Patricinha Submissa Chupando Pica de Negão

Um conto erótico de Loirinha Sub
Categoria: Heterossexual
Contém 1579 palavras
Data: 08/04/2026 14:04:07

Na sala de aula da faculdade, com meus cabelos loiros presos num rabo de cavalo e roupinhas comportadas de patricinha classe média. Anotando tudo no meu caderno, com pose de menina séria.

Acho que tenho fama de patricinha mimada e metida da faculdade.

21 anos, loirinha, rostinho de princesinha comportada e seios turbinados que grandei de presente do papai. Baixinha mas com a bunda grande, que os meus amigos da faculdade vivem me olhando descaradamente.

O que eles não sabem é que eu não curto boyzinhos, mas gosto de fugir escondida pra um baile funk pra cair na pica de um negão safado.

ATENÇÃO: eu mudei o meu email e vou deixar o contato novo pros leitores que quiserem bater um papo mais sacana - loirinhasub2@gmail.com

Meus amigos não sabem do meu lado piranhazinha de negão e gosto de conversar com os meus leitores sobre isso.

Sábado a noite, eu chegava toda madame com vestidinho curtinho no meio da comunidade. A bolsa cara e jeitinho de menina burguesa chamava atenção dos olhares. Um motoboy me buscando na entrada da comunidade, como se eu fosse a primeira dama.

Eu estava indo pra uma festinha particular na casa de um negão dominador que me fode muito gostoso. Mais do que isso, ele tinha combinado de me "apresentar" pra uns amigos. E voc~es imaginam muito bem o que seria esse me "apresentar" pros amigos dele.

De sandália de salto e um vestidinho cor de rosa. Eu chegava pra virar a piranha da galera. Meu negão me recebendo com um sorriso de tarado e as mãos enormes me alisando. Me dando um abracinho de lado na frente dos amigos dele.

Uma loirinha baixinha com um negão de 1,90 de altura, quase me engolindo e me apertando toda pra se mostrar pros parceiros. Me exibindo igual um troféu, quase que dizendo. "Essa é a loirinha vagabunda que eu comentei com vocês"

Eram dois amigos com cara de tarado, bebendo uma cervajea, sentados no sofá. Eu em pé na frente deles.Com aquele vestidinho curtinho e as coxas de fora. Loirinha, com a pele branquinha no meio de três negões com o dobro do meu tamanho.

Eu me sentia num filme pornô. Desses bem hard core que eu gosto de assistir e me masturbar.

Meu negão me segurando pela mãozinha e me fazendo dar uma voltinha. Em pé, de salto alto, rodopiando na frente dos amigos que davam um gole na cerveja e avaliavam a filhinha de papai que tinha chegado pra virar piranha na favela.

Eram muitas camadas de fetiche naquela casa. O olhar de raiva e tesão dos caras querendo meter a pica na patricinha mimada. Esse tipo de olhar me deixa maluca de tesão. Me sinto mais valorizada, me sinto um troféu, me sinto CASTIGADA no meio das pirocas daqueles tarados.

O meu negão em pé, atrás de mim, apertando a minha bunda. Ele queria se mostrar pros amigos, queria mostrar que a patriicnha loira era uma putinha submissa que fazia tudo que ele mandava.

Com a mão aberta espalmada apertando de afundar os dedos no rabo carnudo da patricinha filhinha de papai.

- Gostou dos meus amigos?

Eu fazia que "sim" com a cabeça. Com sorrisinho de sonsa e de menininha tímida. A cara dos amigos me olhando. Dois negões enormes com sorriso de tarado. Alisando o pau por cima da calça. Eu realmente me sentia numa cena de filme pornô.

O meu pai morreria do coração com a filhinha dele numa cena dessas....

- Fala pra elss que você é a minha loirinha

- Sou... Sou a sua loirinha

Ele apertava mais forte a minha bunda, levantando o vestidinho cor de rosa por trás. Chegando a dar um tapinha sacana no meu rabo. Só pra mostrar que podia, só pra mostrar que eu aceitava.

- Você não me pediu pra chamar uns amigos?

- Ahannnnnn

- E o que você pediu pra mim?

- Não sei...

- Não sabe, loirinha? ta com vergonha?

Eu dava uma risadinha sem falar nada

- Você me pediu pra chamar uns amigos, mas só queria negão

A cara dos amigos escutando isso. Eu em pé na frente deles, com um sorrisinho super sem graça. Tímida. Sendo alisada pelo meu negão na frente deles.

Aquilo era mais do que sexo. Era uma sessão de dominação. Ele queria me fazer de putinha submissa na frente dos amigos. A tara e o fetiche dos negões de transformar a loirinha mimada numa piranha obediente.

- E a loirinha gosta de que?

Eu dei uma travada, olhando pro meu negão quase que pedindo autorização se eu devia falar mesmo. Ele aumentou o tom de voz, com jeito de tarado dominador.

- Fala o que eu te ensinei!

Eu me tremi toda e obedeci.

- Gosto de rola

- É loirinha...? E gosta de que tipo de rola?

- Gosto de rola preta...

