Rufus foi à farmácia a pedido de Sara e comprou um teste de gravidez, coração acelerado no caminho de volta: "Meu Deus… e se for positivo?" Em casa, Gislaine fez o teste tremendo, e deu positivo – duas linhas claras. Ela não aguentou a notícia, olhos arregalados: "Não… não pode ser…" e desmaiou, caindo devagar no chão do banheiro. Rufus e Sara correram pra socorrê-la, Rufus a pegando no colo: "Gi! Ei, acorda… respira." Sara molhou um pano frio e passou no rosto dela: "Calma, filha… a gente tá aqui." Gislaine acordou aos poucos, chorando: "É verdade? Tô grávida… o que eu faço agora?" Eles a abraçaram forte, Rufus beijando sua testa: "Vamos dar um jeito, Gi… juntos." Sara sussurrou: "Você não tá sozinha nisso, amor… a gente cuida de você."
No dia seguinte, Sara pediu pra Rufus ficar na loja: "Vai, amor… eu passo o dia com a Gi. A gente resolve isso." Rufus concordou, preocupado: "Me atualiza, tá? Amo vocês." Após a aula, ele chegou na loja e acompanhou o dia das meninas pelo WhatsApp – mensagens constantes de Sara: "Tô levando ela no médico agora… exames de sangue e ultrassom."
Gislaine estava grávida de 8 semanas, confirmaram os resultados. Ela não tinha total certeza, mas acreditava que o filho fosse de João: "Rufus, raras vezes você gozou dentro de mim, que eu lembre… as chances são enormes de ser dele." Rufus respondeu via áudio, voz calma: "Ei, Gi… o que você sentir no coração, a gente apoia. Mas e o plano de terminar com ele?" Gislaine digitou: "Não sei mais… isso muda tudo. Tô confusa." Sara interveio: "Vamos pensar com calma, filha… o bebê vem primeiro."
Por fim, Gislaine decidiu chamar João e contar pra ele. "Preciso ser honesta… vamos fazer um jantar e falar tudo", disse ela, determinada. À noite, Sara preparou um jantar especial – lasanha caseira, salada fresca e vinho sem álcool pra Gislaine –, mesa arrumada com velas suaves. João chegou, sem imaginar o que o esperava, sorrindo: "Ei, amor… que cheiro bom! Como foi o dia?" A conversa começou leve, eles comendo e rindo de bobagens: "Esse simpósio foi louco, Gi… aprendi tanto", contava João. Mas ele percebeu algo diferente – olhares trocados entre os três, uma tensão no ar: "Tá tudo bem? Vocês tão estranhos…"
Mas antes que contassem, o enjoo traiu Gislaine – ela levou a mão à boca e correu pro banheiro, vomitando alto. João se segurou pra não pular de alegria, mas sentia algo estranho: "Não acredito… ela tá grávida? Mas por que essa cara de enterro?" Ele sabia que nas últimas duas semanas a deixara de lado – chamadas curtas, desculpas esfarrapadas – e se sentia mal com isso: "Eu vacilei… devia ter sido mais presente."
Quando Gislaine volta, pálida mas composta, João se abre primeiro: "Gi… eu sei que te deixei pra trás na viagem. Fui com o Jorge porque ele é enfermeiro formado, especializado em curativos, mas tá afastado da área há 8 anos. Queria se atualizar e voltar… a gente transou, sim, não nego. Mas o objetivo nunca foi esse – nunca foi tê-lo como amante fixo, apesar de eu curtir, assim como você curte ser amante do Rufus." Ele chora, voz embargada: "Eu gosto muito do Eliseu e do Jorge, mas amo você, Gi… amo de verdade. Se você não me quiser mais, mesmo grávida… eu entendo. Vacilei feio. Te deixei de lados nessas ultimas semanas, fiquei tão focado nos estudos e no estágio que negligenciei minha linda namorada..."
Gislaine surpreende Sara e Rufus, que arregalam os olhos: "Eu realmente pensei em te largar, João… mas mudei de ideia." Rufus pisca, confuso: "Gi… tem certeza?" Sara toca a mão dela: "Filha…" Gislaine os acalma: "Mudei a ideia, não o objetivo. Principalmente depois do que você disse agora." Ela respira fundo: "Eu amo você, João… mas amo muito o Rufus também. E tenho que dizer isso pra você, pra começar. Amo minha mãe demais também e ela me deixa amar o Rufus e dividir a cama com ela. Isso é único, raro… dificilmente daria certo, mas até aqui deu, e se depender de mim, vai dar certo pelo resto de nossas vida. Amo eles dois demais, João." João percebe a ênfase no amor por ambos, inclusive por Sara – intenso, maior que no início do namoro, talvez indicando algo mais profundo, mas não atropela: "Entendi… pode continuar, meu amor."
Gislaine, na frente de João, dá um beijo na boca de Rufus – molhado e lento, línguas se tocando: "Mmm…" E, pra confirmação, faz o mesmo com Sara: "Te amo, mãe…" Ela continua, levemente nervosa, mas sincera: "Se você quiser e aceitar, tô disposta a continuar com você, casar e criar nosso bebê juntos. Mas com uma condição: aos fins de semana, você pode ficar com outra pessoa – Eliseu e Jorge, por exemplo, desde que seja fixo, sem putarias aleatórias. Eu sei que você gosta deles, e muito. Em troca, eu fico com Rufus e Sara, e você fica ciente de uma coisa, meu amor: estaremos juntos como família e amantes. Eu vou me deitar com eles... Serei mulher deles nesses dias. Não pretendo ter outro filho, nem seu nem do Rufus. E não contaremos isso pra ninguém – seremos uma linda família feliz, só nós sabendo o que rola por trás. E prometo: não vou trair nenhum de vocês. Não sou mais a piranha que já fui… mas não negarei uma festinha como na prova do vestido de noiva da minha mãe, se rolar."
