o metal frio. O contraste do gelo nas minhas costas com o calor do corpo dele me fez soltar um gemido curto. Ele segurou meu cabelo com força, puxando minha cabeça para trás, e sussurrou no meu ouvido que eu ia aprender a não provocá-lo daquele jeito. Senti um arrepio violento percorrer minha espinha; eu amo sua voz e quando ele toma o controle, quando ele me faz sentir "pequena" diante da sua força.
No carro, a urgência dele era bruta. Ele me puxou para o banco de trás, e eu só conseguia olhar para aquele rosto decidido enquanto ele abria o cinto.
— "Agora relaxa!" — ele ordenou, e eu obedeci no mesmo instante.
Ele enfiou a mão por dentro da minha calcinha, rasgando o tecido sem dó, e começou a esfregar meu clitóris com o polegar enquanto os outros dedos entravam fundo na minha buceta encharcada. Antes de me possuir por completo, ele desceu a cabeça entre minhas pernas. Senti a língua dele quente, chupando minha buceta e intercalando movimentos sutis e fortes, enquanto me penetrava com os dedos. O prazer foi tão intenso que perdi o chão, as pernas tremeram e eu gozei loucamente na boca dele, gritando o nome dele enquanto meu corpo espasmava.
Quando ele tirou o pau para fora, pulsante e duro, eu quase perdi os sentidos. Ele me virou de quatro, me segurando pelo pescoço, e me fodeu com uma estocada profunda que me fez gritar. O som dos corpos batendo, o cheiro de suor e o prazer de ser usada por ele depois de tanto tempo me levaram ao limite.
Depois de me foder com força, ele se sentou e me puxou pelo cabelo para baixo, me forçando a ficar de joelhos entre as pernas dele.
— "Você não queria me sentir? Não me prometeu tantas coisas? Toma tudo, sua puta!" — ele disse, com a voz falhando enquanto chegava no ápice.
Eu abri a boca, ansiosa, e envolvi aquele pau latejante. Comecei a chupá-lo com vontade, fazendo barulho babado de sucção, deixando minha saliva escorrer e lubrificar toda a extensão do pau dele. Eu usava a língua, a garganta, olhando bem nos olhos dele enquanto ele rosnava de prazer.
Quando ele gozou, foi violento. Senti os jatos quentes atingirem o fundo da minha garganta. Eu não parei; continuei sugando, deixando o gozo dele que escorria pelos meus lábios e pelo canto da boca, misturando-se à minha saliva. Ele gozou muito... Finalmente, depois de anos, enquanto eu o olhava com devoção, saboreando o gosto do homem que me fodeu por completo.