A Aventura: Quatro dias de pecado puro
Naquela quinta-feira eu menti mais uma vez. Falei pro André que ia fazer um curso de laser no shopping. Beijei ele na porta, abracei as crianças com força, sentindo o peito apertar de culpa. Meu coração batia tão forte que eu achava que ia desmaiar. Quando cheguei no ponto combinado, Victor já estava lá, encostado no carro, olhar faminto me devorando.
Assim que desci, ele me agarrou pelo cabelo com força, colou o corpo quente no meu e enfiou a língua na minha boca como se quisesse me engolir viva. As mãos apertavam minha bunda por baixo do vestido curto, dedos cravando na carne.
— Porra, Larissa… você tá cheirando a puta no cio, buceta já molhada pra mim — rosnou ele contra meus lábios, mordendo forte. — Diz pra mim que você tá louca pra levar rola grossa, sua vadia.
— Eu tô encharcada desde que saí de casa — confessei, gemendo, a voz falhando de tesão e vergonha. — Meu marido me deu tchau, as crianças me abraçaram e eu só pensava no teu pau me arrombando, Victor… me fode logo, me usa como uma puta barata, me faz esquecer que eu sou mãe e esposa.
No caminho pra chácara isolada do pai dele, em Senador Canedo, a mão dele invadiu minha calcinha sem piedade. Dedos grossos entravam e saíam rápido, polegar girando no clitóris inchado, molhado, latejante. Eu rebolava no banco, gemendo alto, lágrimas escorrendo.
— Goza na minha mão agora, sua puta safada — ele ordenou, voz rouca de comando. — Goza pensando que vai levar meu pau até o fundo da tua garganta e depois na buceta até transbordar.
Eu gozei gritando, o corpo convulsionando, unhas cravadas no banco, ondas de prazer misturadas com uma culpa que me sufocava. *Meu Deus, o que eu estou fazendo com a minha família?*
Na chácara, assim que entramos, eu tirei a roupa devagar, tremendo, mostrando tudo: seios pesados com bicos duros como pedra, boceta depilada brilhando de tesão, a tatuagem pequena acima da virilha que André nunca mais notava. Victor me jogou na cama, abriu minhas pernas com brutalidade e desceu a boca quente, chupando meu clitóris com fome animalesca, língua girando rápido, sugando forte, dois dedos me fodendo fundo enquanto eu arqueava as costas e gritava.
— Victor… ai caralho… chupa essa buceta toda… me faz tua puta… eu quero gozar na tua cara como uma vadia!
Ele subiu, segurou meu pescoço com firmeza e enfiou o pau grosso de uma vez, até o talo, me preenchendo completamente. A dor e o prazer me rasgaram.
— Olha pra mim enquanto eu te arrombo, Larissa — ele rosnou, metendo forte, batendo fundo, o som molhado ecoando. — Hoje você não é esposa de ninguém. Hoje você não é mãe de ninguém. Hoje você é minha cadela. Diz alto: “Eu sou a puta do Victor.”
— Eu sou a puta do Victor! — gritei, unhas rasgando as costas dele até sangrar. — Me fode mais forte… me rasga… me enche de porra quente… quero sentir teu leite escorrendo da minha buceta pro resto do dia, me marcando como tua!
Nós fodemos como animais selvagens. Eu gozei duas, três, quatro vezes, apertando o pau dele com força, o corpo inteiro tremendo, lágrimas escorrendo sem parar — de prazer insano, de culpa devastadora, de conflito que me dilacerava. Ele gozou com um urro primal, jorrando quente, fundo, enchendo-me até transbordar. Depois veio o sofá, o chuveiro, contra a parede, no chão… cada posição mais suja, mais intensa. Eu mordia, arranhava, implorava. A culpa voltava em ondas violentas depois de cada orgasmo, mas o desejo me puxava de volta como um vício.
Na Segunda ele ligou fingindo ser o sequestrador para meu marido. Eu rasguei minha própria blusa, arranhei os braços. O plano estava perfeito para minha desculpa do meu sumiço para meu marido. Quatro dias de sexo selvagem, culpa e êxtase misturados num turbilhão que me consumia.