A risadinha em volta tomando conta da sala. Meu coração tava muito acelerado e a minha bucetinha explodindo de tesão

- Gosta ne loirinha? E gosta de chupar pau?

- Gosto...

- Então fala... Fala pros meus amigos o que você gosta!

- Gosto de chupar pau...

- FALA MAIS ALTO!!!

- GOSTO DE CHUPAR PAU

- REPETE

- GOSTO DE CHUPAR PAU... GOSTO DE CHUPAR PAU...

Os amigos re reviraval no sofá me escutando falar aquilo. A princesinha mimada sendo pervertida na frente deles.

Meu negão me segurando firme pelos cabelo, por trás da minha cabeça e me empurrando pra baixo. Me botando ajolhadinha na frente dele. Era uma posição de inferioridade. Ele queria me rebaixar na frente dos amigos.

Abrindo a calça e puxando a piroca pra fora. Um caralhão enorme na frente do meu rostinho. Um caralhão preto contrastando com o meu rostinho de pele branquinha. Passando a pica na cara da patricinha.

- Quer chupar a pica do negão?

Eu não tinha coragem de responder. Balançando a cabeça, fazendo que "sim". Fechando os olhinhos de vergonha enquanto ele batia o pau na minha cara. Com o negão em pé, do meu lado, me segurando pelos cabelos.

- Então pede... PEDE VAGABUNDA!

- Quero...

- QUER O QUE?

- Quero chupar pau

- NÃO PORRA! FALA QUE QUER CHUPAR UMA ROLA PRETA

- Quero... Quero chupar uma rola preta

Nessa hora, ele segurou o meu rostinho, apertando as minhas bochechas. Me deixando com a boquinha toda apertada fazendo bico. Pasando a piroca na minha cara e rindo. Se mostrando pros amigos. Mostrando o que ele fazia com a patricinha riquinha.

Não era apenas sexo. Era uma sessão de humilhação. E era essa humilhação que me dava tesão. Não entendo o porque. Mas gosto de ser xingada, dominada e me sentir sendo rebaixada assim. Esse clima de humilhação me deixava tarada de tesão.

Repetir as putarias humilhantes que ele me mandava falar era justamente o que me deixava alucinada de tesão. É como uma droga e eu to viciada nisso.

Apanhando de pau na cara e repetindo aquelas coisas na frente dos amigos que tinham acabado de me conhecer. Era muito humilhante e muita adrenalina. A minha bucetinha tava pegando fogo.

- Fala que é uma chupadora de rola

- Eu sou uma chupadora de rola

- Fala que é uma patricinha chupadora de rola

- Eu sou uma patricinha chupadora de rola

- Papai sabe que você vem na favela chupar pau?

- Não... Não sabe...

- Papaizinho não sabe ne? Kkkkkkk...

Ele ria e esfregava a piroca no meu rostinho todo. Os amigos já tinham botado o pau pra fora. Balançando na minha frente, Batendo uma punheta vendo a patricinha ser humilhada.

Eu olhava pra frente e via um monte de rola me esperando. Eu realmente me sentia numa cena de filme pornô.

Orgulho do papai rs....

- Vai chupar o pau de todo mundo?

- Vou...

- ENTÃO FALA!!!

- Vou chupar o pau de todo mundo...

- Isso, boa menina... Então fala que manda em você

- Você... Você manda em mim...

- Mando né loirinha...? Então chupa a pica do negão!

Ele falou isso com a voz muito tarada e empurrando a minha cabeça com a mão. Me fazendo engolir um caralhão grosso. Eu mal conseguia botar metade na minha boquinha e já começava a engasgar.

A cada engasgada, eu escutava as risadinhas dos tarados olhando a patricinha se prestar aquele papel. Não era só sexo. Era a putaria de perverter a princesinha mimada numa situação daquelas.

Meu negão segurava a minha caeça e patricamente fodia a minha boquinha com o cacete dele. Um caralhão preto na boquinha da princesinha loira. Com mais duas rolas me esperando pra mamar.

Eu tava completamente tarada me sentido dominada aquele jeito. Tem algum botãozinho na minha cabeça que me deixa submissa com um negão dominador. Eu queria me exibir e ser exibida.

Segurando na piroca e querendo me mostrar. Querendo mostrar que a filhinha de papai sabia chupar uma rola. Engolindo e mamando com vontade. A minha cabeça indo pra frente e pra trás.

Tirando o caralho da boquinha e lambendo com vontade. Lambendo de língua aberta. De baixo pra cima. Olhando pros amigos e lambendo uma rola preta.

Nessa hora eu me senti muito uma putinha de filme pornô. Ter uma plateia me deixava com mais tesão e mais vontade de me exbir.

A língua aberta lambendo e dando uma risadinha. Ajoelhada e submissa com um caralhão grosso no meu rostinho. Eu chupei o pau de todo mundo. E a minha bucetinha saiu ardida de tanta pica que eu levei.

Se vocês gostarem desse conto, eu escrevo como foi a transa com os tarados.

E quem quiser um papo mais sacana, pode me mandar uma mensagem no meu email loirinhasub2@gmail.com

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