João processa, expressão de confusão e curiosidade, sem raiva: "Uau… não é fácil ouvir isso. Já pensei em algo assim, mas não nessa intensidade. Amo você, Gi… achava que seu caso com Rufus era pontual, não com tanto sentimento. Muito menos imaginava isso com a Sara. Mas esperava algo assim, depois dos meus vacilos nos últimos meses." Gislaine responde: "Não é pelo bebê… eu realmente te amo e quero tentar. O bebê só me ajudou à decidir isso."
João pede um tempo pra pensar: "Me dá um tempo pra processar direito, isso é muito… diferente, inesperado. Nem sei o que dizer..." Rufus e Sara, que observavam em silêncio, falam. Sara: "Gi mudou muito depois de você e do Rufus… tô orgulhosa dela, João. Ela cresceu." Rufus adiciona: "Não esperava isso… achava que seria o único homem dela, admito, mas ela te deixou como principal, apesar de admitir me amar também. Curioso, mas faz sentido – sou casado com Sara, não poderia casar com Gi. Poucos veriam isso bem. Ela quer uma família completa, então te escolheu. Sem mentiras. Tô disposto, se você estiver. Jamais serei o pai do bebê – isso é seu, se quiser." Rufus diz isso em total apoio, fazendo Gislaine chorar de alegria, assim como Sara, que diz: "Você é incrível, Rufus. te amo tanto!"
João diz: "Não é fácil ouvir do homem que ela ama isso… mas vou pensar numa boa, prometo." Ele agradece a sinceridade, se levanta e sai. Rufus e Sara abraçam Gislaine, que chora alto: "Deu tudo errado… ele não vai voltar!" Mas não passa nem 10 minutos e a porta abre – João, chorando: "Amo você, Gi… amo o Jorge e o Eliseu também, amo essa família doida. Ficar longe do nosso filho ou filha me mataria. Então... tá, eu aceito sua proposta." Ele beija Gislaine profundo e ela diz: "Vamos continuar juntos e fazer isso dar certo."
Sara fecha a porta, sorrindo, mas ao olhar pros pombinhos, eles já tiravam a roupa um do outro, ali mesmo na sala – mãos ansiosas, beijos famintos. Antes que fizesse algo, Gislaine puxa Rufus e o beija: "Vem, meu amor…" Sara puxa João, e logo estão nus – Sara chupando João com fome, língua circulando o pau: "Mmm, delícia…" Rufus chupando Gislaine, lambendo a boceta úmida: "Ahh, Gi… geme pra mim." Depois, Gislaine chupa João, engolindo fundo: "Ahh, meu amorzinho…" Rufus chupa Sara, sugando o clitóris.
João fode Gislaine de lado no chão, metendo ritmado: "Ahh, delícia… te amo." Rufus e Sara fazem 69 no sofá, línguas vorazes: "Ahh, amor… tô quase gozando na sua boca!" Sara goza alto. Após, ela cavalga Rufus, rebolando: "Mmm, meu homem gostoso!" João come Gislaine em missionário: "Ahh, Gi… que boceta quente." Ela geme: "Amo demais todos aqui… minha família, minha vida!"
João diz: "Amo todos também… somos uma família." Rufus pega Gislaine de quatro, comendo gostoso: "Toma pau, safada… rebola gostoso!" Sara se oferece de pernas abertas pra Gislaine chupar: "Lambe, filha… ahh." João, excitado, oferece o pau pra Sara: "Chupa, Sara…" Ela faz com fome, abafando gemidos. As duas gozam alto, tapas de Rufus ecoando: "Ahh, delícia… gozem pra gente!"
João zoa: "Pena que você não curte homem, Rufus…" Ele ri: "Não curto mesmo… mas temos duas loirinhas 11/10 aqui pra dar prazer." Logo, João come Sara de quatro: "Ahh, toma…" Rufus coloca Gislaine em cowgirl de costas, abrindo-a: "Rebola assim… delícia." João, vendo Gislaine cavalgando, subindo e descendo no pau de Rufus, sua boceta super molhada, não aguenta mais e goza, com Sara gozando junto: "Ahh! Toma leitinho quente, sogrinha!"
João exausto assiste Rufus e Sara matarem Gislaine de prazer – Rufus no cuzinho dela, metendo devagar. Sara dedando e chupando a boceta: "Amorzinho duplo, filha!" Gislaine convulsiona, gozando várias vezes: "Ahh, sim… parem ou passo mal!" Gargalhando, sem forças. João a pega no colo, carinhoso.
Rufus e Sara terminam – ela cavalgando de frente pra ele, beijando lento: "Te amo… nunca imaginei isso, essa doideira… tô muito feliz. Você é o amor da minha vida, junto da Gi." Rufus: "Amo vocês… as mulheres da minha vida. Tô mais feliz do que nunca." Sara goza: "Ahh, delícia…" Rufus goza junto. Suas bocas mal desgrudando.
Eles se beijam devagar, enquanto João e Gislaine fazem o mesmo. Quebrando o silêncio, Gislaine pergunta: "João… quer casar comigo e fazer parte dessa família doida e gostosa?" Ele responde de imediato: "Sim… com todo meu coração."